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Evonik anuncia novo presidente para a região América Central e do Sul

Elias Nahssen de Lacerda assume o novo posto a partir de 1º de outubro 2019

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Foto: Divulgação

O grupo Evonik Industries, com sede na Alemanha e um dos líderes mundiais em especialidades químicas, anuncia seu novo Diretor Presidente para a Região América Central e do Sul.

A partir de 1º de outubro, assume Elias Nahssen de Lacerda, até então, CFO e Vice-Presidente de Negócios da área de “Nutrition and Care” para a América Central e do Sul. Ele substitui Weber Porto, que conclui sua trajetória de quase 36 anos na Evonik e 17 anos como presidente da região.

Elias Lacerda é brasileiro, tem 45 anos, e iniciou sua carreira profissional na Evonik há mais de 20 anos. Ocupou diferentes posições em diversas linhas de negócio do grupo e possui vasto conhecimento da empresa e do mercado de especialidades químicas.

“É uma honra assumir a liderança na região América Central e do Sul, um dos focos de crescimento do Grupo e com potencial significativo de expansão. Meu desafio é contribuir para o crescimento regional buscando prosperidade para nossos colaboradores, sociedade e acionistas”, destaca Lacerda.

 

Desenvolvimento e Carreira

Elias Lacerda assume o novo desafio muito bem preparado e com muitas conquistas já acumuladas dentro e fora da Evonik. Em 2013, recebeu a distinção de “Melhor Gestor Emergente da Indústria Química” pelo jornal Handelsblatt e Stratley Award, um dos mais importantes e influentes veículos de comunicação da Alemanha. Aos 38 anos, o executivo impressionou o júri da premiação e foi homenageado pelo periódico devido às conquistas excepcionais como “Key Account Manager” do Grupo Evonik e seu perfil de liderança integrativa, com forte orientação para os clientes.

Formado em Engenharia de Produção Química pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI); completam sua formação acadêmica o MBA Executivo pela BSP – Business School São Paulo/Toronto Rotman Business School; e Pós-Graduação em Global Key Account Management Certificate Program, pela St. Gallen/Columbia Business School, além de especializações nas renomadas escolas de negócios International Institute for Management Development (IMD) e finanças na SGMI Institute of Management St. Gallen, ambas na Suiça.

Em 1996, ingressou na Evonik, então Degussa, por meio de um programa de trainee e em menos de dois meses foi contratado como representante técnico e comercial para o mercado de tintas e revestimentos. Seguiu em passos firmes e crescentes desde a primeira função. Construiu novos relacionamentos com os clientes e impulsionou a expansão dos negócios. De 1999 até 2002 atuou na linha de “Crosslinkers & Resins”, onde se tornou Gerente de Produto da América do Sul. Em 2003 assumiu o cargo de Diretor Regional de Negócios para a América do Sul e Central, da então Degussa-Hüls, na área de “Coatings and Colorants”.

Após 10 anos de experiência na América do Sul, recebeu a oferta para se mudar para a Alemanha, em 2006, como vice-presidente de vendas regionais da Europa e países emergentes para área de “Fillers and Pigments”.

Em 2010 assumiu a responsabilidade global de vendas para linha de negócios de Sílica e em 2015 a responsabilidade global de marketing de uma das maiores linhas de negócios da Evonik – “Animal Nutrition”.

Completando 12 anos de experiência internacional, em 2018 retornou para São Paulo como CFO e Vice-Presidente “Nutrition & Care” da região América Central e América do Sul.

“As experiências adquiridas na Alemanha, no mundo e principalmente em todos os países da América Central e do Sul servirão de alicerce para o novo desafio frente à presidência da empresa na região. Elas consolidaram os fundamentos do meu conceito de trabalho: satisfação dos clientes, orientação para resultados e paixão pelas pessoas”, afirma Elias Lacerda.

 

Fonte: Assessoria da Evonik

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Manejo alimentar adequado é determinante para crescimento e terminação de suínos

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Divulgação Auster

A fase de crescimento e terminação dos suínos representa o período de maior impacto econômico na produção suinícola, uma vez que concentra a maior parcela do consumo de ração e exerce influência direta sobre a rentabilidade do sistema produtivo. Nessa etapa, os principais indicadores zootécnicos são o consumo médio diário de ração, ganho de peso diário, conversão alimentar e mortalidade. “Esses indicadores de desempenho têm papel fundamental na mensuração dos resultados da atividade, auxiliando na tomada de decisões para melhorar a eficiência produtiva e a rentabilidade do sistema “, afirma Joice Silva, zootecnista da Auster Nutrição Animal.

O manejo nutricional tem papel central na fase de crescimento e terminação. A zootecnista destaca que dietas adequadas impactam diretamente nos indicadores zootécnicos e adequado balanceamento das exigências e das curvas nutricionais conforme a idade, o peso e genética dos animais podem favorecer uma maior deposição de tecido muscular e ainda pode oportunizar que possam alcançar seu pleno potencial produtivo durante essa etapa.

“A qualidade das matérias-primas e o fornecimento da ração também merecem atenção, considerando que falhas de processamento ou restrição de acesso ao alimento podem comprometer significativamente os resultados”, explica Joice.

A zootecnista recomenda atenção à qualidade e à correta regulagem dos comedouros, importantes para obtenção e manutenção de bons indicadores de desempenho. “Comedouros de má qualidade podem demandar mais mão de obra e, quando mal regulados, limitam o acesso à comida ou provocam excesso de desperdício, impactando negativamente os resultados. Regulagens muito fechadas reduzem a disponibilidade de ração na bandeja e aumentam a competição entre os animais, podendo comprometer o GPD dos leitões”, detalha.

Por outro lado, comedouros excessivamente abertos, que disponibilizam ração em excesso, favorecem o desperdício e podem comprometer a conversão alimentar. Além disso, a qualidade estrutural dos equipamentos influencia o comportamento alimentar dos suínos, sendo fundamental garantir fácil acesso à ração e número adequado de bocas de comedouro de acordo com a fase do ciclo e a quantidade de animais por baia. Joice Silva recomenda “monitoramento frequente dos comedouros como parte da rotina operacional da granja”.

Outro ponto essencial é o consumo ideal de água. Animais sem acesso fácil à água ou com consumo inadequado tendem a consumir menos ração, comprometendo o ganho de peso diário e a conversão alimentar. “Além do acesso adequado, a água deve ser limpa, fresca e de qualidade. O indicado é trabalhar com bebedouros com vazão adequada para a fase, em torno de 1,5 a 2 litros por minuto, e quantidade compatível de animais por bebedouro e em temperatura adequada para evitar impactos negativos no consumo”, orienta a zootecnista da Auster.

“O manejo alimentar adequado é fator decisivo para que os animais expressem o máximo potencial genético, garantindo desempenho produtivo consistente e redução de perdas zootécnicas”.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Inovação genética e governança corporativa pautam debates da Topigs Norsvin sobre o futuro da suinocultura no Sul do país

Encontros no Paraná e em Santa Catarina reuniram produtores e especialistas para promover a troca de conhecimento e potencializar os resultados das granjas multiplicadoras

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Divulgação Topigs Norsvin

A profissionalização da gestão e a incorporação de novas tecnologias ditam o ritmo de evolução das granjas brasileiras. Para debater os atuais gargalos mercadológicos e preparar o setor agropecuário para os próximos anos, a Topigs Norsvin promoveu duas edições estratégicas do Conexão Tecnológica na região Sul do país no início de junho. Os encontros foram realizados em Curitiba, no Paraná, e em Chapecó, em Santa Catarina, reunindo uma ampla comitiva de especialistas, gestores e produtores rurais parceiros.

“Trazer informações atualizadas sobre a gestão, a biosseguridade e as movimentações de mercado é um passo fundamental para garantir a sustentabilidade das operações e a lucratividade do produtor a longo prazo”, destaca o diretor Regional América Central e do Sul na Topigs Norsvin, André Costa.

Governança e renovação de conhecimento no Paraná

A capital paranaense sediou o primeiro evento entre os dias 1 e 2 de junho. O encontro focou na aproximação direta com os parceiros multiplicadores e na renovação do conhecimento técnico e de mercado. A programação abordou temas vitais para o negócio do parceiro multiplicador e englobou debates sobre o planejamento do processo de sucessão nas propriedades rurais, as estratégias de retenção de talentos diante da escassez de mão de obra e os impactos da nova reforma tributária no agronegócio.

Para enriquecer a troca de experiências, a Topigs Norsvin reuniu nomes de peso do setor produtivo nacional. O cenário macroeconômico e as atualizações do mercado de carnes e grãos integraram a pauta com a participação do consultor da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), Iuri Pinheiro Machado. O evento também reforçou a atenção com a biosseguridade por meio da presença da auditora Fiscal Federal Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Juliane Galvani, que esclareceu as novas atualizações em sanidade.

O alinhamento interno e o fortalecimento da parceria contaram com a participação da equipe técnica e de coordenação de produção da empresa, marcando o lançamento oficial do Programa Marcas de Valor e apresentando as inovações em torno do reprodutor TN Duroc.

Alinhamento genético e capacitação em Santa Catarina

A rodada de debates avançou para o Estado catarinense no dia 3 de junho. A programação foi realizada na matriz da Cooperativa Central Aurora Alimentos, em Chapecó. A edição ganhou o formato de Encontro de Multiplicadores GA 2030, em referência à fêmea matriz do sistema desenvolvida com a tecnologia TN70. O diretor agropecuário da Cooperativa Central Aurora Alimentos, Marcos Antônio Zordan, realizou a abertura das atividades.

“O objetivo central deste encontro foi a capacitação e a atualização técnica de todos os profissionais envolvidos no programa de melhoramento genético. Reunimos os gerentes e os supervisores da Aurora e das cooperativas filiadas para aprimorar a operação de multiplicação dentro de todo o sistema integrado”, explica o consultor Técnico Comercial da Topigs Norsvin, Cleisson Trevisan.

Os representantes da Aurora, Evandro Nottar e Adriano Brambatti, apresentaram as atualizações do programa GA 2030 e os índices de benchmarking. O diretor Técnico da Topigs Norsvin no Brasil, Marcos Lopes, aprofundou a temática para os multiplicadores de Chapecó.

“Implementamos a seleção genômica com muita força desde o ano de 2019 para acelerar o melhoramento genético. Hoje a fêmea GA 2030 demonstra um potencial impressionante ao entregar quantidade e qualidade aliadas. Observamos granjas parceiras chegando a marcas próximas de 300 quilos de leitão desmamado por fêmea ao ano. A genômica também nos auxilia a avaliar características metabólicas e de osteocondrose para assegurar a alta longevidade da fêmea”, avalia Marcos Lopes.

A agenda técnica em solo catarinense complementou a capacitação dos parceiros com diretrizes avançadas sobre biosseguridade e métodos nutricionais para sustentar o potencial da nova fêmea hiperprolífica. A equipe de especialistas da companhia e pesquisadores convidados, como o professor do Centro de Ciências Agroveterinárias da Universidade do Estado de Santa Catarina (CAV UDESC), José Crestani, analisaram as táticas essenciais de cuidados na maternidade e a prevenção de desafios sanitários.

“A união entre a genética de excelência e a precisão nos processos da granja fortalece os resultados de toda a cadeia. O investimento contínuo em tecnologia e no desenvolvimento dos nossos parceiros cria uma suinocultura sustentável, altamente rentável e pronta para ditar tendências no agronegócio mundial”, conclui o diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, que comandou o encerramento do encontro ao lado do representante da Aurora Coop, Luiz Carlos Giongo.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Novos reforços técnicos chegam ao time de Avicultura e Aquicultura da MSD Saúde Animal

Profissionais irão reforçar a equipe técnica, a fim de fortalecer sinergias e maximizar oportunidades, sempre com foco nos clientes.

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Ana Carla assume como coordenadora técnica sênior para Frango de Corte - Fotos: Assessoria

Gleidson Salles é o novo gerente técnico sênior das unidades

As unidades de negócios de Avicultura e Aquicultura da MSD Saúde Animal anunciam a chegada dos médicos-veterinários Gleidson Salles e Ana Carla Rodrigues ao time. Os profissionais irão reforçar a equipe técnica, a fim de fortalecer sinergias e maximizar oportunidades, sempre com foco nos clientes.

Gleidson Salles é o novo gerente técnico sênior das unidades. Com mestrado em Zootecnia e doutorado em Biotecnologia e Biociências, soma experiências em sanidade avícola, acumulando passagens por grandes empresas do setor.

Já Ana Carla assume como coordenadora técnica sênior para Frango de Corte. Mestre em Produção e Sanidade Animal e com 14 anos de experiência na BRF, soma atuações estratégicas em sanidade avícola, incubatório e frango de corte, além de experiência em garantia da qualidade, biosseguridade e indústria.

“Para seguirmos avançando e mantermos a nossa posição de líder no mercado de vacinas no Brasil, é fundamental continuarmos atraindo talentos e desenvolvendo nossas pessoas”, destaca Marília Rangel, diretora da unidade de negócios de Avicultura e Aquicultura na MSD Saúde Animal. “Receber os novos profissionais é uma grande honra e fortalece a execução da nossa estratégia comercial, bem como permite a manutenção do contato próximo com os clientes.”

Fonte: Assessoria MSD Saúde Animal
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