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VOZ DO COOP

Empresas Estratégia de expansão

Evonik anuncia novo gerente de Negócios de Ruminantes no Brasil

O médico veterinário Paulo Francisco Menegucci, o Chiquinho, tem mais de 20 anos de experiência na área e assume a nova posição em estratégia de expansão da companhia

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Paulo Francisco Menegucci, o Chiquinho / Divulgação Evonik

A Evonik anuncia a contratação do médico veterinário Paulo Francisco Menegucci, o Chiquinho, como gerente de Negócios de Ruminantes no Brasil. Médico veterinário formado pela Unesp – Campus de Jaboticabal, ele tem mestrado em Nutrição e Produção Animal pela Unesp – Campus de Botucatu, MBA em Marketing com ênfase em vendas e cerca de 20 anos de atuação no segmento.

Tales Lelis, diretor Regional de Negócios e Soluções para Ruminantes da Evonik

A contratação de um especialista na área técnica faz parte da estratégia de expansão da companhia no setor de ruminantes, destaca o diretor Regional de Negócios e Soluções para Ruminantes da Evonik, Tales Lelis. “A vinda do Chiquinho é parte da nossa estratégia para ganhar mercado e expandir o nosso departamento técnico e comercial. Ele é um profissional com uma bagagem muito importante e que pode agregar bastante a nossa equipe no país”, completou Lelis.

Chiquinho, como é conhecido, assume esta nova posição com o desafio de desenvolver o mercado de aditivos para ruminantes. “A Evonik é uma empresa que vem crescendo bastante e ganhando cada vez mais mercado. A metionina é o nosso principal foco de atuação e agimos especialmente na aplicação adequada, o que exige um elevado nível técnico da equipe, com base em dados científicos. E é justamente aí que está a nossa força, porque temos uma estrutura toda que dá amparo técnico e científico em nossas ações, buscando valorizar as relações de confiança. Assim, acredito que a minha posição será importante para incrementar o conceito de venda consultiva”, disse.

Paulo Teixeira, vice-presidente da Linha de Negócios de Saúde e Nutrição Animal da Evonik nas Américas

O vice-presidente da Linha de Negócios de Saúde e Nutrição Animal da Evonik nas Américas, Paulo Teixeira, destaca o bom momento da companhia. “Nosso negócio de ruminantes está em expansão, a nossa equipe está crescendo, então a chegada do Chiquinho é extremamente positiva, pois estamos investindo em melhorias no atendimento ao cliente, com mais presença em campo e sempre com embasamento técnico”, salientou o executivo apontando o entusiasmo do novo gerente com a chegada em nova casa.

Os investimentos da Evonik e a posição de destaque da empresa foi reforçada pelo especialista. “Vínhamos observando o crescimento da Evonik, os investimentos e a aposta da companhia no Brasil, então estou lisonjeado em participar deste momento. Estou vendo a aceitação do mercado e o crescimento consistente de seus produtos e serviços no campo. O objetivo agora é ampliar essa base de relacionamento e trazer todo o know-how em nutrição que adquiri ao longo dos 20 anos de experiencia neste setor”, disse Chiquinho.

Desafio do setor leiteiro

A pecuária leiteira do país vem se desenvolvendo rapidamente nos últimos anos em busca de melhor eficiência, qualidade e rentabilidade. E essa busca por resultados melhores exige o uso de novas tecnologias para avançar, defende o especialista. “Hoje temos um setor muito mais técnico e tecnificado. Este mercado cresceu para ganhar eficiência do sistema e levar a uma remuneração mais adequada. Como um negócio mesmo”, disse.

Neste cenário, ele defende o uso de uma estratégia nutricional direcionada para um melhor equilíbrio dos animais. “O uso de tecnologias, como o Mepron, contribuem com um melhor balanço nutricional entre estes aminoácidos essenciais para a máquina biológica de vacas leiteiras, que passam a trabalhar de forma mais eficiente. Assim, conseguimos uma melhor eficiência alimentar, além de ter animais mais preparados para enfrentar desafios como o estresse provocado pelo calor em dias quentes”, afirmou.

De acordo com ele, a tecnologia de proteção da metionina é o ponto mais importante na busca de aumento da eficiência da produção de leite. “O uso de aminoácidos essenciais, como metionina e lisina, depende de uma proteção para evitar que eles se degradem no rumem e cheguem íntegros no intestino, assim conseguimos alcançar alta performance do rebanho”, encerrou.

Fonte: Assessoria

Empresas Uso de leveduras

Lallemanda reforça defesa natural de peixes e camarões com Yang

YANG: Yeast Association New Generation – O único produto que combina frações de 3 diferentes cepas de leveduras inativas, cada uma produzida por um processo específico.

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Arquivo / OP Rural - shutterstock

Se estiver buscando um aditivo prebiótico para reforçar as defesas naturais de peixes e camarões, o Yang (traduzido para o português significa Associação de Leveduras Nova Geração) da Lallemand Animal Nutrition é a solução ideal. Sua versatilidade o torna especialmente eficaz em situações desafiadoras. O Yang é um produto único, resultado da combinação de frações selecionadas de leveduras Saccharomyces cerevisiae e Cyberlindnera jadinii, que potencializam os efeitos na integridade intestinal, resultando em um melhor desempenho zootécnico para peixes e camarões.

Ao estimular a atividade de bactérias benéficas e reduzir a colonização intestinal por bactérias indesejáveis, o Yang ajuda a preservar a barreira intestinal e a promover uma função digestiva adequada, garantindo um bom desempenho mesmo em condições desafiadoras.

O Yang é um aditivo derivado de levedura registrado para todas as espécies animais, incluindo pets. É compatível com outros ingredientes da ração e pode ser utilizado em rações fareladas, peletizadas ou líquidas.

Você pode adquirir o Yang em apresentações de 25 kg entrando em contato diretamente com a Lallemand através do e-mail contato@lallemand.com ou pelo telefone(62) 3507-6200.

Fonte: Comunicação Lallemand
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Empresas

Transição águas-seca: uso estratégico da suplementação proteica para potencializar o desempenho animal

Para otimizar a utilização dos nutrientes ingeridos e manter o desenvolvimento do animal, é desejável aumentar a ingestão e a digestão da forragem através de estratégias nutricionais suplementares

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Keuven dos Santos Nascimento - Consultor Técnico Ruminantes da Trouw Nutrition - Foto : Assessoria

Por Keuven dos Santos Nascimento – Consultor Técnico Ruminantes da Trouw Nutrition

A criação de bovinos de corte a pasto tem seu ápice produtivo no período chuvoso; momento em que é possível reduzir os custos com o aumento da produtividade baseando-se na quantidade e qualidade da forragem disponível. Com o avanço das estações, o fim do período chuvoso é marcado pelo amadurecimento do capim e pelo declínio considerável da quantidade e qualidade nutricional das pastagens – fato que pode resultar em deficiências dietéticas, prejudicando o desempenho animal.

Um dos principais fatores que afetam o ganho de peso é a redução da ingestão de matéria seca (MS) em decorrência da diminuição da oferta de forragem. De acordo com o NRC (National Research Council), principal base de informações para a formulação de dietas de bovinos, as pastagens com oferta menor que 2.000 kg de MS oferecem menor consumo de pasto e aumento do tempo de pastejo. Ou seja, o animal tem de caminhar e gastar mais horas do dia em busca de alimentos que atendam à sua exigência, muitas vezes sem sucesso, devido às limitações físicas e climáticas.

Além disso, o consumo também pode ser reduzido quando a forragem ingerida tem porcentagem de proteína bruta inferior a 6 a 8%, o que ocorre devido ao menor suprimento de nitrogênio no rúmen. Sendo necessário para o crescimento microbiano e a digestibilidade adequada do alimento ingerido.

Para otimizar a utilização dos nutrientes ingeridos e manter o desenvolvimento do animal, é desejável aumentar a ingestão e a digestão da forragem através de estratégias nutricionais suplementares. A suplementação ajuda a atender às exigências nutricionais dos animais em pastejo, desde que a disponibilidade de forragem não seja limitante. O fornecimento de suplementos proteicos permite ajustar o teor de nitrogênio na dieta total dos animais, maximizando o consumo de forragem que antes era limitado pela baixa digestibilidade.

Nesse sentido, é essencial oferecer suplementos que atendam a demanda proteica dos animais a pasto nos diferentes momentos de desenvolvimento da forragem. Como é o caso de Lambisk VS, suplemento proteico idealizado para animais a pasto no período de transição. Além de minerais e aditivos, o Lambisk VS possui em sua composição 40% de PB decorrente de um ajuste das diferentes fontes de proteína e nitrogênio ruminal (proteína verdadeira e NNP), que permitem corrigir o teor proteico da dieta a níveis que maximizem a ingestão e digestão de MS (i.e. retornando a dieta para valores entre 6 e 8% de proteína).

Por exemplo, animais de recria (300 kg) em pasto de transição com teor proteico 5%, ao serem suplementados, têm ingestão proteica de 120 g via suplemento. Esse ajuste nutricional tem o potencial de elevar o teor proteico da dieta em 1,7 pontos percentuais, ou seja, corrigindo a dieta para valores entre 6 e 8% de PB. Fato que melhora a utilização da forragem ingerida e o desempenho animal, com ganhos adicionais esperados de 150 a 200 g/cabeça/dia em relação ao sal mineral.

Além de uma ótima estratégia para maximizar a utilização de forragem no período seco, o Lambisk VS atua na melhoria dos processos digestivos e metabólicos do animal nesses períodos tão desafiadores do ponto de vista nutricional.

Referencias bibliográficas com o autor – via email: thiago@textoassessoria.com.br

Fonte: Assessoria
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Empresas Palestrante convidado

CEO da Agrifim LATAM levou experiências e visões sobre oportunidades e desafios para alunos da USP

Como palestrante convidado da 41ª Semana Acadêmica de Zootecnia, Rodrigo Miguel, ex-aluno, contribuiu apresentando uma visão holística sobre as mudanças do consumidor e projeções sobre produção de proteína animal

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Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM, durante sua palestra sobre oportunidades e desafios na produção de proteína animal

A Agrifirm marcou sua presença na 41ª Semana Acadêmica de Zootecnia da USP, um evento organizado pelas agremiações acadêmicas Zotti Junior e Zooforte associadas à Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da Universidade de São Paulo (USP), que aconteceu entre os dias 15 e 18 de maio, no prédio principal do Campus.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM, e ex-aluno da USP retornou à faculdade como palestrante convidado em um evento tradicional, apresentando aos graduandos o tema: “Tendências de Mercado da Proteína”. Segundo ele, “o propósito da Agrifirm é construir uma cadeia alimentar responsável e sustentável para as futuras gerações, e os profissionais que estão ingressando agora no mercado serão os protagonistas dessa realidade”.

Durante sua palestra, Rodrigo Miguel destacou a importância de eventos como a Semana da Zootecnia para o desenvolvimento dos futuros profissionais da área. Ele compartilhou sua visão sobre as mudanças no comportamento dos consumidores e as projeções para o futuro da cadeia de produção de proteína animal.

“Participar da Semana da Zootecnia foi muito importante. Eu tenho falado sobre as tendências do mercado de consumo de proteína no mundo para diversos públicos, mas o que mais me marcou aqui foi a atenção e o interesse dessa nova geração no tema. O assunto flui. As perguntas vieram de uma geração que já entendeu as mudanças de comportamento do consumidor e do perfil de consumo de proteína no mundo.”

Ele também ressaltou a relevância de eventos acadêmicos para a formação dos estudantes: “Aqui no ambiente universitário, é o local ideal para relembrar uma frase, um slogan que usamos muito: ‘esta turma está tendo acesso a mais conhecimento para se tornar à prova de futuro’, ou seja, participar ativamente e ser protagonista na construção do amanhã.”

Rodrigo Miguel expressou sua satisfação em retornar à USP como palestrante convidado: “Foi muito bom receber esse convite. Como fruto da casa, foi uma experiência gratificante. A USP segue sendo a referência em formação universitária e poder contribuir com isso nos dá a sensação de retribuição.”

A Agrifirm tem o compromisso em contribuir para o desenvolvimento do setor agropecuário, promovendo a troca de conhecimento e apoiando a formação de novos profissionais.

Fonte: Assessoria
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