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Evonik adquire o negócio de probióticos da Norel

O acordo prevê a aquisição do portfólio de produtos da NOREL, bem como a fábrica localizada em León (Espanha). O negócio será integrado à Linha de Negócios Animal Nutrition da Evonik

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Em 4 de julho de 2016, a Evonik assinou um acordo para a compra do negócio de probióticos da empresa espanhola NOREL, fornecedora global de ingredientes para nutrição animal.

 

O acordo prevê a aquisição do portfólio de produtos da NOREL, bem como a fábrica localizada em León (Espanha). O negócio será integrado à Linha de Negócios Animal Nutrition da Evonik. As partes concordaram em não revelar os detalhes da transação.

 

A Evonik está expandindo o seu portfólio de soluções sustentáveis e saudáveis no segmento de Nutrição Animal e está empenhada em fornecer soluções inovadoras para uma gestão de produção animal livre de antibióticos. A segurança e a qualidade dos alimentos são questões cada vez mais importantes para os consumidores.

 

“Há uma grande conscientização sobre a relevância da qualidade da alimentação animal para uma gestão de produção animal sustentável, uma vez que isso influencia não só a saúde dos animais como também a saúde das pessoas”, diz Dr Emmanuel Auer, Diretor da Linha de Negócios Animal Nutrition da Evonik.

 

A Evonik acredita que os probióticos desempenham papel fundamental como possível alternativa ao uso de antibióticos e promotores de crescimento com antibióticos. Os probióticos são organismos vivos que exercem efeito positivo sobre o sistema gastroentérico dos animais, conforme comprovado por estudos científicos.

 

Em especial, eles desempenham função importante na manutenção da saúde dos intestinos dos animais. Os benefícios dos probióticos, bem como o seu potencial impacto positivo em outras áreas da saúde, no entanto, ainda não foram totalmente explorados.  

 

“Para nós, essa aquisição marca um passo importante em direção ao mercado de probióticos. Com a combinação das tecnologias da NOREL e da Evonik, nós podemos criar uma plataforma para o desenvolvimento de novas soluções para os clientes, construídas em torno de famílias de produtos probióticos e serviços”, diz Auer. “Queremos posicionar a Evonik como um fornecedor inovador de soluções no campo da gestão de produção animal livre de antibióticos”.

 

O portfólio da NOREL inclui uma variedade de produtos probióticos para aplicação no setor de aves e suínos, e também na aquicultura, cujos efeitos foram cientificamente comprovados.

 

“Estamos trabalhando em produtos probióticos há 25 anos e os conduzindo do estágio de desenvolvimento diretamente para comercialização. Produtos como o Ecobiol e o Fecinor já estão disponíveis em muitos mercados. “Nós nos orgulhamos disso e nos alegra que o nosso negócio de probióticos tenha encontrado uma nova casa e um novo futuro com a Evonik”, diz Francisco Moral, diretor executivo da NOREL.  

 

O negócio de probióticos da NOREL concede à Evonik o acesso para   essa linha de produtos e também a mais de 20 mercados, incluindo o europeu. “Nosso objetivo é conseguir fornecer as soluções mais abrangentes e eficazes possíveis no âmbito da nutrição animal e, dessa forma, contribuir para a nutrição sustentável de uma população mundial em crescimento”, destaca Auer.  

 

Com mais de 60 anos de experiência na produção de aminoácidos essenciais, a Evonik oferece aos seus clientes soluções para uma nutrição animal eficiente e sustentável, em mais de cem países no mundo inteiro. Com a ampliação da sua linha de produtos para além dos aminoácidos a fim de incluir aditivos inovadores para nutrição animal, a Evonik quer contribuir ainda mais para a eficiência da nutrição animal e para criar valor adicional aos seus clientes. 

 

Os produtos e serviços da Evonik na área de nutrição animal desempenham importante papel global na produção de rações  saudáveis e financeiramente acessíveis que preservam os recursos naturais e reduzem a pegada de carbono.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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