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Everson Zotti explica painéis abordados durante Congresso Nacional Abraves

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Empresas Suinocultura

Equipe de suinocultura da Vetanco no ABRAVES 2019

O evento, que aconteceu na cidade paranaense de Toledo, recebeu especialistas nacionais e internacionais contribuindo para os padrões técnicos da atividade

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Foto: O Presente Rural

A equipe de suinocultura da Vetanco Brasil participou recentemente do ABRAVES 2019. O evento, que aconteceu na cidade paranaense de Toledo, recebeu especialistas nacionais e internacionais contribuindo para os padrões técnicos da atividade. Foram realizados cinco painéis que discutiram temas ligados ao desenvolvimento das Pessoas, Nutrição, Salmonella, Mercado e Sanidade.

A equipe da Vetanco, gerenciada pelo Médico Veterinário Lucas Piroca, se fez presente recebendo clientes, colegas do setor e amigos em seu estande (9) para troca de ideias, experiências ou para tirar dúvidas sobre produtos e soluções.

O XIX CONGRESSO NACIONAL e I CONGRESSO INTERNACIONAL ABRAVES, foi realizado entre os dias 22 e 24 de outubro e teve tradução simultânea em Português, Inglês e Espanhol, foi realizado no Teatro Municipal de Toledo. O evento é idealizado e realizado pela Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos – Regional Paraná (ABRAVESPR), que também realiza anualmente o Encontro Regional no mês de março. O ABRAVES é marcado pelo rico caráter científico e a expressiva participação dos profissionais, acadêmicos e empresas de grande importância no setor.

Agradecemos a visita de todos em nosso estande e convidamos a todos para nos prestigiar na próxima edição do evento em 2021 na cidade de Porto Alegre – RS.

Fonte: Assessoria da Vetanco
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Notícias Aftosa

Fórum Catarinense de Prevenção à Febre Aftosa reúne lideranças e agricultores em Chapecó

A programação tem inicio às 9h e trará painéis sobre o Programa Nacional de Erradicação de Febre Aftosa (PNEFA), as ações estratégicas do Estado na prevenção à doença e as novidades para defesa agropecuária de Santa Catarina

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Foto: O Presente Rural

Santa Catarina reúne produtores rurais, lideranças e técnicos para discutir estratégias de melhoria e ampliação das ações de defesa agropecuária no estado. O encontro acontecerá na próxima terça-feira (5), em Chapecó, às 9h, durante o 9º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite.

Um dos temas do encontro será o Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação de Febre Aftosa (PNEFA), que tem como objetivo ampliar as zonas livres da doença sem vacinação no país. Em novembro deste ano, o Paraná suspenderá a vacinação no seu rebanho e a expectativa é de que 9,2 milhões de bovinos deixem de ser imunizados.

Essas mudanças colocam os catarinenses em estado de alerta. Há 26 anos sem focos da doença, Santa Catarina anunciou medidas para reforçar o controle sanitário no período de transição. O estado é o único do país que já é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação, o status sanitário diferenciado é uma marca registrada do agronegócio catarinense.

 

Fórum

O Fórum Catarinense de Prevenção à Febre Aftosa reunirá técnicos, representantes dos produtores rurais e lideranças do agronegócio para discutir as estratégias para manter Santa Catarina livre da doença e protegida após a retirada da vacinação nos outros estados brasileiros.

A programação tem inicio às 9h e trará painéis sobre o Programa Nacional de Erradicação de Febre Aftosa (PNEFA), as ações estratégicas do Estado na prevenção à doença e as novidades para defesa agropecuária de Santa Catarina. Os participantes poderão interagir com os palestrantes e contribuir com as discussões.

O evento acontece no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, durante o 9º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite. A entrada é gratuita.

 

Febre Aftosa em Santa Catarina

O último foco de febre aftosa em Santa Catarina aconteceu em 1993, a partir de 2000 foi suspensa a vacinação contra a doença e proibida entrada de bovinos provenientes de outros estados, onde a vacinação é obrigatória. Em 2007, o estado recebeu a certificação da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como zona livre de febre aftosa sem vacinação.

O status sanitário diferenciado logo se transformou em uma vantagem competitiva e Santa Catarina se tornou o maior exportador de carne suína e o segundo maior exportador carne de frango do país, alcançando os mercados mais exigentes do mundo.

Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura de SC
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Notícias Segundo liderança cooperativista

Novo status sanitário abre era das mais promissoras ao agronegócio do Paraná

Impacto será intenso na pecuária e também será sentido pela cadeia de grãos

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Divulgação

“O Paraná trabalhou por vários anos para alcançar essa conquista que abre um novo momento para o Estado e para a pecuária. Vamos dar um salto em nossas exportações e ter novas oportunidades para toda a cadeia do agronegócio”, é o que afirma o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, sobre o anúncio feito pelo Ministério da Agricultura de suspender a vacinação da febre aftosa no Paraná. A campanha que seria realizada em novembro foi suspensa em função de o Estado ter cumprido fases indispensáveis para sua mudança de status sanitário, de área livre de febre aftosa com vacinação para área livre de febre aftosa sem vacinação.

Conforme Grolli, a novidade vai representar a injeção anual de R$ 1,5 bilhão na economia do Paraná. O impacto será intenso na pecuária e também será sentido pela cadeia de grãos. “Vamos melhorar toda a performance do agronegócio estadual. O dia 15 de outubro de 2019 entra para a história do setor produtivo de carnes, grãos e derivados”, afirma o presidente da Coopavel. O governo estima que haverá aumento das exportações das atuais 107 mil para 200 mil toneladas de carnes por ano.

Com a autorização do Mapa, o Paraná se alia a Santa Catarina como os únicos Estados brasileiros onde não há vacinação do rebanho bovino contra a aftosa. Diversos fatores pesaram para que o Ministério atendesse à solicitação de entidades e do próprio governo estadual para que a vacinação fosse suspensa. Entre elas estão medidas e cuidados adotados pela Adapar (Agência de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná) e Seab (Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento) e a resposta sempre positiva por parte dos pecuaristas.

Paraná lidera

Um dos primeiros impactos da medida será redução de custos aos pecuaristas de R$ 20 milhões na produção de carne bovina. O rebanho é de 9,5 milhões de cabeças e o Paraná vai liderar a exportação de proteínas no Sul do Brasil. Com a nova qualificação, mercados mais nobres e exigentes, que pagam mais por produto de melhor qualidade, vão se abrir aos criadores e frigoríficos paranaenses, informa o secretário de Estado da Agricultura, Norberto Ortigara. “Sem a vacinação, o Paraná alcança uma condição diferenciada no mundo, podendo mostrar um selo sanitário de grande importância”, diz o governador Ratinho Júnior.

O reconhecimento de área livre da aftosa sem vacinação vai sair dois anos antes do esperado. A região Oeste, por meio da Caciopar (Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais do Oeste do Paraná) e do POD (Programa Oeste em Desenvolvimento) criaram estratégias para defender a suspensão. “Com base em indicadores dos mais confiáveis e do relato de pessoas que conhecem muito esse mercado, a Caciopar colocou o assunto como prioridade em sua pauta de trabalho. E, com as contribuições do POD, o resultado começa a aparecer e os frutos serão generosos”, afirma o presidente da Coordenadoria, Alci Rotta Júnior.

A contratação de mais veterinários e a instalação de postos de fiscalização na divisa com outros estados, para ampliar o controle do tráfego de animais, estão entre as principais atitudes tomadas pelo Estado e que levaram à decisão adotada pelo Ministério da Agricultura. A expectativa agora, com o envio de toda a documentação e informação necessária nesse tipo de processo, é que o novo status seja pleiteado em setembro de 2020 e o reconhecimento internacional pela OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) deverá ocorrer em maio de 2021.

Já a partir de janeiro não será permitido o ingresso de animais, no Paraná, que tenham sido vacinados em outras regiões do País. Há 13 anos o País não registra caso de febre aftosa. A meta do governo federal, segundo um plano de metas divulgado em 2017, é que todo o País seja mundialmente reconhecido como área livre da febre aftosa sem vacinação até 2026. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, informa que todos os esforços têm sido adotados para que esse compromisso seja cumprido e a mudança do status sanitário se torne realidade. “A economia do nosso País tem muito a ganhar com isso”, afirma ela.

Fonte: Assessoria
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