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Notícias Safra de inverno

Eventos climáticos afetam safra de trigo no Rio Grande do Sul

Segundo a FecoAgro/RS, geada e seca prejudicaram potencial produtivo do cereal e alta na cotação defasou preço ao produtor que negociou em contrato futuro

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FecoAgro RS/Divulgação

A colheita do trigo segue em andamento no Rio Grande do Sul, em regiões de clima mais quente, como as Missões, por exemplo, cerca de 50% da área já foi colhida pelos produtores. Embora houvesse uma euforia no início da safra, problemas climáticos e de mercado trouxeram um novo cenário para a cultura, segundo o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Paulo Pires.

Conforme o dirigente, houve um investimento do produtor no cereal. Entretanto, a geada seguida de seca nas últimas semanas prejudicou o potencial produtivo de plantas. “Da euforia passamos para a frustração. Iniciamos um plantio com 26% de aumento de área e o Rio Grande do Sul sonhou em colher 3 milhões de toneladas de trigo. Infelizmente tivemos uma geada em 22 de agosto que levou parte deste potencial produtivo e depois a seca, somando dois eventos climáticos em uma cultura só”, destaca.

Outra questão, de acordo com Pires, é o aproveitamento dos preços de mercado atuais, pois as vendas futuras feitas pelos agricultores ficaram com valores defasados, o que comprometeu ainda mais a renda dos produtores. “Os preços excepcionais que o produtor de trigo tem hoje, mais de R$ 70,00 a saca, não serão aproveitados por muitos produtores, pois cerca de um milhão de toneladas dos 2 milhões de toneladas previstos para a colheita estão comprometidos com contratos futuros com preços bem abaixo”, observa.

O presidente da FecoAgro/RS salienta também que este será um ano bastante difícil para a triticultura gaúcha. “Se acreditou, se aumentou a área, se teve potencial produtivo, se fez a coisa certa, mas alguns problemas vão prejudicar o sonho de renda e de uma lavoura bem formada como temos em alguns casos”, completa.

Fonte: Assessoria
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Notícias Responsabilidade social

Inscrições para Selo Mais Integridade 2021/22 estão abertas a partir de hoje

Prêmio reconhece empresas e cooperativas do agro que adotam práticas de integridade, responsabilidade social, ambiental e ética

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Divulgação/MAPA

A partir desta terça-feira (02), empresas e cooperativas do agronegócio podem se inscrever no Selo Mais Integridade 2021/22. O prazo termina no dia 4 de junho de 2021. Em sua quarta edição, o Selo reconhece organizações do agro que adotam práticas de integridade com enfoque na responsabilidade social, sustentabilidade, ética e comprometimento de impedir fraudes, suborno e corrupção.

As inscrições podem ser feitas no seguinte endereço: https://sistemas.agricultura.gov.br/agroform/index.php/183221?lang=pt-BR. A cerimônia de premiação está prevista para janeiro de 2022.

Na última edição, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) premiou 19 empresas, sendo que quatro delas receberam a certificação pela segunda vez e oito, pela terceira vez. A premiação foi entregue pela ministra Tereza Cristina e pelo ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário.

Para conquistar o Selo Mais Integridade, a empresa ou cooperativa precisa comprovar que tem um programa de compliance, código de ética e conduta, canais de denúncia efetivos,  promove ações com ênfase na responsabilidade social e ambiental e  treinamentos para melhoria corporativa, Além disso, é preciso estar em dia com as obrigações trabalhistas, não ter multas relacionadas ao tema nos últimos dois anos, não ter casos de adulteração ou falsificação de processos e produtos fiscalizados pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa), ter ações de boas práticas agrícolas enquadradas nas metas de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e não ter cometido crimes ambientais nos últimos 24 meses.

Toda a documentação é analisada pelo Comitê Gestor do Selo, instituído pela Portaria nº 599, de 16/04/2018. Após a análise e homologação do resultado, a lista com as vencedoras é publicada no Diário Oficial da União, até o dia 31 de dezembro de 2021.

O Mapa é pioneiro entre os ministérios na implementação de um selo setorial alinhado ao Programa de Fomento à Integridade da Controladoria-Geral da União.

Fonte: MAPA
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Notícias Conab

Progresso de Safra inova com dados sobre estágios das principais culturas

Objetivo da proposta é ampliar o acesso às informações coletadas no campo, permitindo o aumento da transparência das atividades realizadas, com confiabilidade para o setor

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Divulgação

Os agricultores e agentes do setor poderão acompanhar os estágios de crescimento e desenvolvimento das lavouras do país. Agora, além dos percentuais de plantio e colheita, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) passa a informar a fenologia das plantas. A nova informação está publicada desde segunda-feira (1º), no boletim do Progresso de Safra, divulgado no site da Conab a partir das 18h.

A iniciativa consolida os dados levantados pela Companhia em todo o país, além de trazer um retrato mais próximo das fases de crescimento e desenvolvimento encontrados nas lavouras das principais culturas cultivadas. Outro objetivo da proposta é ampliar o acesso às informações coletadas no campo, permitindo o aumento da transparência das atividades realizadas, com confiabilidade para o setor.

“Este produto permite uma previsibilidade do andamento da safra, e com isso um planejamento das ações futuras necessárias, tornando-se uma importante ferramenta para auxiliar tanto os atores públicos como privados, seja na formulação das políticas agrícolas e de abastecimento, ou para subsidiar as tomadas de decisão”, destaca o gerente de Acompanhamento de Safras da Conab, Maurício Lopes. “Uma empresa, por exemplo, que negocia grãos em todo o país, poderá fazer o planejamento da comercialização, inclusive logístico, tanto atual como futuro, ao conhecer os percentuais plantados e colhidos e a fenologia das culturas plantadas, a partir das informações publicadas pela Companhia”.

O primeiro levantamento do Progresso de Safra foi publicado em novembro do ano passado. O documento traz o andamento dos cultivos e permite que o setor tenha dados atualizados com agilidade. Atualmente, a publicação traz indicações sobre milho, soja, arroz e algodão. Também serão disponibilizados no site da Conab outros produtos, como feijão e trigo, de acordo com o calendário de plantio destas culturas.

Fonte: Conab
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Notícias Clima

Monitoramento Agrícola indica maior quantidade de chuvas no centro-norte do país

Apesar dos altos índices de precipitação, chuvas contribuíram para recuperação e manutenção do armazenamento hídrico no solo e para desenvolvimento das lavouras

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Durante a primeira quinzena de fevereiro, a região onde ocorreu a maior quantidade de chuvas foi a região centro-norte do país, em uma faixa que abrange os estados produtores de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Tocantins, Pará e Rondônia. Apesar dos altos índices de precipitação, às vezes concentrados em um curto período de tempo, essas chuvas contribuíram para a recuperação e a manutenção do armazenamento hídrico no solo e para o desenvolvimento das lavouras.

A análise faz parte da nova edição do Boletim de Monitoramento Agrícola dos Cultivos de Verão, divulgado na última sexta-feira (26), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O estudo mostra que mesmo nas regiões onde os índices pluviométricos foram menores, o armazenamento hídrico no solo foi suficiente para garantir o bom desenvolvimento das lavouras. Na região Sul, os intervalos com pouca ou nenhuma precipitação foram importantes para a retomada dos tratos culturais que estavam atrasados, em função do excesso de chuvas no final de janeiro.

Ainda de acordo com os dados, nos mapas da média diária do armazenamento hídrico no solo, a cada intervalo de cinco dias observou-se a recuperação da umidade no centro e norte de Minas e no centro-sul da Bahia, e a manutenção ou elevação do índice nas demais regiões
produtoras do país. Por outro lado, o excesso de chuvas chegou a prejudicar a colheita da soja, onde as lavouras encontravam-se no final da maturação fisiológica, prontas para serem colhidas, principalmente em áreas do Mato Grosso, Goiás e Tocantins.

Os resultados obtidos a partir do monitoramento climático servem de apoio para a Conab nas estimativas de safra, nas análises de mercado e na gestão dos estoques públicos do governo federal. Nesta edição, o estudo concentrou-se nas principais regiões produtoras do país e analisou parâmetros agrometeorológicos e espectrais com foco nos cultivos de verão – Safra 2020/2021, durante o período de 1º a 15 de janeiro de 2021.

Fonte: Conab
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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