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Evento online debate estratégias de manejo de trigo para produção de pastagem e silagem

Webinar gratuito também vai discutir os novos cenários para a pecuária de leite e de corte visando a produção de alimento durante o inverno

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A alta do dólar, que elevou o valor das commodities de soja e milho, favoreceu ainda mais a entrada do trigo no mercado de nutrição animal, tanto para a produção de silagem, quanto de pastejo. O uso do grão é uma alternativa mais em conta e permite uma dieta com custo-benefício interessante para o produtor. As estratégias de manejo de trigo para a produção de pastagem e silagem e os novos cenários para a pecuária de leite e de corte visando a produção de alimento durante o inverno são os temas do II Webinar Trigo Nutrição Animal. O evento acontece na próxima quinta-feira (25), a partir das 19h, com transmissão ao vivo, inscrições abertas ao público e acesso gratuito.

De acordo com o engenheiro agrônomo e Gerente Regional Sul da Biotrigo, Tiago de Pauli, esse segundo webinar terá a presença de palestrantes renomados com atuação no segmento de nutrição animal. “Vai ser um evento bem técnico, focado em sanar as dúvidas dos pecuaristas. O foco principal é levar informação de qualidade para que o produtor possa ter mais sucesso na sua propriedade”, explica.

Entre os palestrantes confirmados está Wagner Beskow, Ph.D em sistemas pastoris pela Massey University (NZ), sócio-diretor, pesquisador e consultor da Transpondo Pesquisa, Treinamento e Consultoria Agropecuária. Segundo Wagner, o evento acontece em um momento determinante para o produtor, em que ele deve decidir o que vai plantar em cada área no inverno. A primeira recomendação é o cuidado com a semente. “Não se economiza em qualidade de semente, não se trabalha com sementes que não tenham um processo de fiscalização ou de certificação por trás. Economias nesse sentido saem muito caro”. O sucesso do alimento a ser produzido no inverno vai depender da compreensão da importância da adubação e manejo. “O produtor normalmente acredita que basta comprar um material superior, plantar de qualquer maneira na propriedade e ter resultado. Chamamos a atenção para o que vem antes: implantação correta, adubação e manejo. Dominando isso, o produtor tem condições de usar materiais superiores”. Essa combinação de genética vegetal dentro da semente, com adubação correta e manejo adequado, seja de pastejo ou de corte, é determinante.

Para o palestrante, os trigos há muito tempo têm tido seu lugar nesse mercado. “O trigo para pastejo, por exemplo, pode ser implantado mais cedo sem grandes problemas. É mais precoce, então vai dar o primeiro pastejo antes, o que é muito bem-vindo. Tem alta qualidade e boa produção de massa. Isso preenche uma lacuna dentro do sistema de produção e das estratégias do uso de forrageiras”, explica. Segundo ele, o grande erro de alguns produtores é justamente não atentarem para a importância do investimento em conhecer o material. “Esse é o ponto que deveremos abordar durante a palestra ‘Estratégias de uso de forrageiras anuais de inverno para alta rentabilidade da produção animal’”, comenta.

Posicionamento técnico

Durante o Webinar, o médico veterinário e supervisor de Nutrição Animal da Biotrigo, Alessandro Caseri, vai apresentar a palestra “Como podemos contribuir com o futuro da sua propriedade?”. De acordo com Alessandro, na empresa rural, o proprietário deve estar ligado em todos os processos e começar a atuar pelos principais gargalos da fazenda. “É comum que se percam nesse processo, haja visto que há sempre muito o que melhorar. Porém, como um bom gestor, deve elencar o que é mais importante e urgente. Nesse contexto, certamente, a alimentação animal estará dentro desse ponto de revisão”. Durante sua apresentação, Alessandro vai apresentar o posicionamento técnico dos materiais da Biotrigo Genética para nutrição animal. “O alto potencial genético das cultivares, aliado com o correto posicionamento técnico, farão o produtor dar um passo bastante importante em busca de melhores resultados dentro de sua atividade”, completa.

Inscrições gratuitas

Os participantes também terão a oportunidade de conferir a palestra “Tecnologias em nutrição para propriedades de leite”, com o zootecnista e especialista em nutrição de ruminantes leiteiros e gerente coorporativo UNE Produção Animal da Cotrijal, Renne Granato. O evento terá a apresentação do gerente comercial para a América Latina da Biotrigo Genética, Fernando Wagner. Para ver a programação completa e fazer a inscrição, basta acessar o LINK . O Webinar conta com o patrocínio de Agrifirm, Cotrijal Nutrição Animal, Labnutris e MilkSeeds.

Fonte: Assessoria
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Departamento de Agricultura dos Estados Unidos destaca investimentos de SC para ampliar produção de grãos

O documento destaca o investimento de R$ 24 milhões da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural.

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Julio Cavalheiro/Arquivo Secom

Novo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que orienta lideranças e monitora as safras do mundo todo, ressalta os esforços de Santa Catarina para aumentar a produção de grãos. O documento destaca o investimento de R$ 24 milhões da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural a fim de incentivar o cultivo de milho e cereais de inverno.

“Santa Catarina é um estado com vocação para o agronegócio, 30% do nosso Produto Interno Bruto vem do setor produtivo e 70% das nossas exportações têm origem no agro. E o milho é um insumo fundamental para que essa engrenagem continue girando. Estamos reforçando os investimentos para que os produtores tenham acesso à tecnologia e possam ampliar a produção de grãos, investindo também na produção de cereais de inverno”, afirma o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva.

O relatório cita os esforços da Secretaria da Agricultura para reduzir o deficit de grãos, que neste ano deve chegar a 5 milhões de toneladas devido à quebra na safra catarinense. Os investimentos do Governo do Estado estão concentrados em duas frentes: apoio para aquisição de sementes de milho e pesquisa para ampliar a produção de cereais de inverno.

Com o Programa Terra Boa, o Exceutivo estadual irá incentivar a aquisição de 200 mil sacas de semente de milho em todo o estado. Serão R$ 23 milhões em recursos para disponibilizar sementes de médio a altíssimo valor genético, que geram um rendimento maior por hectare plantado.

Santa Catarina irá investir ainda R$ 1 milhão em pesquisas para ampliar a área plantada com grãos de inverno (trigo, triticale, aveia e cevada), em uma parceria entre Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e Epagri. As estimativas são de que o estado tenha 600 mil hectares de área potencial para a produção desses cultivares.

O relatório do USDA está disponível neste link.

https://apps.fas.usda.gov/newgainapi/api/Report/DownloadReportByFileName?fileName=Grain%20and%20Feed%20Annual_Brasilia_Brazil_04-01-2021

Safra de milho em Santa Catarina

A cigarrinha-do-milho e a estiagem causaram estragos nas lavouras de Santa Catarina. O estado, que esperava colher 2,9 milhões de toneladas, terá uma redução de 20% na produção esperada. Segundo o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), os produtores catarinenses deixarão de colher mais de 800 mil toneladas de milho, principalmente nas regiões de Chapecó e São Miguel do Oeste.

Fonte: Assessoria
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Setor de biogás cresceu 27% em 2020 com incentivo de cooperativas agropecuárias e empresas

A expectativa da associação é que o mercado siga em expansão pelos próximos anos

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Divulgação / Créditos: Pixabay

O setor de biogás encerrou 2020 com 69 novas usinas de geração de energia elétrica em operação no país e um crescimento de 27%, segundo a gerente executiva da Associação Brasileira de Biogás (Abiogás), Tamar Roitman. A informação foi prestada em entrevista ao site BiomassaBR.

A expectativa da associação é que o mercado siga em expansão pelos próximos anos diante do cenário favorável à diversificação da matriz elétrica nacional, o que inclui a realização de investimentos para o fomento da atividade.

As novas usinas foram instaladas, em sua maioria, por empresas e cooperativas agropecuárias que perceberam a oportunidade de diversificar a produção e aumentar a renda a partir da reutilização de resíduos. Os empreendimentos representam incremento de 50 megawatts (MW) da capacidade instalada, o que elevou a potência total do sistema para 200 megawatts (MW).

Na avaliação do vice-presidente da Abiogás, Gabriel Kropsch, o crescimento em meio aos desafios impostos pela realidade da Covid-19 consolidou a força do setor no Brasil. “A pandemia causou uma redução muito forte no consumo de energia. Então, o apetite por novos projetos, não apenas de biogás, mas de todas as fontes, foi postergado”, analisa, em entrevista para o site da associação. “Mas, curiosamente, apesar da postergação, vimos alguns projetos, inclusive de grande porte, que já estavam empenhados, saindo do papel e entrando em operação.”

Em 2021, a previsão para o setor de biogás segue positiva, tendo em vista que o debate energético tem ganhado força neste primeiro trimestre. Além de vislumbrar oportunidades na atividade industrial, o setor de transporte se apresenta como um potencial nicho a ser explorado. Os consecutivos reajustes no valor do diesel realizados pela Petrobras, um total de cinco desde janeiro, também podem favorecer o aumento da participação do biogás no mercado.

De acordo com Kropsch, o biometano tem potencial de substituir até 70% da demanda por diesel no Brasil. A substituição acarretaria em economia e impactos positivos ao meio ambiente.

Investimentos

A longo prazo, as perspectivas incluem os resultados de investimentos e medidas de fomento ao setor, como o recém-criado programa BNDES Gás, anunciado no final de fevereiro.

A iniciativa do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) prevê soluções financeiras para os interessados em investir em biogás e gás natural. Além de linhas de crédito, é oferecido apoio para o lançamento de debêntures de infraestrutura para financiamento de projetos.

Mas, afinal, o que é biogás?

O biogás é o gás bruto naturalmente produzido pela decomposição de resíduos de origem vegetal ou animal. Já o biometano, também chamado de gás natural renovável, é o resultado da purificação do biogás.

A produção pode ser realizada por meio de usinas sucroenergéticas, cadeia de proteína animal, produção agrícola, estações de tratamento de esgoto (ETE) e resíduos sólidos urbanos (RSU).

Na prática, um biodigestor realiza a digestão anaeróbia dos resíduos. A decomposição da energia química geradora do gás é transformada em energia mecânica, responsável por ativar um gerador que produz a energia elétrica.

Por ser uma fonte de energia limpa e renovável, o gás natural apresenta muitas vantagens para o meio ambiente, além de impactos econômicos positivos. Dentre os principais desafios para a ampliação da sua participação na matriz elétrica nacional estão a necessidade de um ambiente regulatório e o incentivo ao aproveitamento de coprodutos do setor agropecuário e de saneamento.

Fonte: Assessoria
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Corte orçamentário afeta prioridades da agropecuária, alerta a Faesp

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Arquivo / OP Rural

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) explica que a Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2021 – PLN nº 28/20, aprovada no final de março pelo Congresso Nacional, não foi bem recebida pelo setor. Houve corte de R$ 2,75 bilhões nos recursos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, afetando diversas linhas de crédito rural que têm juros menores do que os de mercado.

No projeto original do governo (PLOA 2021), a Pasta contaria com dotação orçamentária de R$ 11,9 bilhões. Após os cortes do relator-geral, o senador Marcio Bittar (MDB-AC), o texto-base aprovado destina apenas R$ 9,15 bilhões. Trata-se de redução de 23%, que atinge projetos muito importantes para a agropecuária: o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural contará com menos R$ 84,2 milhões (-8%); as operações de crédito da agricultura familiar uma perda de R$ 1,35 bilhões (-35%); as de investimento, custeio e alongamento de dívidas para os médios e grandes produtores com menos R$ 1,25 bilhões (-28%); e os programas de apoio à comercialização um volume menor de recursos de R$ 68,6 milhões (-7%).

A situação é muito preocupante, pois os cortes comprometem tanto a execução da etapa final do Plano Safra 2020/21, que vai até 30 de junho, quanto a sua próxima edição. A paralisação do que está em curso poderá resultar na interrupção imediata de linhas de financiamento rural. Isso vai na contramão das reais necessidades do setor, que já estima aumento da demanda por crédito subvencionado em 15%, como reflexo dos aumentos dos custos de produção, da taxa básica de juros e da área plantada, esta última estimulada pelos preços mais atrativos das commodities.

A Faesp está empenhada em sensibilizar as autoridades quanto à necessidade de recursos adicionais por ocasião do lançamento do Plano 2021/22. “Não se pode admitir retrocessos, principalmente para as ações estratégicas ligadas à agricultura familiar, seguro rural, defesa, assistência técnica e pesquisa agropecuária”, pondera o Presidente da entidade, Fábio Meirelles. Ele reitera a importância da rápida reconstituição do orçamento da agropecuária, visando garantir a execução da etapa final do Plano 2020/2021, bem como para permitir a elaboração de uma edição robusta para o próximo período.

“Nesta conjuntura de pandemia, a agropecuária brasileira tem respondido com aumento de produção para o abastecimento do Brasil e do mundo, gerando empregos e renda. A Federação acredita que este é um momento propício para apoiar o crescimento do setor, com a oferta adequada de instrumentos de crédito e seguro rural”.

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Biochem site – lateral

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