Conectado com

Notícias Na região Oeste do Paraná

Evento em Toledo aborda potencial do biogás na suinocultura

Inscrições estão abertas e podem ser feitas on-line de forma gratuita. Encontro acontece dia 23 de maio, das 08 horas às 15h30 no Centro de Eventos Ismael Sperafico.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A Associação dos Engenheiros Agrônomos de Toledo, em parceria com o Sindicato Rural de Toledo, Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar – Emater (IDR-Paraná) e Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento promove, no dia 23 de maio, o evento Biogás como Energia Renovável – a sustentabilidade na suinocultura. O encontro inicia às 08 horas e segue até às 15h30, no Centro de Eventos Ismael Sperafico, em Toledo, na região Oeste do Paraná.

De acordo com os organizadores, a programação é voltada a produtores e profissionais do setor suinícola e vai abordar o papel crucial do biogás como uma fonte de energia renovável na suinocultura, atividade que desempenha um papel significativo na economia do país, e o uso de biogás como fonte de energia traz benefícios tanto econômicos quanto ambientais para a atividade.

Conforme o presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Toledo e responsável pelo escritório local de Toledo do IDR-Panará, Leodacir Francisco Zuffo, o evento será uma oportunidade de ouvir especialistas do setor, os quais apontarão os gargalos e oportunidades a partir da transformação da biomassa residual, na suinocultura. “O Biogás é uma grande oportunidade para a ampliação na geração de emprego e renda na agropecuária”,  comenta.

Leodacir acrescenta que a Associação do Engenheiros Agrônomos de Toledo, desde sua fundação em 1977, possibilita debates de temas de interesse para o desenvolvimento da agropecuária do município e região, discutindo sistemas de produção e a introdução de novas culturas e tecnologias.

“Neste momento em que se discute cada vez mais a produção e a utilização de energias renováveis para uma nova matriz energética, esse grande potencial deve se somar as outras fontes já largamente difundidas, como a solar que hoje já representa uma importante fonte aqui na região. Trabalhar um melhor aproveitamento de dejetos animais aqui na região além de melhorar a receita das propriedades tem um componente ambiental muito importante e fundamental para a sustentabilidades destas importantes atividades econômicas aqui desenvolvidas”, reforça.

Programação

Durante o evento, haverá palestras com especialistas da área, apresentando estudos de caso, técnicas avançadas de produção de biogás e as vantagens econômicas e ambientais de sua utilização na suinocultura. Além disso, serão abordados temas como os desafios e as oportunidades de implementação do biogás como fonte energética, as políticas governamentais de incentivo e os avanços tecnológicos recentes.

A programação inicia às 08 horas, com a recepção e credenciamento dos participantes. Na sequência, às 09 horas, terá a cerimônia de abertura, seguida da palestra “Viabilidade financeira e técnica do biodigestor na propriedade rural, com o mestre em Engenharia de Energia na Agricultura, com ênfase em biocombustíveis, e Engenheiro ambiental na CIBiogás, Rafael Rick Niklevicz.

O ciclo de palestras segue às 10h20 com o supervisor da Biogás Solutions, Luciano Tadeu Baffi Penhalbel, que vai tratar sobre “Potencialidades e dificuldades para o sistema de biodigestão para produtores rurais”. Após, às 11h30, haverá a palestra “Mercado de venda de energia e biogás”.

Às 12 horas será servido almoço e às 13h30 a programação será retomada com o painel sobre “Modelos de negócio e experiências regionais”, que contará com a participação de empresas do setor. O evento encerra com a visitação aos estandes, a partir das 15h30.

Os interessados podem se inscrever gratuitamente pelo site www.agroinformativo.com.br.

O Presidente Leodacir deixa um convite aos profissionais e  produtores que trabalham nesta área. “Gostaríamos de reforçar o convite para todos os profissionais e estudantes para participar do evento que certamente será um momento de tirar dúvidas e vislumbrar novas oportunidades, seja do ponto de vista da produção do biogás/energia, como também para a melhoria do solo a partir da aplicação do biofertilizante resultante da biodigestão. Todos estão convidados a prestigiar e aprender mais sobre esta importante temática”, convida.

Biogás

O biogás é obtido a partir da decomposição anaeróbica de resíduos orgânicos, como esterco suíno. Essa decomposição produz metano, que pode ser capturado e utilizado como combustível. Ao aproveitar o biogás gerado pelos dejetos suínos, é possível reduzir a emissão de gases de efeito estufa e diminuir a dependência de combustíveis fósseis não renováveis.

A sustentabilidade é uma preocupação crescente em todo o mundo, e a suinocultura, como parte integrante da indústria agropecuária, tem um papel fundamental a desempenhar na transição para um futuro mais limpo e sustentável. A utilização do biogás como energia renovável na suinocultura não só contribui para a redução dos impactos ambientais, mas também oferece oportunidades de diversificação de receitas para os produtores, por meio da venda do excedente de energia gerado.

Fonte: O Presente Rural

Notícias

Dia de Campo Copacol apresenta tecnologia de ponta e tendências de mercado

Tradicional evento técnico da Cooperativa será realizado nesta quinta (07) e sexta-feira (08), no Centro de Pesquisa Agrícola (CPA) em Cafelândia, com início às 7h30.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/Copacol
Já está tudo preparado para a 35ª edição do Dia de Campo de verão Copacol. O tradicional evento técnico da Cooperativa será realizado nesta quinta (07) e sexta-feira (08), no Centro de Pesquisa Agrícola (CPA) em Cafelândia, com início às 7h30.O Dia de Campo de Verão da Copacol é um evento focado em apresentar inovações, tecnologias e manejos para as culturas de verão (principalmente soja e milho), com palestras, vitrines de cultivares e pesquisas para melhorar a produtividade e a rentabilidade dos cooperados, com o foco em tecnologias de ponta e tendências de mercado. “É um evento que vai trazer muita informação técnica de qualidade para contribuir com o dia a dia nosso produtor. Estamos com os campos demonstrativos prontos, bem conduzidos, onde serão abordados temas tradicionais, como painel de cultivares, palestras técnicas nas estações a campo, vamos falar de milho para a safa que já começa, demonstrativos de manejos de doenças, manejos de plantas daninhas e o principal desafio da atual safra, que são as reboleiras em soja, entre outros temas relevantes”, destaca o gerente técnico, João Maurício Roy.Outro assunto a ser abordado será a palestra sobre o mercado com as tendências para soja, milho, e as questões geopolítica. “Contamos com a participação do nosso cooperado para mais esse momento de informação e tecnologia para o campo”, finaliza.

Nota Fiscal Eletrônica

Depois de adiar por várias vezes a obrigatoriedade da emissão da Nota Fiscal Eletrônica por parte do produtor rural, o governo do Estado passou a cobrar nesta segunda-feira a emissão do documento para transporte de cereais.

Desde de 2023, a Copacol vem orientado o cooperado sobre a emissão deste documento, e emitindo o certificado digital, para que por meio do Aplicativo o cooperado possa fazer a emissão da nota na propriedade, no momento em que o caminhão sai com a produção para a Cooperativa.De acordo com a supervisora de planejamento tributário, Rosiani dos Santos, o produtor que ainda não emitiu o certificado digital deve procurar uma Unidade da Cooperativa para fazer o procedimento, pois sem o certificado não é possível fazer a emissão da Nota Fiscal Eletrônica. “Como estamos prestes a iniciar a colheita e a obrigatoriedade da emissão da nota já entrou em vigor é importante que o produtor procure e faça o certificado digital. Sem a emissão da Nota Fiscal Eletrônica o cooperado poderá ter problemas com a legislação”.

Fonte: Assessoria Copacol
Continue Lendo

Notícias

Sindirações divulga agenda 2026 dos cursos on-line para profissionais da alimentação animal

Capacitações abordam segurança dos alimentos, Boas Práticas de Fabricação, Assuntos Regulatórios e Uso de Medicamentos, alinhadas às exigências do Mapa e do Codex Alimentarius.

Publicado em

em

Foto: Freepik

O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) anuncia a agenda 2026 de cursos on-line ao vivo, voltada à capacitação técnica e regulatória de profissionais que atuam na cadeia de alimentação animal. A programação contempla temas estratégicos para a indústria, como APPCC/HACCP, Boas Práticas de Fabricação (BPF), Assuntos Regulatórios e Utilização de Medicamentos na Alimentação Animal, com turmas distribuídas ao longo de todo o ano.

Com foco na atualização frente às exigências do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), às diretrizes do Codex Alimentarius e às tendências regulatórias e de mercado, os cursos são direcionados a gestores, técnicos, profissionais da qualidade, recém-formados e demais colaboradores do setor industrial e produtivo de alimentação animal.

A agenda tem início com o curso APPCC – versão Codex Alimentarius 2020, que aprofunda a aplicação do sistema HACCP a partir da publicação mais recente do Codex, com abordagem científica e estruturada para identificação e controle de perigos ao longo da cadeia produtiva. O treinamento terá carga horária de 16 horas (2 dias seguidos, das 8h30 às 17h30) e turmas previstas para 28 e 29 de janeiro; 01 e 02 de abril; 29 e 30 de julho e 05 e 06 de novembro, com investimento de R$ 2.375,00 (associados Sindirações), R$ 2.640,00 (associados ASBRAM), ou R$ 2.890,00 (não associados).

Também em janeiro iniciam as turmas para o treinamento sobre Utilização de Medicamentos na Alimentação Animal, alinhado à Portaria SDA nº 798/2023, que estabelece requisitos mínimos para a fabricação de alimentos medicamentosos. O curso aborda validação de limpeza, controle de processo e medidas para prevenção de contaminação cruzada, com turmas ao longo do ano. Com carga horária de 8 horas (1 dia, das 8h30 às 17h30), as turmas estão programadas para 30 de janeiro; 30 de abril; 31 de julho; e 13 de outubro, com investimento de R$ 1.020,00 (associados Sindirações), R$ 1.160,00 (associados ASBRAM), ou R$ 1.250,00 (não associados).

O curso de Boas Práticas de Fabricação (BPF), com 32 horas de duração (4 dias seguidos, das 8h30 às 17h30), é voltado às exigências do Mapa para estabelecimentos fabricantes de produtos para alimentação animal. O conteúdo é baseado na Instrução Normativa nº 4/2007 e na Orientação Normativa nº 03/2020, atualizada em 2024, e contempla prevenção, segurança dos produtos, auditorias internas e fortalecimento do Programa de Garantia da Qualidade. As turmas começam a partir de 23 a 26 de fevereiro; 06 a 09 de abril; 25 a 28 de maio; 20 a 23 de julho; 21 a 24 de setembro; e 23 a 26 de novembro, com investimento de R$ 2.890,00 (associados Sindirações), R$ 3.230,00 (associados ASBRAM), ou R$ 3.560,00 (não associados).

Completa a agenda o curso de Assuntos Regulatórios, que aborda qualidade, comércio exterior, registro e pós-registro de estabelecimentos e produtos, além de atualidades e tendências regulatórias. Com 12 horas de duração (3 manhãs seguidas, das 8h30 às 12h30), a capacitação atende à crescente demanda do setor por profissionais com domínio técnico das normas vigentes, com turmas programadas para 16 a 18 de março; 18 a 20 de maio; 17 a 19 de agosto; e 16 a 18 de novembro, e investimento de R$ 1.240,00 (associados Sindirações), R$ 1.420,00 (associados ASBRAM), ou R$ 1.490,00 (não associados).

As vagas são limitadas e as inscrições já estão disponíveis no site do Sindirações.

Com a agenda 2026, o Sindirações reforça seu papel na qualificação técnica da indústria, na promoção da segurança dos alimentos e no fortalecimento da competitividade do setor de alimentação animal, pilares essenciais para o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro.

Fonte: Assessoria SINDIRAÇÕES
Continue Lendo

Notícias

Com ajustes finos, StoneX projeta maior colheita de soja da história

Produção cresce 5,2% em um ano, enquanto milho enfrenta riscos climáticos e pressão sobre estoques.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/OP Rural

A StoneX revisou para cima, em janeiro, sua estimativa para a safra brasileira de soja 2025/26, projetada agora em 177,6 milhões de toneladas, uma alta marginal de 0,2% frente ao relatório de dezembro. Na comparação anual, o crescimento é mais significativo, com avanço de 5,2% em relação ao ciclo anterior.

A única alteração relevante ocorreu na produtividade esperada para o Mato Grosso, que subiu 0,8%, alcançando 46,9 milhões de toneladas. Apesar da revisão positiva, o estado ainda deve registrar queda de 7,1% frente ao ciclo passado. O clima, que foi favorável em dezembro, apresentou irregularidade nas chuvas e agora exige atenção devido ao calor intenso.

De forma geral, as perspectivas seguem otimistas, indicando produção recorde. Contudo, áreas de ciclo tardio dependem de boas condições meteorológicas até meados de março. A colheita já começou, mas está concentrada em regiões irrigadas, menos afetadas pelo estresse hídrico.

Milho: corte na primeira safra e atenção à janela da safrinha

Para o milho verão, houve redução de 0,5% na estimativa de produção, agora em 26 milhões de toneladas. O ajuste foi motivado pela queda de 5,6% na produtividade esperada para Santa Catarina, reflexo das irregularidades climáticas. Mesmo assim, o estado deve colher cerca de 2,27 milhões de toneladas, mantendo relevância para o consumo interno, especialmente na produção de ração.

Assim como na soja, o clima pode alterar os números do milho primeira safra, essencial para abastecimento doméstico. Já a safrinha 25/26 permanece com projeção de 105,8 milhões de toneladas, queda de 5,2% frente ao ciclo anterior. Considerando as três safras, a produção total deve atingir 134,3 milhões de toneladas, praticamente estável em relação à estimativa anterior.

Oferta e demanda: estoques maiores para soja e ajustes no milho

Foto: Gilson Abreu/Arquivo AEN

No lado da demanda, não houve mudanças para a soja, com o mercado atento à relação comercial entre EUA e China. Com o leve aumento da produção e consumo estável, os estoques finais da safra 25/26 foram ajustados para 4,6 milhões de toneladas.

Para o milho, o corte na produção impactou os estoques finais, enquanto as variáveis de demanda permanecem inalteradas. Destaque para o aumento das exportações do ciclo 24/25, estimadas em 41 milhões de toneladas até o fim de janeiro, reduzindo os estoques iniciais da próxima temporada.

Fonte: Assessoria StoneX
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.