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Notícias Internacional

EUA e China reafirmam compromisso com Fase 1 do acordo comercial em telefonema

A ligação era originalmente esperada para 15 de agosto, seis meses após o acordo ter sido lançado

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Autoridades comerciais dos Estados Unidos e da China reafirmaram seu compromisso com a Fase 1 do acordo comercial, em que a China está atrasada nas suas obrigações de comprar produtos norte-americano, dando impulso aos mercados financeiros nesta terça-feira (25).

A promessa foi feita em um telefonema entre o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, e o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He – primeiro diálogo formal entre eles desde o início de maio – em meio a preocupações de que o acordo pode estar em terreno instável devido à piora nas relações entre os países.

“Ambos os lados veem avanço e estão comprometidos em adotar as medidas necessárias para garantir o sucesso do acordo”, disse o gabinete do secretário de Comércio dos EUA em comunicado após o que descreveu como telefonema agendado regularmente.

A ligação era originalmente esperada para 15 de agosto, seis meses após o acordo ter sido lançado. Mas o presidente Donald Trump, que expressa frequentemente irritação com a China devido à pandemia de coronavírus, disse na semana passada que adiou as negociações com a China porque “não quero lidar com eles agora”.

O Ministério do Comércio da China confirmou que os dois lados tiveram um “diálogo construtivo” e concordaram em continuar avançando com a implementação da Fase 1 do acordo.

O gabinete do secretário de Comércio dos EUA disse que eles “discutiram medidas que a China adotou para efetuar mudanças estruturais” em questões como proteção de direitos de propriedade intelectual, remoção de impedimentos para empresas dos EUA nos setores de serviços financeiros e agricultura e eliminação de transferências forçadas de tecnologia.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Poder de compra do suinocultor frente a insumos de alimentação sobe pelo 5º mês

Preços do milho e do farelo de soja, importantes insumos de alimentação da suinocultura, seguem em alta

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Arquivo/OP Rural

Os preços do milho e do farelo de soja, importantes insumos de alimentação da suinocultura, seguem em alta. Apesar disso, cálculos do Cepea mostram que o poder de compra do produtor do estado de São Paulo se mantém em elevação.

Segundo pesquisadores, esse movimento de avanço no poder de compra, inclusive, vem sendo observado há cinco meses e está atrelado à escalada de preços do suíno. A forte valorização do animal vivo no mercado independente, por sua vez, se deve à oferta reduzida de animais para abate e às aquecidas exportações da proteína nos últimos meses.

Na parcial de setembro, o preço médio do suíno negociado na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) já subiu quase 10%.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado Interno

Preços da arroba de boi e de carne se aproximam em setembro

Valores da arroba do boi gordo no mercado paulista têm subido de forma um pouco mais intensa que os da carne

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Divulgação/AENPr

Os valores da arroba do boi gordo no mercado paulista têm subido de forma um pouco mais intensa que os da carne (carcaça casada, no atacado da Grande São Paulo). Diante disso, dados do Cepea mostram que, depois de a carcaça casada de boi registrar vantagem de 3,6 Reais/arroba sobre o boi gordo em agosto, essa diferença diminuiu para apenas 54 centavos de Real/arroba em setembro.

Ao longo deste ano, a maior vantagem da carne sobre o boi, de 12 Reais/arroba, foi observada em abril. Já em julho, a arroba do boi gordo foi negociada acima da carcaça casada, em 4,17 Reais – esse, ressalta-se, foi o único momento em 2020 em que o boi mostrou vantagem sobre a carne.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Cepea

Competitividade da carne de frango cresce pelo 4º mês seguido

Diferença entre os preços do frango inteiro e os das carcaças bovina e suína vem se ampliando de forma consecutiva há quatro meses

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Arquivo/OP Rural

A diferença entre os preços do frango inteiro e os das carcaças bovina e suína vem se ampliando de forma consecutiva há quatro meses. Em setembro, dados do Cepea mostram que a diferença observada foi recorde, quando consideradas as séries mensais.

Esse contexto garante elevada competitividade à carne de frango frente às substitutas e, consequentemente, maior liquidez no mercado doméstico.

A demanda internacional também está aquecida, o que vem resultando em altas generalizadas nos preços dos produtos avícolas.

Fonte: Cepea
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