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Estudo comprova que aditivo natural reduz emissão de metano entérico em 14,9%

Pesquisa da Premix em parceria com a Unesp de Jaboticabal atesta a eficácia do aditivo Fator P na redução de gases e no aumento da produtividade

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Foto e texto: Assessoria

A emissão de gases de efeito estufa (GEE) pela pecuária bovina é uma das principais preocupações da produção sustentável de alimentos, no Brasil e no mundo. O metano, um dos gases mais potentes, é liberado durante a digestão dos animais e representa um desafio para o setor. A diminuição desses gases é um compromisso que deve ser assumido por todos os envolvidos na cadeia produtiva.

Atenta a essa questão, a Premix trabalha continuamente no desenvolvimento de produtos e soluções que promovam mais produtividade e lucratividade na pecuária, sem abrir mão da sustentabilidade. Recentemente, a empresa apresentou os resultados de um estudo realizado em parceria com a Unesp de Jaboticabal que comprova que bovinos suplementados com aditivo natural tiveram redução na emissão de gases metano entérico e de dióxido de carbono (CO2) equivalente por quilo de matéria seca ingerida.

O estudo, liderado pela equipe de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Premix (PD&I) e pelo departamento de Bioclimatologia da Unesp de Jaboticabal, avaliou durante seis meses dois grupos de bovinos: um deles, suplementado com o aditivo natural Fator P na dieta, e o outro, chamado controle, que não recebeu nenhum aditivo.

De acordo com o diretor de PD&I da Premix, Lauriston Bertelli Fernandes, o Fator P é um aditivo zootécnico 100% natural, melhorador de performance de animais que auxilia no desempenho, no ganho de peso, na reprodução e na produção de leite, além de contribuir com a redução da emissão de gases de efeito estufa, especificamente o metano entérico.

Após o experimento, os resultados mostraram que os animais que receberam o aditivo Fator P apresentaram redução de 14,9% na emissão de gás metano entérico. Em termos de eficiência de manejo, o valor representa uma diminuição de 45,7 gramas de CO2 equivalente por quilo de matéria seca ingerida, ou 851 gramas de CO2 equivalente por quilo de ganho em peso vivo do animal. Na prática, esse valor mostra que o grupo de animais controle, ou seja, que não recebeu o aditivo natural na dieta, emitiu 29,4% a mais de dióxido de carbono equivalente por quilo de ganho em peso vivo em relação ao primeiro grupo.

O Fator P também foi responsável pelo aumento do ganho de peso vivo corporal diário, que chegou a 146,5 gramas a mais que os animais do grupo controle, provando que o uso do produto 100% natural aumenta a produtividade do rebanho, reduz a emissão de gases e colabora com a pecuária de valor sustentável.

O experimento foi realizado utilizando a metodologia de respirometria combinada com calorimetria, a mais precisa para medir o gás metano. “Utilizando uma máscara valvulada não ventilada e em conjunto com a espirometria, podemos realizar medidas mecânicas do trato respiratório, sendo a principal delas a taxa de ventilação. Conhecendo a proporção de metano na amostra de ar expirado e o volume de ar que está passando, podemos calcular a quantidade de metano emitida por segundo, por hora e em um período de 24 horas”, destaca o pesquisador da Unesp, Vinícius Fonseca.

Para Lauriston, a relação entre a iniciativa privada e as instituições de pesquisas científicas é muito importante para projetos de inovação. “A parceria com a Unesp de Jaboticabal é um exemplo concreto do valor dessa colaboração. O projeto, que visa desenvolver soluções inovadoras para a pecuária, reúne a expertise da Premix em nutrição animal com o conhecimento científico da Unesp em áreas como biotecnologia, zootecnia e engenharia ambiental”, finaliza.

Fonte: Assessoria

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MOVING FLOOR traz ao Brasil tecnologia inovadora de baias autolimpante, sem uso de água e sem antibióticos para suínos

Para marcar este feito, a MOVING FLOOR realizará a Mesa Redonda da Liderança da Suinocultura Brasileira em 9 de março de 2026, na PUC – Paraná, reunindo os líderes mais influentes da cadeia suinícola nacional.

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Fotos: MOVING FLOOR

A MOVING FLOOR, empresa sueca reconhecida mundialmente por seus sistemas patenteados de pisos autolimpantes para suinocultura, anuncia sua entrada oficial no mercado brasileiro. A tecnologia, que elimina a necessidade de água na limpeza e reduz significativamente o uso de antibióticos, representa um grande avanço em bem-estar animal, sustentabilidade e biossegurança para a indústria suinícola.

Para marcar este feito, a MOVING FLOOR realizará a Mesa Redonda da Liderança da Suinocultura Brasileira em 9 de março de 2026, na PUC – Paraná, reunindo os líderes mais influentes da cadeia suinícola nacional.

O evento contará com a participação de presidentes e diretores das principais cooperativas do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso, executivos de grandes empresas, líderes de opinião da Embrapa Suínos e Aves, UFV, Iowa State University e de associações do setor e mídias especializada.

Um Novo Padrão Tecnológico para a Produção de Suínos

O sistema da MOVING FLOOR automatiza a limpeza das baias de suínos por meio de um piso mecânico patenteado que remove os dejetos continuamente, sem o uso de água, reduzindo as emissões de amônia, melhorando a higiene e criando um ambiente mais saudável para os animais e trabalhadores.

“O Brasil é um dos maiores produtores de carne suína do mundo, e acreditamos que esta tecnologia pode contribuir significativamente para as metas de sustentabilidade do setor”, disse Antonio Lot, representante da MOVING FLOOR.

Uma Parceria Estratégica com a PUC – Paraná

O primeiro showroom brasileiro foi instalado na PUC – PR, onde produtores, pesquisadores e líderes da indústria poderão ver o sistema em operação e avaliar seu potencial de adoção em granjas comerciais.

Fonte: Assessoria MOVING FLOOR
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Vaxxinova marca presença na Abraves PR e reforça compromisso com a evolução da suinocultura

Participação no evento destaca proximidade com o setor, troca técnica e soluções recentes voltadas à sanidade dos plantéis

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Equipe Vaxxinova Suinocultura / Foto: Divulgação

A Vaxxinova participa, nos dias 11 e 12 de março, da Abraves PR, um dos principais encontros técnicos da suinocultura paranaense. A presença da equipe de suínos no evento reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento do setor, por meio do diálogo técnico, da proximidade com os profissionais da cadeia produtiva e do acompanhamento das principais discussões relacionadas à sanidade da atividade.

“A Abraves PR é um ambiente estratégico para troca de conhecimento e atualização técnica. Estar presente nos permite acompanhar de perto as demandas do setor e fortalecer nossa atuação como parceiros da suinocultura brasileira”, afirma Rogério Petri, gerente da área de Suínos da Vaxxinova Brasil.

Durante o evento, a equipe da Vaxxinova estará em contato direto com médicos veterinários, produtores, consultores e demais profissionais, acompanhando a programação técnica relacionadas à sanidade, manejo e produtividade dos plantéis.

“Nosso foco é entender profundamente os desafios enfrentados no campo e oferecer soluções cada vez mais alinhadas à realidade da produção. A participação em eventos regionais como a Abraves PR é fundamental para essa construção conjunta com o setor”, destaca Mayara Tamanini, coordenadora técnica e de marketing da Vaxxinova.

A presença da empresa na Abraves PR ocorre em um momento importante da sua trajetória na suinocultura, marcado por lançamentos recentes e pela ampliação do portfólio de soluções voltadas à saúde animal. Entre os avanços, destacam-se investimentos em inovação, fortalecimento do suporte técnico e a ampliação da capacidade produtiva de vacinas autógenas, iniciativas que reforçam a proposta de oferecer respostas mais rápidas, precisas e personalizadas aos desafios sanitários dos sistemas produtivos.

“Acreditamos que a evolução da suinocultura passa por informação qualificada, diagnóstico preciso e decisões estratégicas baseadas em ciência. Nossa atuação tem sido direcionada exatamente para apoiar o produtor nesse processo”, complementa Rogério Petri.

A Abraves PR reúne profissionais, pesquisadores, estudantes e lideranças do setor, consolidando-se como um espaço relevante para atualização técnica, networking e discussão de tendências que impactam o futuro da suinocultura no Paraná e no Brasil.

Fonte: Assessoria
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Show Rural 2026 discute como atravessar períodos de crise na cadeia leiteira

Necessidade de informação, planejamento e resiliência para enfrentar os momentos de instabilidade da cadeia leiteira foi o centro de um debate.

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Estande da Agroceres Multimix recebeu o debate sobre os desafios da cadeia leiteira durante o Show Rural Coopavel 2026, reunindo produtores, técnicos e especialistas em um bate-papo aberto ao público

A necessidade de informação, planejamento e resiliência para enfrentar os momentos de instabilidade da cadeia leiteira foi o centro de um debate realizado durante a 38ª edição do Show Rural Coopavel, entre os dias 9 e 13 de fevereiro de 2026, em Cascavel (PR).

Para a zootecnista Josiane Mangoni, coordenadora de Pecuária da Coopavel, o atual momento do leite exige diálogo e troca de experiências. Segundo ela, apesar do cenário delicado, o produtor está habituado a lidar com desafios.

“O leite vai muito além de uma atividade econômica. Ele é paixão, é amor pelas nossas mimosas. Somos uma cadeia acostumada à resiliência, e esse tipo de conversa é fundamental para ajudar o produtor a se manter na atividade”, afirma.

Da esquerda para a direita: Cristian Iothi, Gilson Dias, Josiane Mangoni, Lúcio Drehmer e Marcos Pereira Neves

Josiane destaca ainda que o Show Rural tem como missão levar inovação, tecnologia e ferramentas práticas ao campo. “O evento existe para que o produtor consiga produzir mais e melhor. E, mesmo em períodos de crise, já enxergamos sinais de reação do mercado, o que nos permite acreditar em um novo momento para a cadeia leiteira”, completa.

O debate reuniu diferentes visões da atividade, trazendo para a conversa produtores e especialistas com realidades distintas. Participaram Marcos Pereira Neves, professor da Universidade Federal de Lavras e produtor de leite; Cristian Iothi, engenheiro agrônomo, produtor e cooperado da Coopavel; e Lúcio Drehmer, zootecnista, consultor técnico e produtor de leite em Santa Catarina.

O debate foi conduzido por Gilson Dias, gerente Técnico de bovinos de Leite da Agroceres Multimix. A conversa foi registrada em formato de podcast e integra uma edição especial do agCast. O episódio será disponibilizado em breve nas plataformas digitais da Agroceres Multimix, que esteve presente no Show Rural 2026 com um novo estande, ampliado e voltado ao atendimento de produtores, cooperados e parceiros.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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