Conectado com

Avicultura

Estudo apresenta estratégias para melhorar logística no Brasil

Projeto Corredores Logísticos Estratégicos, do Ministério dos Transportes, obteve visão panorâmica e diagnóstica do momento atual das infraestruturas de transportes no Brasil; primeira fase avaliou escoamento da soja e milho

Publicado em

em

A logística ainda é um desafio para o agronegócio brasileiro. Traçar estratégias para melhorar o escoamento do país e aumentar a competitividade é o que lideranças têm feito. Mas, para isso, é preciso que seja estudado como está a situação do país, para que as escolhas corretas sejam tomadas. A soja e o milho, principais grãos produzidos no Brasil, estão na primeira edição do Projeto Corredores Logísticos Estratégicos, desenvolvido pelo Ministério dos Transportes. Os resultados deste estudo foram apresentados pelo coordenador-geral de Planejamento e Logística do Ministério, Everton Correia do Carmo, durante o Salão Internacional e Avicultura e Suinocultura (Siavs), que aconteceu entre 29 e 31 de agosto em São Paulo, SP.

O estudo aponta a necessidade de melhorar a relação entre os modais, reduzindo o sistema rodoviário e passando essa parcela para os modais ferroviário e hidroviário. O problema são os custos e investimentos que precisam ser feitos nas estradas de ferro e nos rios, que na opinião de Carmo, precisam ser públicos e privados.

A adequação da infraestrutura logística para a movimentação de grãos no Brasil é um assunto de interesse de toda a cadeia produtiva. Por conta disso, Carmo apresenta o que os estudos mostraram sobre os melhores investimentos em logística que podem e devem ser feitos no país. De acordo com ele, o objetivo do projeto é obter uma visão panorâmica e diagnóstica do momento atual das infraestruturas de transportes, voltada principalmente para a identificação e caracterização de corredores logísticos estratégicos no âmbito do território nacional. “Este objetivo está sendo atingido por meio da participação ativa do setor público e privado com o intuito de subsidiar o planejamento integrado relacionado às infraestruturas viárias associadas aos principais eixos estruturantes do Brasil”, diz.

Carmo explica que o setor agrícola brasileiro tem experimentado, nos últimos anos, um processo de desenvolvimento com valores expressivos de produção, e as perspectivas de crescimento são promissoras. “A soja e o milho estão entre os produtos agrícolas brasileiros que apresentam os maiores volumes produzidos e possuem destaque na balança comercial brasileira. Desse modo, torna-se um ponto relevante na eficiência da cadeia produtiva destes granéis avaliar a infraestrutura dos corredores logísticos de escoamento”, argumenta.

Muito mais rodovia

O coordenador conta que com base nos resultados, constatou-se que os corredores de exportação do complexo soja e milho utilizam os modos rodoviário, ferroviário e hidroviário, com maior participação do primeiro. E já nos corredores de consumo interno, o abastecimento é realizado exclusivamente por rodovias. “Essa maior participação do modo rodoviário, em todos os corredores, acarreta custos elevados de transportes, considerando que as rodovias não são o modo mais apropriado para transportar grandes volumes de cargas em longas distâncias”, comenta. Para ele, deste modo, o ponto chave para a melhoria da logística destes produtos seria um equilíbrio da matriz de transportes de forma racional, o que proporcionaria redução de custos, otimização da eficiência energética de cada modo, minimizaria os impactos ambientais e os produtos passariam a ser mais competitivos no mercado externo.

Norte e Nordeste

Carmo conta que a agricultura brasileira evoluiu rapidamente nos últimos anos, experimentando um aumento tanto na área de plantio como na produtividade média do país, resultado de investimentos nas áreas de inovação e pesquisa. De acordo com ele, tais ocorrências fizeram que as fronteiras agrícolas fossem deslocadas em direção à região Norte/Nordeste. “A área mais recente de expansão está situada na região Centro-Nordeste, denominada Matopiba – terras localizadas nos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Assim, nas últimas décadas, a agricultura ampliou sua fronteira em direção ao norte do país e a infraestrutura de transportes não acompanhou essa expansão, elevando os custos de escoamento destas mercadorias”, conta.

A baixa densidade da malha ferroviária no Brasil, com exceção das regiões Sul e Sudeste, que possuem densidade de linhas férreas superior às outras regiões, mas ainda assim deficitárias, aliada ao pequeno aproveitamento de hidrovias fazem com que as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste sejam consideradas áreas que precisam de uma atenção maior de investimentos para que os produtos sejam escoados com menores custos, explica. “Contudo, o governo tem ciência que todas as regiões necessitam de investimentos e que não se pode garantir a evolução do transporte de uma região em detrimento de outra”, completa.

Ferrogrão e outras ferrovias

O coordenador ainda conta que o governo federal vem definindo prioridades, seja em relação às obras com recursos públicos ou com obras que tenham a participação privada nos investimentos. “Como é o caso da Ferrogrão, que facilitará o escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste ao estado do Pará pelo Arco Norte”, explica. Carmo diz que quando em funcionamento, a Ferrogrão, por seu potencial estratégico, proporcionará alta capacidade de transportes e competitividade ao corredor, que hoje possui a BR-163 como uma das principais vias neste trajeto.

Outro exemplo citado pelo coordenador é a Ferrovia Norte-Sul, que foi projetada para se tornar a espinha dorsal do sistema ferroviário no Brasil, ligando Estrela d’Oeste, SP, a Porto Nacional, TO. Já a ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), também em fase implantação, destina-se a interligar as regiões Norte e Nordeste do Brasil, atendendo a produção de grãos da Bahia e a exploração de minério de ferro.

Solução

“Com relação às rodovias, existem ações governamentais de duplicação por meio de concessões, contratos ativos de pavimentação, restauração e manutenção e nos casos das hidrovias estão sendo desenvolvidos estudos de viabilidade, além de projetos de sinalização e programas de dragagem estruturada para facilitar a navegação”, conta.

Carmo explica que para as necessidades identificadas no estudo para rodovias, hidrovias e portos, a solução para tais problemas recai principalmente sobre os investimentos privados e públicos em infraestrutura. “A melhoria da infraestrutura impactará positivamente as operações de transporte do complexo de soja e milho, além de outras cadeias produtivas que utilizam as mesmas rotas de escoamento”, diz. Ele acrescenta que a efetivação de investimentos, em um esforço conjunto entre o poder público e iniciativa privada, terá importantes impactos nas atuais condições de funcionamento dos corredores logísticos e nas condições de escoamento da soja e do milho, que, conforme já destacado, estão entre os produtos agrícolas brasileiros que apresentam os maiores volumes produzidos e são destaque na balança comercial brasileira.

Intermodalidade

O coordenador comenta ainda que embora os corredores logísticos para grãos já façam uso da integração modal, evidenciou-se, devido à forte participação do modal rodoviário, a necessidade de priorizar os investimentos em ações que proporcionem uma logística eficiente com foco no aumento da intermodalidade entre os transportes rodoviário, ferroviário e hidroviário. “Todas essas ações têm por objetivo a utilização mais racional do sistema de transporte, que por sua vez reduzirá custos, otimizará a eficiência energética de cada modo, minimizará os impactos ambientais e os produtos passarão a ser mais competitivos no mercado externo. “Em síntese, a avaliação da infraestrutura por meio de corredores logísticos permitiu analisar os primeiros eixos de escoamento, possibilitando uma visão integrada das ações governamentais de curto e médio prazo e fornecendo subsídios para a formulação e avaliação de políticas públicas relacionadas à infraestrutura, na busca de soluções que gerem eficiência no transporte de cargas”, observa.

Mais informações você encontra na edição de Aves de agosto/setembro de 2017 ou online.

Fonte: O Presente Rural

Continue Lendo

Avicultura Em Arapongas (PR)

1ª Feira Aves Seara deve reunir dois mil produtores do Paraná e Mato Grosso do Sul

Evento exclusivo para integrados terá painéis com lideranças da avicultura, exposição de tecnologias e participação de mais de 40 empresas do setor.

Publicado em

em

Foto: Shutterstock

Arapongas, no Norte do Paraná, será palco da primeira edição da Feira Aves Seara na próxima sexta-feira (26). A iniciativa, criada para fortalecer a cadeia produtiva avícola e ampliar o desenvolvimento dos produtores integrados da companhia, deve reunir cerca de dois mil avicultores de frangos de corte e matrizes ligados às operações da empresa no Paraná e em Mato Grosso do Sul.

Diretor-executivo de Agropecuária da Seara, José Antônio Ribas Junior: “A feira foi criada para fortalecer essa parceria de longo prazo, promovendo acesso a conhecimento, tecnologia e inovação que contribuam para o desenvolvimento das propriedades e para a evolução contínua da avicultura brasileira” – Foto: Divulgação

Com participação gratuita e exclusiva para os integrados, o evento foi estruturado como um ambiente de troca de experiências, atualização técnica e geração de oportunidades para o setor. A programação terá início às 08h30, no Golden Hall Eventos, às margens da PR-218, Km 5, na saída para Astorga.

Segundo o diretor-executivo de Agropecuária da Seara, José Antônio Ribas Junior, a proposta é reforçar a parceria construída com os produtores ao longo dos anos. “Os produtores integrados são protagonistas do modelo de negócio da Seara e fundamentais para a qualidade e a competitividade dos nossos produtos. A feira foi criada para fortalecer essa parceria de longo prazo, promovendo acesso a conhecimento, tecnologia e inovação que contribuam para o desenvolvimento das propriedades e para a evolução contínua da avicultura brasileira”, afirma.

Debates com lideranças da avicultura

A programação inclui painéis e debates com executivos da Seara e representantes de destaque do setor avícola nacional. Entre os convidados estão Francisco Turra, conselheiro da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), e Ricardo Santin, presidente da entidade.

Foto: Divulgação

Além do conteúdo técnico, os participantes terão acesso a uma área de exposição com mais de 40 empresas fornecedoras de equipamentos, tecnologias e soluções para a atividade. Também estarão presentes companhias ligadas às áreas de nutrição animal, genética e bem-estar animal, apresentando inovações, tendências e oportunidades de negócios para os produtores.

Plataforma de relacionamento com mais de 10 mil integrados

A Feira Aves Seara faz parte da Plataforma SuperAgro, principal programa de relacionamento da companhia com seus mais de 10 mil produtores integrados de aves e suínos em todo o país.

Criada há mais de uma década, a iniciativa reúne ações voltadas ao reconhecimento dos produtores, acompanhamento de desempenho, capacitação técnica e gerencial, treinamentos e suporte às propriedades, com foco no fortalecimento da atividade no campo e na evolução sustentável da cadeia produtiva.

Fonte: Assessoria Seara
Continue Lendo

Avicultura

Um em cada três frangos abatidos no Brasil sai do Paraná

Estado respondeu por 35% da produção nacional no primeiro trimestre de 2026, período em que o país atingiu o maior volume de abates da série histórica.

Publicado em

em

Foto: Jonathan Campos

O Paraná ampliou sua liderança na avicultura brasileira e respondeu sozinho por mais de um terço de todos os frangos abatidos no país no primeiro trimestre de 2026. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o estado concentrou 35% do abate nacional no período, mantendo ampla vantagem sobre os demais produtores.

Foto: Ari Dias

Ao todo, o Brasil abateu 1,71 bilhão de frangos entre janeiro e março, resultado 3,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Apesar do crescimento anual, houve ligeira retração de 0,5% em relação ao quarto trimestre de 2025.

Ainda assim, o desempenho foi suficiente para garantir o melhor resultado já registrado para um primeiro trimestre desde o início da série histórica do IBGE, em 1997. O mesmo ocorreu com os abates de bovinos e suínos, indicando um começo de ano marcado por volumes recordes nas principais cadeias de proteína animal do país.

A distância do Paraná em relação aos demais estados ajuda a dimensionar a importância da avicultura na economia estadual. Com participação de 35%, o estado produz praticamente três vezes mais do que o quarto colocado nacional.

Na sequência aparecem Santa Catarina, com 13,3% do total abatido, Rio Grande do Sul, com 11,8%, e São Paulo, com 10,9%. Juntos, os quatro estados responderam por mais de 70% do abate nacional de frangos no primeiro trimestre.

Produção de carne cresce acima do ritmo de abate

Além do aumento no número de aves abatidas, a produção de carne de frango registrou expansão ainda maior no

Foto: Ari Dias

início deste ano.

O peso acumulado das carcaças alcançou 3,73 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2026, alta de 6,9% em relação ao mesmo período do ano anterior e de 2,2% frente ao trimestre imediatamente anterior.

O crescimento da produção em ritmo superior ao do abate indica ganho de eficiência na cadeia produtiva, com aves mais pesadas e melhor aproveitamento dos sistemas de criação e processamento.

A avicultura brasileira ocupa posição estratégica no agronegócio nacional. Além de atender ao mercado interno, o setor é fortemente orientado às exportações e possui no Sul do país sua principal base produtiva, sustentada pela integração entre produtores, cooperativas e agroindústrias.

Os números divulgados pelo IBGE reforçam essa concentração. Somente Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul responderam por 60,1% do abate nacional no primeiro trimestre, confirmando a Região Sul como o principal polo da produção brasileira de carne de frango.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

Avicultura

Galinhas livres de gaiolas e foco em biossegurança garantem produção de ovos bem-sucedida

Plantel de 500 mil aves, produção sem antibióticos melhoradores de desempenho e certificação em bem-estar animal sustentam o modelo adotado pela Planalto Ovos há oito anos.

Publicado em

em

Foto: Divulgação

Galinhas livres de gaiolas, biosseguridade e a adoção de sistemas preventivos e sustentáveis garantem há oito anos o sucesso da Planalto Ovos, cujos resultados produtivos obtidos ao longo da sua trajetória demonstram a consistência do modelo escolhido para sua operação desde a concepção do projeto. Membro fundadora da Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA), a empresa mantém hoje um plantel de aproximadamente 500 mil aves, distribuídas entre diferentes unidades produtivas em Minas Gerais.

Foto: Divulgação

A decisão de adotar a criação de galinhas livres foi influenciada pela experiência prévia dos sócios na avicultura, construída entre 1964 e 2017 na Granja Planalto, e pela avaliação de que o modelo permitiria estruturar uma produção baseada em manejo cuidadoso, disciplina sanitária e qualidade do produto.

Em 2018, o mercado brasileiro de ovos provenientes de sistemas alternativos ainda era pouco desenvolvido. Existiam iniciativas pontuais, muitas vezes de pequena escala e com baixa padronização de processos. Porém, as mudanças observadas em mercados internacionais indicavam que modelos de criação que proporcionassem melhores condições às aves tenderiam a ganhar relevância ao longo do tempo. Esse contexto sinalizava uma oportunidade para a Planalto, que desde o início descartou a ideia de realizar uma transição gradual a partir de estruturas convencionais.

Toda a produção da empresa é desde então conduzida em sistemas livres de gaiolas ou caipira e integralmente certificada em bem-estar animal, para estabelecer um elevado padrão produtivo para todas as aves, independentemente do destino comercial dos ovos. Essa abordagem contribui para maior consistência operacional e reforça o princípio de que as práticas de manejo e as condições de criação devem ser uniformes em todo o plantel.

Biosseguridade como eixo central da produção

Desde a concepção do projeto, a biosseguridade foi estabelecida como um dos principais pilares da operação. Inicialmente havia preocupação de que a criação no piso pudesse ampliar o risco de desafios sanitários. Na prática, a experiência demonstrou que um programa robusto de prevenção, aliado a boas condições de manejo, permite manter estabilidade sanitária e consistência produtiva.

Foto: Divulgação

Um dos desdobramentos dessa abordagem foi conduzir a produção sem utilização de antibióticos como melhoradores de desempenho. Para viabilizar esse modelo, a empresa estruturou um conjunto integrado de medidas preventivas, baseadas em biosseguridade rigorosa, nutrição equilibrada e manejo adequado das aves.

Nesse contexto, são utilizadas alternativas tecnológicas que contribuem para a saúde intestinal e para a estabilidade da microbiota das aves, como probióticos e simbióticos, ácidos orgânicos e óleos essenciais. Essas ferramentas auxiliam na manutenção do equilíbrio microbiológico e reduzem a necessidade de intervenções terapêuticas ao longo do ciclo produtivo.

A abordagem está alinhada ao conceito de Saúde Única, que reconhece a interdependência entre saúde animal, saúde humana e equilíbrio ambiental, reforçando a importância de sistemas produtivos preventivos e sustentáveis.

A estrutura produtiva é compartimentalizada, com unidades fisicamente separadas (fábrica de ração, fazendas e entreposto de ovos), o que, apesar de aumentar a complexidade logística, reduz significativamente o risco de disseminação de patógenos.

O manejo sanitário inclui vacinação, monitoramento, controle de acesso e desinfecção, com atenção adicional, em sistemas no piso, ao manejo da cama, escolha do ninho e prevenção de endoparasitas.

Reconhecimento internacional

Os resultados produtivos obtidos demonstram a consistência do modelo adotado. Um dos marcos mais relevantes foi o reconhecimento de um lote da linhagem Lohmann como o mais produtivo já registrado pela genética, atingindo 593,8 ovos por ave alojada.

A empresa também recebeu em 2024 o Good Egg Award, concedido pelo ONG de bem-estar animal internacional Compassion in World Farming. A premiação reconhece empresas que adotam padrões elevados de criação e práticas alinhadas à melhoria das condições de vida das galinhas poedeiras.

Diretor da Planalto Ovos, Daniel Mohallem: “A viabilidade de sistemas livres de gaiolas depende menos de discurso e mais de execução: planejamento, disciplina sanitária, observação das aves, equipe capacitada e expansão alinhada à demanda” – Foto: Divulgação

Segundo a empresa, esses reconhecimentos demonstram que essas dimensões não são conflitantes, mas que é possível combinar altos níveis de bem-estar animal com alta e consistente produtividade.

Cooperação e perspectivas para o setor

A participação na criação da COBEA está alinhada à visão de que iniciativas colaborativas podem acelerar o aprendizado do setor. A troca de experiências entre empresas, academia e organizações da cadeia produtiva contribui para ampliar o alcance de boas práticas e fortalecer discussões técnicas e estratégicas sobre produção animal.

Na avaliação da Planalto Ovos, o Brasil tem capacidade técnica para avançar, mas enfrenta desafios como acesso a financiamento, custos mais altos e necessidade de melhor organização comercial; nesse contexto, certificações independentes são chave para diferenciar boas práticas e dar transparência ao mercado. “A viabilidade de sistemas livres de gaiolas depende menos de discurso e mais de execução: planejamento, disciplina sanitária, observação das aves, equipe capacitada e expansão alinhada à demanda. Nossa participação na COBEA serve não apenas para compartilhar nossa experiência com outros, mas também para evoluir em conjunto e promover a colaboração necessária em toda a cadeia de valor, o que pode ajudar a acelerar a transição para sistemas de produção que promovam um melhor bem-estar animal”, afirma o diretor da Planalto Ovos, Daniel Mohallem.

Fonte: Assessoria Planalto Ovos
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.