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Notícias Movimento #bebamaisleite

Estudantes mineiros visitam fazenda amiga do bem-estar animal para conhecer como o leite é produzido

Iniciativa foi realizada em comemoração ao Dia Mundial do Leite, pelo movimento #bebamaisleite e a Cooperativa Central dos Produtores Rurais, com apoio da Associação de Olho no Material Escolar.

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Fotos: Divulgação

Crianças do 8º e do 9º ano do Colégio Santa Dorotéia, de Minas Gerais, tiveram a oportunidade de viver a realidade de uma fazenda de leite durante um dia. A ação, que foi realizada em comemoração ao Dia Mundial do Leite, comemorado em 1º de junho, teve como foco mostrar aos estudantes de onde vem o leite e como é o processo produtivo realizado de acordo com os princípios de bem-estar animal.

A iniciativa é uma realização do movimento #bebamaisleite e a Cooperativa Central dos Produtores Rurais (CCPR) e faz parte do “Projeto Beba Mais Leite na escola”, que tem o apoio da Associação de Olho no Material Escolar.

A fazenda São João True Type, em Inhaúma (MG), uma das maiores do país é certificada em Bem-estar Animal e possui um rebanho de vacas Holandesas, que produzem hoje cerca de 45 mil litros de leite por dia.

A diretora-administrativa do Colégio Santa Dorotéia Zuleica Reis Ávila ressalta que o convite foi muito bem recebido. “Para nós a experiência é muito significativa. Durante dois anos, em função da pandemia, nós praticamente ficamos sem as atividades presenciais e agora com nesse retorno estamos resgatando a rotina escolar, ela passa principalmente pelo viés que é aprender fora da escola e esse momento é muito rico porque os alunos vão ter a condição de aprender não só ouvindo, mas vendo como é a produção do leite e todos os produtos derivados do leite, que saem de uma zona rural”.

Para Valentina, de 13 anos, a experiência foi muito interessante. “Eu nunca tinha estado em uma fazenda produtora de leite antes. Achei uma experiência muito boa porque aprendemos muito. O leite está presente na minha vida, eu bebo todos os dias e às vezes não sabemos muito bem como é esse processo. As vacas são muito bem cuidadas, às vezes elas vivem melhor que o ser humano, com ventilador, comida sempre”.

Qual a importância de se produzir com bem-estar animal?

O bem-estar animal é um estado de conforto físico, mental e fisiológico que permite aos animais exerceram suas atividades próprias da espécie, livres de estresse causado por medo, fome, sede, frio e calor. A garantia do bem-estar está relacionada a alguns critérios de vida, como boa ambiência e funcionalidade das instalações em que vive, transporte adequado e correta técnica de extração/abate utilizada. Esse estado de conforto é o que garante inclusive aos animais produzirem adequadamente para alcançarem os indicadores técnicos buscados pela indústria, sem sofrimento.

Segundo a médica-veterinária, doutora em Produtividade e Qualidade Animal e diretora de certificações da Integral, Helena Karsburg a escolha de uma propriedade comprometida com o bem-estar animal foi muito assertiva. “Além de mostrar às pessoas de onde vem o leite, um alimento tão completo do ponto de vista nutricional, rico e saudável, é ainda mais importante deixar claro que ele pode ser produzido de forma a respeitar os animais e garantir que tenham uma vida livre de sofrimento”.

Como comprar leite produzido com Bem-Estar Animal?

Basta se atentar ao selo de certificação dedicado a isso na embalagem do alimento, uma identificação visual que vai mencionar dizeres como “empresa amiga do bem-estar animal” e, geralmente, tem algum informativo adicional como QR Code ou sites que vão direcionar o consumidor para um ambiente digital com detalhamento de informações. 

Fonte: Assessoria
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Notícias Dia C

Cooperativismo celebra seu 100º Dia Internacional com inúmeras ações Brasil afora

Iniciativa objetiva ecoar contribuição do movimento para a construção de um mundo melhor.

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Foto: Divulgação

Cooperativas de todo o mundo comemoraram, no sábado (02), o 100º Dia Internacional do Cooperativismo, ou o #CoopsDay. Comemorada anualmente no primeiro sábado de julho, a data tem como objetivo ecoar a contribuição única do movimento para tornar o mundo um lugar melhor e mais próspero. Cooperativas constroem um mundo melhor é o tema escolhido para a edição de 2022, exatos dez anos depois que a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou o ano de 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas com slogan similar: “As Cooperativas fazem um mundo melhor”.

A cada ano, o cooperativismo aumenta ainda mais sua representação e reconhecimento junto a sociedade. Segundo a Aliança Cooperativa Internacional (ACI), o mundo conta com mais de três milhões de cooperativas que congregam 1 bilhão de cooperados e geram 280 milhões de empregos. As 300 maiores cooperativas são responsáveis por pelo menos US$ 2 trilhões de faturamento ao ano. No Brasil, de acordo com o Anuário do Cooperativismo 2021, coordenado pelo Sistema OCB, são mais de 4,8 mil cooperativas, 17,2 milhões de cooperados, 455 mil empregos gerados e R$ 650 bilhões em movimentação financeira.

Por isso, o CoopsDay é uma data para celebrar como o modelo de negócios cooperativista e seus sete princípios contribuem para construir um mundo melhor e mais próspero. Para reconhecer o papel do movimento na economia global, na segurança alimentar, no combate à degradação do meio ambiente, na geração de emprego, na economia colaborativa e tantas outras ações baseadas em seus valores. E para estimular o seu sétimo princípio, que versa sobre a responsabilidade social e o cuidar dos outros.

“É a oportunidade de demonstrarmos a força do cooperativismo neste momento de tantas transformações e evoluções que estão acontecendo no tecido da humanidade. As cooperativas podem construir um ambiente e um mundo muito melhor para nossa gente, para as comunidades onde estão inseridas, para nossos estados, para o país e para o mundo. Queremos mostrar para a humanidade que o cooperativismo é gerador de bem-estar, de felicidade e de prosperidade para as pessoas”, destaca o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

E, para a celebração deste ano, o Sistema OCB promoveu uma ação interativa nas redes sociais do SomosCoop (Instagram e Facebook) para instigar as pessoas a pensar em que coisas ficariam melhores se fossem coop, transformando as respostas dos seguidores em colagens exclusivas e fundos de tela para os usuários. A Casa do Cooperativismo brasileiro também lançou um manifesto que apresenta o movimento cooperativista para quem ainda não o conhece e promoveu um podcast que fala sobre cooperação, principalmente para o público jovem. É um episódio especial do Naruhodo, apresentado por Ken Fujioka e Altay de Souza, que foi ao ar no sábado.

Ações das cooperativas

Transformar realidades para melhor é uma das premissas do cooperativismo. O interesse pela comunidade e pelas pessoas é demonstrado diariamente nas ações e atividades desenvolvidas pelas cooperativas.  Unidas, elas também investem em projetos específicos e voluntários que contribuem para minimizar os efeitos da desigualdade social e promover cidadania entre os beneficiados. É o movimento Dia de Cooperar, mais conhecido como Dia C, que envolve iniciativas planejadas pelas cooperativas durante todo o ano.

E, todo ano, no primeiro sábado de julho, as cooperativas brasileiras, apoiadas pelo Sistema OCB, festejam os resultados do Dia C com eventos sociais realizados simultaneamente em todo o país, a partir de ações de responsabilidade social e voluntárias que incluem prestação de serviços, difusão de diversas culturas e recreação nas áreas de saúde, educação, meio ambiente e outras, para as comunidades onde estão inseridas.

“O Dia C é uma data para incentivar práticas de voluntariado e confirmar o compromisso do cooperativismo com a construção de um mundo mais justo, equilibrado e próspero. Nosso papel é disseminar a importância do movimento e aproveitar esta data para demonstrar à sociedade um pouco do que o cooperativismo faz, diariamente, para melhorar a vida das pessoas e preservar o meio ambiente”, destaca o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Como evento nacional, o Dia C já totaliza mais de 14 mil iniciativas que beneficiaram 24,8 milhões de pessoas. Em 2021, foram 5,1 milhões de pessoas atendidas com as mais de duas mil iniciativas e ações realizadas por 2.579 cooperativas e seus mais de 145 mil voluntários. Ao todo, 1.411 munícipios registraram a força do voluntariado cooperativista.

Centenário 

O CoopsDay é celebrado desde 1923, embora apenas em 1995, ano do centenário da Assembleia Cooperativa Internacional (ACI), a ONU tenha proclamado oficialmente o primeiro sábado de julho como o Dia Internacional das Cooperativas. Desde então, a ACI e a ONU, por meio do Comitê para a Promoção e Avanço das Cooperativas (Copac), passaram a definir o tema para celebração do evento mundial.

Em 2012, as cooperativas foram homenageadas pelas Nações Unidas por terem sido responsáveis pela criação de 100 milhões de vagas de emprego em todo o mundo, logo após a crise financeira global de 2008. Estudos apontaram que as cooperativas ajudaram, não apenas na retomada econômica das cidades onde estavam inseridas, como para o cumprimento expressivo dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, atuais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), presente na Agenda 2030, da ONU.

Fonte: Ascom Sistema OCB
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Notícias 4ª edição

Fish Expo reúne cadeia do pescado em Foz do Iguaçu com foco em mercados e sustentabilidade

Evento se consolida como o maior fórum de especialistas em pescado com participantes de toda a América Latina.

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Presidente do IFC Brasil, Altemir Gregolin, e a diretora executiva, Eliana Panty - Foto: Divulgação

O encontro que discute mercado e novas fronteiras para o pescado brasileiro no cenário global reunirá os principais players do setor em Foz do Iguaçu (PR). O 4° International Fish Congress & Fish Expo Brasil será realizado nos dias 31 de agosto, 1º e 02 de setembro no Maestra Convention Center do Resort Recanto Cataratas e reúne feira de tecnologias, congresso, mostra de trabalhos científicos e rodada de negócios. A Revolução Azul proposta como tema de discussão refere-se ao significativo crescimento e intensificação da produção aquícola global – cultivo de peixes, crustáceos e plantas aquáticas – de meados do século 20 até o presente, principalmente em países em desenvolvimento.

A edição que marca a expansão do evento para América Latina tem foco em propor alternativas e reunir estratégias para o crescimento sustentável e desenvolvimento responsável do setor. Participam dos painéis e debates especialistas de cinco continentes com diferentes visões e experiências para uma aquicultura orientada para ampliar mercados interno e externo como impulsionador da produção de pescado para o Brasil e o mundo. Serão três dias de palestras, painéis, debates e feira de negócios em evento presencial com transmissão ao vivo, com tradução para o espanhol e on demand em plataforma de streaming exclusiva.

O ex-ministro da Pesca e presidente do IFC Brasil, Altemir Gregolin, destaca que o IFC 2022 propõe uma discussão de temas transversais ao setor, com propósito de orientar o crescimento de forma ordenada e conectada com as tendências mundiais de consumo.

“O IFC assumirá uma dimensão inédita este ano.  Desde a sua origem, tem como objetivo central ser um grande instrumento de apoio ao desenvolvimento da cadeia produtiva de pescado no Brasil. Ao apontar tendências, expor o que tem de melhor em tecnologias e apresentar caminhos e ações para o desenvolvimento, o IFC Brasil uniformiza informações e coloca todos os atores numa mesma  sintonia e trabalhando numa mesma direção”, afirma Gregolin.

Fish Expo gerando negócios

O IFC Brasil, depois do recorde de público e lançamentos de tecnologias inéditas na última edição em 2021, reserva para a sua quarta edição muitas novidades, entre elas: um evento voltado para a América Latina, com empresas de diversos países e a ampliação da feira Fish Expo Brasil que permite um número de expositores 40% maior. A diretora executiva, Eliana Panty, destaca o crescimento da feira e ampliação do foco em negócios.

“A Fish Expo é uma feira de negócios que reunirá empresas de todos os elos da cadeia com lançamentos, ofertas exclusivas e participantes de todo o país e da América Latina. Teremos uma nova área chamada Hands On Aqua, destinada à tecnologias de RAS e onde os expositores poderão demonstrar as funcionalidades de equipamentos para aquicultura. Nas rodadas de negócios compradores e fornecedores estarão frente a frente com mediadores profissionais para proporcionar sucesso nas negociações”, afirma Eliana.

Os organizadores do IFC destacam a importância da geração de negócios e abertura de mercados “Teremos a ampliação do foco em negócios e discussões de mercado com o projeto Peixe Grande, onde teremos a presença já confirmada de importadores americanos e compradores brasileiros do varejo e do food service; aumento da presença de empresas especializadas em  tecnologias para a produção, processamento, cadeia de frio e logística, além de mais de 50 conferencistas nacionais e internacionais e rodada de negócios no local do evento. Caminhamos na direção de consolidar o IFC como o maior evento da cadeia de pescados da América Latina”, dispara Gregolin.

Peixe brasileiro do mercado global

Eliana Panty alerta para a janela de oportunidades que se abre para o pescado brasileiro diante do crescimento da demanda. “O pescado é a proteína animal mais consumida e comercializada no mundo. São U$$ 160 bilhões de comércio mundial, 51% de todas as proteínas de origem animal. O consumo mundial, segundo a FAO, continuará crescendo e demandará em 2030 um adicional de produção de mais 28 milhões de toneladas ao ano. Essa produção terá origem principalmente da aquicultura”.

Gregolin antecipa que o Sudeste Asiático que produz 89% da aquicultura mundial, deve reduzir seu ritmo de crescimento, isso abre enormes oportunidades para o Brasil. “O mundo precisa do Brasil para suprir a crescente demanda de pescado. E, seguramente, com o potencial que temos, a expertise em outras cadeias de carnes que vai sendo transferida para a aquicultura e a dinâmica que já estamos alcançando, não frustraremos o mundo”.

IFC Brasil conta com apoio do setor

O 4º International Fish Congress tem coorganização da Fundação de Apoio ao Ensino, Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação  (FUNDEP) e da Unioeste com apoio da Secretaria Nacional de Aquicultura e Pesca (SAP) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Governo do Estado do Paraná; Associação Brasileira de Reciclagem Animal (ABRA), Associação de Produtores de Peixes do Brasil (Peixe BR), Associação das Indústrias de Pesca (Abipesca), Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Agência de Fomento do Paraná, Sanepar e Copel.

O IFC 2021 conta ainda com o apoio da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) e Sistema Faep/Senar-PR. Como parceiro o evento tem a Caixa Econômica Federal, que lançou recentemente linhas de crédito exclusivas para o agronegócio.

Fonte: Assessoria
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Notícias

Abisolo lança obra que auxilia empresas no registro de fertilizantes orgânicos e biofertilizantes no Mapa 

O livro “Aminoácidos, extratos de algas, extratos vegetais e substâncias húmicas como biofertilizantes” é organizado pelos pesquisadores Átila Francisco Mógor e Gilda Mógor.

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A Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo) lança o livro “Aminoácidos, extratos de algas, extratos vegetais e substâncias húmicas como biofertilizantes”.  A obra tem por objetivo ser um guia para auxiliar as empresas na compreensão do escopo da Instrução Normativa 61. Em vigor desde julho de 2020, a norma estabelece as regras para caracterização e registro de fertilizantes orgânicos e dos biofertilizantes no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A obra tem como organizadores os professores, Dr. Átila Francisco Mógor e Dra. Gilda Mógor, com a contribuição de 22 pesquisadores de importantes instituições de ensino e pesquisa nas áreas de Engenharia Agronômica, Biologia, Microbiologia, Farmácia e Tecnologia de Alimentos. O livro consolida os mais recentes estudos sobre biofertilizantes, que têm repercutido no Anuário da Abisolo. O pré-lançamento da obra ocorreu na 9ª edição do Abisolo Fórum e Exposição, no início do mês de junho, em Campinas (SP).

A Instrução Normativa 61 detalha as definições, exigências, especificações, garantias, tolerâncias, registro, embalagem e rotulagem dos fertilizantes orgânicos e dos biofertilizantes, destinados à agricultura. “A demanda por consolidação para essa classe de produtos denominada biofertilizantes é antiga. O grupo técnico tem trabalhado nesse processo há 10 anos”, explica o professor, Átila Mógor.

De acordo com o professor, o efeito do biofertilizante (bioatividade) não tem relação com a fração mineral de um produto, ou seja, o efeito de atuar direta ou indiretamente sobre o todo ou parte das plantas cultivadas. Esse efeito está relacionado ao princípio ativo ou agente orgânico, e não ao eventual teor de nutrientes da formulação, sem desconsiderar possíveis efeitos sinérgicos. “Para enfrentar os crescentes desafios da produção agrícola diante de alterações climáticas, os biofertilizantes podem ser alternativas eficientes na mitigação dos efeitos dos estresses abióticos”, pontua Mógor

O lançamento do livro marca a convergência do conhecimento científico da academia e a atuação da Abisolo, como entidade representante do setor e incentivadora das pesquisas relacionadas à nutrição vegetal. Pelo menos mil exemplares da primeira edição da publicação foram destinados às indústrias associadas do setor e à bibliotecas das universidades de Ciências Agrárias, democratizando o acesso ao conteúdo relacionado aos fertilizantes especiais.

Sustentabilidade e qualidade

“Aminoácidos, extratos de algas, extratos vegetais e substâncias húmicas como biofertilizantes” contempla ainda estudos para se produzir mais e melhor, de forma sustentável, impactando positivamente nos resultados da produção agropecuária. “É uma forma de difusão do conhecimento estratégico, com conteúdo em linguagem acessível, para que não apenas cientistas, mas também agricultores e pecuaristas se utilizem cada vez mais do conhecimento científico para definir suas estratégias, visando a melhor performance da produção”, detalha o presidente do Conselho Deliberativo da Abisolo, Clorialdo Roberto Levrero.

A disseminação do livro contribui com o setor e a pesquisa científica, além de difundir o conhecimento acadêmico, graças ao padrão de linguagem relacionando pesquisa, mercado e a legislação vigente. A revisão científica é muito consistente e apresenta um resumo gráfico no final de cada capítulo, além de utilizar ilustrações como recurso para consulta rápida para sanar dúvidas.

Fonte: Assessoria
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