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Estratégias de crescimento da proteína animal em pauta no Avicultor Mais 2025
Um dos eventos mais renomados do país, o Avicultor Mais 2025 será completo, apresentando a Feira de Produtos e Serviços – reunindo cerca de 120 das principais marcas do setor.

O Brasil deverá expandir, ainda mais, sua presença global, consolidando-se como um dos maiores exportadores de frango, ovos e tilápias do mundo, em 2025. Os números de mercado são animadores para esses setores, que representam as proteínas animais que mais crescem no país.
Diante da importância e expectativas para bons negócios nos próximos anos, além da necessidade de discutir novas estratégias que garantam o atendimento à crescente demanda de mercado, produtores do Brasil e representantes de empresas de diversas partes do mundo estarão no Avicultor Mais 2025 – frangos, ovos & peixes, que será realizado nos dias 25 e 26 de junho, em Belo Horizonte, no Expominas, o maior centro de convenções e eventos de Minas Gerais.
Um dos eventos mais renomados do país, o Avicultor Mais 2025 será completo, apresentando a Feira de Produtos e Serviços – reunindo cerca de 120 das principais marcas do setor – e Palestras Técnicas, com especialistas de várias partes do país, ministrando os principais temas de interesse da avicultura e aquicultura.
Frangos e Ovos

Foto: Rodrigo Felix Leal
Somente a avicultura gera cerca de 4 milhões de empregos diretos e indiretos, no Brasil. “As exportações brasileiras de carne de frango deverão continuar crescendo. China, Emirados Árabes Unidos e Japão são os principais importadores, e o Brasil seguirá consolidando-se como o maior exportador mundial de carne de frango. Além disso, o Brasil é um porto seguro, em se tratando de produção e exportação da carne de frango de qualidade para o mundo. Os parâmetros de seguridade na cadeia produtiva são considerados como um dos melhores no âmbito mundial”. A afirmação é do presidente do Conselho Diretor da Associação dos Avicultores de Minas Gerais (Avimig), Antônio Carlos Vasconcelos Costa.
Dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) revelam que, em 2024, a produção de carne de frango deve atingir 15,10 milhões de toneladas, crescimento de 1,8% em relação a 2023. Para 2025, a expectativa é de produção de 15,35 milhões de toneladas, crescimento de 2,3%, em relação a 2024. As exportações de carne frango, em 2024, devem atingir 5,25 milhões de toneladas, crescimento de 2,2 % em relação a 2023. A expectativa é de 5,35 milhões de toneladas para 2025, crescimento de 1,9%, de acordo com a ABPA.

“Acompanhamos o aumento crescente da procura por ovos como fonte de proteína. Com isso, a produção deve crescer, com consumo per capita previsto para cerca de 300 ovos em 2024, atingindo níveis semelhantes aos da pandemia. A grande parte da produção é destinada ao mercado interno, porém, há projeções de que possamos tornar também um exportador relevante de ovos”, disse Antônio Carlos Costa. A expectativa é que a produção de ovos em 2025 atinja 57,5 bilhões de unidades, após fechar 2024 em 56,9 bilhões de unidades. Em exportação, a expectativa é de 22 mil toneladas em 2025, fechando este ano em 20 mil toneladas.
Aquicultura

Foto: Divulgação/Arquivo OPR
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que a produção de peixes chegou a mais de 655 mil toneladas, atingindo um novo recorde, em 2023. O peixe mais produzido no Brasil é a tilápia, colocando país como o quarto maior produtor do mundo. Em 2023, a produção correspondeu a 67,5% do total de espécies produzidas, e o município que se destacou como o maior produtor da piscicultura foi Morada Nova de Minas, em Minas Gerais, que aumentou exponencialmente sua produção e, agora, responde por 3,1% da fabricação nacional.
O evento
O Avicultor Mais 2025 é uma realização da Associação dos Avicultores de Minas Gerais (Avimig) e do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado de Minas Gerais (Sinpamig) e tem o apoio da Associação dos Aquicultores e Empresas Especializadas de Minas Gerais (Peixe MG).

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.





