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Estratégia de biosseguridade no intervalo de lotes para melhorar status sanitário no frango de corte

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Manter a saúde de aves em perfeitas condições é sempre um desafio. Afinal, está em jogo não apenas a produtividade dos lotes, mas também a rentabilidade da atividade. Com o foco no uso racional de medicamentos, produtores e veterinários utilizam cada vez mais medidas de biosseguridade e prevenção. Uma dessas medidas é durante o intervalo de lotes, um dos períodos mais importantes, portanto, para se cuidar da biosseguridade dessas aves. De acordo com Ana Caselles, gerente técnica de aves da SANPHAR Saúde Animal para a América Latina, o intervalo entre lotes deve respeitar três etapas importantes: a primeira é a limpeza para remoção de matéria orgânica, pó e penas, seguida pela desinfecção por produtos específicos para reduzir a pressão de infecção e, logo, o vazio sanitário, que consiste na proibição da entrada de pessoas ou animais.

“Durante o intervalo de lote, a etapa de desinfecção úmida pode ser comprovadamente substituída pela desinfecção a seco. A desinfecção a seco é uma prática que tem se tornado mais interessante na produção de frango de corte devido à sua eficácia no controle de patógenos persistentes nas instalações e melhoria das condições ambientais no local. Nos casos de reutilização de cama, desinfetantes líquidos, em sua maioria, têm efeito limitado de desinfecção devido à grande quantidade de matéria orgânica e inativação dos princípios ativos desses produtos, favorecendo a multiplicação de agentes posteriormente pela presença da água. Já os produtos secos podem conferir bons resultados nesse período”, explica a gerente da SANPHAR.

Ana Caselles afirma que para que o objetivo seja alcançado é necessário que, previamente, seja feita uma boa limpeza a seco na instalação, retirando sujidades e restos de ração (matéria orgânica), dos equipamentos e superfícies das instalações, como forro, laterais e muretas, assim como a queima das penas.

Visando oferecer alternativas para desinfecção a seco no intervalo de lote, a SANPHAR Saúde Animal oferece em seu portfólio o desinfetante Stalosan F, que é ativo na presença de matéria orgânica, atua para diminuir a pressão de infecção e tem aplicação segura tanto para os trabalhadores, como para os animais a serem alojados. O produto é 100% mineral e atua de forma direta nos micro organismos por polaridade, provocando estresse oxidativo e eliminando-os, além de atuar de forma indireta, regulando a umidade e os gases nocivos presentes na instalação, como a amônia, e, assim, melhorando as condições ambientais das instalações.

Stalosan F atua contra bactérias, fungos e vírus, e tem amplo espectro na redução de pressão infecciosa nas instalações. Por ter ação sob matéria orgânica, contribui para situações nas quais os processos de limpeza e desinfecção tradicionais não são os mais adequados. O produto da SANPHAR também pode ser usado na presença de animais, embora o uso entre lotes seja o mais indicado (após a limpeza a seco).

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Cargill Nutrição Animal destaca a importância de fitogênicos na avicultura

Bioativo pode ser usado na prevenção de problemas genéticos para a progênie e na diminuição de infertilidade de galos reprodutores

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Luis Otávio Roberto, Consultor Técnico LATAM em Eubióticos para Aves da Cargill Nutrição Animal. - Foto: Divulgação

O consumo de proteína animal tem sido cada vez maior. Em especial, quando olhamos para o segmento da avicultura, existe crescimento tanto em ovos, quanto no consumo da carne, mas isso não se limita somente ao Brasil, o mundo também segue esta tendência, em virtude do aumento crescente da população, que requer mais alimentos e, por consequência, maior produtividade. “E não é somente essa a preocupação de produtores, a necessidade de se ter aves cada vez mais saudáveis, é requisito número um para que se possa alcançar e atender a demanda do mercado, e além disso, no mesmo sentido, a exigência por alimentos cada vez mais saudáveis, priorizando o bem-estar animal, também tem sido uma demanda cada vez maior por parte da população”, explica Luis Otávio Roberto, Consultor Técnico LATAM em Eubióticos para Aves da Cargill Nutrição Animal.

Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações brasileiras de ovos totalizaram 3,177 mil toneladas no primeiro bimestre de 2021. Superando em 150,6% o volume embarcado no mesmo período do ano passado. Já a carne de frango, totalizou 348,8 mil toneladas em fevereiro, volume 0,1% maior em relação ao mesmo período do ano passado.

Os produtores têm como desafios manter a produtividade e a qualidade na criação das aves, e ao mesmo tempo evitar prejuízos, já que os valores investidos são altos. Mas os cuidados para a produção de aves de boa qualidade começam antes mesmo da concepção, no manejo desde a fase de cria/recria e nos programas de alimentação dos galos que atuam como reprodutores, como forma de evitar problemas de infertilidade e problemas genéticos em sua progênie; aumentando a fertilidade deles em lotes de reprodutoras.

Roberto Montanhini, diretor Global para Monogástricos da Delacon, empresa pioneira e líder mundial de fitogênicos para alimentação animal, relata como a aplicação dos extratos de plantas, conhecidos como bioativos, podem auxiliar no metabolismo dos galos machos através da alimentação.

“A carga genética que o animal passa através do sêmen e dos espermatozoides são muito suscetíveis à oxidação, e por qualquer estresse que o galo esteja passando já que a reprodução animal é muito intensiva, traz vários níveis de estresse para o animal e pode acontecer que haja uma perda da qualidade reprodutiva, ou seja, da fertilidade desse esperma”, afirma Roberto.

Os fitogênicos vêm na direção de diminuir ao máximo os efeitos dos radicais livres, e dessa forma, podem atuar garantindo uma boa proteção antioxidante. “Naturalmente, tanto o sêmen terá uma qualidade adequada, quanto os espermatozoides e respectivamente a carga genética que os galos estão transferindo através desses espermatozoides. E quando esse material genético chegar às fêmeas, teremos a garantia de maior fertilidade, ou seja, uma capacidade de produzir ovos férteis, por consequência, teremos mais pintinhos e naturalmente, eles terão uma carga genética adequada, não tendo sofrido nenhum dano na transferência dos espermatozoides, e por fim, teremos uma alta viabilidade, que é o que se espera do frango de corte ao final”, conclui Roberto.

O estresse citado acima, é referente ao manejo das aves no ambiente onde são criadas, e mesmo dentro dos padrões recomendados com toda a estrutura necessária, às alterações de temperaturas podem fazer com que as aves tenham estresse pelo calor ou o que chamamos de estresse térmico.

Os fitogênicos já são uma realidade no Brasil, mas para a avicultura é uma solução inovadora, que ajuda no fortalecimento do sistema imunológico e digestivo das aves, uma vez que as restrições ao uso de antibióticos em sua forma terapêutica têm aumentado.

Muitas pessoas já descobriram os benefícios dos bioativos para a saúde, as frutas vermelhas estão entre as mais indicadas para o combate aos radicais livres gerados pelos processos metabólicos do organismo, mas elas não estão só, os flavonoides, também têm propriedades anti-inflamatórias e podem ser encontradas em grandes quantidades em alguns alimentos como uva, cebola, brócolis e chás.

No entanto, o Luis, reforça: “além de um programa nutricional adequado, e com o aditivos fitogênicos bem posicionados dentro dos programas alimentares de machos, também é necessário sempre seguir as orientações de especialistas, e as recomendações específicas de manejo de criação dos machos, desde a fase de cria/recria das aves, que possuem muitas particularidades entre as diferentes linhagens disponíveis no mercado e, um rígido programa de biosseguridade, para o controle das principais enfermidades infecciosas e parasitárias”.

Fonte: Assessoria
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Empresas Nutrição

Aromabiotc® Pigs: uma inovação em aditivos nutricionais para suinocultura

Produto lançado pela Agrifirm faz parte da linha de aditivos da multinacional holandesa, a linha Agrimprove, trazendo consigo todo arcabouço técnico-científico e expertise global em nutrição agora para os suinocultores brasileiros

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Arquivo / OP Rural

Neste mês (junho) a suinocultura brasileira passa a contar com o Aromabiotic® Pigs, uma solução nutricional inovadora que traz a assinatura de uma das mais importantes empresas especializadas em nutrição animal do mundo, a multinacional holandesa Agrifirm. Quem traz os detalhes sobre esta tecnologia recém-chegada em solo nacional é o zootecnista e mestre em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) Marcelo Tadeu Thomaz de Moraes, Gerente Técnico de Aditivos da Agrifirm Brasil.

“O Aromabiotic® Pigs é um produto inovador que estamos lançando para o mercado brasileiro e que já é sucesso na Europa e Ásia. Ele é uma combinação única de ácidos graxos de cadeia média (AGCM) livres, em pó, destinado para melhoria constante de performance em leitões em fase de creche”, informa.

Ele conta que para alcançar este resultado a equipe técnico-científica global da Agrifirm conduziu vários estudos em todo o mundo com foco no impacto dos AGCM’s na produção de suínos. De acordo com Marcelo, uma parte significativa desses estudos se concentrou no Aromabiotic® Pigs, que contém uma proporção balanceada dos diferentes ácidos graxos de cadeia média. “Provamos que a eficácia combinada dos ácidos graxos de cadeia média é maior do que o uso de compostos únicos, especialmente em condições práticas de criação de suínos, onde uma ampla gama de patógenos Gram + e Gram– pode prejudicar o desempenho dos animais. O uso de Aromabiotic® Pigs na produção de suínos melhora significativamente o desempenho dos animais, melhorando o equilíbrio econômico das granjas”, salienta.

A combinação exclusiva e patenteada de diferentes ácidos graxos de cadeia média (C6, C8, C10 e C12) livres tornam o Aromabiotic® Pigs um aditivo acidificante único e de amplo espectro para controle de bactérias patogênicas com ação direta sobre bactérias Gram- e Gram +. “Ao ser misturado na ração, o produto age diretamente no trato gastrointestinal e na população bacteriana patogênica presentes na flora intestinal, com elevada capacidade antimicrobiana e na redução da patogenicidade viral das bactérias prejudiciais presentes no TGI. Também, ao debruçarmos sobre seus efeitos no organismo animal, sua ação gera melhoria na morfologia intestinal, além de apresentar benefícios no sistema imune circulante”, detalha Marcelo.

Ademais, destaca Gerente Técnico de Aditivos da Agrifirm, objetivando a otimização de saúde e performance de leitões em fase de creche, o Aromabiotic® Pigs entrega para o suinocultor melhoria da conversão alimentar, maior ganho de peso, maior capacidade imunitária, aumento da superfície de absorção intestinal, auxilio na redução de uso de antibióticos e melhora na saúde intestinal.

Quem celebra também esta conquista é o Diretor Comercial da Agrifirm, Roger van der Vinne, que resume a importância da tecnologia em prol do desenvolvimento sustentável da suinocultura brasileira: “Aromabiotic® Pigs é uma solução inovadora para suinocultura que possui o DNA da Agrifirm em seu conceito. A partir de agora, o suinocultor nacional passa a ter acesso a uma ferramenta importantíssima que, além se estar totalmente alinhada aos mais modernos conceitos de sustentabilidade e bem-estar animal, melhora bem os seus resultados de retorno sobre os investimentos feitos na área da nutrição. Assim como já vemos em diversos países do mundo nos quais o produto já tem tido enorme sucesso, com certeza aqui no Brasil isso também deverá ser assim”, completa.

Fonte: Assessoria
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Bayer lança Intacta 2 Xtend®️, nova geração de soja que irá revolucionar o potencial produtivo do Brasil

Com mais de 30 variedades disponíveis, a solução é mais um passo da Bayer no protagonismo do mercado agrícola, com foco em inovação e sustentabilidade

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Foto: Divulgação

O lançamento da nova tecnologia INTACTA 2 XTEND® contou com pesquisas, estudos e a intensa parceria com produtores rurais e acadêmicos para chegar ao mercado de forma precisa, impactando o potencial produtivo e levando ao crescimento da produtividade da soja brasileira de forma sustentável. Contando com tecnologias de ponta e as melhores recomendações de manejo, a terceira geração de biotecnologia em soja da Bayer chega comercialmente ao mercado já para a safra 2021/2022. Em parceria com as principais empresas de sementes, mais de 30 variedades de soja serão posicionadas para as principais regiões sojicultoras do Brasil e estarão disponíveis para todos os produtores licenciados, sendo três delas desenvolvidas exclusivamente para áreas de refúgio.

Toda a plataforma INTACTA 2 XTEND® foi experimentada e testada durante os últimos dois anos em mais de 500 áreas em todos o Brasil. Dentre essas áreas, foi possível averiguar que a nova tecnologia entregou 3,25 sacas por hectare a mais em relação aos principais checks (variedades similares existentes no mercado) na safra 2020/2021. Com base nos benefícios ao agricultor obtidos na safra 2020/2021com a plataforma INTACTA 2 XTEND®, no ano de lançamento a tecnologia INTACTA 2 XTEND® vem com o preço de R﹩ 173,10 por hectare.

“Nossa expertise em soja evoluiu, claro, não apenas pelo pioneirismo em ofertar as principais biotecnologias disponíveis – Roundup Ready® (RR) e INTACTA RR2 PRO®, mas também pelo importante trabalho de construção e desenvolvimento da plataforma INTACTA 2 XTEND®. Foi um grande aprendizado trabalhar em parceria com agrônomos, entidades cientificas e cientistas, que possibilitaram adaptações e recomendações aos diferentes tipos de solo, clima e plantio brasileiro”, afirma Marcio Santos, vice-presidente da área comercial da divisão agrícola da Bayer Brasil. “Este trabalho conjunto foi fundamental para moldarmos as especificações para a nova tecnologia, que acreditamos ser uma ferramenta extremamente importante ao produtor, responsável pelo futuro da soja no Brasil. Queremos contribuir para cultivos cada vez mais sustentáveis e que tragam ganhos ao produtor, sejam em performance ou redução de uso de recursos naturais e insumos. O produtor hoje tem um olhar mais abrangente e voltado para o manejo correto”, explica Santos.

A importância desta evolução é exemplificada pelos dados de produção das últimas duas décadas, em que o País saltou de um pouco mais de 32 milhões de toneladas de soja (Conab, 2000) para quase 125 milhões de toneladas (Conab, 2020). “Este avanço na produção e exportação da soja pelo nosso País se deu ao investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento feito por entidades, empresas públicas e empresas privadas e, principalmente, devido ao empreendedorismo e profissionalismo dos produtores brasileiros”, completa Santos.

A biotecnologia INTACTA 2 XTEND® proporciona uma proteção mais abrangente contra as principais lagartas da cultura da soja, expandindo seu escopo de defesa contra duas espécies relevantes, a Helicoverpa armigera e a Spodoptera cosmioides, somadas às quatro pragas que são alvo da tecnologia INTACTA RR2 PRO®. A tolerância das variedades com tecnologia INTACTA 2 XTEND® e Refúgio Xtend® ao herbicida dicamba, além do glifosato, é outro grande benefício, podendo ser aplicado no pré-plantio da cultura. O dicamba apresenta alta eficiência no manejo de plantas daninhas de folhas largas, como a buva, caruru, a corda-de-viola e o picão-preto.

A biotecnologia vem oferecer soluções integradas ao sojicultor brasileiro pensadas e criadas com uma forte cadeia colaborativa. “A proximidade e parceria com o agricultor e com especialistas nos campos de testes trouxeram diversidade para uma discussão necessária para o lançamento de qualquer tecnologia. Sempre houve muita transparência, ciência e trocas que culminaram na melhor recomendação de uso”, comenta Natália Carvalho, líder de lançamento da plataforma INTACTA 2 XTEND®. Para Natália, sempre ficou muito claro a preocupação da empresa em dar visibilidade a esta parceria, ponto central para o sucesso da nova biotecnologia. “Esse conjunto de soluções integradas nós temos chamado de ‘A Nova Era da Soja’”, completa a executiva.

 

Produtores Eleitos na safra 20/21

Na safra anterior, quase 300 áreas de produtores Eleitos i2x foram plantadas para testar e experimentar as ferramentas da plataforma INTACTA 2 XTEND®. A ideia do projeto foi proporcionar uma experiência completa – do plantio à colheita – registrada e acompanhada por especialistas de campo e também através da Climate FieldView™, ferramenta de agricultura digital da Bayer

Com o monitoramento, foi possível estabelecer protocolos de operação para a obtenção do melhor desempenho da nova plataforma e biotecnologia nos campos. “Nos preocupamos em oferecer uma solução completa e integrada ao agricultor. Não é apenas a eficácia da biotecnologia, mas também o suporte de uma equipe de campo altamente qualificada e um amplo programa de treinamento e capacitação para toda a cadeia produtiva para, assim, obtermos as melhores recomendações para a plataforma”, explica Natália.

A Fazenda Feldhaus foi uma das escolhidas para área de testes, na região de Cláudia, próximo à Sinop, em Mato Grosso. Segundo Marcos Feldhaus, gestor da propriedade que destina cinco mil hectares para a produção de soja, a biotecnologia da Bayer foi uma transformação para a produção do cultivo da região. “Nós plantamos variedades desde a primeira geração de Intacta. Antes da tecnologia, nós tínhamos muitos problemas com pressões de lagartas e plantas daninhas que, sem dúvida, foram mitigados com a chegada da biotecnologia”, reforça.

Marcos ressalta ainda, que a fazenda foi a primeira a testar a biotecnologia INTACTA 2 XTEND® e que as consultorias da equipe da Bayer foram essenciais para o entendimento da nova geração no campo. “Nós fizemos uma área teste com quatro hectares e cinco variedades. Atingimos até 80 sacas por hectare com a biotecnologia INTACTA 2 XTEND® na fazenda, número acima da média da região. Para nós, o resultado reforça a importância destas novas proteínas e do uso do dicamba, como mais uma ferramenta para o produtor”, conclui o produtor.

Fonte: Assessoria
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