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Estados prorrogam vacinação contra febre aftosa

Paraná e Rio Grande do Sul prorrogaram o prazo para 10 de dezembro; principal motivo é a falta de vacinas em determinadas regiões dos Estados

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Os Estados do Paraná e do Rio Grande do Sul prorrogaram o prazo da segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa. O prazo era esta sexta-feira (30). Agora, com a prorrogação da data, a segunda etapa termina no dia 10 de dezembro. O principal motivo foi o reduzido estoque de vacina nas revendas dos Estados, o que pode comprometer o índice de vacinação.

Segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), o Ministério da Agricultura enviou 8.081.730 de doses para o Estado, que somadas ao estoque existente no Paraná seriam insuficientes para a vacinação obrigatória nesta etapa, estimada em 9,2 milhões de bovídeos.

Agora os produtores poderão adquirir as doses e imunizar o rebanho até o dia 10 de dezembro. Com a prorrogação, o prazo para comunicar a vacinação, procedimento também obrigatório, fica para 17 de dezembro. Conforme a coordenadora do Programa de Combate à Aftosa no RS, Grazziane Rigon, a orientação é para os produtores acessarem o site agricultura.rs.gov.br/aftosa para conferir a agropecuária mais próxima com a vacina.

Na etapa da campanha de novembro, que iniciou dia 1º, é obrigatória a vacinação e a sua comprovação para bovídeos de todas as idades. Os produtores que não regularizarem a situação no prazo estabelecido são notificados e estão sujeitos às penalidades previstas em lei.

A principal razão para extensão do prazo foi a mudança na formulação da vacina, que, de trivalente, com vírus A, O e C, passou a ser bivalente, apenas com cepas dos vírus A e O, na dose de 5ml.

Nas próximas campanhas em todo o Brasil será usada a mesma vacina bivalente, porém na dose de 2 ml. “Essa mudança fez com que as revendas autorizadas tivessem mais cuidado na formação do estoque, pois vacinas nessa formulação não poderão ser comercializadas nas próximas campanhas”, diz o diretor-presidente da Adapar, Inácio Kroetz.

Fonte: O Presente Rural com informações da Assessoria

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Notícias Sanidade

ABPA e DIPOA promovem encontro sobre inspeção

Será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos

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Divulgação/Agrostock

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura (DIPOA/MAPA) realizam ao longo desta semana um encontro conjunto para tratar sobre temas do sistema de inspeção do setor de proteína animal. A programação do evento, iniciada na segunda-feira (18), segue até sexta-feira (22), em São Paulo, SP.

Na ocasião, será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos. Além disso, também serão discutidas as ações e procedimentos de verificação oficial dos controles em estabelecimentos produtores de carne e suínos. Participam do encontro técnicos das agroindústrias produtoras e exportadoras e auditores fiscais do Ministério da Agricultura.

“Este é um trabalho que tem como princípio o fortalecimento do trabalho pela qualidade e a reconstrução da imagem do setor produtivo, seguindo todos os parâmetros legais em uma parceria do setor público e da iniciativa privada.  Esperamos realizar, em breve, novos eventos com o mesmo objetivo”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Leiteiro

Estoques reduzidos e menor produção elevam preço do UHT

Altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios

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O preço do leite UHT negociado no atacado do Estado de São Paulo subiu 0,24% entre as duas últimas semanas, fechando com média de R$ 2,4357/litro no período entre 11 e 15 de fevereiro. Conforme colaboradores do Cepea, as altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios.

Apesar da valorização, as negociações entre laticínios e atacados permaneceram baixas. Já o queijo muçarela se desvalorizou 0,83% na mesma comparação, fechando com média de R$ 17,2862/kg entre 11 e 15 de fevereiro. Quanto à liquidez no mercado deste derivado, permaneceu estável no período.

Fonte: Cepea
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Notícias No Paraná

Trigo pode ser boa alternativa ao produtor na 2ª safra

Como o clima está favorável, os preços e custos de produção irão balizar tomada de decisão dos agricultores

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Divulgação/SECS

Com o avanço da colheita dos grãos de verão no Paraná, triticultores do Estado já planejam a divisão das áreas de semeio na segunda safra. Como o clima está favorável ao desenvolvimento tanto do trigo quanto do milho, os preços e custos de produção é que irão balizar a tomada de decisão dos agricultores por um ou outro.

Segundo dados da equipe de custos agrícolas do Cepea, em Cascavel, PR, o custo operacional de produção do milho 2ª safra foi calculado em R$ 2.822,54/hectare, contra R$ 1.901,03/ha para o trigo. A produtividade média das últimas três safras foi de 93 sacas/ha para o milho e de 49 sc/ha para o trigo, de acordo com dados do Deral/Seab.

Considerando-se os valores médios de venda em janeiro/19, as receitas geradas seriam de R$ 2.724,08/ha para o milho e de R$ 2.343,38/ha para o trigo. Portanto, a receita obtida com a cultura do trigo foi suficiente para saldar os custos operacionais e gerar margem positiva ao produtor, de R$ 442,35/ha. Já a receita obtida com o milho 2ª safra não foi suficiente para cobrir o total de desembolsos, resultando em margem negativa ao produtor, de R$ 98,46/ha.

Fonte: Cepea
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