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Estação de monta: antecipação é chave para reduzir erros e garantir rentabilidade na pecuária

Planejamento técnico e uso de soluções reprodutivas adaptadas ao campo fortalecem resultados e ampliam a eficiência dos rebanhos.

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Pedro Nacib Jorge Neto: "O uso de um sistema de análise computadorizada do sêmen (CASA) quando aliado à devida avaliação das estruturas reprodutivas dos machos gera dados confiáveis para a seleção de reprodutores com maior potencial reprodutivo"

A estação de monta é um dos períodos mais estratégicos da pecuária brasileira, sendo responsável por definir a eficiência reprodutiva e a rentabilidade das fazendas. No entanto, muitos gargalos persistem devido a falhas de manejo que poderiam ser evitadas com planejamento antecipado e estratégias bem estruturadas.

Entre os erros mais frequentes estão a ausência de avaliação reprodutiva prévia, a desatenção ao estado corporal das matrizes, a falta de protocolos consistentes e a gestão fragmentada de dados — fatores que comprometem diagnósticos precoces e reduzem as taxas de concepção.

Reconhecida mundialmente por sua expertise em biotecnologias para reprodução animal, a IMV Technologies, por meio da sua subsidiária brasileira sediada em Campinas (SP), reforça que a preparação antecipada e o suporte técnico especializado são determinantes para assegurar um maior número de animais nascidos, a uniformidade dos lotes e a sustentabilidade econômica.

Luiz Eduardo Kneese: “A realização da avaliação ginecológica com auxílio da ultrassonografia quando realizada no início da estação aumenta a eficiência nos protocolos, reduz o tempo de exposição de vacas vazias e garante maior uniformidade nos lotes de nascimento”

A empresa orienta que o diagnóstico precoce no campo é um dos principais diferenciais para reduzir perdas. Também, identificar prenhezes em fases iniciais e avaliar a saúde reprodutiva de forma ágil permite maior previsibilidade nos índices de concepção.

“A realização da avaliação ginecológica com auxílio da ultrassonografia quando realizada no início da estação aumenta a eficiência nos protocolos, reduz o tempo de exposição de vacas vazias e garante maior uniformidade nos lotes de nascimento”, destaca Luiz Eduardo Kneese de C. Fidelis, Coordenador Técnico-Comercial da IMV do Brasil.

Outro ponto essencial, segundo o especialista, é o monitoramento contínuo das fêmeas, especialmente no período pós-parto, o que possibilita ajustes de manejo para reduzir o tempo em que esta vaca precisa para retornar aos protocolos de IATF e favorece índices superiores de fertilidade. “O acompanhamento reprodutivo detalhado assegura melhor seleção de matrizes e receptoras, maior aproveitamento genético voltado para a seleção de animais com melhores índices reprodutivos e traz mais eficiência no uso dos recursos da fazenda”, reforça Luiz.

A avaliação reprodutiva dos machos também é decisiva, acrescenta Pedro Nacib Jorge Neto, Diretor Técnico-Comercial da IMV do Brasil, já que a qualidade dos touros e sua aptidão reprodutiva impacta diretamente a taxa de prenhez. “O uso de um sistema de análise computadorizada do sêmen (CASA) quando aliado à devida avaliação das estruturas reprodutivas dos machos gera dados confiáveis para a seleção de reprodutores com maior potencial reprodutivo”, explica.

Com base nessas avaliações, completa Pedro, “o produtor reduz perdas financeiras, assegura uma melhor fertilidade do rebanho e uma maior taxa de prenhez da estação de monta.

Além disso, a integração dos dados de campo em sistemas de gestão proporciona a tomada de decisão em tempo real, ajustando protocolos e reduzindo falhas de manejo se torna importante. “Quando transformamos dados em decisões práticas, conseguimos elevar a eficiência zootécnica e garantir maior rentabilidade e sustentabilidade para a pecuária”, complementa.

Para Luiz, “a eficiência reprodutiva não pode ser encarada como um fator de sorte. Quando o pecuarista se antecipa aos desafios da estação de monta, minimiza riscos, reduz perdas e transforma a reprodução em motor de rentabilidade”, conclui o Coordenador Técnico.

Combinando conhecimento técnico, experiência de campo e práticas inovadoras, a IMV do Brasil se consolida como parceira estratégica no apoio à pecuária nacional diante de seus maiores desafios reprodutivos.

Fonte: Assessoria IMV

Empresas Agenda de sustentabilidade

Com reaproveitamento de mais 17,6 mil toneladas de resíduos, GTF reforça sua economia circular em 2025

Relatório de Sustentabilidade destaca modelo produtivo integrado, desenvolvimento de comunidades rurais e alinhamento a padrões internacionais de ESG

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GTF / Divulgação

A GTF avançou de forma consistente em sua agenda de sustentabilidade em 2025, consolidando práticas de economia circular, eficiência operacional e fortalecimento da governança ESG em suas operações industriais. Ao longo do ano, a companhia destinou aproximadamente 87% dos seus resíduos não perigosos para processos de recuperação e valorização, totalizando 17.638 toneladas reaproveitadas de um volume de 20.245 toneladas processadas. As soluções incluem reaproveitamento de recursos e processos biológicos, reforçando o compromisso da empresa com a hierarquia de redução, reutilização e reciclagem.

Além disso, foram gerenciadas 6.609 toneladas de lodo centrifugado oriundo de abatedouros, com destinação ambientalmente adequada. A GTF também manteve programas de logística reversa e apoio a cooperativas de reciclagem, contribuindo para a inclusão social e para o fortalecimento da cadeia de reciclagem.

Na frente de energia renovável, a empresa deu continuidade ao uso de biodigestão para geração de biogás nas unidades de fecularia. A carga orgânica dos efluentes é direcionada para biodigestores, permitindo a geração de energia renovável utilizada nos próprios processos produtivos, o que reforça a redução da dependência de fontes convencionais de energia.

No eixo de gestão hídrica, a GTF manteve uma abordagem integrada envolvendo captação, monitoramento, tratamento, reuso e destinação de efluentes. Entre as iniciativas de destaque estão a higienização a seco na unidade de Maringá, o reuso de água industrial em Paraíso do Norte e o desenvolvimento de projetos voltados ao aproveitamento de efluente tratado. A empresa também opera estações próprias de tratamento com etapas físico-químicas e biológicas.

Em relação às mudanças climáticas, o relatório aponta redução das emissões de CO₂ do Escopo 2 em comparação ao ano anterior, impulsionada por ganhos de eficiência energética e melhorias operacionais. A companhia também ampliou seu inventário de emissões, incorporando novas fontes do Escopo 3 e fortalecendo o monitoramento ambiental. A empresa também iniciou o fortalecimento da avaliação ESG de fornecedores, ampliando a rastreabilidade e o controle ambiental em toda a cadeia de suprimentos.

“Em 2025, a GTF avançou de forma consistente em sua agenda de sustentabilidade, consolidando práticas de economia circular e eficiência operacional. Destinamos aproximadamente 87% dos nossos resíduos não perigosos para recuperação e valorização, além de avançarmos em iniciativas de energia renovável, gestão hídrica e redução de emissões. Esses resultados reforçam nosso compromisso com a inovação, a responsabilidade ambiental e o fortalecimento contínuo da nossa governança ESG em toda a cadeia produtiva”, disse Rafael Tortola, CEO da GTF.

Fonte: Assessoria
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Empresas Suinocultura

Da versatilidade à nutrição: como a carne suína tem conquistado o paladar dos brasileiros

A qualidade da carne está diretamente ligada ao processo produtivo no campo; o setor de suinocultura é um dos motores do superávit da balança comercial do agronegócio nacional

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Foto: Divulgação Abcs

A carne suína segue ganhando destaque na mesa do brasileiro. Segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Anual (ABPA), o consumo alcançou a marca de aproximadamente 19,1 quilos por habitante em 2025, o que representa um aumento de 19% nos últimos cinco anos. Esse cenário promissor é reflexo de uma produção nacional que ultrapassa 5,5 milhões de toneladas anuais e exportações que atingiram cerca de 1,51 milhão de toneladas no ano passado.

Por trás desses números expressivos está o trabalho de produtores de alimentos, empenhados em atender às exigências do consumidor moderno, com transparência, bem-estar animal e segurança alimentar. Para alcançar padrões elevados e conquistar a confiança do consumidor em atributos como maciez, suculência e cor, a cadeia produtiva se profissionalizou e se modernizou.

“A qualidade da carne suína que chega à mesa do consumidor é resultado de uma cadeia produtiva altamente complexa e integrada, na qual manejos sanitários, estratégias nutricionais, melhoramento genético, ambiência e bem-estar animal atuam de forma sinérgica. No Brasil, essa cadeia é considerada uma das mais modernas do mundo, sustentada por avanços contínuos em tecnologia, manejo e ciência aplicada”, afirma a médica-veterinária Amanda Daniel, coordenadora técnica da unidade de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

A trajetória de consolidação da carne suína

Historicamente, o consumo de carne suína no Brasil foi impactado por mitos relacionados à saúde, alguns deles baseados em sistemas produtivos antigos que já não representam a realidade atual. “A associação da carne suína a altos teores de gordura, colesterol ou riscos sanitários ainda persiste em parte do imaginário coletivo, embora essas percepções venham sendo progressivamente desconstruídas com o avanço da ciência e da produção moderna”, destaca Amanda.

Essa mudança de percepção está diretamente relacionada à evolução tecnológica da suinocultura e ao maior acesso à informação por parte da população. “Atualmente, a carne suína apresenta perfil nutricional significativamente diferente daquele observado há décadas, com maior magreza, melhor padronização e maior controle sanitário, reflexo do melhoramento genético, da nutrição de precisão e das práticas modernas de manejo”, complementa a profissional.

A força que a carne suína tem hoje no mercado brasileiro é justamente consequência do trabalho sério e dedicado de diversos produtores e profissionais do agro. Para que o consumidor final possa ter acesso a cortes saborosos e de alta qualidade, existe uma ampla cadeia produtiva, com processos rigorosos e muito cuidado.

No Brasil, toda a carne suína comercializada passa por um sistema oficial de inspeção veterinária para assegurar a qualidade e segurança do alimento, a fim de proteger o consumidor e permitir que apenas produtos próprios cheguem ao mercado. “Durante o abate, cada animal e carcaça são avaliados. Caso seja identificado qualquer problema de saúde ou lesão que possa comprometer o consumo, a carne pode ser condenada parcialmente ou até totalmente descartada”, pontua Ísis Pasian, coordenadora técnica de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

 

A versatilidade da proteína

Com cortes variados, temperados e de fácil preparo, a proteína suína deixou de ser uma coadjuvante para se tornar, em muitas ocasiões, o prato principal nas refeições das famílias. “A carne suína é uma proteína extremamente versátil, que atende às mais diversas ocasiões de consumo e perfis de consumidores. Hoje, contamos com uma ampla variedade de cortes, desde opções mais magras e práticas para o dia a dia até cortes especiais que agregam sabor e sofisticação às refeições”, destaca Marcelo Lopes, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Ainda segundo o executivo, a carne suína evoluiu muito nas últimas décadas e, atualmente, destaca-se pelo excelente valor nutricional. “É fonte de proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B e minerais importantes para a saúde. Essa combinação de versatilidade, sabor e nutrição faz da carne suína uma escolha cada vez mais presente na mesa dos brasileiros.”

Para ressaltar a força dessa proteína, ocorreu em junho a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), organizada pela ABCS e com apoio de empresas parceiras, como a MSD Saúde Animal. Uma ação que promove ainda mais o consumo, valorizando os cortes e desmistificando a carne suína junto aos consumidores.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Better Beef produz carne premium em modelo verticalizado de autossuficiência energética e agricultura regenerativa

Na Agropecuária Vista Alegre (Better Beef Confinamento), maior confinamento coberto e com baias concretadas da América Latina, o grupo aplica princípios de agricultura regenerativa e transforma resíduos em insumos agrícolas

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Foto e texto: Assessoria

O Better Beef, empresa do Better Group, um dos maiores grupos frigoríficos do Brasil, transformou mais de 40 mil toneladas de resíduos industriais em nutrição animal, em apenas um ano. Com base em fatores de emissão de referência do setor (GHG Protocol), esse resultado representa redução de 20.537 toneladas de CO₂ no ambiente.

“Enquanto o mercado discute sustentabilidade, o Better Group pratica esse conceito em cada elo da cadeia. Com nosso propósito de ‘Alimentar Hoje. Cuidando do Amanhã”, construímos um sistema para entregar carne de excelência com impacto ambiental reduzido, em um modelo maduro de economia circular aplicado à pecuária”, informa Everton Gardezan, gerente de marketing do Better Group.

Esse não é o único exemplo. Por meio do processamento e recuperação da levedura oriunda da fermentação de usinas e cervejaria, o Better Beef produziu, no ano passado, mais de 2 milhões de litros de álcool, contemplando álcool industrial, álcool neutro e álcool carburante.

O álcool carburante é utilizado no abastecimento da frota própria, promovendo autossuficiência energética e redução do consumo de combustíveis fósseis. Já o álcool industrial e o álcool neutro atendem aos mercados industriais e domissanitários, agregando valor ao processo e fortalecendo o conceito de economia circular dentro do ecossistema agroindustrial. Baseada em fatores de referência setorial, esse processamento representa economia de aproximadamente 4.000 toneladas de CO₂ equivalente.

Os números crescerão ainda mais com a entrada em operação do Projeto Batata-Doce, que prevê o aproveitamento de descarte agrícola da região para produção de 15.000 litros de álcool, 20 toneladas de WDG (aditivo nutricional) e biogás na ordem de 10.000 Nm³/dia, que será utilizado inicialmente como energia térmica no processo industrial.

Além disso, na Agropecuária Vista Alegre (Better Beef Confinamento), maior confinamento coberto e com baias concretadas da América Latina, o grupo aplica princípios de agricultura regenerativa e transforma resíduos em insumos agrícolas. O esterco produzido por mais de 136 mil animais/ano é reaproveitado para enriquecimento do solo, reduzindo a dependência de adubos químicos e contribuindo para o sequestro de carbono.

“Nosso negócio não é somente produzir carne. Nosso compromisso é restaurar o ecossistema. Estamos provando que é possível ter alta produtividade e, ao mesmo tempo, fortalecer a terra para as próximas gerações”, assinala Everton Gardezan.

Fonte: Assessoria
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