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Especialistas apontam como garantir que a hiperprolificidade se traduza em produtividade real no campo

Com leitegadas cada vez mais numerosas e leitões mais leves, o desafio de transformar o potencial genético em desempenho produtivo sustentável tem mobilizado as principais empresas de genética suína no país.

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Com leitegadas cada vez mais numerosas e leitões mais leves, o desafio de transformar o potencial genético em desempenho produtivo sustentável tem mobilizado as principais empresas de genética suína no país. A busca por soluções que aliem prolificidade, viabilidade e desempenho será o ponto central do painel Hiperprolificidade: como a genética está trabalhando para que o potencial genético aconteça no campo, um dos destaques da programação técnica do 17º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), que acontece nesta semana em Chapecó (SC).

Em entrevista exclusiva ao jornal O Presente Rural, representantes das principais empresas de genética suína no Brasil detalharam os principais entraves e as estratégias adotadas para transformar os avanços obtidos com a seleção de fêmeas hiperprolíficas em maior número de leitões desmamados, com saúde, viabilidade e uniformidade. Durante o painel, os especialistas também vão apresentar como suas genéticas vêm trabalhando para garantir que as porcas mais produtivas também entreguem leitegadas de qualidade, sustentando essa eficiência ao longo de toda a cadeia de produção.

Médica-veterinária Amanda Pimenta Siqueira, e gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC: “A plena expressão do potencial das fêmeas exige uma atuação integrada entre genética, manejo, nutrição e ambiente” – Foto: Divulgação/Agroceres PIC

Para a médica-veterinária, doutora em Ciência Animal e gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, Amanda Pimenta Siqueira, os avanços genéticos têm gerado fêmeas mais produtivas e leitões mais vigorosos. “Essa evolução decorre do foco de seleção em características como prolificidade, peso ao nascimento e habilidade materna, elementos-chave para impulsionar produtividade, eficiência e rentabilidade”, enaltece.

Segundo dados do Benchmarking de Reprodução da empresa, em 10 anos a média de leitões nascidos totais por fêmea passou de 14,32 em 2015 para 16,73 em 2025; no mesmo período, o número de desmamados por fêmea ao ano aumentou de 30,94 para 35,39. Em granjas de alto desempenho, já se ultrapassam os 18 leitões por parto e 36 desmamados ao ano. “Todo esse progresso, no entanto, traz consigo novos desafios. A plena expressão do potencial das fêmeas exige uma atuação integrada entre genética, manejo, nutrição e ambiente”, afirma Amanda.

Segundo ela, a matriz hiperprolífica precisa ser tratada com um olhar mais individualizado. “É indispensável oferecer uma alimentação balanceada, água de boa qualidade, ambiência adequada, instalações compatíveis e equipes capacitadas para esse novo perfil de animal. A genética entrega, mas o resultado depende da eficiência do sistema como um todo”, salienta.

Atenção redobrada ao parto e colostro

Com foco no melhoramento genético realizado de forma balanceada, o zootecnista Marcos Lopes, doutor em Melhoramento Genético Animal e pesquisador do Centro de Pesquisa da Topigs Norsvin, na Holanda, destaca que se a seleção é feita com equilíbrio, não focando apenas em prolificidade, mas também em características complementares, o trabalho com fêmeas hiperprolíficas se torna mais previsível e manejável.

Para ele, a principal mudança está na forma de encarar esse novo animal. “A porca de hoje não é mais aquela que desmamava 20 a 25 leitões ao ano. Ela exige um programa nutricional específico e um ambiente preparado. É preciso abandonar a ideia de que o manejo tradicional serve para essa nova realidade. Desde o pré-parto até a ingestão do colostro, tudo precisa ser planejado. É nesse início de vida que se define boa parte do sucesso do leitão nas fases seguintes”, enfatiza.

Resultados x complexidade da produção

O médico-veterinário Geraldo Shukuri, diretor técnico da DanBred Brasil, lembra que, ao ultrapassar a média de 16 a 16,5 leitões nascidos vivos por parto, os desafios naturalmente se intensificam. Mas ele vê isso como oportunidade. “Com leitegadas volumosas, questões como uniformidade e vigor ao nascimento, habilidade materna e capacidade de produção leiteira da matriz se tornam ainda mais críticas. É aí que o trabalho conjunto entre genética e ambiente se torna indispensável”, ressalta.

Shukuri ressalta que avanços em nutrição, ambiência e sanidade têm sido fundamentais para melhorar o aproveitamento dos leitões. “O campo tem respondido bem. A troca de informações entre as áreas de manejo, nutrição e sanidade tem permitido ganhos consistentes, com mais quilos produzidos por matriz por ano e menor custo de produção”, afirma, acrescentando: “O desafio é dinâmico e o ajuste contínuo.”

Da prolificidade à hiperprolificidade

Para o médico-veterinário Thomas Bierhals, mestre em Reprodução Suína, diretor técnico e membro do Conselho de Administração da DNA South America, o cenário atual exige uma nova forma de mensurar o sucesso da genética. “Há 20 anos, tínhamos médias de 10 leitões nascidos vivos. Hoje, a média nacional já ultrapassou 14. Mas a partir de certo ponto, o benefício econômico de cada leitão adicional passou a cair, especialmente porque outras variáveis se tornaram limitantes”, explica.

Entre essas variáveis, Bierhals menciona a mão de obra especializada e a estrutura física das maternidades, duas exigências que nem sempre evoluíram na mesma velocidade do melhoramento genético. “Nasceu, mas não desmamou. Esse é o ponto crítico. Por isso, programas de seleção genética mais avançados começaram a ajustar os critérios. O conceito de hiperprolificidade expandida surge nesse contexto: trata-se de garantir o máximo de suínos abatidos com valor cheio, ao menor custo possível”, resume.

Genética em busca de equilíbrio

Médico-veterinário Geraldo Shukuri, diretor técnico DanBred Brasil: “O melhoramento genético tem mostrado que alguns paradigmas podem ser reavaliados e que o equilíbrio entre quantidade e qualidade é possível” – Foto: Divulgação/DanBred Brasil

A transformação da suinocultura passa pela busca incessante por equilíbrio entre o número de leitões nascidos e a sua viabilidade até o desmame. Se antes o foco principal era aumentar prolificidade, hoje os programas genéticos evoluíram para integrar, cada vez mais, critérios de qualidade, robustez e habilidade materna. A boa notícia é que esse equilíbrio já está em curso, segundo os especialistas ouvidos com exclusividade por O Presente Rural.

A doutora em Ciência Animal explica que, embora o índice de seleção da PIC sempre tenha valorizado o número total de nascidos, com ganhos médios recentes de 0,35 leitões por parto, o objetivo atual vai além da quantidade. “Desde a introdução da genômica, em 2012, intensificamos a seleção para características como peso ao nascimento e sobrevivência pré-desmame. Houve ganho médio de 260 gramas por leitão ao nascer e a taxa de leitões abaixo de 900 gramas caiu para 6%”, detalha Amanda, ressaltando que com isso nasceram leitegadas mais uniformes, com maior chance de sobrevivência e melhor desempenho nas fases subsequentes.

Na mesma direção, Shukuri destaca que a busca por esse equilíbrio é constante e vem se materializando com solidez. A DanBred Brasil incorporou, já em 2004, a característica LV5 (leitões vivos ao quinto dia), com o objetivo de aumentar nascidos e reduzir mortalidade na maternidade. “Durante anos, essa foi a característica de maior peso em nosso índice genético. A partir de 2022, intensificamos ainda mais a seleção para características de vigor e resistência dos leitões, que hoje representam 62% do peso do índice”, expõe o médico-veterinário.

O programa também introduziu a característica “ganho de peso da leitegada”, com foco na capacidade de amamentação e habilidade materna da matriz. “A evolução tem ocorrido de forma simultânea entre quantidade e qualidade, e esse equilíbrio já é possível no campo”, ressalta.

Esse alinhamento entre múltiplos objetivos genéticos também está no centro da estratégia da Topigs Norsvin. De acordo com o doutor em Melhoramento Genético Animal, o segredo está na seleção balanceada. “Incluir várias características nos objetivos de seleção pode tornar os avanços mais lentos, mas certamente mais sustentáveis. Trabalhamos para ampliar o tamanho da leitegada mantendo o peso médio ao nascimento, com alta uniformidade e excelente habilidade materna”, diz, enaltecendo que o resultado desse enfoque integrado é medido em produtividade real: “Hoje conseguimos desmamar mais de 300 kg de leitões fêmea ao ano por matriz”, afirma Lopes.

Já Bierhals, reforça que o equilíbrio está sendo construído com base em inovação e ciência. O programa da DNA South America passou a incorporar características como sobrevivência dos leitões, associação entre peso ao nascer e LV5, redução de defeitos genéticos (como hérnias e criptorquidismo), além de eficiência alimentar, tanto no pós-desmame quanto na fase lactacional, para garantir mais leite e menor necessidade de mães de leite. “A fêmea de hoje precisa produzir mais e melhor, por conta própria”, menciona.

Outro diferencial apontado por Bierhals é o uso de ferramentas tecnológicas como o software Matesel, que cruza informações sobre variabilidade genética, resistência a doenças e características produtivas. “É uma seleção baseada em matemática e ciência, não apenas na observação humana. Isso permite ganhos em múltiplas frentes simultaneamente”, evidencia.

Amanda também destaca o papel crescente dos dados de campo para retroalimentar os programas genéticos. “Desde 2018, o GNxBred Materno avalia mais de 200 mil fêmeas ao ano em granjas comerciais. Esses dados são incorporados ao programa de seleção, promovendo avanços consistentes sob condições reais de produção”, comenta.

Quando o campo precisa acompanhar o ritmo da genética

Médico-veterinário Thomas Bierhals, mestre em Reprodução Suína, diretor técnico e membro do Conselho de Administração da DNA South America: “A verdadeira expressão da hiperprolificidade expandida, aquela que se estende até o abate, só acontece com genética de qualidade aliada a campo bem estruturado” – Foto: Divulgação/DNA South America

Se o avanço genético aponta o caminho, é no campo que ele precisa se concretizar. Com fêmeas mais exigentes e leitegadas mais numerosas, a hiperprolificidade impõe uma nova rotina de cuidados e ajustes nas granjas, do tipo de dieta ao perfil da mão de obra. Nesse cenário, o diálogo entre genética, manejo, nutrição e ambiência se torna fundamental para que o potencial registrado nos índices se converta, de fato, em produtividade e retorno econômico.

Amanda ressalta que é a genética quem tradicionalmente lidera a transformação produtiva da suinocultura. “Ela aponta as tendências, induz a evolução e puxa as demais áreas – manejo, nutrição, gestão e ambiência – a novos patamares”, afirma.

Segundo a doutora em Ciência Animal, estudos da equipe técnica da Agroceres PIC projetam, para os próximos 10 anos, indicadores de desempenho ainda mais ambiciosos: 304,3 kg de leitão desmamado por matriz/ano, 19,1 leitões por leitegada e até 47 por fêmea/ano. Mas ela faz um alerta: “Nada disso se sustenta sem o suporte técnico adequado. A fêmea moderna exige dietas específicas, ambiência controlada, água de qualidade e mão de obra qualificada. É uma sinergia que precisa funcionar para que o que está no índice genético não se perca na prática”, evidencia Amanda.

Shukuri reforça essa necessidade de integração. “A genética precisa interagir com todas as áreas técnicas da cadeia. É um trabalho feito a várias mãos, em que a troca de informações entre pesquisadores, consultores e granjeiros permite ajustar os manejos e consolidar as práticas que realmente fazem o potencial genético se expressar no campo”, afirma.

Segundo o médico-veterinário, essa conexão entre pesquisa, campo e indústria tem gerado soluções práticas e uma perspectiva otimista de desempenho nas granjas brasileiras. “A interação técnica e a troca de informações com todos os elos da cadeia geram soluções personalizadas para cada realidade de produção”, reforça.

Lopes compartilha desta mesma opinião, enfatizando que o sucesso do sistema passa pela colaboração entre todas as áreas que atuam na suinocultura. “Genética, nutrição, sanidade e manejo têm um objetivo comum: o sucesso do produtor. E isso só é possível com diálogo. Eventos como o SBSS têm esse papel estratégico, compartilhar bons exemplos e integrar experiências entre diferentes elos da cadeia”, observa.

Já Bierhals, alerta para o risco de supervalorizar as melhorias de ambiente como únicas responsáveis pela performance. “Ganhos ambientais são importantes, mas são temporários. Quando o lote vai embora, o ganho vai junto. Já os ganhos genéticos são permanentes, uma vez incorporados, seguem com a população”, argumenta.

Para ele, o papel da genética vai além da seleção: está também em orientar, com base em dados concretos, o que cada sistema pode ajustar para extrair o máximo da fêmea hiperprolífica. “Chamamos isso de interação genótipo-ambiente. A genética observa os resultados nos mais diversos sistemas e ambientes e, a partir disso, indica quais condições favorecem a expressão do potencial dos animais”, detalha, emendando: “Isso inclui, por exemplo, alertas sobre aumento da duração gestacional com leitegadas maiores ou recomendações sobre o espaço físico necessário na maternidade.”

Além disso, Bierhals aponta que a seleção vem se concentrando cada vez mais em características robustas, que facilitam o manejo e reduzem a dependência de intervenção humana: resistência a doenças, maior peso ao nascer, menor incidência de defeitos congênitos, habilidade materna superior e eficiência alimentar por meio de maior consumo e conversão. “A verdadeira expressão da hiperprolificidade expandida, aquela que se estende até o abate, só acontece com genética de qualidade aliada a campo bem estruturado”, reforça.

Potencial genético pede estrutura e preparo

Zootecnista Marcos Lopes, doutor em Melhoramento Genético Animal e pesquisador no Centro de Pesquisa da Topigs Norsvin, na Holanda: “A suinocultura que queremos construir precisa manter o foco em eficiência, mas também em sustentabilidade. A genética pode e deve ser a força propulsora dessas transformações, sempre em sintonia com o campo, com responsabilidade e com os limites naturais da biologia” – Foto: Divulgação/Topigs Norsvin

A convergência entre genética e práticas de manejo não é mais uma opção, mas uma exigência da suinocultura atual. A fêmea hiperprolífica de hoje é mais produtiva, mas também mais exigente, e isso demanda um novo olhar sobre todo o sistema produtivo. “As práticas que funcionavam no passado já não dão conta de explorar todo o potencial das fêmeas de genótipo moderno”, frisa Amanda, destacando que para que o desempenho expresso nos índices genéticos se concretize no campo, é preciso adequar estrutura de granja, qualidade de ambiência, formulação das dietas, oferta de água, conforto térmico e, principalmente, capacitação das equipes. Só assim o potencial se transforma em resultados consistentes.

Na visão de Shukuri, a hiperprolificidade já não está mais vinculada, como antes, a leitegadas menos uniformes ou com baixa sobrevivência. “O melhoramento genético tem mostrado que alguns paradigmas podem ser reavaliados e que o equilíbrio entre quantidade e qualidade é possível. Os animais de hoje produzem mais, sobrevivem mais, desempenham melhor e certamente ainda haverá muitos avanços adiante”, aponta.

Mas essa evolução precisa andar lado a lado com responsabilidade e sustentabilidade. “Leitegadas numerosas acompanhadas de altas taxas de mortalidade pré-desmame ou de mortalidade de fêmeas não podem mais ser aceitáveis”, alerta Lopes.

De acordo com ele, matrizes com boa habilidade materna, alto número de tetos funcionais e produção de leite suficiente para seus próprios leitões são cada vez mais indispensáveis. O uso excessivo de mães de leite e práticas que extrapolam os limites biológicos das fêmeas colocam em risco a longevidade, o bem-estar e a eficiência do sistema. “Já atingimos esses limites biológicos? Acredito que não, e talvez nem os atinjamos algum dia, mas é fundamental que avancemos com responsabilidade”, afirma.

A genética, por sua vez, não atua isoladamente. Como destaca o mestre em Reprodução Suína, os ganhos genéticos são estáveis e permanentes, ao contrário dos ganhos obtidos apenas via manejo, nutrição ou ambiência, que se encerram ao fim de cada lote. Mas para que esses avanços genéticos se concretizem, é preciso reconhecer a importância da interação genótipo-ambiente. “É comum que as empresas de genética colaborem com técnicos, trazendo impressões e resultados observados em diferentes realidades. Assim, é possível identificar quais condições permitem aos animais expressarem seu melhor potencial”, explica Bierhals.

Ele lembra que essa interação se dá de diversas formas: por meio da geração de orientações técnicas atualizadas, do foco em características mais robustas, como resistência a doenças, maior peso ao nascer, menor taxa de defeitos congênitos, melhor habilidade materna e maior consumo alimentar, e da promoção de ajustes finos conforme as novas demandas produtivas. “O verdadeiro ganho vem da sinergia entre genética de qualidade e condições de campo adequadas, permitindo explorar ao máximo o valor econômico da hiperprolificidade expandida até o abate”, admite.

E se o presente já mostra saltos impressionantes de desempenho, com mais de 19 leitões por leitegada e mais de 47 leitões desmamados por matriz ao ano, o futuro exigirá ainda mais. “A suinocultura que queremos construir precisa manter o foco em eficiência, mas também em sustentabilidade. A genética pode e deve ser a força propulsora dessas transformações, sempre em sintonia com o campo, com responsabilidade e com os limites naturais da biologia”, enfatiza Lopes.

O acesso à edição digital do jornal Suínos é gratuito. Para ler a versão completa online, clique aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural

Suínos

Atualização técnica é fundamental para produzir suínos com mais segurança e rentabilidade, ressalta presidente da Copacol

Valter Pitol destaca que o Congresso de Suinocultores do Paraná oferece acesso a conhecimento, tecnologias e informações estratégicas para fortalecer os resultados das granjas.

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Foto: O Presente Rural

A busca por maior eficiência e rentabilidade na produção de suínos passa, cada vez mais, pelo acesso à informação e à atualização técnica. Em um setor marcado pela rápida evolução das tecnologias, exigências sanitárias e oscilações de mercado, acompanhar as transformações da atividade tornou-se um fator decisivo para a competitividade das granjas.

Presidente da Copacol, Valter Pitol: ““Nós da Copacol temos a suinocultura, que é importante para nossos associados. A participação deles nesse Congresso é importante pelo conhecimento disseminado, pela informação e atualização técnica”

Com esse objetivo, o 4º Congresso de Suinocultores do Paraná reunirá produtores, técnicos, cooperativas, agroindústrias e especialistas no dia 09 de junho, em Marechal Cândido Rondon (PR). A Copacol está entre as cooperativas que apoiam a realização do evento, promovido pelo Jornal O Presente Rural em parceria com a Frimesa.

Para o presidente da Copacol, Valter Pitol, o Congresso representa uma oportunidade importante para que os produtores tenham acesso às informações mais recentes sobre a atividade. “Nós acreditamos que o Congresso é uma oportunidade para o suinocultor estar participando, tendo informações, acesso a tecnologias e informações completas da suinocultura”, afirma.

Segundo Pitol, o conhecimento compartilhado durante o evento contribui diretamente para a evolução técnica das propriedades e para a tomada de decisões mais assertivas dentro das granjas.

Conhecimento aplicado à produção

Fotos: Schutterstock

A suinocultura ocupa papel estratégico dentro das atividades desenvolvidas pela Copacol e por seus cooperados. Por isso, iniciativas voltadas à disseminação de conhecimento são consideradas fundamentais para fortalecer a cadeia produtiva. “Nós da Copacol temos a suinocultura, que é importante para nossos associados. A participação deles nesse Congresso é importante pelo conhecimento disseminado, pela informação e atualização técnica”, ressalta o presidente.

A programação do evento abordará temas ligados à sanidade, biosseguridade, nutrição, mercado, sucessão familiar, gestão de pessoas e regularização ambiental, assuntos que impactam diretamente o desempenho das propriedades.

Produção segura e rentável

De acordo com Pitol, o principal objetivo de toda a cadeia produtiva é garantir que o produtor tenha condições de produzir com eficiência e obter resultados econômicos sustentáveis. “Precisamos produzir suínos com mais segurança, mas acima de tudo garantir que a atividade tenha resultado econômico para o produtor”, enfatiza.

A expectativa é que o Congresso proporcione um ambiente de troca de experiências entre os diferentes elos da cadeia, aproximando produtores, cooperativas, agroindústrias e especialistas em torno dos principais desafios e oportunidades da suinocultura.

Ao concentrar em um único dia debates técnicos e estratégicos, o evento busca levar aos participantes informações práticas e aplicáveis à realidade das granjas, contribuindo para o fortalecimento de uma das atividades mais importantes do agronegócio paranaense.

Programação do 4º Congresso de Suinocultores do Paraná

08h – Café de boas-vindas Sicredi

08h30 – Abertura

09h – Frimesa: trajetória e perspectivas na suinocultura brasileira

  • Palestrante: Elias Zydek, presidente da Frimesa

09h30 – Mercado da carne suína: oportunidades para o segundo semestre de 2026

  • Palestrante: Sula Alves, diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)

10h10 – Coffee break

10h30 – Doenças emergenciais: como um único foco pode impactar toda a cadeia produtiva

  • Palestrante: Rafael Gonçalves Dias, gerente de Saúde Animal da Adapar

11h10Streptococcus suis em suínos: da colonização à doença – implicações para a biosseguridade

  • Palestrante: Aline Viott, médica-veterinária e professora na UFPR

11h50 – Biosseguridade na suinocultura: papel do fator humano e das tecnologias

  • Formato: mesa redonda com gerentes de fomento das cooperativas Lar, Copagril, Primato, Copacol e C.Vale

12h10 – Almoço

13h30 – Regularização ambiental na propriedade rural – novas regras

  • Palestrante: Carla Beck, engenheira agrônoma e assessora técnica do Meio Ambiente no Sistema Faep

14h – Sucessão familiar no agro: panorama global, realidade brasileira e desafios de reter o jovem no campo

  • Palestrante: Milton Melz, mestre em Administração, com MBA em Agronegócios

14h40 – Retenção de talentos: como superar a crescente escassez de mão de obra na suinocultura

  • Palestrante: Leandro Trindade, médico-veterinário e criador do Método BPL

15h20 – Holding rural: uma forma de planejamento patrimonial, sucessório e tributário para o agricultor

  • Palestrante: Manoel Terças, advogado, especialista e palestrante em holding rural

15h50 – Mesa redonda sobre mão-de-obra e sucessão nos negócios

  • Participantes: Leandro Trindade, Milton Melz e Manoel Terças
  • Moderação: Eliana Panty

16h20 – Encerramento

Somando forças com O Presente Rural 

Realizado pelo Jornal O Presente Rural, em parceria com a Frimesa, o 4º Congresso de Suinocultores do Paraná conta com patrocínio diamante da Ceva, Grouw Fiber (GFS), Imeve, Phibro, Sicoob, Topigs Norsvin e Vetquest; ouro da Agrifirm, Big Dutchman Brasil, Boehringer Ingelheim, DanBred, Havenza, Poly Sell e Sauvet; prata da American Nutrients, Construsui, Embio, GD Brasil, NNATRIVM, Oligo Basics, Sanex, Suitek, Vaxxinova e Vetanco; além da Agroceres PIC, CRJ Logística, Ilender, MSD Saúde Animal, Natural BR Feed, Ourofino e Sicredi.

O evento conta ainda com o apoio das Cooperativas Lar, Copagril, C.Vale, Copacol e Primato; da Associação Paranaense de Suinocultores, ASCMPR, Assuionoeste, Sistema Faep e BPL Educação.

Fonte: O Presente Rural
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Suínos

Congresso de Suinocultores do Paraná coloca biosseguridade no centro dos debates da atividade

Coordenador de Suinocultura da Lar afirma que falhas na proteção sanitária podem comprometer toda a produção e defende maior alinhamento entre produtores e assistência técnica.

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A biosseguridade continua sendo um dos maiores desafios da suinocultura moderna e será um dos temas centrais do 4º Congresso de Suinocultores do Paraná, que acontece no dia 09 de junho, em Marechal Cândido Rondon (PR). O evento será realizado em formato híbrido, com participação presencial para convidados em Marechal Cândido Rondon (PR) e transmissão ao vivo pelo canal do YouTube de O Presente Rural. Ative o lembrete clicando aqui.

Técnico em Agropecuária e coordenador de suinocultura na Cooperativa Lar, Evandro Cezar Beraldin: “É fundamental colocar o produtor como protagonista do evento, porque é lá na propriedade, onde ele trabalha todos os dias, que a suinocultura realmente acontece”

Em uma região que concentra uma das maiores densidades de produção de suínos do país, o técnico em Agropecuária e coordenador de Suinocultura da Cooperativa Lar, Evandro Cezar Beraldin, ressalta que prevenir a entrada e disseminação de doenças é uma condição indispensável para garantir a sustentabilidade da atividade.

O profissional destaca que os avanços em gestão, treinamento e qualificação profissional podem ser conquistados com investimentos e capacitação. Já a biosseguridade exige vigilância permanente. “O principal gargalo que nós temos hoje é a biosseguridade. Outros pontos relacionados à gestão técnica podem ser trabalhados com treinamento, qualificação e especialização das equipes. Porém, quando a biosseguridade da granja é comprometida, não existe mais como remediar”, afirma.

Segundo Beraldin, o desafio se torna ainda maior em regiões com elevada concentração de granjas e intensa movimentação de pessoas e veículos. “Estamos numa região muito adensada, com instalações mais antigas, propriedades muito próximas umas das outras, rodovias passando perto das granjas e diferentes integradoras atuando no mesmo território. Tudo isso aumenta a complexidade do controle sanitário”, ressalta.

Uniformidade das carcaças segue como desafio

Além das questões sanitárias, Beraldin aponta que a busca por uniformidade dos lotes continua sendo uma das principais dificuldades enfrentadas dentro das granjas.

De acordo com ele, mesmo com os avanços genéticos e nutricionais registrados nas últimas décadas, ainda existem diferenças significativas de desempenho entre os animais. “O principal ponto de desalinhamento entre o que a indústria exige e a realidade da granja está relacionado à uniformidade das carcaças. Esse é um desafio que atravessa décadas e continua presente. O peso de nascimento é naturalmente diferente entre os indivíduos e, ao longo das fases de crescimento e terminação, essas diferenças acabam reaparecendo”, explica.

O coordenador destaca que o agrupamento dos animais por tamanho ajuda a reduzir essa variabilidade, mas exige manejo constante e nem sempre é suficiente para manter a uniformidade desejada até o abate.

Outro fator apontado por ele envolve as exigências relacionadas à conformação das carcaças. “Qualquer hérnia ou problema semelhante pode levar à classificação daquele animal como não conforme. Muitas vezes isso resulta na condenação da carcaça. É uma exigência que não parte diretamente da indústria, mas dos órgãos fiscalizadores, e que acaba gerando perdas importantes ao longo da cadeia”, observa.

Produtor e técnico devem atuar lado a lado

Para Beraldin, a velocidade na identificação dos problemas dentro da granja é um dos fatores que mais influenciam os resultados produtivos. Por isso, ele defende uma relação próxima entre produtores e equipes técnicas. “O principal conhecimento que o produtor pode ter na tomada de decisão é entender a dinâmica do mercado e manter uma relação muito próxima com o técnico. No primeiro sinal de qualquer anormalidade dos animais, a assistência técnica deve ser acionada”, enfatiza.

Segundo ele, a experiência acumulada pelos profissionais que acompanham diferentes granjas permite respostas mais rápidas e eficientes diante de possíveis problemas sanitários ou produtivos. “Aquele lote é único para o produtor, mas o técnico observa diversos lotes ao longo da semana. Isso permite agir rapidamente e tomar decisões com mais segurança. O principal é que o produtor conheça bem seu plantel e esteja alinhado com a assistência técnica”, ressalta.

Congresso reforça protagonismo do produtor

Na avaliação de Beraldin, um dos diferenciais do Congresso de Suinocultores do Paraná é justamente manter o foco no produtor e na realidade das propriedades rurais. “É fundamental colocar o produtor como protagonista do evento, porque é lá na propriedade, onde ele trabalha todos os dias, que a suinocultura realmente acontece”, destaca.

Programação do 4º Congresso de Suinocultores do Paraná

08h – Café de boas-vindas Sicredi

08h30 – Abertura

09h – Frimesa: trajetória e perspectivas na suinocultura brasileira

  • Palestrante: Elias Zydek, presidente da Frimesa

09h30 – Mercado da carne suína: oportunidades para o segundo semestre de 2026

  • Palestrante: Sula Alves, diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)

10h10 – Coffee break

10h30 – Doenças emergenciais: como um único foco pode impactar toda a cadeia produtiva

  • Palestrante: Rafael Gonçalves Dias, gerente de Saúde Animal da Adapar

11h10Streptococcus suis em suínos: da colonização à doença – implicações para a biosseguridade

  • Palestrante: Aline Viott, médica-veterinária e professora na UFPR

11h50 – Biosseguridade na suinocultura: papel do fator humano e das tecnologias

  • Formato: mesa redonda com gerentes de fomento das cooperativas Lar, Copagril, Primato, Copacol e C.Vale

12h10 – Almoço

13h30 – Regularização ambiental na propriedade rural – novas regras

  • Palestrante: Carla Beck, engenheira agrônoma e assessora técnica do Meio Ambiente no Sistema Faep

14h – Sucessão familiar no agro: panorama global, realidade brasileira e desafios de reter o jovem no campo

  • Palestrante: Milton Melz, mestre em Administração, com MBA em Agronegócios

14h40 – Retenção de talentos: como superar a crescente escassez de mão de obra na suinocultura

  • Palestrante: Leandro Trindade, médico-veterinário e criador do Método BPL

15h20 – Holding rural: uma forma de planejamento patrimonial, sucessório e tributário para o agricultor

  • Palestrante: Manoel Terças, advogado, especialista e palestrante em holding rural

15h50 – Mesa redonda sobre mão-de-obra e sucessão nos negócios

  • Participantes: Leandro Trindade, Milton Melz e Manoel Terças
  • Moderação: Eliana Panty

16h20 – Encerramento

Somando forças com O Presente Rural 

Realizado pelo Jornal O Presente Rural, em parceria com a Frimesa, o 4º Congresso de Suinocultores do Paraná conta com patrocínio diamante da Ceva, Grouw Fiber (GFS), Imeve, Phibro, Sicoob, Topigs Norsvin e Vetquest; ouro da Agrifirm, Big Dutchman Brasil, Boehringer Ingelheim, DanBred, Havenza, Poly Sell e Sauvet; prata da American Nutrients, Construsui, Embio, GD Brasil, NNATRIVM, Oligo Basics, Sanex, Suitek, Vaxxinova e Vetanco; além da Agroceres PIC, CRJ Logística, Ilender, MSD Saúde Animal, Natural BR Feed, Ourofino e Sicredi.

O evento conta ainda com o apoio das Cooperativas Lar, Copagril, C.Vale, Copacol e Primato; da Associação Paranaense de Suinocultores, ASCMPR, Assuionoeste, Sistema Faep e BPL Educação.

Fonte: O Presente Rural
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Sanidade, mão de obra e tecnologia desafiam a suinocultura, afirma gerente da Primato

Temas estarão entre os destaques do 4º Congresso de Suinocultores do Paraná, que acontece no dia 09 de junho em Marechal Cândido Rondon (PR).

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A sanidade dos rebanhos, a dificuldade de contratação de mão de obra e a necessidade de ampliar o uso de informações em tempo real dentro das granjas estão entre os principais desafios enfrentados atualmente pela suinocultura brasileira. Os temas estarão no centro das discussões do 4º Congresso de Suinocultores do Paraná, que reúne no próximo dia 09 de junho produtores, técnicos, cooperativas, agroindústrias e lideranças do setor em Marechal Cândido Rondon (PR).

Zootecnista e gerente Pecuário na Primato Cooperativa Agroindustrial, William Wesendonck: “Participar do Congresso é uma oportunidade única para fortalecer cada vez mais a nossa suinocultura” – Foto: Divulgação/Primato

O evento será realizado em formato híbrido, com participação presencial para convidados e transmissão ao vivo pelo canal do YouTube de O Presente Rural. Ative o lembrete clicando aqui.

Para o zootecnista e gerente Pecuário da Primato Cooperativa Agroindustrial, William Wesendonck, a sanidade segue como a principal preocupação das granjas da região. “Vejo como principal gargalo técnico a sanidade. Nos últimos cinco anos estamos enfrentando um desafio sanitário muito grande no Oeste do Paraná e encontramos dificuldades para melhorar esse status sanitário”, afirma.

Na área de gestão, ele destaca que os desafios passam tanto pela escassez de profissionais quanto pelas diferenças entre gerações que hoje convivem dentro da cadeia produtiva. “Temos poucas pessoas disponíveis para o mercado de trabalho e isso todos estão sentindo na pele. Além disso, existe o desafio de conectar profissionais jovens, que chegam ao setor com cerca de 20 anos, com produtores que muitas vezes estão próximos dos 65 anos. São gerações com visões e experiências bastante diferentes”, observa.

Exigências do mercado exigem respostas rápidas

Segundo Wesendonck, a demanda dos consumidores por alimentos produzidos com atenção ao meio ambiente, ao bem-estar animal e à rastreabilidade tem provocado mudanças importantes dentro da cadeia produtiva.

Na avaliação dele, o desafio está na velocidade com que essas adaptações precisam ocorrer para manter a competitividade da carne suína brasileira no mercado internacional. “O consumidor vem exigindo mudanças no formato de produção, com foco em valor agregado, sustentabilidade e bem-estar animal. Muitas vezes essas exigências chegam de forma rápida à indústria e precisam ser implementadas em toda a cadeia”, explica.

Para o gerente, atrasos na adoção de protocolos e critérios exigidos pelos compradores podem comprometer oportunidades comerciais. “O Brasil disputa mercados altamente competitivos. Entre fechar ou perder uma venda para determinado país, muitas vezes a diferença está em já ter os critérios exigidos implantados. Quando a demanda surge, a indústria precisa repassar rapidamente e o produtor precisa acompanhar esse movimento para que todos ganhem dinheiro juntos”, ressalta.

Gestão baseada em dados

Outro ponto destacado por Wesendonck é a crescente necessidade de os produtores dominarem informações ligadas à nutrição, genética e sanidade dos animais.

Foto: Ari Dias/AEN

Segundo ele, a produção moderna exige conhecimento muito mais detalhado do que há alguns anos. “O produtor precisa estar alinhado com a integradora em relação à nutrição, genética e sanidade. Hoje trabalhamos com várias fórmulas de ração, diferentes genéticas e desafios sanitários distintos. O produtor precisa conhecer essas informações para tomar decisões mais assertivas”, enfatiza.

O profissional também defende uma maior incorporação de tecnologias capazes de fornecer indicadores produtivos em tempo real. “O produtor necessita urgentemente de tecnologias que mostrem os indicadores da granja em tempo real. Não adianta terminar um lote para descobrir depois que houve excesso de consumo ou uma conversão alimentar ruim. É preciso acompanhar isso durante o processo”, salienta, reforçando: “O produtor precisa saber durante o ciclo se está conduzindo um lote bom ou se existem pontos que precisam ser corrigidos”.

Espaço para discutir o futuro da atividade

Wesendonck avalia que o Congresso de Suinocultores do Paraná tem papel importante justamente por reunir todos os elos da cadeia em um único ambiente de debate. “A importância do Congresso está no fato de podermos reunir todos os elos envolvidos na cadeia em um único dia e em um só local. Vamos discutir temas fundamentais para a suinocultura, como nutrição, sanidade e sucessão familiar, com profissionais que vivem o setor diariamente”, destaca.

Segundo ele, a troca de experiências entre produtores, técnicos, cooperativas e empresas contribui para fortalecer a atividade e acelerar a adoção de soluções dentro das granjas. “Ficamos muito felizes em participar desse momento. É uma oportunidade para fortalecer cada vez mais a nossa suinocultura”, exalta.

Programação do 4º Congresso de Suinocultores do Paraná

08h – Café de boas-vindas Sicredi

08h30 – Abertura

09h – Frimesa: trajetória e perspectivas na suinocultura brasileira

  • Palestrante: Elias Zydek, presidente da Frimesa

09h30 – Mercado da carne suína: oportunidades para o segundo semestre de 2026

  • Palestrante: Sula Alves, diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)

10h10 – Coffee break

10h30 – Doenças emergenciais: como um único foco pode impactar toda a cadeia produtiva

  • Palestrante: Rafael Gonçalves Dias, gerente de Saúde Animal da Adapar

11h10Streptococcus suis em suínos: da colonização à doença – implicações para a biosseguridade

  • Palestrante: Aline Viott, médica-veterinária e professora na UFPR

11h50 – Biosseguridade na suinocultura: papel do fator humano e das tecnologias

  • Formato: mesa redonda com gerentes de fomento das cooperativas Lar, Copagril, Primato, Copacol e C.Vale

12h10 – Almoço

13h30 – Regularização ambiental na propriedade rural – novas regras

  • Palestrante: Carla Beck, engenheira agrônoma e assessora técnica do Meio Ambiente no Sistema Faep

14h – Sucessão familiar no agro: panorama global, realidade brasileira e desafios de reter o jovem no campo

  • Palestrante: Milton Melz, mestre em Administração, com MBA em Agronegócios

14h40 – Retenção de talentos: como superar a crescente escassez de mão de obra na suinocultura

  • Palestrante: Leandro Trindade, médico-veterinário e criador do Método BPL

15h20 – Holding rural: uma forma de planejamento patrimonial, sucessório e tributário para o agricultor

  • Palestrante: Manoel Terças, advogado, especialista e palestrante em holding rural

15h50 – Mesa redonda sobre mão-de-obra e sucessão nos negócios

  • Participantes: Leandro Trindade, Milton Melz e Manoel Terças
  • Moderação: Eliana Panty

16h20 – Encerramento

Somando forças com O Presente Rural 

Realizado pelo Jornal O Presente Rural, em parceria com a Frimesa, o 4º Congresso de Suinocultores do Paraná conta com patrocínio diamante da Ceva, Grouw Fiber (GFS), Imeve, Phibro, Sicoob, Topigs Norsvin e Vetquest; ouro da Agrifirm, Big Dutchman Brasil, Boehringer Ingelheim, DanBred, Havenza, Poly Sell e Sauvet; prata da American Nutrients, Construsui, Embio, GD Brasil, NNATRIVM, Oligo Basics, Sanex, Suitek, Vaxxinova e Vetanco; além da Agroceres PIC, CRJ Logística, Ilender, MSD Saúde Animal, Natural BR Feed, Ourofino e Sicredi.

O evento conta ainda com o apoio das Cooperativas Lar, Copagril, C.Vale, Copacol e Primato; da Associação Paranaense de Suinocultores, ASCMPR, Assuionoeste, Sistema Faep e BPL Educação.

Fonte: O Presente Rural
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