Conectado com
Minuto Agro

Notícias IV Encontro Técnico Abraves – SP

Especialista ressalta importância de notificação de produtores para ampliar proteção sanitária na suinocultura

Médico veterinário da Defesa Agropecuária, Artur Felício, defende criação de um fundo de indenização de produtores em casos de emergências sanitárias como medida de combate ao desafio de subnotificações em SP

Publicado em

em

Divulgação

A necessidade de criação de um fundo financeiro para indenização de produtores em casos de emergência sanitária foi defendida nesta terça-feira (10) pelo médico veterinário do Programa de Sanidade dos Suídeos da Coordenadoria de Defesa Agropecuária, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Artur Felício, durante sua apresentação no IV Encontro Técnico da Abraves – Regional São Paulo. “Temos um fundo de emergência sanitária, mas não de indenização”, afirmou.

Ele destacou a importância do produtor como protagonista entre o serviço veterinário oficial e o processo de vigilância epidemiológica passiva salientando que o Estado tem uma subnotificação. “As notificações são importantes porque quando o produtor notifica corretamente, ele permite uma investigação epidemiológica e com isso o serviço é mais rápido na tomada de ação em casos de focos de risco. O produtor precisa notificar qualquer alteração observada em seu plantel. Procurem a defesa agropecuária!”, disparou o especialista no encerramento da palestra “Programa Estadual de Sanidade dos Suídeos: Situação Atual”.

O IV Encontro Técnico Abraves – Regional São Paulo reúne nesta terça-feira profissionais de vários elos da cadeia produtiva para debater biosseguridade na suinocultura e estratégias para ampliar nossa capacidade de proteção do plantel brasileiro. O jornal O Presente Rural acompanha hoje em tempo real as principais discussões deste encontro, que destaca biosseguridade com médicos veterinários, zootecnistas, produtores, pesquisadores e profissionais das principais empresas do setor.

Exclusivo – O Presente Rural

Marcia Midori / Juliana Ribas – De Nova Odessa, SP

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

19 − 6 =

Notícias Segundo IBGE

Preços da indústria sobem 0,12% em abril puxados por alta de alimentos

Carnes de bovinos congeladas, resíduos da extração de soja e carne de bovinos frescas ou refrigeradas foram os que mais influenciaram

Publicado em

em

Divulgação

Os preços da indústria subiram 0,12% em abril, na comparação com o mês anterior, de acordo com o Índice de Preços ao Produtor (IPP), que o IBGE divulgou nesta sexta-feira (29). Foi o nono aumento seguido do índice, sendo que em março a variação havia sido de 0,84%. Os setores que mais influenciaram o índice desse mês foram derivados de petróleo, alimentos, outros químicos e metalurgia, em um cenário de valorização do dólar e queda no preço dos derivados do petróleo.

O IPP mede a variação dos preços dos produtos na “porta das fábricas”, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e de transformação.

“Alimentos é o setor de maior peso no cálculo do IPP (25,61%). Em março, os preços da indústria de alimentos tinham subido em média 4,23% e agora em abril 2,09%. Isso faz com que o setor esteja entre os quatro mais influentes nesse resultado”, explica o gerente da pesquisa, Alexandre Brandão. O aumento de abril é o terceiro resultado positivo consecutivo nos alimentos, que acumulam 6,51% no ano.

Os produtos “carnes de bovinos congeladas”, “açúcar demerara, inclusive açúcar VHP”, “resíduos da extração de soja” e “carne de bovinos frescas ou refrigeradas” foram os que mais influenciaram o setor de alimentos. “No caso das carnes bovinas congeladas e frescas ou refrigeradas, tem o câmbio que por si só já faz o preço subir, mas também há ainda uma pressão da China nos preços desse produto no mercado mundial”, complementa.

O índice geral, de 0,12%, é explicado por dois fatores: a valorização do dólar e a queda no preço dos derivados de petróleo. “A depreciação do real frente ao dólar, de 9%, desencadeia uma série de aumentos dos preços captados no IPP, seja por conta dos produtos que o Brasil exporta, como o couro, fumo, derivados de soja, carnes, entre outros, ou dos efeitos no aumento de matérias primas, o que vai ter impacto, por exemplo, na química e nos eletrodomésticos”, explica.

Já a queda recorde de 20,9% do refino de petróleo e produtos de álcool, ainda de acordo com o pesquisador, segurou o resultado do índice geral. “O preço do óleo bruto de petróleo tem caído de forma bastante acentuada no mercado internacional e isso refletiu no Brasil tanto na diminuição do preço dele quanto na dos seus derivados e também do álcool”, completa.

Em abril, 20 das 24 atividades apresentaram variações positivas de preços. As maiores variações foram entre os produtos das seguintes atividades: refino de petróleo e produtos de álcool (-20,99%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (5,63%), outros equipamentos de transporte (5,37%) e madeira (5,26%).

O indicador acumulado no ano (abril/2020 contra dezembro de 2019) atingiu 2,13%, contra 2,01% em março/2020. Já o acumulado em 12 meses foi de 4,79%.

Fonte: IBGE
Continue Lendo

Notícias Mercado

Poder de compra do avicultor frente ao farelo de soja é o mais baixo em 2 anos

Cotações do frango vivo seguem em queda no mercado brasileiro, enquanto os preços do farelo de soja estão em alta

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

As cotações do frango vivo seguem em queda no mercado brasileiro, enquanto os preços do farelo de soja, importante insumo utilizado na atividade avícola, estão em alta. De acordo com pesquisadores do Cepea, esse cenário levou ao pior poder de compra do avicultor em dois anos.

No mercado de frango vivo, a demanda final desaquecida tem pressionado os valores de toda a cadeia. Agentes da indústria apontam que os estoques de carne de frango estão em alta, o que, consequentemente, reduz a procura por novos lotes de animais.

Para o farelo de soja, segundo a Equipe Grãos/Cepea, o alto valor da matéria-prima, principalmente por conta do câmbio em patamar recorde, elevou as cotações do derivado. Vale ressaltar que, frente ao milho, o poder de compra aumentou, visto que as cotações do cereal estão em queda.

Fonte: Cepea
Continue Lendo

Notícias Gestão de Risco

Mapa publica zoneamento da cultura da soja

Zarc leva em conta recomendações sobre medidas de manejo que incluem período de vazio sanitário e calendário de plantio

Publicado em

em

Cleverson Beje

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta sexta-feira (29) no Diário Oficial da União as portarias números 145 a 160 que estabelecem o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura da soja.  O objetivo é reduzir os riscos relacionados a problemas climáticos e também o risco fitossanitário causado pela ferrugem asiática da soja. O Zarc leva em conta recomendações de instituições de pesquisa e órgãos estaduais sobre medidas de manejo que incluem o período de vazio sanitário e o calendário de plantio para reduzir os riscos relacionados aos aspectos fitossanitários.

A principal novidade nas portarias de soja são as novas cultivares indicadas por grupo de maturação e Unidade da Federação (UF). Para a safra 2020/2021, no total, 9.356 indicações foram feitas, considerando que a mesma cultivar pode ser indicada para diferentes UFs, número 15% superior a safra passada, desse montante de indicações 64% são referentes a cultivares do Grupo 1, indicando que o desenvolvimento de cultivares precoces vem ganhando destaque junto aos obtentores.

Com a publicação do Zarc da soja, o Mapa finaliza o cronograma de publicações de portarias do mês de maio de 2020, cumprindo com o objetivo de divulgar com pelo menos 90 dias de antecedência ao plantio. Dessa forma, os produtores rurais e os agentes financeiros têm uma melhor segurança para o fechamento de contratos de seguro e crédito rural para a safra 2020/2021.

Mesmo com a pandemia do Covid-19, os serviços, que envolvem desde o estabelecimento da metodologia e aplicação da modelagem até o recebimento de informações de cultivares e publicação no Diário Oficial da União, foram realizados de forma remota por meio de sistemas de informação, o que permitiu, neste ano, a antecipação da publicação das Portarias de Zarc para a safra de verão subsequente.

Para que serve o Zarc?

O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.

O modelo agrometeorológico considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude).

Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e ainda poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas e para o plantio de cultivares indicadas nas Portarias de zoneamento.

O Zarc foi publicado pela primeira vez na safra de 1996 para o trigo. Hoje, contempla os 26 estados e o Distrito Federal, incluindo mais de 40 culturas.

Aplicativo Plantio Certo

Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, ferramenta utilizada para orientar os programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível no sistema Android.

Fonte: MAPA
Continue Lendo
Biochem site – lateral

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.