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Especialista reforça práticas de tratamento e prevenção a doenças para produtores de SC

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As doenças entéricas mais comuns, assim como as respiratórias podem ser evitadas com a simples aplicação de regras rigorosas de higiene ambiental, a manutenção de condições adequadas e com o isolamento dos indivíduos doentes. Os agentes infecciosos estão sempre presentes em estado latente, apenas esperando o momento oportuno para realizar a sua ação patogênica e causar problemas de saúde. Fatores como a temperatura, a umidade e a circulação de ar também podem predispor os animais a enfermidades, além do estresse ou qualquer outro elemento imunossupressor.

Com o objetivo de disseminar essas e outras informações sobre as doenças entéricas e respiratórias em suínos, a Farmabase realizou em parceria com a empresa Agro DG Comercial Agrícola, treinamento voltado para os produtores rurais da região de Braço Norte, interior de Santa Catarina. A palestra fez parte do Programa de Atualização Técnica – PAT e teve como objetivo aprimorar conhecimentos tanto teóricos, quanto práticos referentes ao tema.

Ministrado pelo gerente de marketing da Farmabase, Flávio Hirose, o encontro também abordou fatores importantes a serem considerados para o tratamento e controle das doenças, principalmente as relacionadas à características multifatoriais, fora os cuidados na escolha do medicamento a ser utilizado e o correto ajuste de inclusão de antimicrobianos na ração.

Para o médico veterinário e coordenador da área da Farmabase, Rosano Dilceu Immich, e para o gerente proprietário da Agro DG, Leandro Giustina, o treinamento possibilitou o fortalecimento da parceria entre a Farmabase e a Agro DG. “As palestras foram excelentes, os produtores adoraram. Precisamos realizar novos encontros”, afirmou Leandro.

“Todos puderam fazer um bom aproveitamento do que foi discutido no curso”, opinou o também médico veterinário e responsável técnico pela área na Agro DG, Jamir Machado Jr. “Foi uma abordagem simples, porém muito eficaz”, completou.

Farmabase
A Farmabase é uma empresa brasileira com padrão de qualidade global que atua nos mercados de suinocultura e avicultura industrial. São quase 20 anos de participação, contribuindo para a produção de animais saudáveis e alimentos seguros.

Fonte: Ass. de Imprensa da Farmabase

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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