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Especialista da MSD Saúde Animal desmistifica o uso de vacinas combinadas na suinocultura
Conheça mitos e verdades sobre as soluções multivalentes, que unem eficácia e conveniência e facilitam o trabalho nas granjas brasileiras

Em um cenário onde a eficiência produtiva e o bem-estar animal são indissociáveis, as vacinas combinadas (multivalentes) consolidam-se como ferramentas estratégicas na suinocultura moderna. Elas reduzem o número de aplicações, o tempo de manejo e o estresse animal, além de facilitar a adesão aos programas vacinais nas granjas. No entanto, a adoção plena dessa tecnologia, que já une tripla proteção em um único frasco, ainda enfrenta barreiras culturais e desinformação técnica sobre sua eficácia e segurança.
De acordo com a médica-veterinária Isis Pasian, coordenadora técnica da unidade de negócio de Suinocultura da MSD Saúde Animal, as vacinas combinadas ainda geram dúvidas e percepções equivocadas justamente por reunirem diferentes antígenos em uma única formulação. São questões associadas à eficácia, segurança, ocorrência de reações e à duração da imunidade conferida.
“É comum encontrar afirmações generalizadas que não consideram os princípios básicos da imunologia, as características específicas de cada patógeno ou as evidências científicas que embasam o desenvolvimento e o licenciamento desses produtos”, explica.
Para clarificar as informações sobre as vacinas combinadas, a profissional separou os principais mitos sobre o tema. Acompanhe:
- Vacina combinada e vacina conjugada são sinônimos
Nada disso! Vacinas combinadas ou multivalentes contém, em um único produto, vários antígenos na mesma formulação. Um exemplo é a recém-lançada vacina Circumvent® CML, da MSD Saúde Animal, que combina a proteção para Circovírus Suíno Tipo 2, Mycoplasma hyopneumoniae e Lawsonia intracellularis. É a primeira e única vacina que protege contra três dos principais causadores de doenças em suínos com uma única injeção.
Já vacinas conjugadas são desenvolvidas para melhorar a resposta imunológica contra antígenos que, sozinhos, estimulam pouco o sistema imune, como alguns polissacarídeos bacterianos. Para isso, esses antígenos são ligados a uma proteína carreadora, permitindo a ativação de uma resposta imune dependente de células T e a formação de memória imunológica.
Ou seja, são criadas para ajudar o organismo a reconhecer ameaças que normalmente gerariam uma resposta fraca, induzindo uma defesa mais eficaz e duradoura. Um exemplo clássico em humanos é a vacina conjugada contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib), amplamente utilizada em programas de imunização infantil.
Apesar de serem eficientes, não existem atualmente vacinas conjugadas utilizadas comercialmente em larga escala na suinocultura.
2. Vacina combinada ‘sobrecarrega’ o sistema imune
Mito! Desde o nascimento, o leitão é naturalmente exposto à microbiota intestinal, aos antígenos ambientais e aos patógenos respiratórios e entéricos. Essa exposição ocorre sem colapso do sistema imune, o que já demonstra capacidade de resposta a múltiplos estímulos antigênicos em paralelo.
Não há evidência de que a administração simultânea de múltiplos antígenos, com equilíbrio de quantidade e potência, como o que ocorre nas vacinas comerciais registradas, cause ‘sobrecarga’ ou resulte em falta de proteção. O ponto crítico é seguir bula/diretrizes do fabricante.
3. Vacinas combinadas são sempre mais reatogênicas (causam mais reações)
Não é bem assim! A reatogenicidade não é determinada simplesmente pelo “número de antígenos”, mas, sim, por um conjunto de fatores, como formulação, adjuvante, via de aplicação, dose, tecnologia e características do animal. Em um estudo em humanos que comparou uma vacina pentavalente combinada (DTaP5 IPV Hib; Pentacel) versus a administração separada das vacinas equivalentes licenciadas (DTaP5, IPV e Hib), a vacina combinada apresentou reações similares ou menores em comparação ao esquema separado*. Existem várias vacinas combinadas comerciais em suínos com reações leves e transitórias, conforme mostra estudos de campo**.
4. Diferentes vacinas comerciais misturadas em um único frasco, no momento da aplicação na granja, resultam em uma vacina combinada
De jeito nenhum! Misturar diferentes vacinas comerciais em um mesmo frasco não caracteriza uma vacina combinada válida. Uma vacina combinada é um produto que foi desenvolvido, formulado, testado e registrado como uma única vacina. Isso significa que todos os seus antígenos, adjuvantes, conservantes e excipientes foram estudados em conjunto, com avaliação formal de estabilidade físico química, segurança, imunogenicidade e eficácia do produto final. Já a mistura de vacinas comerciais no campo resulta em uma formulação não testada, sem garantia de estabilidade, segurança ou eficácia.
Diferenças de pH, por exemplo, podem levar à desnaturação de antígenos; adjuvantes distintos, especialmente quando se combinam formulações oleosas com não oleosas, podem interferir na liberação do antígeno e aumentar a reatogenicidade local; e conservantes ou excipientes podem tornar se incompatíveis entre si.
5. Vacina combinada protege igual para todos os componentes e por tempo idêntico
Informação errada! Uma vacina combinada reúne antígenos diferentes, muitas vezes de natureza biológica distinta (bactérias, vírus, toxoides), e cada um deles induz um tipo próprio de resposta imune. Por isso, não existe uma “duração de imunidade única” para uma vacina combinada. A duração da imunidade deve ser analisada antígeno por antígeno, conforme exigido por órgãos regulatórios veterinários.
6. A combinação de agentes em uma única vacina é uma tecnologia nova e que ainda não foi totalmente validada
Mito! Vacinas combinadas existem há décadas em humanos (ex.: DTP desde a década de 1940) e são amplamente utilizadas e validadas também na medicina veterinária, com evidência experimental e documentação regulatória. Exemplos usados em larga escala na suinocultura industrial são as combinações contra Erisipela, Parvovirose e Leptospirose e, mais recentemente, a combinação contra Circovírus Suíno Tipo 2, Mycoplasma hyopneumoniae e Lawsonia intracellularis.
“Nesse contexto, avaliando todos esses pontos, separar mitos de verdades é fundamental para que médicos-veterinários e produtores possam tomar decisões mais informadas, utilizar as vacinas combinadas de forma estratégica e maximizar seus benefícios dentro dos programas de saúde do rebanho”, afirma Isis.
Quanto às verdades sobre essas formulações, a médica-veterinária destaca que:
1. Vacinas combinadas reduzem o número de manejos e injeções, otimizando o custo-benefício para o produtor
Vacinas combinadas ajudam porque juntam a proteção contra várias doenças em uma única aplicação, reduzindo o número de injeções e de vezes que o animal precisa ser manejado. Com menos manejo, o suíno sofre menos estresse, o trabalho fica mais eficiente e diminui o risco de erro na vacinação. Para o produtor, isso significa economia de tempo, mão de obra, seringas e agulhas. Além disso, protocolos mais simples facilitam a execução correta na granja, melhoram o controle das doenças e ajudam a garantir melhor desempenho dos animais, aumentando o retorno do investimento ao final do lote.
2. Vacinas combinadas contribuem para a redução do uso de antimicrobianos
Ao controlar simultaneamente múltiplos agentes, as vacinas combinadas reduzem a incidência de doenças clínicas, diminuem tratamentos terapêuticos e apoiam estratégias de uso racional de antibióticos.
A vacinação é reconhecida como ferramenta essencial para redução do impacto sanitário das doenças infecciosas e melhoria da sustentabilidade da produção suína.
*(Guerra et al., 2009)
** (Yan et al., 2025, Tassis et al., 2025, Allen et al., 2025)

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NOVUS reúne referências globais de ingredientes de ração em uma única ferramenta digital
A líder em nutrição inteligente anunciou hoje o lançamento do NOVUS® Raw Material Compendium, uma plataforma digital desenvolvida para apoiar estratégias de formulação de rações mais informadas e orientadas por dados.

A plataforma, acessível em www.novusint.com/rawmaterial/, oferece a nutricionistas e formuladores de ração um recurso centralizado para avaliar a variabilidade dos ingredientes, comparar valores nutricionais entre as bases de dados mais relevantes, avaliar dados internos de ingredientes e explorar matérias-primas alternativas. Ao reunir múltiplas fontes de dados em uma única ferramenta, a NOVUS está ajudando a simplificar um processo que costuma ser complexo e demandar muito tempo.
“Ao formular, os nutricionistas normalmente trabalham com uma única base de dados ou fonte de informações nutricionais para cada um de seus ingredientes. Mas é bem conhecido que existe variabilidade dos ingredientes com base na base de dados utilizada, bem como na origem geográfica, nas condições da cultura, nas diferenças de processamento, nas variações entre fornecedores e em outros fatores”, afirma a Dra. Marisol Castillo, DMV, gerente executivo – soluções globais para suínos da NOVUS. “Infelizmente, os nutricionistas não têm tido tempo nem acesso fácil para examinar as diferenças entre essas variações nutricionais dos ingredientes e garantir uma formulação otimizada. Esta nova plataforma digital da NOVUS coloca dados de várias fontes ao alcance deles”.
A plataforma digital inclui detalhes de composição nutricional de ingredientes proteicos de origem vegetal e animal, como farelo de palmiste, farelo de soja, DDGS (grãos secos de destilaria com solúveis), farinha de penas, farinha de peixe, entre outros. Os dados de matérias-primas foram autorizados para uso a partir de referências globais estabelecidas, incluindo National Research Council (NRC), Association Française de Zootechnie (AFZ), French National Research Institute for Agriculture, Food, and Environment (INRAE), Fundación Española para el Desarrollo de la Nutrición Animal (FEDNA), Centraal Veevoeder Bureau (CVB) e Brazilian Tables for Poultry and Swine.
Após criar uma conta em www.novusint.com/rawmaterial/, os usuários podem selecionar ingredientes de ração e nutrientes, comparar valores entre conjuntos de dados e exportar gráficos e tabelas comparativos para análises adicionais. A ferramenta também permite que os usuários carreguem seus próprios conjuntos de dados de ingredientes para compará-los com as referências disponíveis em um ambiente privado e seguro.
“Reunir esses conjuntos de dados em um único lugar apoia uma avaliação mais consistente das matérias-primas e pode ajudar a agilizar as decisões de formulação”, afirma Castillo. “Isso permite que os nutricionistas trabalhem com mais eficiência, mantendo a propriedade e a confidencialidade de seus próprios dados”.
O NOVUS® Raw Material Compendium se baseia no histórico da empresa de fornecer recursos técnicos à indústria. Anteriormente, a NOVUS oferecia uma versão impressa dos dados. O novo formato digital facilita a visualização e a comparação dos dados e amplia a acessibilidade, permitindo que os usuários acessem as informações em dispositivos móveis, computadores e tablets.
“À medida que a indústria continua evoluindo, fornecer ferramentas e insights acessíveis é essencial”, afirma Ricardo Teles, gerente executivo – soluções globais para ruminantes da NOVUS. “Nutricionistas e produtores estão sob pressão crescente para otimizar o desempenho e a eficiência. Soluções que apoiam a tomada de decisões estratégicas podem desempenhar um papel importante para atender a essas expectativas”.
O compêndio faz parte do compromisso mais amplo da NOVUS com o avanço do conhecimento e com o apoio à indústria de produção animal. No início deste ano, a empresa publicou um Informativo Técnico chamado Superando os inibidores de tripsina, que resumiu as descobertas de uma década de sua pesquisa global sobre a qualidade do farelo de soja. O documento está disponível para download em novusint.com/TIwhitepaper26.
A NOVUS é líder em nutrição inteligente, apoiando produtores de aves, suínos e leite em todo o mundo. Orientada pela ciência, a NOVUS entrega soluções Made of More™ para ajudar os animais a alcançar todo o seu potencial. Saiba mais em novusint.com.
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Cobb-Vantress reúne avicultores do Nordeste em workshop sobre manejo inicial e desempenho de lotes
Evento em Caruaru (PE) reuniu clientes para discutir estratégias e boas práticas no manejo de fêmeas e machos

A Cobb-Vantress, mais antiga empresa de genética avícola em operação no mundo, realizou, no dia 23 de julho, no Hotel WA, em Caruaru (PE), mais uma edição do Workshop de Manejo Inicial (Brooding). O evento integra a série de workshops regionais promovidos pela empresa e reuniu cerca de 50 clientes da região Nordeste para debater boas práticas no manejo de fêmeas e machos, com ênfase nas primeiras oito semanas de vida das aves.
A programação incluiu uma apresentação sobre os novos produtos da Cobb, além da divulgação de dados e resultados do Projeto Brooding e seu impacto no desempenho dos lotes até oito semanas de idade. Os participantes também acompanharam orientações sobre o uso da seletora de pintos no Incubatório, práticas específicas para o manejo de fêmeas e machos e depoimentos de clientes sobre experiências e resultados obtidos em campo. O evento contou ainda com uma mesa redonda de encerramento do bloco técnico, com os temas apresentados no evento.
O workshop foi conduzido por Eduardo Loewen, diretor-associado de Serviço Técnico da Cobb no Brasil, que lidera o projeto Brooding na companhia, e recebeu apresentações do diretor nacional de Vendas, Gustavo Triques, e do gerente regional do Nordeste, Rodrigo Baião.
“Os encontros regionais são fundamentais para fortalecermos, cada vez mais, a nossa parceria com os clientes. Estar presente no Nordeste, ouvindo as demandas específicas da região e levando conhecimento técnico baseado em dados reais, é o que nos permite construir relações de confiança e alcançar resultados ainda mais positivos para toda a cadeia produtiva”, afirma Loewen.
Segundo o executivo, o manejo inicial é a base para o desempenho produtivo ao longo de todo o ciclo das aves. “Ao levarmos esse workshop para o Nordeste, reiteramos nosso compromisso de estar ao lado dos clientes, compartilhando orientações práticas que se traduzem em melhor desempenho dos lotes e melhores resultados de performance”, destaca.
Melhores Lotes da Região
Ao final do evento, empresas da região Nordeste com os melhores desempenhos nas categorias Índice de Eclosão e Ovos Totais foram homenageadas com o prêmio Melhores Lotes Regionais Cobb.
Na categoria Melhor Índice de Eclosão, a Notaro foi a grande vencedora, com resultado de 82,7%. A segunda colocada foi a Pinto Formoso, com índice de 82,4%.
Já na categoria Ovos Totais, a Gujão conquistou o primeiro lugar, com média de 194,8 ovos produzidos por fêmea, seguida pela Notaro, com 192,7 ovos por fêmea.
Diretores e representantes das empresas vencedoras receberam troféus em reconhecimento aos resultados alcançados.
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Nuproxa assume mercado da BioCholine DS e lança Neotegra no SIAVS 2026
Presente em mais de 25 países, a companhia consolida sua operação direta no Brasil e apresenta ao mercado, além da BioCholine DS, os resultados científicos do Neotegra para aves e suínos.

O mercado de nutrição animal ganha um novo desenho comercial a partir deste segundo semestre. O grupo suíço Nuproxa escolheu o SIAVS 2026 (Salão Internacional de Proteína Animal), que acontece entre os dias 04 e 06 de agosto no Distrito Anhembi, para oficializar o controle total sobre a distribuição da linha BioCholine no mercado brasileiro. Consolidada pela Nuproxa em mais de 25 países como a principal referência global em colina natural, a solução passará a ser comercializada diretamente pela equipe nacional da companhia, encurtando o caminho entre a tecnologia e o produtor de proteína animal.
Embora o grupo suíço tenha iniciado, em 2023, sua estrutura de atendimento comercial direto no Brasil, o retorno da BioCholine ao portfólio próprio da Nuproxa, inicialmente na versão DS, representa um marco estratégico para a companhia no país.
A mudança amplia o acesso do mercado brasileiro ao conhecimento técnico desenvolvido globalmente pela empresa. Durante os anos em que a solução esteve disponível por meio de outros canais de distribuição, a Nuproxa continuou investindo em pesquisas, validações e aplicações em diferentes mercados. Esse amplo conjunto de informações passa agora a ser compartilhado de forma mais direta com toda a cadeia produtiva.
O movimento também reforça o compromisso da Nuproxa em tornar a BioCholine DS ainda mais acessível e competitiva no mercado brasileiro, reunindo pioneirismo, consistência técnica, ampla experiência de uso e suporte técnico local.
Para Homero Borin Jr., vice-presidente de negócios da América Latina para o Grupo Nuproxa, a estratégia de reintroduzir a solução com investimento ainda mais competitivo beneficiará diretamente seus clientes. “A BioCholine já é uma autoridade inquestionável na mesa dos nutricionistas brasileiros pela sua estabilidade e pureza. Ao assumirmos a comercialização direta no país, nossa meta é garantir que o mercado tenha acesso a esse padrão global com a proximidade técnica que exigida pelos produtores e, fundamentalmente, com a viabilidade econômica da BioCholine DS, que proteja a margem das fábricas de ração neste momento de custos desafiadores”, afirma Borin Jr.
Diferentemente das abordagens convencionais, a BioCholine DS foca principalmente na entrega de uma matriz de colina natural estável, eliminando problemas industriais crônicos que reduzem a eficiência, como a alta higroscopicidade do cloreto de colina químico, responsável pelo empedramento de premixes e pela corrosão de maquinários.
Ciência aplicada e dados de campo: O lançamento do Neotegra™
Além do reposicionamento da BioCholine, a Nuproxa aproveita a vitrine do SIAVS para apresentar o Neotegra™. Desenvolvido em parceria com a 88 Agro-vetech, o aditivo nutricional chega focado em programas de integridade intestinal de aves e suínos.
O produto, composto por uma alta concentração de bioativos naturais, atua diretamente na integridade da mucosa intestinal, otimizando a absorção de nutrientes e funcionando como alternativa sustentável para a redução de promotores de crescimento e minerais em altas doses.
Em ensaios realizados em instituições de pesquisa Brasileiras demonstraram a eficacia da solução para aves e suínos:
- Na Avicultura (Estudo Bertechini et al., 2023): Em testes com frangos de corte, a inclusão de 80 ppm de Neotegra™ promoveu um ganho de peso e conversão alimentar estatisticamente semelhantes ao controle positivo tratado com o antibiótico promotor de crescimento, superando amplamente o controle negativo.
- Na suinocultura (Ensaios InsideSui, 2024): Na fase de creche, o Neotegra™ demonstrou eficácia na substituição total ou parcial do óxido de zinco (ZnO), mantendo níveis semelhantes de consumo de ração e ganho de peso ao longo de 45 dias, sem prejuízo ao desempenho produtivo. Na fase de terminação, entre 120 e 155 dias de idade, o uso do aditivo melhorou significativamente a conversão alimentar, com redução superior a 100 g de ração para cada quilograma de ganho de peso (P = 0,002).
“ Soluções consistentes precisam ir além dos conceitos teóricos e ser sustentadas por resultados objetivos e tecnicamente comprovados. Os ensaios que apresentaremos no SIAVS demonstram que é possível estruturar programas de redução ou retirada de antimicrobianos e óxido de zinco sem comprometer a performance zootécnica e, em determinadas situações, até superar os resultados dos programas convencionais. Toda a metodologia, os protocolos e os resultados estarão disponíveis para consulta em nosso estande“, comenta Jonivan Paloschi, diretor comercial da Nuproxa no Brasil.
A equipe técnica do Grupo Nuproxa estará disponível durante todo o evento, no Estande 94 do Distrito Anhembi, para compartilhar informações sobre as soluções da empresa para o mercado brasileiro e oferecer suporte técnico e orientações de formulação aos diferentes elos da cadeia de produção animal, incluindo produtores, integradoras, cooperativas, nutricionistas, consultores, indústrias de premix e fábricas de ração.




