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Pet Locomoção tranquila

Especialista dá dicas de como transportar o pet durante viagem de férias

Muitas pessoas levam seus pets para as viagens de férias, mas para garantir a segurança e conforto do animal durante o período em trânsito é necessário seguir uma série de normas.

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Divulgação/Pexels

Muitas pessoas levam seus pets para as viagens de férias, mas para garantir a segurança e conforto do animal durante o período em trânsito é necessário seguir uma série de normas. Dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) revelam que 80% dos tutores transportam seus pets em desacordo com a lei, gerando penalidades para o condutor.

A médica-veterinária, professora do curso de Medicina Veterinária da Unopar, Roberta Scomparin Nandi, explica que os animais de estimação não possuem estrutura óssea e muscular capaz de suportar os traumas e lesões que eventualmente podem acontecer em um acidente. “Diferente dos humanos os pets não suportam os impactos automobilísticos. As lesões são inúmeras indo de simples luxações até casos mais graves como traumas de crânio, contusão pulmonar, pneumotórax, múltiplas fraturas, amputações traumáticas e até mesmo o óbito do animal”, destaca.

De acordo com a profissional é necessário trabalhar o lado psicológico do cão antes de pegar a estrada. Isso significa que não basta apenas acomodar o animal dentro do carro e pegar a estrada, mas também prepará-lo.

“De início para um pet desacostumado é essencial adaptá-lo ao automóvel, para isso eu sugiro algumas atividades como o simples ato de fazê-lo entrar e sair várias vezes do carro, isso vai parecer uma brincadeira para ele e sempre você deverá recompensá-lo com um petisco. O segundo passo é levar o cão para andar de carro por poucos minutos e se for possível nesse passeio leve-o a parques e/ou praças para que após o período de estresse no automóvel ele possa relaxar. Com essas atitudes eles irão associar o passeio de carro a algo agradável. Para os felinos o transporte é mais tranquilo”, comenta a professora.

Outro ponto de atenção é a alimentação dos bichinhos antes dos passeios, o jejum é a melhor forma de evitar os enjoos, com isso, oferecer a refeição três horas antes da viagem. A água também deve ser evitada de forma excessiva. Se o trajeto for longo, o ideal é recorrer a medicações orientadas pelo médico veterinário.

Para auxiliar os tutores, segue algumas dicas:

Planeje as suas paradas

Faça paradas a cada duas horas para que o animal possa fazer suas necessidades fisiológicas. Nessas paradas dê água para hidratação do animal e evite alimentação, mas em casos de trajetos longos dê pequenas frações.

Não deixe a temperatura interna muito baixa (ar condicionado)

Mantenha a temperatura do carro próxima a temperatura externa. Nada de ar-condicionado em temperatura muito baixa. Pois, pode ser prejudicial para a respiração do seu pet, ocasionando problemas respiratórios futuros.

Leve os brinquedos e mantas

Leve os acessórios utilizados pelo animalzinho para que ele se sinta em casa. No caso das caixas de transportes, coloque o próprio cobertor do animal como forro para reforçar a ideia da casa.

Fonte: Assessoria Unopar
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Pet Doença é mais comum no verão

Saiba como cuidar da Otite em pets

Férias e passeios com piscina, banhos frequentes e até parasitas podem ocasionar a inflamação no ouvido dos cães, relata veterinária, que explica como prevenir e tratar.

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Divulgação/Pexels

O mês de janeiro é sempre agitado, seja pelas férias ou pela maior frequência de passeios ao ar livre. Por esse motivo, é um período que demanda maior atenção aos problemas nos ouvidos dos pets, já que banhos e contato com a água de piscina e praia, além do contato com parasitas, são mais frequentes e podem ocasionar otite, inflamação no ouvido semelhante a humana e que causa dor e estresse no animal.

Segundo dados do Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária, essas infecções representam de 8 a 15% dos casos atendidos nas clínicas veterinárias no Brasil e a externa crônica (OEC) corresponde a até 76,7% dos casos de otopatias em cães e 50% em gatos. Por isso, Silvana Badra, médica-veterinária e gerente de produto pet da MSD Saúde Animal, explica como prevenir e tratar a infecção.

O que é?

A otite é uma inflamação no ouvido, mais especificamente uma infecção no canal da orelha, que acomete cães e gatos por diversos motivos, como a inserção de corpos estranhos como grama, pelos, dermatite atópica ou alergia alimentar, calor e umidade, informa Silvana Badra. “Independente da causa, o quadro de otite é sempre marcado por um profundo processo inflamatório e pode ser complicado por fatores perpetuantes, entre os quais destacamos os fungos e as bactérias, o que certamente causa dor, stress e desconforto ao pet”, explica.

De acordo com uma pesquisa norte-americana da Vet Clinics of North America: Small Animal Practice, essa é uma doença bastante comum, que afeta um em cada cinco cães.

Coçar os ouvidos, dor e a presença de secreção são alguns dos sintomas

A otite causa vermelhidão na orelha, desconforto por coceira persistente (muitas vezes o animal chega a chorar enquanto coça a orelha), odor desagradável e até secreção com cores diversas como amarelo e marrom. Esses são os principais sinais que mostram que o pet está com otite. Silvana alerta que, se houver algum sinal de inflamação, o tutor deve levar o animal ao veterinário, para que ele faça uma avaliação e oriente em relação ao tratamento.

Já dizia o ditado: prevenir é melhor que remediar

Para prevenir, a médica-veterinária afirma que é muito importante sempre manter os ouvidos do animal limpos e protegê-los antes de qualquer prática aquática. Após o banho e a realização da atividade, é preciso secar bem as orelhas do pet. E acrescenta que é importante seguir as orientações do veterinário para a limpeza e deve-se evitar o uso de hastes flexíveis para isso, que podem ferir o cão ou gato.

 Tratamento

A inflamação requer muita atenção e cuidado porque, se não tratada, pode avançar e se tornar uma otite crônica mais difícil de curar e ainda deixar sequelas no animal, como o estreitamento do canal auditivo.

“O tutor deverá administrar no pet medicamentos de uso tópico dentro do ouvido do pet, que serão prescritos pelo veterinário e receberá deste, as orientações para a aplicação correta. Esses produtos devem sempre ser utilizados sob a orientação do médico-veterinário”, finaliza Silvana.

Vale lembrar que um pet saudável é fundamental para uma família saudável! Quando cuidamos do animalzinho também estamos protegendo toda a família.

Fonte: Assessoria
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Pet Cuidados com os animais

Especialista tira dúvidas sobre tosa ideal, protetor solar e quantidade de água recomendada para os pets no verão

Muitas famílias que possuem pets os levam juntos para curtir as praias e outros destinos bastante populares durante esse período como sítios e pousadas, porém, são necessários certos cuidados com os mascotes para evitar acidentes ou mesmo lesões

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Divulgação/Botupharma

Janeiro é conhecido por ser o período em que as pessoas costumam viajar para aproveitar as férias de verão. Muitas famílias que possuem pets os levam juntos para curtir as praias e outros destinos bastante populares durante esse período como sítios e pousadas. Porém, é necessário ter certos cuidados com os mascotes para evitar acidentes ou mesmo lesões. “Assim como nós temos de ficar atentos e tomar algumas precauções durante o verão, os animais também necessitam de alguns cuidados”, explica a médica-veterinária da Botupharma, Bruna Fabro.

O primeiro tópico que surge em mente quando falamos sobre a estação mais quente do ano é a hidratação. Assim como os humanos, os pets também precisam ingerir uma quantidade significativa de água durante o verão. E quem pensa que colocar um pote com água em um local específico é o suficiente para mantê-los hidratados está enganado.

“O ideal é espalhar diversos potes com água pela casa, para facilitar o consumo e incentivá-los a tomar água com maior frequência para se manterem hidratados durante os dias quentes”, explica Bruna. Trocar a água, no mínimo, uma vez por dia e adicionar cubos de gelo no pote deixa a água mais fresca para eles.

Já a quantidade de água recomendada por dia pode variar de acordo com a espécie, idade e peso do animal. “Cães saudáveis devem beber em média 50 ml de água para cada kg de peso vivo ao longo do dia, o que seria em torno de 500 ml para um cão de 10 kg. Para os gatos, o ideal é ingerir cerca de 100 ml a cada 2,5 kg, diariamente”, ressalta a médica-veterinária.

Existem alguns produtos que são capazes de manter a água fresca durante todo o dia, como os bebedouros. Por mais que seja recomendado ingerir bastante água no verão para se manter hidratado, não é todo tipo de água que os pets podem tomar, como é o caso da água salgada do mar. “Os cuidados na praia incluem evitar a ingestão de água salgada, pois altas quantidades de cloreto de sódio – o sal de cozinha, presente na água do mar, podem causar episódios de diarreia e vômitos e até intoxicações, se ingerida em grande quantidade. No caso de viagens é indicado sempre levar um probiótico para auxiliar a regular a flora intestinal dos pets. Se o seu pet gosta de nadar, não se esqueça de dar um banho com água doce após os mergulhos para evitar que a água salgada resseque a pele e os pelos e cause coceiras ou alergias”, diz Bruna.

Mas não são só esses os únicos cuidados que se devem ter ao levá-los à praia. Apesar dos cães serem ótimos nadadores, o ideal é ficar sempre perto deles quando for entrar na água e usar uma coleira peitoral ou até mesmo um colete próprio para cães a fim de garantir o máximo de segurança. A regra de passar protetor solar também vale para os pets, porém, é preciso usar produtos produzidos especificamente para eles. “É preciso ficar atento também se a areia está muito quente para evitar queimaduras nas patas”, afirma a médica-veterinária.

No caso de cães braquicefálicos como o pug ou buldogue francês, o cuidado precisa ser redobrado, já que eles não conseguem fazer uma termorregulação efetiva, que é a capacidade de controlar a temperatura corporal média independentemente da temperatura ambiental. Se a ideia for passear com o animal no asfalto, é necessário se atentar à temperatura no momento do passeio, de preferência antes das nove da manhã ou após às 18h.

“A perda de calor ou refrigeração do animal acontece durante a respiração, por isso, os braquicefálicos por terem o focinho mais curto, têm maior dificuldade para eliminar o excesso de calor e demandam mais cuidados. Diferente de nós humanos, os cães não transpiram pela pele e perdem o calor principalmente pelos coxins- as almofadinhas das patas e pela língua. O ideal é levar os pets para caminhar em locais com árvores e gramas, para que eles possam fazer paradas e ficarem na sombra, bem como evitar passeios muito longos sem períodos de descanso”, pontua Bruna.

Outra dúvida comum nessa estação do ano é a questão da tosa. Muitos acreditam que durante esse período é importante cortar os pelos do cachorro com frequência para evitar que ele sinta muito calor. Porém, é importante se atentar ao tipo de tosa indicado para a raça ou tipo de pelo do seu pet, já que deixar a pelagem muito baixa na estação mais quente do ano pode trazer alguns riscos.

“A ausência de pelos faz com que a pele fique muito exposta ao sol e isso pode aumentar os riscos de queimaduras na pele, podendo favorecer o desenvolvimento de tumores. O ideal é aparar a pelagem, pois também é um cuidado que promove bem-estar aos pets, mas sempre respeitando as particularidades de cada cão ou raça. Cães como Chow Chow e Husky Siberiano podem aparentar que sofrem por conta da camada densa de pelos, mas eles lhes conferem proteção e a tosa pode causar a alopecia pós-tosa, que é uma falha no crescimento ou até mesmo a ausência do crescimento dos pelos, quando o folículo piloso é lesado”, acrescenta a médica-veterinária.

Vale ressaltar também o cuidado com pets caso precisem aguardar dentro do carro. “Nunca os deixe sozinhos com o vidro fechado e procure estacionar apenas em vagas cobertas e pelo menor tempo possível, para evitar acidentes”, finaliza Bruna.

Fonte: Assessoria
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Pet Formato híbrido

Congresso CBNA Pet acontece em maio simultaneamente à Feira Fenagra

Evento está marcado para os dias 11 e 12 de maio no Centro de Convenções Expo Dom Pedro, em Campinas (SP). 

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Divulgação/CBNA

O Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA) realiza entre os dias 11 e 12 de maio o 21º Congresso CBNA Pet, no formato híbrido (presencial e virtual). Um dia antes do início do evento, dia 10 de maio, será promovido o 5º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos e o 4º Workshop sobre Nutrição em Aquacultura. Os três eventos acontecem simultaneamente à Feira Fenagra, no Centro de Convenções Expo Dom Pedro, em Campinas (SP).

Conforme o coordenador do Congresso CBNA Pet, professor doutor Aulus Cavalieri Carciofi, todos os protocolos sanitários serão seguidos à risca a fim de garantir a segurança de todos os participantes. “Em razão do cenário de pandemia ainda existente, informamos que seguiremos as determinações ditadas pelos órgãos competentes para a realização de eventos presenciais. Se na data agendada para o Congresso Pet e os workshops houver qualquer impedimento de ordem sanitária para encontros presenciais, os eventos serão automaticamente migrados para o formato exclusivamente on-line”, afirmou Carciofi.

A agenda de trabalhos científicos, com as normas, datas e premiações, serão divulgadas pela organização em breve. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail cbna@cbna.com.br

 Quem faz acontecer

O Congresso CBNA Pet e os workshops contam com patrocínio das empresas Diana Pet Food, Ferraz Máquinas, Hill’s, Kemin Nutrisurance, PremieRpet, Royal Canin, Special Dog Company e Waltham.

Fonte: Assessoria CBNA
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