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Empresas Avicultura

Especialista da Boehringer Ingelheim Saúde Animal explica como prevenir a devastadora doença de Newcastle em aves

Por ser uma doença com alta taxa de transmissibilidade, produtores devem seguir o controle oficial estabelecido pelo MAPA. Vacinação é a medida mais eficaz para conter a doença e proteger a cadeia avícola de riscos sanitários e econômicos

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Arquivo / OP Rural

A doença de Newcastle, uma das mais letais na avicultura devido à sua alta taxa de transmissibilidade, acarreta elevadas perdas econômicas à cadeia avícola e ao país atingido, caso o surto não seja controlado. O vírus da família Paramyxoviridae, causador da enfermidade, traz problemas respiratórios, nervosos e digestivos para as aves e pode ser transmitido pela respiração, fezes, ovos ou restos mortais do animal infectado. As aves infectadas apresentam espirros e respiração ofegante, falta de apetite, paralisia completa, diarreia aquosa, desorientação (andar em círculos e de costas), entre outros sintomas.

Apesar de ser livre da doença de Newcastle desde 2006, o Brasil detém um controle oficial estabelecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para estabelecimentos avícolas de reprodução e postura comercial e, caso algum surto ocorra, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) deve ser notificada. De acordo com o gerente técnico de Avicultura da Boehringer Ingelheim, Tobias Filho, para evitar que ocorram surtos da doença nas granjas, o produtor deve seguir os protocolos de biosseguridade adequados e realizar a prevenção da doença por meio de vacinação: “Para garantir a segurança e evitar quaisquer tipos de surtos na propriedade, o produtor deve seguir os protocolos estabelecidos pelas autoridades locais e, no caso de exportação, os protocolos sanitários que regem os acordos comerciais. Qualquer tipo de negligência neste sentido pode acarretar perdas econômicas imensuráveis ao produtor e ao comércio do país”, explica. “Em caso de surto em uma propriedade com animais suscetíveis à doença, a incidência de mortes pode chegar a 100% das aves infectadas antes mesmo de apresentarem sinais clínicos evidentes, acarretando perda total de plantel do produtor”, conclui.

A vacinação, portanto, é fundamental para garantir o bem-estar dos animais, sustentar a produção e proteger a propriedade de perdas financeiras. Além disso, ela garante que a carne de frango e os ovos comercializados estejam dentro dos padrões estabelecidos pelas instituições competentes, chegando à mesa dos consumidores de forma segura e saudável, de acordo com os preceitos de “saúde única”, que corresponde os animais e humanos.

Vacina para doença de Newcastle

A Boehringer Ingelheim Saúde Animal lançou recentemente a vacina Newxxitek® HVT + ND, para proteção de aves contra as doenças de Newcastle e Marek. É a única vacina do mercado com o mesmo vetor da Vaxxitek® HVT+IBD – que protege contra Marek e Gumboro e já vacinou mais de 100 bilhões de aves no mundo –, expressando o gene da proteína F de um vírus velogênico do genótipo IV, o que traz maior segurança aos desafios de vírus de campo. Além disso, a solução combina a conveniência da administração única em incubatório (in ovo ou subcutânea) com a proteção de início rápido e de longo prazo contra Marek e Newcastle com a replicação do vetor HVT.

“A Newxxitek® HVT + ND se soma ao restante do portfólio da empresa de soluções para a avicultura, deixando-o mais completo e com flexibilidade de escolha, atendendo às necessidades da cadeia de produção”, afirma Filipe Fernando, gerente de marketing da área de Aves e Suínos da empresa. “Com esta solução, oferecemos uma cobertura vacinal robusta e variada para as principais enfermidades que acometem as aves, auxiliando no processo de produção e melhorando ainda mais os resultados”.

Fonte: Assessoria
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Empresas Bovinos

Programa de Eficiência de Carcaça (PEC) ajuda pecuaristas a melhorar indicadores de produtividade em suas fazendas

As inscrições para o PEC estão abertas até 31 de agosto de 2021.

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“A produção de carne por hectare aumentou 170% nos últimos 30 anos. Os consistentes avanços de melhoramento genético, manejo nutricional, cuidados sanitários e gestão nas fazendas contribuem para a pecuária brasileira avançar em produtividade. O Programa de Eficiência de Carcaça (PEC) foi criado para auxiliar os pecuaristas a melhorar os seus índices zootécnicos para produzir mais e melhor e, assim, ajudar o país a atender à crescente demanda global, estimada pela FAO em 60 milhões de toneladas este ano”, destaca Mauricio Graziani, presidente da Phibro Saúde Animal.

“O Brasil é líder no mercado mundial de carne bovina e avança em qualidade do produto final, com abate de gado cada vez mais jovem, carne macia, pH adequado e cobertura desejável de gordura. O PEC é um acelerador desse processo, fornecendo conhecimento e soluções para avançar em produtividade e em carne de qualidade”, explica Melina Marchi, coordenadora de compra de gado da Minerva Foods.

Nesse processo, a suplementação é essencial pois contribui para os animais receberem os nutrientes necessários, na quantidade certa, quando eles mais precisam. “O papel da nutrição é contribuir para o correto desenvolvimento dos animais, permitindo que eles expressem toda a sua genética”, reforça Mauricio Graziani.

Papel semelhante desempenha o controle das doenças. “Quando pensamos na sanidade, existem inúmeras situações que podem comprometer o desempenho dos animais tanto em termos de ganho de carcaça quanto de bom acabamento”, explica Bruno Di Rienzo, gerente de demanda da Biogénesis-Bagó.

Bruno alerta que, além das enfermidades já conhecidas, como vírus e bactérias, verminoses e ectoparasitoses, os bovinos enfrentam o desafio do estresse oxidativo, que impacta diretamente no consumo dos animais. “O mais importante é realizar a implementação do mapeamento de risco com o objetivo de identificar e calcular as probabilidades de cada uma dessas ocorrências. Dessa forma, com maior previsibilidade, podemos programar a sanidade com o foco na prevenção”, diz o técnico.

“O Programa de Eficiência de Carcaça tem por objetivo exatamente premiar e avaliar os melhores animais enviados para o abate, recompensando todo o investimento feito pelos pecuaristas nas fazendas”, ressalta Melina, da Minerva Foods.

Na indústria, a primeira análise é feita no recebimento do romaneio de abate mais detalhado com as notas dos parâmetros pré-estabelecidos do programa: pH, peso, acabamento e maturidade. “Com essas informações, conhecemos e analisamos o perfil dos animais, bem como o desempenho dos lotes com a média de pontuação dos animais.  Assim, o pecuarista tem clareza do perfil do lote e pode tomar a melhor decisão em termos de incrementar a produtividade”, complementa Melina.

Outra vantagem dos participantes do PEC é o suporte técnico oferecido pelas empresas parceiras na forma de envio periódico de conteúdos importantes, que abordam os temas de produção, possíveis soluções e/ou dicas para o progresso produtivo.

Iniciativa da Minerva Foods, Phibro Saúde Animal e Biogénesis Bagó, o PEC reconhece e valoriza os produtores com melhores indicadores de desempenho e que lideram o processo de produção de carcaças padronizadas e de alta qualidade.

O PEC é aberto aos pecuaristas de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, São Paulo e Tocantins interessados em produzir os bovinos do futuro e melhorar o seu desempenho segundo os parâmetros qualitativos do programa. O primeiro passo é se inscrever no site www.minervafoods.com/pec.

O passo seguinte é a avaliação do atual estágio da propriedade e, depois, a multiplicação de conhecimentos técnicos para melhoria dos indicadores de produção, com orientação dos pecuaristas para tomada de decisões.

Para esse trabalho, o PEC amplia o compartilhamento de informações, utilizando meios mais interativos, como o PECTV – canal no YouTube no qual são apresentados Giro PEC (cases de sucesso), Palavras do Especialista (conteúdos técnicos) e PEC Performance (discussões e análises dos números do programa).

As inscrições para o PEC estão abertas até 31 de agosto de 2021. Participam as unidades da Minerva Foods em José Bonifácio (SP), Mirassol D´Oeste (MT), Palmeiras de Goiás (GO), Janaúba (MG) e Araguaína (TO).

 

Fonte: Assessoria
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Empresas

DSM lança premix que garante absorção mais rápida, eficiente e segura da vitamina D

Com o objetivo de aumentar a longevidade dos animais, conectando nutrição ao resultado em performance, o PX Hy•D® Swine 200 melhora o desempenho zootécnico e o bem-estar animal, além da rentabilidade dos suinocultores

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Adsos Passos, Gerente Técnico Suínos da DSM na América Latina.

A DSM, empresa global baseada em ciência para Nutrição, Saúde e Vida Sustentável, lança o PX Hy•D® Swine 200, tecnologia que permite alta absorção e aumento dos níveis sanguíneos de vitamina D (25-Hidroxivitamina D3) nos suínos. A nova proposta do premix traz ao mercado da suinocultura versatilidade e facilidade, otimizando o tempo de pesagem através do uso da dosagem única de 200g de premix por tonelada de ração, que pode ser aplicada a qualquer fase produtiva.

O PX Hy•D® Swine 200 otimiza a saúde e a produtividade de matrizes suínas, resultando no fortalecimento ósseo e incremento na imunidade de plantel. “A suplementação com a tecnologia da DSM possibilita um retorno econômico significativo ao suinocultor graças à melhoria de desempenho ao longo da vida produtiva do animal, bem como na maior longevidade das fêmeas por conta da diminuição dos problemas locomotores”, afirma Adsos Passos, Gerente Técnico Suínos da DSM na América Latina.

Para expressar seu potencial genético e produzir leitões saudáveis, as fêmeas de alta produtividade exigem suporte nutricional adequado, incluindo vitaminas e minerais. O PX Hy•D® Swine 200 contém 25-OH-D3 possibilitando uma absorção direta da vitamina para a corrente sanguínea.

O PX Hy•D® Swine 200 (25-OH-D3) é um metabólito da vitamina D3 de alta absorção. Além da mais rápida assimilação pelo animal, essa tecnologia é mais eficiente e segura em termos metabólicos.

Estudos recentes demonstram que o uso de PX Hy•D® Swine 200 eleva os níveis séricos de vitamina D, resultando na maior produção de leitões nascidos vivos e aumento de peso ao desmame. Já está comprovado que Hy-D® é a forma mais biodisponível de vitamina D que garante alta eficiência de assimilação do metabólito 25-OH-D3, o que melhora a condição corporal e óssea do animal. “Fêmeas de alta produtividade e suínos com alto potencial de desempenho demandam uma ótima nutrição vitamínica. Dessa forma se aumenta o ganho produtivo das granjas e a qualidade da carne que vai à mesa dos consumidores”, finaliza Adsos.

Fonte: Ass. de imprensa
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Empresas

Vaccinar tem programa desmama antiestresse

Protocolo evita perda de peso do bezerro, otimiza a produtividade e ajuda a aumentar o lucro do produtor

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Especialista em nutrição de ruminantes da Vaccinar, Fernando Rossi Camilo

Com o objetivo de reduzir o estresse da desmama dos bezerros, a Vaccinar desenvolveu um protocolo nutricional exclusivo para essa fase, o Programa Desmama Antiestresse. Os bezerros são desmamados, ou seja, são retirados do contato com a vaca, com cerca de 210 quilos aos sete ou oito meses de idade.

“Além da diminuição do estresse, que pode fazer com que o bezerro perca peso de até uma arroba, com o protocolo o animal vai ganhar mais peso”, conta o especialista em nutrição de ruminantes da Vaccinar, Fernando Rossi Camilo. O programa, que dura 60 dias, otimiza a produtividade, já que o produtor vai produzir mais com os mesmos recursos da fazenda. Além disso, a lucratividade aumenta, em média, 35%.

O protocolo nutricional levou um ano para ser desenvolvido, com levantamento dos resultados a campo com a equipe de assessores técnicos da empresa junto com o pessoal da área de pesquisa e desenvolvimento (P&D).

Além do Programa Desmama Antiestresse, a Vaccinar desenvolveu outros, como o Programa Nutricional de Precisão Cria, o de Recria e o Programa Nutricional de Precisão para Engorda. “A empresa sempre busca o menor custo de produção com o melhor desempenho do animal, ou seja, produzir muito mais arroba com pouco dinheiro”, observa.

 

Fonte: Ass. de imprensa Vaccinar
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CONBRASUL/ASGAV

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