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Avicultura

Especialista apresenta os impactos das micotoxinas à saúde intestinal das aves durante 26º SBSA

Palestra aborda efeitos silenciosos na produtividade e na imunidade, além de estratégias de monitoramento e controle no dia 09 de abril, no Bloco Sanidade.

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Foto: Suellen Santin

A presença de micotoxinas na alimentação das aves e seus impactos na saúde intestinal e na produtividade da avicultura estarão em pauta durante o 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA). Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), a palestra “Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves” será ministrada pelo Ricardo Hummes Rauber, no dia 09 de abril, às 09 horas, durante o Bloco Sanidade, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

Ricardo é médico-veterinário formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), onde também concluiu o Mestrado em Medicina Veterinária Preventiva, com foco em micotoxinas e sanidade de aves. É Doutor em Sanidade Avícola pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tendo desenvolvido pesquisas sobre a interação entre lipopolissacarídeos de Salmonella Typhimurium e Fumonisina B1 em frangos de corte. Realizou ainda Pós-Doutorado pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) em um projeto voltado à saúde intestinal em aves em parceria com a BRF, além de possuir especialização em Medicina das Aves pela North Carolina State University, nos Estados Unidos.

Palestra “Micotoxinas a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves” será ministrada pelo Dr. Ricardo Hummes Rauber

Com mais de 20 anos de experiência em saúde animal, especialmente em sanidade avícola, iniciou sua trajetória no Laboratório de Análises Micotoxicológicas (LAMIC/UFSM), onde atuou como gerente de pesquisa. Posteriormente, foi sócio-fundador e diretor técnico do Instituto SAMITEC, dedicando-se ao diagnóstico e à prevenção de doenças em aves com ênfase em micotoxinas. Também integrou a equipe da BRF S.A., onde trabalhou por nove anos como pesquisador, sanitarista e gerente de saúde animal, liderando projetos de inovação e estratégias de biosseguridade. Atualmente é CEO do Instituto SAMITEC e atua como consultor internacional em sanidade avícola pela Vetinova – Saúde Animal Estratégica, assessorando empresas e produtores na implementação de programas de saúde animal e prevenção de doenças aviárias.

Consideradas um dos desafios sanitários mais relevantes da produção animal, as micotoxinas podem comprometer o desempenho zootécnico, afetar a saúde intestinal e aumentar a suscetibilidade das aves a diferentes enfermidades. Durante a apresentação, serão discutidos os efeitos dessas toxinas na fisiologia das aves, bem como estratégias de monitoramento, prevenção e controle para reduzir seus impactos na cadeia produtiva.

Para a presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, abordar temas relacionados à sanidade e à prevenção de doenças é fundamental para a sustentabilidade da avicultura. “A sanidade animal é um dos pilares da produção avícola. O Simpósio busca reunir especialistas que contribuam com conhecimento científico aplicado, auxiliando profissionais e empresas a fortalecerem suas estratégias de biosseguridade e saúde dos plantéis”, destaca.

A presidente da comissão científica do SBSA, Daiane Albuquerque, ressalta que o bloco de sanidade reúne especialistas com experiência prática e científica para discutir temas de grande relevância para o setor. “As micotoxinas são um desafio constante na produção avícola, pois muitas vezes seus efeitos são silenciosos, mas impactam diretamente a saúde intestinal, a imunidade e o desempenho das aves. Trazer especialistas que aprofundem esse debate contribui para ampliar o conhecimento técnico dos profissionais”, afirma.

O 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura será realizado entre 7 a 9 de abril de 2026 e é considerado um dos principais eventos técnicos da avicultura latino-americana. Paralelamente ao Simpósio ocorre a 17ª Brasil Sul Poultry Fair, feira que reúne empresas nacionais e multinacionais ligadas à cadeia produtiva avícola.

Para acompanhar a palestra e os demais conteúdos da programação científica é necessária inscrição no evento. O segundo lote segue disponível até o dia 26 de março, com investimento de R$ 750,00 para profissionais e R$ 450,00 para estudantes. O acesso à 17ª Brasil Sul Poultry Fair custa R$ 100,00. As inscrições podem ser realizadas no site, acesse clicando aqui.

Programação geral

26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura  

17ª Brasil Sul Poultry Fair

Dia 07/04 – Terça-feira

13h30 – Abertura da Programação

13h40 – Painel Gestão de Pessoas

Capital humano em crise: o futuro da mão de obra na avicultura.

Palestrantes:

Delair Bolis

Joanita Maestri Karoleski

Vilto Meurer

Luciana Dalmagro – Coordenadora da mesa redonda

15h40 – Intervalo

16h – Commodities em foco: superando barreiras logísticas e incertezas do futuro.

Palestrante: Arene Trevisan

(15 minutos de debate)

17h- Solenidade de Abertura Oficial

17h40 – Palestra de abertura: Cenários Globais 2026

Palestrante: Heni Ozi Cukier – HOC

19h15 – Coquetel de Abertura na 16ª Brasil Sul Poultry Fair

Dia 08/04 – Quarta-feira

Bloco Abatedouro

8h – Velocidade de processamento e qualidade do abate.

Palestrante: Darwen de Araujo Rosa

(15 minutos de debate)

9h – Comparativo microbiológico entre países no contexto da ciência da segurança alimentar.

Palestrante: Dianna V. Bourassa

(15 minutos de debate)

10h – Intervalo

Bloco Nutrição

10h30 – Granulometria e seu impacto no trato digestivo.

Palestrante: Wilmer Pacheco

(15 minutos de debate)

11h30 – Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte.

Palestrantes: Roselina Angel

(15 minutos de debate)

12h30 – Intervalo almoço

Eventos Paralelos

Painel Manejo

14h00 – Manejo do Frango de Corte Moderno

Palestrantes:

Lucas Schneider

Rodrigo Tedesco Guimarães

16h – Intervalo

Bloco Conexões que Sustentam o Futuro

  16h30 – Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura.

Palestrante: Kali Simioni e João Nelson Tolfo

(15 minutos de debate)

17h30 – Porque bem-estar é crucial para a sustentabilidade?

Palestrante: Prof. Celso Funcia Lemme

(15 minutos de debate)

18h30 – Eventos Paralelos

19h30 – Happy Hour na 18ª Brasil Sul Poultry Fair

Dia 09/04 – Quinta-feira

Bloco Sanidade

8h – Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosas – enfoque nos diferentes métodos de diagnóstico das doenças respiratórias

Palestrante: Prof. Renata Assis Casagrande

(15 minutos de debate)

9h – Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves.

Palestrante: Dr. Ricardo Rauber

(15 minutos de debate)

10h – Intervalo

10h30 – Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença.

Palestrante: Gonzalo Tomás

(15 minutos de debate)

11h30 – Influenza aviária – plano de contingência em caso real.

Palestrante: Taís Barnasque

(15 minutos de debate)

Sorteios de brindes.

Fonte: Assessoria Nucleovet

Avicultura

Conbrasfran 2026 destaca tecnologia e crescimento da avicultura no Sul do Brasil

Congresso reúne especialistas para palestras, workshops e painéis sobre produção sustentável, sanidade e digitalização.

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Foto: Divulgação/Asgav

A avicultura brasileira volta a se encontrar em Gramado, na serra gaúcha, entre os dias 23 e 25 de novembro durante a 2ª Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Carne de Frango (Conbrasfran), organizada pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav). O evento vai reunir profissionais de todos os elos da cadeia produtiva para discutir tecnologias, tendências de mercado, inovação e oportunidades de crescimento do setor.

O congresso terá palestras, painéis e workshops voltados a produtores, integradores, técnicos, pesquisadores e dirigentes da indústria de alimentos e insumos. Entre os temas em destaque estão estratégias de produção sustentável, avanços em nutrição e sanidade, automação e digitalização na avicultura, além de tendências de mercado e regulamentações que impactam o setor.

O presidente executivo da Asgav e organizador do evento, José Eduardo dos Santos, destaca que “a Conbrasfran é um espaço único para que todos os elos da cadeia produtiva troquem conhecimento, discutam inovações e identifiquem oportunidades de negócios. Nosso objetivo é fortalecer a competitividade da avicultura brasileira e preparar o setor para os desafios do futuro”.

O evento também oferece oportunidades estratégicas de parceria e patrocínio, permitindo que empresas se conectem com tomadores de decisão, pesquisadores e profissionais influentes da cadeia produtiva. Além disso, os participantes terão acesso a conteúdos técnicos de ponta e a experiências práticas que contribuem para o avanço da produção e da gestão da avicultura.

A 2ª Conbrasfran reafirma o compromisso da Asgav em promover um ambiente de inovação, atualização e networking, consolidando-se como um encontro obrigatório para quem atua no setor de carne de frango no Brasil. Outras informações sobre a 2ª Conbrasfran, realizada pela Asgav, podem ser encontradas na página do evento, acesse clicando aqui, através do Instagram @conbrasfran, do WhatsApp (51) 9 8600-9684 ou do e-mail conbrasfran@asgav.com.br.

Fonte: Assessoria Asgav
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Avicultura

Ambiência e nutrição impactam diretamente a saúde de frangos de corte

Condições inadequadas de manejo elevam risco de doenças e perdas produtivas na avicultura.

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Foto: Shutterstock

Artigo escrito por Brunna Garcia, doutora em Zootecnia, nutricionista de aves na Agroceres Multimix.

O setor avícola nacional se destaca pelo constante aprimoramento tecnológico e pelo investimento em inovação, fatores que sustentam o crescimento da produção e a busca por melhores resultados econômicos, zootécnicos, sanitários e de bem-estar animal.

Nesse contexto, o manejo exerce papel central para que as aves expressem seu potencial genético, enquanto falhas podem comprometer o desempenho, elevar a ocorrência de doenças, a mortalidade, a desuniformidade dos lotes e o número de condenações no abatedouro.

No frigorífico, as aves passam por inspeções rigorosas antes e após o abate, conforme o Decreto nº 9.013/2017 (RIISPOA), que estabelece a avaliação detalhada das carcaças na inspeção post mortem, visando identificar e destinar corretamente aquelas que devem ser condenadas.

As causas de condenação são variadas e, em grande parte, provém de falhas ao longo da cadeia produtiva. De modo geral, essas causas podem ser classificadas em não patológicas (associadas a falhas de manejo) e patológicas (lesões provenientes de processos infecciosos ou de outras enfermidades que acometem as aves ainda no campo).

Fonte: Agroceres Multimix

Dentre as causas patológicas mais frequentemente, destacam-se a artrite, a pododermatite e a ascite. Essas afecções apresentam origens multifatoriais e estão relacionadas tanto a aspectos sanitários quanto a falhas de manejo e condições ambientais inadequadas durante a criação.

A presença de umidade elevada na cama favorece o amolecimento do coxim plantar e o contato prolongado das aves com as excretas, promovendo irritação cutânea e infecção secundária por bactérias oportunistas, como Staphylococcus aureus e Escherichia coli. A severidade das lesões é um importante indicador de bem-estar e pode ser utilizada para monitorar as condições de manejo e ambiência dos lotes.

Fonte: Agroceres Multimix

No abatedouro, os casos severos podem resultar na condenação das patas e, em situações mais graves, das carcaças, especialmente quando há sinais de infecção sistêmica. Essa condenação representa uma perda significativa, uma vez que o pé de frango é considerado um subproduto de alto valor agregado, amplamente exportado e valorizado por mercados internacionais, como o asiático. Assim, a manutenção da integridade e qualidade desse produto tem impacto direto na rentabilidade e competitividade da cadeia avícola brasileira.

O controle e a prevenção da pododermatite envolvem o manejo adequado da cama, ventilação eficiente para controle da umidade, densidade adequada de aves e formulação nutricional equilibrada.

Ascite

Fonte: Atlas de alterações macroscópicas, Liris Kindlein (2024)

Outro problema patológico é a ascite, ou síndrome do abdômen aquoso, condição metabólica caracterizada pelo acúmulo anormal de líquido na cavidade abdominal, resultante de desequilíbrio entre o fornecimento e o consumo de oxigênio pelos tecidos. Essa síndrome está frequentemente associada a altas taxas de crescimento e ganho de peso típicas de frangos modernos, cujo rápido metabolismo exige maior demanda de oxigênio do que o sistema cardiovascular é capaz de suprir.

Fatores ambientais e de manejo exercem grande influência na ocorrência da ascite, especialmente a ventilação inadequada, temperaturas baixas, densidade elevada, dieta com alto teor energético e condições que provoquem estresse térmico. Essas situações aumentam a pressão pulmonar e sobrecarregam o ventrículo direito, levando à dilatação e, consequentemente, ao extravasamento de plasma para a cavidade abdominal.

Fonte: Atlas de alterações macroscópicas, Liris Kindlein (2024)

No abatedouro, as aves acometidas por ascite apresentam abdômen distendido e conteúdo líquido seroso, de coloração amarelada, com odor característico. As carcaças afetadas são condenadas total ou parcialmente durante a inspeção post mortem, de acordo com o grau de comprometimento. Além das perdas diretas, a ascite também representa um problema de bem-estar, pois as aves afetadas apresentam dificuldade respiratória, letargia e menor consumo de alimento.

A prevenção depende de um manejo integrado que envolva o controle da ventilação e temperatura ambiental, densidade adequada, programas nutricionais equilibrados e monitoramento constante da taxa de crescimento, especialmente nas fases iniciais.

Impactos Econômicos

As condenações no abatedouro geram prejuízos econômicos expressivos. Estima-se que as perdas variem entre 0,5% e 2% da produção. Em um frigorífico que abate 200 mil aves/dia, uma taxa de 1% representa o descarte de 2.000 carcaças, com prejuízo diário de cerca de R$ 14 mil, ultrapassando R$ 350 mil/mês, sem considerar custos operacionais adicionais.

Outras condições também impactam os resultados: a condenação de 5% das patas em plantas que processam 400 mil aves/dia pode inutilizar cerca de 1 tonelada diária de um produto valorizado no mercado asiático. Já a ascite, além das condenações, eleva o custo de produção, podendo aumentar em até 5% o custo por quilo de frango.

Diante desse cenário, o monitoramento dos índices de condenação torna-se ferramenta estratégica para identificar falhas de manejo e avaliar medidas preventivas. A compreensão das causas ao longo da cadeia produtiva é essencial para assegurar qualidade de carcaça, melhor aproveitamento de subprodutos e maior rentabilidade, reforçando que o controle sanitário, ambiental e nutricional é decisivo para a sustentabilidade e a competitividade da avicultura brasileira.

versão digital está disponível gratuitamente no site de O Presente Rural. A edição impressa já circula com distribuição dirigida a leitores e parceiros em 13 estados brasileiros.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

Avicultura busca maior eficiência com ajuste de cálcio e fósforo na dieta

Pesquisadora da Universidade de Maryland, Roselina Angel apresenta no SBSA estudos sobre nutrição mineral que elevam a eficiência produtiva e contribuem para a sustentabilidade da avicultura.

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Foto: Shutterstock

O equilíbrio nutricional das dietas modernas do frango de corte, especialmente no uso de cálcio (Ca) e fósforo (P), tem papel importante na eficiência produtiva e na sustentabilidade da avicultura. O tema será abordado na palestra Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte, ministrada pela pesquisadora Roselina Angel, no dia 08 de abril, às 11h30, durante o 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), em Chapecó (SC), promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet).

Roselina é professora de Nutrição de Monogástricos na Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, com atuação em pesquisa e extensão no Departamento de Ciências Animais e Aviárias. Possui mestrado em Nutrição Animal e doutorado em Nutrição de Aves pela Iowa State University. Atuou por nove anos como gerente de pesquisa na Purina Mills antes de ingressar na carreira acadêmica.

A pesquisadora possui ampla atuação científica internacional, com sete capítulos de livros publicados, mais de 180 artigos científicos revisados por pares e mais de 265 resumos científicos, além de ter proferido mais de 300 palestras convidadas nos Estados Unidos e em diversos países. Seu trabalho recente concentra-se na otimização da nutrição de fósforo por meio da compreensão da interação com cálcio, desenvolvendo ferramentas que aumentam a eficiência econômica da utilização de nutrientes e reduzem o impacto ambiental da produção avícola. Sua pesquisa tem contribuído diretamente para avanços na sustentabilidade ambiental e econômica da indústria avícola.

Pesquisadora Roselina Angel

Com a evolução genética das aves e o avanço das tecnologias nutricionais, a formulação de dietas exige cada vez mais precisão no uso de minerais essenciais. O ajuste adequado dos níveis de cálcio e fósforo é fundamental para o desenvolvimento ósseo, o desempenho produtivo das aves, para melhorar a eficiência de utilização dos nutrientes e reduzir o impacto ambiental da produção avícola.

Para a presidente do Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), Aletéia Britto da Silveira Balestrin, temas relacionados à nutrição são estratégicos para o desenvolvimento do setor. “A nutrição tem papel central na produtividade, na saúde das aves e na sustentabilidade dos sistemas de produção. O Simpósio busca trazer especialistas que contribuam com conhecimento científico aplicado, auxiliando os profissionais a tomar decisões cada vez mais eficientes no campo”, destaca.

A presidente da comissão científica do SBSA, Daiane Albuquerque, ressalta que o Simpósio tem como compromisso reunir especialistas reconhecidos internacionalmente para discutir temas que impactam diretamente a cadeia produtiva. “A participação da Dra. Roselina Angel traz uma contribuição científica importante para o debate sobre nutrição mineral, eficiência produtiva e sustentabilidade na avicultura moderna”, afirma.

Compreender a interação entre cálcio e fósforo é fundamental para aprimorar as estratégias nutricionais. Os estudos de Roselina têm demonstrado que o manejo adequado desses nutrientes pode maximizar a eficiência econômica da conversão alimentar, além de contribuir para a redução do desperdício nutricional e dos impactos ambientais, especialmente na qualidade da água e do ar em sistemas de produção intensiva.

O 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura será realizado entre 7 a 9 de abril de 2026, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC). Considerado um dos principais eventos técnicos da avicultura latino-americana, o SBSA reúne profissionais, pesquisadores, estudantes e empresas para discutir inovação, ciência aplicada e os desafios da cadeia produtiva.

Para acompanhar a palestra e os demais conteúdos da programação científica é necessária inscrição no evento. O segundo lote segue disponível até o dia 26 de março, com investimento de R$ 750 para profissionais e R$ 450 para estudantes. O acesso à 17ª Brasil Sul Poultry Fair custa R$ 100. As inscrições podem ser realizadas clicando aqui.

Programação geral

26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura  

17ª Brasil Sul Poultry Fair

Dia 07/04 – Terça-feira

13h30 – Abertura da Programação

13h40 – Painel Gestão de Pessoas

Capital humano em crise: o futuro da mão de obra na avicultura.

Palestrantes:

Delair Bolis

Joanita Maestri Karoleski

Vilto Meurer

Luciana Dalmagro – Coordenadora da mesa redonda

15h40 – Intervalo

16h – Commodities em foco: superando barreiras logísticas e incertezas do futuro.

Palestrante: Arene Trevisan

(15 minutos de debate)

17h- Solenidade de Abertura Oficial

17h40 – Palestra de abertura: Cenários Globais 2026

Palestrante: Heni Ozi Cukier – HOC

19h15 – Coquetel de Abertura na 16ª Brasil Sul Poultry Fair

Dia 08/04 – Quarta-feira

Bloco Abatedouro

8h – Velocidade de processamento e qualidade do abate.

Palestrante: Darwen de Araujo Rosa

(15 minutos de debate)

9h – Comparativo microbiológico entre países no contexto da ciência da segurança alimentar.

Palestrante: Dianna V. Bourassa

(15 minutos de debate)

10h – Intervalo

Bloco Nutrição

10h30 – Granulometria e seu impacto no trato digestivo.

Palestrante: Wilmer Pacheco

(15 minutos de debate)

11h30 – Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte.

Palestrantes: Roselina Angel

(15 minutos de debate)

12h30 – Intervalo almoço

Eventos Paralelos

Painel Manejo

14h00 – Manejo do Frango de Corte Moderno

Palestrantes:

Lucas Schneider

Rodrigo Tedesco Guimarães

16h – Intervalo

Bloco Conexões que Sustentam o Futuro

  16h30 – Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura.

Palestrante: Kali Simioni e João Nelson Tolfo

(15 minutos de debate)

17h30 – Porque bem-estar é crucial para a sustentabilidade?

Palestrante: Prof. Celso Funcia Lemme

(15 minutos de debate)

18h30 – Eventos Paralelos

19h30 – Happy Hour na 18ª Brasil Sul Poultry Fair

Dia 09/04 – Quinta-feira

Bloco Sanidade

8h – Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosas – enfoque nos diferentes métodos de diagnóstico das doenças respiratórias

Palestrante: Prof. Renata Assis Casagrande

(15 minutos de debate)

9h – Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves.

Palestrante: Dr. Ricardo Rauber

(15 minutos de debate)

10h – Intervalo

10h30 – Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença.

Palestrante: Gonzalo Tomás

(15 minutos de debate)

11h30 – Influenza aviária – plano de contingência em caso real.

Palestrante: Taís Barnasque

(15 minutos de debate)

Sorteios de brindes.

Fonte: Assessoria Nucleovet
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