Suínos
Especialista aponta causas, impactos e prevenção das doenças respiratórias em suínos
Para garantir a saúde e o bem-estar dos suínos e prevenir doenças respiratórias, é essencial adotar uma abordagem abrangente que englobe medidas de prevenção e controle.

As doenças respiratórias em suínos representam um dos maiores desafios enfrentados pela suinocultura. Com impactos expressivos na produtividade e na rentabilidade das propriedades, essas enfermidades podem ser causadas por uma variedade de fatores infecciosos, como vírus e bactérias, e não infecciosos, como condições ambientais e de manejo. Identificar e entender as causas dessas doenças é de suma importância para a implementação de estratégias de prevenção e controle, que não apenas garantem o bem-estar dos animais, como também asseguram a sustentabilidade econômica do setor.

Médico-veterinário, mestre em Ciências Veterinárias, especialista em Sanidade Animal e pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Marcos Antônio Zanella Morés: “Estudos mostram que a erradicação do Mycoplasma hyopneumoniae pode gerar um ganho de US$ 7 por suíno abatido, com payback em até sete meses”
Para explorar as principais causas das doenças respiratórias em suínos, abordando tanto os agentes infecciosos quanto os fatores ambientais, além de destacar as melhores práticas para minimizar seus impactos nas granjas, o médico-veterinário Marcos Antônio Zanella Morés, mestre em Ciências Veterinárias, especialista em Sanidade Animal e pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, ministrou a palestra “Respire aliviado: desvendando causas, prevenção e impactos das doenças respiratórias em suínos”, durante o Congresso de Suinocultores e Avicultores O Presente Rural, realizado nos dias 11 e 12 de junho em Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Paraná.
Além de gastos com medicamentos para controle, perdas nos índices zootécnicos, condenações de carcaças e mortalidade dos animais, as doenças respiratórias em suínos impactam sobretudo o bem-estar animal. Para exemplar isso, Morés apresentou os resultados de algumas pesquisas realizadas nos últimos três anos. Dois estudos de metanálise feitos em 2023 mostraram que o impacto econômico médio de um ou mais agentes patogênicos respiratórios coexistentes varia de R$ 10,30 a R$ 54 por leitão na creche, de R$ 14 a R$ 93 por suíno de terminação e de R$ 605 a R$ 1.956 por matriz/ano no Brasil. Em outra pesquisa, feita em 2020, mostrou que em grupos de suínos com mais de 15,1% da área pulmonar afetada, o custo adicional foi de US$ 6,55 por animal. “Além disso, o estudo revelou que cada 1% de lesão pulmonar resulta em uma redução de 1,8 gramas no ganho de peso diário, impactando tanto na produtividade quanto na economia da suinocultura”, aponta Morés.
Quando o custo das doenças respiratórias é associado às condenações de carcaças, os dados revelam um cenário preocupante. Aderências, pleurites, abscessos e pneumonias representam 50% do total das condenações de carcaças nos frigoríficos e 80% das causas sanitárias. “A média de condenações em frigoríficos é de 3%, equivalente a 1,5% do peso de cada carcaça abatida, o que resulta em um desperdício anual de 100 mil toneladas de carne suína”, revela o pesquisador.
De acordo com o especialista, as doenças respiratórias são frequentes em suínos devido à particularidade anatômica de seus pulmões, que

possuem poucos bronquíolos respiratórios, característica que dificulta a eliminação de partículas, tornando os suínos mais predispostos a infecções.
Causas infecciosas e não infecciosas
As causas das doenças respiratórias em suínos podem ser infecciosas ou não infecciosas. No que se refere às causas infecciosas, Morés destaca o Complexo das Doenças Respiratórias dos Suínos (CDRS), que inclui diversas bactérias como Mycoplasma hyopneumoniae, Actinobacillus pleuropneumoniae, Pasteurella multocida, Glaesserella parasuis, Estreptococo suise e Bordetella bronchiseptica; e vírus, entre os principais Influenza e PCV2.
Além das causas infecciosas, existem fatores de risco relacionados ao manejo e ao ambiente que afetam a incidência de doenças respiratórias. Entre esses fatores, o pesquisador menciona a superlotação, a ventilação atmosférica, o fluxo contínuo de animais e a mistura de suínos de diferentes origens.
Sinais
Os sinais de doenças respiratórias podem se manifestar de várias maneiras. A tosse, por exemplo, explica Morés, pode indicar a presença de pneumonia micoplásmica ou gripe; e os espirros são frequentemente associados à rinite atrófica e também podem ser um sintoma de gripe. A dificuldade respiratória, que inclui dispneia ou batedeira, pode ser causada por condições como pleuropneumonia, pasteurelose, infecções por Actinobacillus suis, Streptococcus suis, circovirose, salmonelose e doença de Glässer. Além disso, a febre, geralmente acompanhada de apatia, prostração e falta de apetite, pode levar a perdas de desempenho e, em casos graves, resultar em mortes.

Fatores de risco para doenças respiratórias
As doenças respiratórias em suínos são frequentemente causadas por uma combinação de fatores de risco ambientais e de manejo, associados a infecções por agentes primários e oportunistas, o que torna essencial a adoção de estratégias eficazes para o controle e prevenção dessas doenças. “No manejo, as situações como a mistura de leitões de diferentes origens na formação dos lotes, a ausência de um vazio sanitário adequado entre os lotes, o fluxo contínuo de produção com várias idades e a superlotação nas baías são fatores críticos”, ressalta o especialista, enfatizando: “Além disso, a limpeza e a desinfecção inadequada das instalações também podem acarretar no surgimento de doenças respiratórias”.
Do ponto de vista ambiental, Morés diz que o excesso de gases nas instalações, como CO2 e amônia, e a temperatura inadequada para a fase de criação são condições que favorecem o desenvolvimento de infecções.
Já em relação à imunidade, a desestabilização do plantel de matrizes, alta taxa de reposição, presença de novas granjas e falhas no processo de aclimatação de leitoas podem comprometer a resistência dos animais a doenças respiratórias. “Esses fatores combinados aumentam a vulnerabilidade dos suínos e favorecem a propagação de patógenos”, aponta o médico-veterinário.
Doenças imunossupressoras também desempenham um papel importante no desenvolvimento de infecções respiratórias em suínos. “A circovirose é uma condição que compromete a imunidade dos animais, tornando-os mais suscetíveis a infecções secundárias. Além disso, as micotoxicoses, que são intoxicações causadas por fungos presentes na alimentação, afetam de forma negativa o sistema imunológico dos suínos”, salienta.
O manejo inadequado do colostro é outro fator crítico, uma vez que o colostro é a principal fonte de anticorpos que protege os leitões

contra doenças nos primeiros dias de vida. “A falta de uma ingestão adequada de colostro pode levar a uma imunidade comprometida, aumentando a vulnerabilidade dos suínos a infecções respiratórias e outras doenças”, frisa Morés.
Prevenção e controle
Para garantir a saúde e o bem-estar dos suínos e prevenir doenças respiratórias, é essencial adotar uma abordagem abrangente que englobe medidas de prevenção e controle. O primeiro passo, segundo Morés, é aumentar a resistência dos animais, o que pode ser feito através da ingestão adequada de colostro, essencial para fornecer proteínas específicas na primeira fase de vida dos leitões. Manter um equilíbrio imunológico protetor e realizar uma aclimatação eficiente dos leitões são igualmente importantes.
Além disso, a gestão da taxa de reposição deve ser cuidadosa, evitando a introdução de animais de granjas novas e garantindo uma administração adequada de vacinas. “O manejo, o estresse ambiental e a prevenção de doenças imunossupressoras também são aspectos que devem ser levados em consideração para manter a saúde dos suínos”, menciona Morés.
Para reduzir a pressão da infecção, o pesquisador diz que é necessário minimizar a mistura de leitões de diferentes origens e garantir um vazio sanitário adequado entre os lotes. “Evitar a superlotação nas baias e manter um protocolo rigoroso de limpeza e desinfecção das instalações são práticas indispensáveis para garantir a saúde dos suínos, assim com o manejo adequado dos animais doentes é essencial para prevenir a propagação de infecções”, complementa.
Suínos doentes
A rápida identificação de suínos doentes é fundamental para um manejo eficiente. “Esses animais devem ser medicados imediatamente e individualmente por via injetável. Se um suíno estiver sendo discriminado na baía ou não conseguir ingerir água e ração, deverá ser transferido para uma baia hospitalar. Caso não esteja sendo discriminado e possa ingerir água e ração, deve ser deixado na baia por 24 horas. Caso o suíno não apresente melhora do seu quadro deve ser transferido para a baia hospitalar”, explica o mestre em Ciências Veterinárias.

Limpeza e desinfecção
A limpeza e desinfecção das instalações devem ser realizadas com rigor, começando pela remoção de matéria orgânica, seguida do uso de detergentes e desinfetantes limpos. A eficácia dos procedimentos deve ser verificada de forma contínua.
O uso de produtos antimicrobianos deve ser preciso, com monitoramento contínuo dos agentes patogênicos e sua sensibilidade antimicrobiana. A administração deve seguir as dosagens adequadas e os períodos de retirada para garantir a eficácia e evitar resistência.
Para a erradicação de agentes primários, como Mycoplasma hyopneumoniae e Actinobacillus pleuropneumoniae, pode ser necessário implementar um protocolo medicamentoso e considerar o fechamento temporário do plantel. “Garantir uma biosseguridade adequada, com a escolha de fontes de animais livres para reposição ou a formação de pirâmides de produção com animais livres é fundamental. Estudos mostram que a erradicação do Mycoplasma hyopneumoniae pode gerar um ganho de US$ 7 por suíno abatido, com payback em até sete meses”, expõe Morés.
O pesquisador também ressalta a importância de adotar medidas de biosseguridade externa, essencial para proteger a granja. Isso inclui o isolamento da granja, o controle rigoroso da entrada de pessoas e veículos, a restrição à entrada de suínos portadores, e a gestão adequada da água e dos alimentos, além do controle de insetos e roedores. “Essas medidas ajudam a manter a saúde do plantel e a minimizar os riscos de surtos de gripes ou de outros agentes patogênicos”, frisa o pesquisador.
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Suínos
Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso
Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.
Suínos
Da creche à sustentabilidade, 6º Encontro Técnico Abraves-SP apresenta estratégias para aumentar eficiência das granjas
Evento em Pirassununga (SP) vai discutir manejo de leitões leves, sanidade, nutrição e sistemas de produção para apoiar decisões técnicas na suinocultura.

Melhorar a produtividade sem comprometer a sanidade do rebanho exige decisões técnicas em todas as etapas da produção. Manejo de leitões, nutrição, biosseguridade e gestão dos sistemas de criação estão entre os fatores que determinam o desempenho das granjas e influenciam diretamente os custos e os resultados da atividade.
Diante desse cenário, a atualização técnica tornou-se uma ferramenta cada vez mais importante para médicos-veterinários, zootecnistas, consultores e produtores, que precisam incorporar novos conhecimentos à rotina das granjas.
Esses temas estarão em debate no 6º Encontro Técnico Abraves-SP, que será realizado em 09 de setembro, no campus da Universidade de São Paulo (USP), reunindo profissionais da cadeia suinícola para discutir soluções aplicáveis aos sistemas de produção.
Entre os destaques da programação está a palestra do médico-veterinário Vinícius Cantarelli, que abordará estratégias de manejo de leitões leves na fase de creche, uma etapa decisiva para o desempenho dos animais ao longo do ciclo produtivo.
O médico-veterinário Caio Abércio da Silva discutirá a sustentabilidade dos sistemas de produção, apresentando abordagens voltadas à eficiência técnica, econômica e ambiental da suinocultura.
Promovido pela regional paulista da Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos (ABRAVES), o encontro busca aproximar pesquisa científica e prática de campo, oferecendo aos participantes ferramentas para aprimorar a tomada de decisão nas granjas.
A programação completa e as inscrições estão disponíveis aqui.
Suínos
Redução das granjas de reprodutores acende alerta para a genética suína
Artigo destaca a queda no número de GRSCs e defende medidas para preservar a base genética da suinocultura brasileira.

Ao nos referirmos às Granjas de Reprodutores Suínos no Brasil, as chamadas GRSCs, há que se ressaltar, de pronto, o fundamento histórico e a relevância dessas granjas à atividade suinícola nacional, assim como sua relação direta com a organização da classe dos produtores de suínos do Brasil, haja vista que elas deram origem à Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), fundada por um grupo de 48 produtores em 13 de novembro de 1955 no município gaúcho de Estrela, dando-se assim início a um significativo e intenso trabalho de melhoramento do rebanho de suínos no Brasil. E a criação da ABCS tornou possível organizar o registro genealógico e os programas de melhoramento genético no país, em se tratando de suinocultura comercial. É possível afirmar que as GRSCs são os verdadeiros centros de seleção genética, controle de origem e de avaliação do desempenho dos animais.
De fato, foram o pilar da transformação da suinocultura brasileira, ajudando a tornar o Brasil uma potência global na produção de carne suína, ocupando hoje o 4° lugar na produção mundial de suínos, pelo fato de as GRSCs garantirem a autossuficiência genética nacional, impulsionarem a adoção da inseminação artificial e elevarem a sanidade e a produtividade brasileira a padrões internacionais. De tal forma que essas granjas tiveram e ainda têm um papel fundamental no desenvolvimento da suinocultura brasileira moderna, dentro de uma cadeia altamente tecnificada e competitiva.
Não há como não se observar esse aspecto histórico da importância das granjas de produção de reprodutores suídeos, desde a criação da ABCS e de suas associações afiliadas estaduais, para a sustentação da atividade suinícola do Brasil nos últimos 70 anos, período em que o consumo interno de produtos derivados de suínos dobrou, passando de uma média nacional de 10kg para 20 kg, per capta, justamente a partir do uso de reprodutores dessas granjas. Aliás, em 2025, a média foi de 20,2 kg/habitante/ano (segundo a ABCS), consolidando um crescimento de cerca de 35% na última década.
Redução drástica das GRSCs no Brasil

Artigo escrito por Cesar da Luz é especialista em agribusiness, consultor da Associação Paranaense de Suinocultores e pesquisador da cadeia suinícola nacional. E-mail: [email protected].
Mesmo diante de todo esse contexto histórico, levantamento feito com base na literatura brasileira e com dados obtidos junto ao Relatório de 2025 do Registro Genealógico de Suínos da Associação Brasileira de Criadores de Suínos, ABCS, indica que houve uma redução muito significativa no número dos criadores de suínos da raça Landrace, com afixo registrado pelo produtor na entidade que representa o sistema suinícola brasileiro. Afixo é o nome oficial dado ao criatório, ou granja, certificada na ABCS.
Para se ter uma ideia da grande redução no número desse tipo de granjas e da grande erosão da variabilidade genética de suínos no Brasil, enquanto na década de 1970 o número de afixos registrados na ABCS era de 271, no ano passado, esse número caiu drasticamente para apenas 34. Portanto, atualmente, essas granjas representam apenas 12,5% do total existentes na década de 1970, em um ambiente em que as fontes de material genético das principais raças comerciais de suínos, como Landrace, Large White, Duroc e Pietrain, já são bastante escassas.
O fato é que o número de Registros Genealógicos vem reduzindo substancialmente desde a década de 1970 para a década de 1990 e para o período posteriormente aos anos 2000, enquanto o número de afixos de Empresas Integradoras e de Empresas de Genética vem crescendo sua participação no mercado de reprodutores Landrace, no Brasil.
Raça Landrace
No caso específico da raça Landrace, ela é uma das mais importantes para a evolução da atividade suinícola brasileira moderna, principalmente pela sua elevada capacidade reprodutiva e pelo excelente desempenho materno. Originária da Dinamarca, a raça foi introduzida no Brasil para contribuir no melhoramento genético dos rebanhos comerciais e se tornou fundamental nos sistemas intensivos de produção de carne suína.
A participação da raça Landrace foi decisiva para a modernização da suinocultura brasileira, especialmente a partir da intensificação da atividade nas regiões Sul, nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul,0 Sudeste, nos estados de São Paulo e Minas Gerais, sendo que as GRSCs passaram a utilizar amplamente a genética Landrace em programas de seleção, contribuindo para a disseminação de animais superiores e para o controle sanitário dos plantéis.
É importante destacar, ainda, que a raça Landrace é uma das principais raças de suínos utilizada na produção de suínos no Brasil, compondo 50% do genótipo na maioria das fêmeas F1 utilizadas na produção comercial de suínos, o que muito bem representa o que está ocorrendo com os Registros Genealógicos de Suínos no país, algo que requer muita atenção, especialmente dos órgãos governamentais, especialmente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
Ressalte-se, ainda, que as Granjas Independentes de Produção de Reprodutores, no caso da raça Landrace, elas são fundamentais também para a produção do mercado livre de suínos no país, composto por granjas de pequeno e médio porte que não pertencem aos sistemas integrados e cooperados. São tais granjas independentes que abastecem grande parcela do mercado interno nacional com produtos derivados de suínos, mas que estão reduzindo ano após ano, colocando o Brasil na dependência de reprodutores de Empresas de Genética que atuam no país, mas cujos Núcleos Genéticos Primários se encontram no exterior, o que implica no aumento do volume de “royalties” enviados para fora do Brasil.
Portanto, as GRSCs continuarão sendo extremamente importantes para suprir o mercado interno de reprodutores suínos, bem como fundamentais para o resgate e manutenção das raças nacionais de suínos e mesmo para a manutenção das raças importadas que já estão adaptadas para uso comum na suinocultura brasileira. Sem dúvida, as granjas de reprodutores foram a base do avanço genético, sanitário e tecnológico da suinocultura nacional, sem as quais o setor dificilmente teria alcançado os níveis atuais de eficiência, qualidade e competitividade internacional que se encontram hoje.
Olhando para esse histórico e para a importância das Granjas de Reprodutores de Suínos para a suinocultura brasileira, vê-se, inclusive, a própria necessidade de que uma fonte pública proporcione recursos, inclusive a fundo perdido, para a implementação das novas medidas exigidas pelo MAPA, integrantes da Portaria DAS/MAPA nº 1.358/2025, permitindo que as GRSCs consigam continuar cumprindo seu papel no contexto da suinocultura e como salvaguardas do banco genético nacional.






