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Espaço Impulso celebra 1º ano com parcerias consolidadas

Projeto conta com a Claro, a Embratel, o Parque Tecnológico Itaipu, a Coopavel Cooperativa Agroindustrial e o Exohub para promover soluções tecnológicas inovadoras para o agronegócio

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Espaço Impulso foi inaugurado no dia 10 de fevereiro de 2022

Hub de inovação para o agronegócio inaugurado em fevereiro de 2022, o Espaço Impulso terá uma programação especial durante a 35ª edição do Show Rural Coopavel, que acontece de 06 a 10 de fevereiro, na BR 277 – Km 577, em Cascavel – PR. O espaço terá temáticas específicas a cada dia e os visitantes poderão contar com conexão de internet da Claro e da Embratel, que, em parceria com a Huawei, viabilizarão toda a infraestrutura de conectividade no evento, para potencializar resultados e aproveitamento pelo público com rede 5G.

A participação da Claro e da Embratel no projeto inclui a atuação estratégica do beOn Claro, hub de inovação da operadora, que apresentará no evento testes para o setor Agro, além da visão sobre os territórios de valor desse setor que estão em desenvolvimento por sua equipe de inovação. O beOn Claro aproveitará o encontro para debater sobre os desafios e oportunidades do setor, conhecer melhor as necessidades dos produtores e identificar empreendedores e startups com soluções que possam contribuir para acelerar a experimentação de novos negócios no Agro. “Percebemos que muitos dos desafios do agronegócio demandam tecnologias e soluções que o ecossistema de inovação já é capaz de endereçar, especialmente nas áreas de sensores conectados e tratamento de dados com inteligência artificial. Nós do beOn identificamos oportunidades que podem ser alavancadas com os ativos da Claro e Embratel e que podem contribuir diretamente no desempenho dos produtores”, comenta o diretor de Inovação Digital da Claro e fundador do beOn Claro, Rodrigo Duclos.

Fotos: Divulgação

Com a solução Campo Conectado, que integra o Claro smart agro, a operadora leva conectividade para o campo e acelera a agricultura digital com inovações que fazem o gerenciamento das propriedades em tempo real, reduzem desperdício de sementes, promovem a utilização mais racional de fertilizantes e defensivos agrícolas, propiciam a diminuição de uso de combustível fóssil, tornando possível a redução de perdas agrícolas, monitoram temperatura, umidade, localização e assim aumentando a rastreabilidade na cadeia alimentar. “A Claro e a Embratel estão à frente do mercado nas ofertas de tecnologias para o agronegócio, segmento responsável por mais de 25% do PIB brasileiro. Vamos mostrar durante o Show Rural como as nossas soluções são capazes de gerar os melhores resultados aos produtores da região”, afirma o diretor de Negócios de IoT da Claro, Eduardo Polidoro.

Em outras palavras, a conectividade e as soluções de agricultura digital da Claro e Embratel trazem mais produtividade ao campo, maior segurança alimentar, um controle mais rígido da produção e redução de emissão de gases de efeito estufa. “A Embratel está muito feliz por participar de mais uma edição do Show Rural Coopavel, levando o 5G, que proverá tantos benefícios ao agronegócio. Como habilitadores de infraestrutura e soluções digitais, sempre fornecemos inovações e tecnologias de ponta para nossos clientes. Nossa presença no evento reforça o compromisso que temos de habilitar a transformação digital do agronegócio”, afirma o diretor de Vendas da Embratel, Adriano Pires.

A segunda-feira (06), será dedicada a debates sobre o ecossistema de inovação com a participação de parceiros e representantes das empresas integradas ao projeto, bem como universidades e startups. Na terça-feira (07) abrirá espaço ao Invest Day, criado para contatos para investimentos. “Teremos palestras explicando como investir em startups e também a participação de empresas de fundo de investimentos e investidores”, informa o gerente de Inovação da Coopavel, Kleberson Angelossi.

A quarta-feira (08) será o dia da conectividade. A Claro, a Embratel, a Huawei, o PTI, o ExoHub e a Coopavel, parceiras do Espaço Impulso, apresentarão soluções para levar a conectividade para o campo, entre outras inovações. Neste dia, a equipe do beOn debaterá estratégias do campo com empresários, startups e produtores, sobre soluções para atender cada vez melhor as necessidades do setor. A quinta- feira (09) terá foco em debater temas de interesse do agronegócio, com foco em inovação e logística. Nesse dia, o evento vai receber integrantes de duas comitivas internacionais, uma da embaixada Argentina e outra da Câmara Árabe.

Um ano

A sexta-feira (10) abrirá espaço à apresentação de cases de sucesso de empresas parceiras do Espaço Impulso. “Essa é a maneira que encontramos para marcar o primeiro aniversário de atividades desse hub do agro, que foi oficialmente entregue durante o 34º Show Rural, no dia 10 de fevereiro de 2022”, destaca Angelossi.

O gerente ainda reforça que o propósito do hub é promover conexões que elevem conhecimentos e tecnologias à condição de soluções para a transformação do futuro do agronegócio, gerando desenvolvimento sustentável, produtivo e rentável. “Nascemos da inovação aberta na prática, pela qual começamos pela quebra de padrões e paradigmas de dentro para fora, compreendendo o processo e caminho da transformação dos negócios e hoje entendemos que o problema básico enfrentado pelas organizações é ter foco e energia para garantir sua viabilidade atual e, ao mesmo tempo, dedicar energia suficiente para garantir sua viabilidade futura”, destaca o gerente de Inovação da Coopavel.

Legado

O Espaço Impulso tem uma história recente, porém com um legado forte e robusto das empresas estruturantes, trazendo as expertises de pesquisa e desenvolvimento, empreendedorismo, inovação e mercado do agronegócio de ponta a ponta. “Ajudamos as empresas a serem gerenciadas de forma rápida, explorando os riscos competitivos atuais e a passar rapidamente para uma próxima vantagem no mercado. O Espaço Impulso é um marco na história do agronegócio, consolidando a inovação como o motor permanente da evolução do setor”, registra Kleberson.

Juntos fazendo parte dessa história, a Claro, a Embratel e os parceiros Coopavel, ExoHub, PTI, Huawei iniciarão, ainda neste ano, a implantação de uma antena fixa de telecomunicações, dentro da área do Show Rural da Coopavel. Esse é mais um dos legados do Espaço Impulso, para contribuir na aceleração das soluções tecnológicas e inovadoras para o agronegócio.

Fonte: Ascom Show Rural Coopavel

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Armazenamento correto garante qualidade e previne perdas de produtos pecuários

Boas práticas são essenciais para a produtividade da fazenda e envolvem higiene, controle de temperatura e organização física do espaço.

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Grãos e rações devem ficar sobre paletes com distanciamento da parede para evitar surgimento de roedores – Foto: Divulgação/Connan

Na pecuária, o bom desempenho do rebanho está ligado a fatores como alimentação, controle de doenças e parasitas, cuidado com o bem-estar animal e monitoramento constante do gado. Além desses critérios, as boas práticas no armazenamento de produtos destinados aos animais também devem ser consideradas essenciais, uma vez que previnem perdas e garantem a produtividade da fazenda.

As boas práticas visam garantir a qualidade, segurança e valor dos produtos, prevenindo contaminações e perdas. Os procedimentos envolvem higiene, controle de temperatura e organização física do espaço, e variam conforme o tipo de produto (ração, suplementos, medicamentos). “Esses princípios mantêm a boa qualidade desses itens, evitando, além das perdas ligadas ao seu valor financeiro, chance de contaminar outros artigos ou provocar doenças no rebanho”, explica o zootecnista Bruno Marson.

Antes de armazenar os produtos, é importante observar qual tipo de espaço ele deve ser guardado. Rações e suplementos precisam ser armazenados em locais secos e arejados, preferencialmente em suas embalagens originais ou em recipientes herméticos, sobre paletes e afastados das paredes para evitar umidade e acesso de pragas. “No caso de medicamentos e vacinas veterinárias é preciso seguir rigorosamente as instruções do fabricante quanto à temperatura, uma vez que muitos desses produtos requerem refrigeração e condições de armazenamento em local seguro e separado de outros produtos químicos”, destaca Marson.

No caso de defensivos agrícolas e químicos, o armazenamento deve ser feito em local isolado, com ventilação adequada, piso impermeável e sinalização de perigo. A legislação brasileira dispõe sobre o sistema de armazenagem dos produtos agropecuários, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fornece cartilhas de boas práticas para serviços de alimentação que são relevantes para produtos de origem animal.

Princípios fundamentais

Marson enfatiza que a higiene rigorosa é essencial, por isso é necessário manter as instalações, equipamentos e utensílios sempre limpos e sanitizados, e que a higiene pessoal dos colaboradores também é crucial. Os locais de armazenamento devem ser limpos, organizados, bem ventilados e protegidos da luz solar direta, umidade, insetos, roedores e outros animais.

No caso da temperatura, seu controle é vital, especialmente para insumos como vacinas e medicamentos. Câmaras frias e refrigeradores devem ser usados conforme as especificações do fabricante. “As embalagens devem proteger o produto da umidade e de contaminações externas. No caso de rações e grãos a granel, deve-se prevenir o ataque de pragas através de iscas, evitar acesso livre ao material e bloquear possíveis abrigos”, orienta.

Outra dica de Marson é organizar os produtos de forma a permitir a fácil inspeção e limpeza e implementar a rotação de estoque (primeiro a entrar, primeiro a sair – PEPS) para garantir que os produtos mais antigos sejam usados antes de vencerem. Além disso, implementar um plano eficaz para a gestão de resíduos e controle de pragas para evitar a infestação das instalações. “Seguindo essas orientações, os produtos ficarão bem armazenados, garantindo assim a produtividade do rebanho e a rentabilidade da fazenda”, menciona Marson.

Fonte: Assessoria Connan
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Sobretaxas dos Estados Unidos derrubam exportações brasileiras em vários setores

Estudo mostra que apenas seis dos 21 segmentos conseguiram compensar, em outros mercados, a queda nas vendas ao mercado americano.

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Foto: Gilson Abreu/AEN

As sobretaxas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros tiveram impacto amplo e negativo sobre as exportações do país. Um estudo da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) mostra que apenas seis dos 21 setores exportadores conseguiram compensar, em outros mercados, as perdas registradas nas vendas ao mercado americano.

Entre agosto e novembro de 2025, todos os setores analisados venderam menos para os Estados Unidos na comparação com o mesmo período de 2024. A queda somada alcançou US$ 1,5 bilhão. Em praticamente todos os segmentos, a retração das exportações para os EUA foi mais intensa do que a variação das vendas globais, o que evidencia o peso do mercado americano para a pauta exportadora brasileira.

Foto: Vosmar Rosa/MPOR

A tentativa de redirecionar exportações para outros países não foi suficiente para a maioria dos setores. Em 15 dos 21 segmentos avaliados, o crescimento das vendas ao restante do mundo não conseguiu compensar as perdas nos Estados Unidos. Juntas, essas áreas acumularam redução de US$ 1,2 bilhão.

Os impactos mais expressivos foram registrados nos setores de alimentos, como mel e pescados, além de plástico e borracha, madeira, metais e material de transporte. Apenas seis setores conseguiram equilibrar as perdas com vendas em outros mercados: produtos vegetais; gorduras e óleos; químicos; pedras preciosas; máquinas e aparelhos elétricos; e máquinas e instrumentos mecânicos.

Mesmo nesses casos, a compensação foi limitada. O estudo aponta que, muitas vezes, os produtos exportados para outros destinos não são os mesmos que tradicionalmente têm os Estados Unidos como principal mercado. Isso indica que a substituição do mercado americano ocorre de forma incompleta, tanto em valor quanto em perfil de produtos.

No setor de máquinas e aparelhos elétricos, por exemplo, as exportações para os Estados Unidos recuaram US$ 104,5 milhões no período analisado. Já as vendas para outros mercados cresceram US$ 650 milhões. Apesar do saldo positivo, itens específicos de maior valor agregado, como transformadores e geradores, também tiveram desempenho fraco fora dos EUA. As exportações de transformadores caíram tanto para o mercado americano quanto para o restante do mundo, enquanto os geradores registraram queda acentuada nos EUA e avanço modesto nos demais destinos.

Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

O levantamento reforça que o mercado dos Estados Unidos segue difícil de substituir. Além do volume, o país importa produtos mais diversificados e com maior valor agregado, o que limita a capacidade de redirecionamento das exportações brasileiras no curto prazo.

Para a Amcham, os dados mostram que a diversificação de mercados ajuda, mas não resolve. A entidade avalia que, para grande parte da indústria brasileira, as perdas provocadas pelas sobretaxas não podem ser plenamente revertidas sem avanços nas negociações comerciais com os Estados Unidos.

Fonte: O Presente Rural com informações Amcham
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Preços dos grãos terminam 2025 sob pressão e incerteza no mercado

Soja, milho e trigo enfrentaram um ano de ajustes ao longo da cadeia global.

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Foto: Shutterstock

O mercado global de commodities encerrou 2025 marcado por preços pressionados, oferta elevada em várias cadeias e forte influência de fatores externos. Para 2026, o cenário segue condicionado a decisões políticas, tensões comerciais, clima e ajustes entre oferta e demanda, aponta a análise da Hedgepoint Global Markets.

No plano internacional, as políticas tarifárias dos Estados Unidos continuam no radar, com potencial para alterar fluxos comerciais, especialmente na relação com a China. A disputa entre as duas potências segue como um dos principais focos de atenção dos mercados. Em países emergentes, eleições também devem influenciar o ambiente econômico. No Brasil, o processo eleitoral previsto para outubro tende a aumentar a volatilidade ao longo do ano.

Na política monetária, a expectativa é de um período de maior equilíbrio. Após cortes de juros em 2025, bancos centrais como o Federal Reserve e o Banco Central Europeu se aproximam de uma fase de estabilização. No Brasil, há espaço para redução da taxa Selic ao longo de 2026, desde que as expectativas de inflação permaneçam controladas, com projeção de encerrar o ano em torno de 12%.

Esse pano de fundo macroeconômico e geopolítico se soma aos desafios específicos de cada mercado agrícola, especialmente ligados ao clima, à produção e ao consumo.

Complexo soja

O mercado de soja viveu em 2025 um cenário de forças opostas. A safra recorde da América do Sul contrastou com a redução de área nos Estados Unidos. A guerra comercial reduziu a demanda pela soja americana, ao mesmo tempo em que o crescimento do esmagamento e a perspectiva de maior uso de biocombustíveis ajudaram a sustentar o mercado. Uma trégua nas tensões entre EUA e China deu algum fôlego aos preços no fim do ano.

Em 2026, quatro pontos concentram as atenções. O primeiro é o volume de compras da China de soja norte-americana, após o compromisso de aquisição de pelo menos 25 milhões de toneladas. O segundo envolve o biodiesel nos Estados Unidos, cujas definições adiadas em 2025 devem impactar óleos vegetais e farelo no próximo ano. O terceiro fator é o clima na América do Sul, com incertezas sobre o potencial produtivo de Brasil e Argentina. Por fim, a decisão sobre a área de plantio nos EUA para a safra 26/27 dependerá do comportamento dos preços, com possibilidade de migração de área do milho para a soja.

Milho e trigo

No milho, 2025 foi marcado por produção recorde nos Estados Unidos, resultado da combinação entre aumento de área e condições climáticas favoráveis. As exportações surpreenderam positivamente, sustentadas pela competitividade dos preços. No trigo, grandes produtores também ampliaram a oferta, levando a produção global a níveis elevados.

Para 2026, o clima na América do Sul será determinante. Brasil e Argentina podem elevar a produção se as condições forem favoráveis, embora o fenômeno La Niña traga riscos, especialmente para a safra argentina. No Brasil, atrasos no plantio da soja podem comprometer o calendário do milho safrinha, elevando a exposição a riscos climáticos. Ainda assim, há tendência de aumento de área, impulsionada pela demanda crescente por etanol de milho, com novas plantas previstas para entrar em operação.

Nos Estados Unidos, a definição da área entre milho e soja dependerá da relação de preços no primeiro trimestre de 2026. Apesar da possibilidade de redução de área do milho, a demanda aquecida pode limitar cortes mais significativos. No trigo, as atenções se voltam ao clima no desenvolvimento da safra de inverno do Hemisfério Norte, em um contexto de transição do La Niña para condições neutras ao longo do primeiro semestre.

Fonte: O Presente Rural
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