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Espaço Gourmet apresenta mais seis receitas para os visitantes da 6ª FAVESU

Até às 20 horas desta quinta-feira (09), os visitantes podem degustar no Espaço Gourmet pratos de ovos pochés com molho de gorgonzola, frango à fina flor e salpicão especial de pernil suíno.

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Divulgação/Favesu

Dando sequência ao segundo dia do Espaço Gourmet da 6ª FAVESU, o chef de cozinha Gilson Surrage e a nutricionista Gleiciane Nunes destacam os momentos Coisas da Terra e Inovação. Realizada nos dois dias do evento, a iniciativa apresenta receitas práticas que valorizam as potencialidades das carnes suína, de frango e ovos.

O projeto conta com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e tem como público-alvo consumidores, empresários e proprietários de bares, restaurantes, pousadas e outros serviços de alimentação.

Por meio das produções, Gilson trabalhará com ingredientes da avicultura e suinocultura capixaba, enquanto que Gleiciane destaca a importância nutricional das receitas. O Espaço Gourmet desta quinta-feira (09) já teve as  receitas Coisas da terra, com omelete pomerana, arroz do Marechal (com frango) com a chef Rita de Freitas, e costelinha suína ao molho Jussara.

Até às 20 horas desta quinta-feira (09), os visitantes podem degustar no Espaço Gourmet pratos de ovos pochés com molho de gorgonzola, frango à fina flor e salpicão especial de pernil suíno.

 

Fonte: Assessoria
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Sandro Alex defende continuidade de investimentos no agronegócio do Paraná

Pré-candidato ao Governo do Estado apresentou propostas voltadas à infraestrutura, energia, crédito rural e inovação durante encontro da Faep.

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Foto: Divulgação

O pré-candidato do PSD ao Governo do Paraná, Sandro Alex, defendeu nesta quarta-feira (15) a continuidade do modelo de desenvolvimento implantado pelo governador Ratinho Junior para fortalecer o agronegócio paranaense. Em encontro promovido pela Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), em Curitiba, ele apresentou um panorama geral sobre as principais ações executadas desde 2019 e que ele pretende ampliar para aumentar a competitividade do campo, com destaque para os investimentos em infraestrutura logística, energia, crédito rural e inovação.

Indicado por Ratinho Junior para disputar sua sucessão, Sandro afirmou que o Paraná vive um dos melhores momentos da história do agronegócio porque o Estado passou a atuar de forma integrada, eliminando gargalos históricos que limitavam o crescimento da produção.

“O agro sempre foi uma das forças da economia paranaense, mas ele precisa do apoio do Estado para continuar crescendo. Isso significa estradas melhores, energia de qualidade, crédito facilitado, tecnologia e gente preparada. Foi isso que fizemos ao lado do governador Ratinho Junior nos últimos anos: criar as condições para que o produtor pudesse investir com segurança, produzir mais e competir em qualquer mercado nacional ou internacional”, afirmou Sandro Alex. “Além de tudo esse é um time que faz a defesa da propriedade privada e apoia os nossos moradores do campo”.

Infraestrutura para reduzir custos

Sandro ressaltou que uma das principais transformações dos últimos anos foi a melhoria da infraestrutura logística, considerada essencial para reduzir custos de produção e aumentar a competitividade do agronegócio e da agroindústria paranaense.

Segundo ele, a gestão Ratinho Junior colocou em prática o maior programa de investimentos em infraestrutura da história do Estado, combinando recursos próprios com o novo pacote de concessões rodoviárias estruturado durante sua gestão à frente da Secretaria de Infraestrutura e Logística.

O modelo desenhado pelo Governo do Paraná em parceria com o setor produtivo, incluindo a FAEP, cooperativas e outros representantes do agronegócio, garantiu mais de R$ 60 bilhões em investimentos ao longo dos próximos anos em duplicações e outras melhorias. Diversas obras já estão em execução em diferentes regiões do Estado, como a triplicação da BR-277, essencial para dar mais agilidade ao escoamento da safra rumo ao Porto de Paranaguá.

Paralelamente, o Governo do Paraná também ampliou significativamente os investimentos diretos na malha rodoviária estadual, tornando-se referência nacional na utilização de pavimento rígido. Atualmente, o Estado possui aproximadamente mil quilômetros de rodovias em concreto, material que oferece maior durabilidade, reduz custos de manutenção e suporta melhor o intenso tráfego de cargas.

A partir de agora, de acordo com Sandro, a ideia é que todos os corredores de produção contem com pavimento em concreto, com traçados adequados para caminhões com grande capacidade de carga. “Quando reduzimos o tempo de viagem e melhoramos a qualidade das estradas, reduzimos também o custo para quem produz. É menos desgaste dos caminhões, menor consumo de combustível e mais competitividade para nossos produtores e cooperativas”, destacou.

O pré-candidato lembrou ainda que esse conjunto de investimentos beneficia toda a cadeia produtiva, facilitando tanto a chegada de insumos às propriedades quanto o escoamento da produção até os centros consumidores e o Porto de Paranaguá, principal corredor de exportação do agronegócio paranaense.

Energia para produzir mais

Sandro também destacou os investimentos realizados para ampliar a oferta de energia no campo, considerados fundamentais para permitir o crescimento das propriedades rurais e da agroindústria. Entre os principais programas está o Paraná Trifásico, considerado a maior iniciativa de modernização da infraestrutura elétrica rural da história do Estado. Ao longo de cinco anos, foram investidos R$ 3,3 bilhões na implantação de 25 mil quilômetros de novas redes trifásicas rurais, alcançando 395 municípios paranaenses.

O programa substituiu antigas redes monofásicas por sistemas mais modernos, com cabos protegidos e equipamentos automatizados, reduzindo significativamente as interrupções provocadas por eventos climáticos e ampliando a capacidade de fornecimento de energia.

Os resultados são sentidos diretamente nas cadeias produtivas do leite, da avicultura, da suinocultura, da piscicultura, da fumicultura e de diversas outras atividades que dependem de energia estável para operar equipamentos cada vez mais tecnológicos.

“Hoje o produtor tem energia para crescer. O Paraná Trifásico permitiu ampliar granjas, aviários, tanques de piscicultura, sistemas de irrigação e agroindústrias. É uma obra silenciosa, mas que mudou completamente a capacidade produtiva do campo”, disse.

Crédito para ampliar a produção

Sandro Alex também lembrou que os investimentos em infraestrutura e energia foram acompanhados por políticas públicas voltadas ao financiamento da produção rural. Ele destacou o Banco do Agricultor Paranaense, programa criado para subsidiar integralmente as taxas de juros em diversas linhas de crédito destinadas à agricultura familiar, infraestrutura, sustentabilidade e modernização das propriedades.

Desde sua criação, o programa já movimentou mais de R$ 1 bilhão em financiamentos, apoiando mais de 7,8 mil projetos em todas as regiões do Estado. As operações são realizadas por instituições como Fomento Paraná, Banco do Brasil, BRDE e cooperativas de crédito, entre elas Sicredi, Cresol e Sicoob.

O programa democratizou o acesso ao crédito para milhares de pequenos e médios produtores. “O agricultor quer investir, mas muitas vezes esbarra no custo financeiro. Quando o Estado subsidia esses juros, ele transforma um projeto que antes era inviável em investimento, emprego, renda e aumento da produção. Foi exatamente isso que aconteceu no Paraná”, comentou o pré-candidato do PSD.

Fonte: Assessoria
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Avanço dos javalis ameaça produção agropecuária de Santa Catarina

Espécie invasora provoca prejuízos às lavouras, coloca em risco a sanidade animal e avança em cerca de 80% dos municípios catarinenses.

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Foto: Shutterstock

A proliferação descontrolada dos javalis tornou-se uma das mais graves pragas do agronegócio catarinense e de vários Estados da federação. Desde os primeiros anos deste século os javalis destroem patrimônios, atingem ativos biológicos, ameaçam a fauna nativa e expõem trabalhadores a risco de morte. São frequentes os relatos de pessoas acuadas ou perseguidas e de cães mortos durante ações de controle. Machos adultos podem alcançar 200 quilos e investem com ferocidade quando ameaçados.

Foto: Divulgação

Estima-se que mais de 200 mil javalis estejam espalhados por 236 municípios, cerca de 80% do total catarinense. A incidência é maior na Serra, no Meio-Oeste e no Oeste, com forte presença em Lages, Campos Novos, Capão Alto, São Joaquim, Campo Belo do Sul, Água Doce, Bom Jardim da Serra e no entorno do Parque Nacional das Araucárias, entre Ponte Serrada e Passos Maia. Com a escassez de alimento nas matas, varas de até 50 animais avançam sobre propriedades, cidades e rodovias.

Os danos atingem lavouras de milho, feijão, soja, trigo, pastagens, hortaliças e criatórios de aves e suínos. Em uma noite, vários hectares podem ser arrasados. A reprodução acelerada piora o quadro: as fêmeas têm, em média, duas ninhadas anuais, com cerca de oito filhotes cada. Sem predadores naturais e com elevada capacidade de adaptação, essa espécie exótica invasora também cruza com porcos domésticos e forma os chamados javaporcos, o que dificulta ainda mais o controle.

Foto: Divulgação

A ameaça sanitária exige atenção máxima. Javalis podem disseminar peste suína africana, peste suína clássica e febre aftosa. Santa Catarina ocupa apenas 1,12% do território nacional, mas lidera a produção e a exportação brasileira de carne suína, é o segundo maior produtor de frangos e o terceiro de leite.

Desde 2007, possui reconhecimento internacional como zona livre de febre aftosa sem vacinação e também é livre de peste suína clássica. Uma contaminação dos plantéis comerciais causaria perdas incalculáveis aos produtores, às agroindústrias e à economia estadual.

Entre 2019 e 2024, mais de 120 mil javalis foram abatidos em Santa Catarina, sem redução suficiente da população estimada. O manejo é legal e indispensável, mas depende de controladores registrados, equipes preparadas e regras exequíveis. A escassez de profissionais, a burocracia e o perigo das operações afastam muitos produtores, que recorrem à Polícia Militar Ambiental.

O Instituto do Meio Ambiente mantém ações nos parques estaduais Fritz Plaumann e das Araucárias. Associações, produtores, Governo do Estado e Assembleia Legislativa também debatem o aperfeiçoamento dos procedimentos, enquanto o Ibama e o Ministério da Agricultura conduzem pesquisas e monitoramentos nacionais.

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A Lei estadual nº 18.817/2023, sancionada pelo governador Jorginho Mello, autorizou o controle populacional e o manejo sustentável do Sus scrofa e de seus híbridos. Santa Catarina deu um passo necessário. Cabe agora à Câmara dos Deputados avançar em normas gerais que reconheçam a gravidade da praga e permitam aos estados adotar medidas compatíveis com suas realidades. A União deve fixar diretrizes, sem impedir respostas locais rápidas e eficazes.

A Faesc defende a desburocratização responsável do manejo, o fortalecimento das equipes autorizadas e a união entre os poderes públicos e o setor produtivo. Esta não é uma questão restrita ao agronegócio. Trata-se de proteger vidas, patrimônio, biodiversidade, saúde pública, segurança sanitária e estabilidade econômica. O problema se aproxima do limite do controle e exige decisão imediata.

Fonte: Artigo escrito por José Zeferino Pedrozo, presidente do Sistema Faesc/Senar/SC
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Brasil volta a contestar tarifas dos EUA sobre produtos nacionais

Governo considera medidas “injustas”, mantém negociações diplomáticas e aguarda decisão dos Estados Unidos, que pode afetar US$ 15 bilhões em exportações brasileiras.

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Imagem criada pelo ChatGPT/Jaqueline Galvão/OP Rural

O governo brasileiro classificou novamente como “injusta” a possibilidade de os Estados Unidos aplicarem novas tarifas sobre produtos brasileiros durante reunião realizada nesta terça-feira (14) entre autoridades dos dois países. O encontro ocorreu um dia antes do prazo previsto para que o governo norte-americano anuncie a decisão sobre a adoção das medidas.

Foto: Cláudio Neves

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), esta foi a quinta reunião de alto nível entre Brasil e Estados Unidos desde 7 de maio, quando os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump decidiram criar um grupo de trabalho para tratar das relações comerciais entre os dois países.

Durante a reunião, representantes do governo brasileiro afirmaram que as recomendações do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) não apresentam fundamentos técnicos que justifiquem a imposição de novas barreiras comerciais.

Entre as medidas em análise pelos Estados Unidos estão uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros e uma tarifa adicional de 12,5% relacionada a uma investigação sobre trabalho forçado, aplicada também a outros 59 países.

Em nota, o Mdic afirmou que o governo brasileiro considera que “a aplicação de qualquer sobretaxa se mostra injusta e não é o caminho para que possamos formular um acordo bilateral mutuamente adequado”.

Foto: Claudio Neves

Além do Mdic, participaram da reunião representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e da Assessoria Especial da Presidência da República. Conforme o governo federal, a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é manter o diálogo com as autoridades norte-americanas na busca por uma solução negociada.

A investigação conduzida pelo USTR tem como base a Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. O governo norte-americano alega que o Brasil adota práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais dos EUA em áreas como comércio digital, sistema de pagamentos eletrônicos, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e questões ambientais.

O governo brasileiro, por sua vez, sustenta que essas alegações não justificam a adoção de medidas comerciais contra o país.

Foto: Divulgação

A decisão sobre a investigação deve ser anunciada nesta quarta-feira (15). Na ocasião, os Estados Unidos também devem divulgar a lista definitiva dos produtos que poderão ser atingidos pelas novas tarifas. Entre os itens citados nas recomendações preliminares estão aeronaves, produtos agropecuários e insumos industriais.

De acordo com levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), cerca de 4,2 mil produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos poderão ser afetados caso as tarifas sejam confirmadas. Juntos, esses produtos representam aproximadamente US$ 15 bilhões em exportações brasileiras, incluindo itens como ferro-gusa, molduras de madeira e álcool etílico.

Enquanto aguarda a decisão, o governo brasileiro informou que continuará buscando uma solução por meio das negociações diplomáticas.

Fonte: Agência Brasil
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