Empresas
Escolha do tronco de contenção é fundamental para reduzir as perdas na propriedade
Equipamento utilizado de forma correta facilita o manejo e evita o estresse e lesões dos animais
Pressionado pela agricultura, o pecuarista precisa ser mais eficiente produzindo mais carne, em menos área sem desperdício. Para conseguir superar esse desafio, é necessário contar com um manejo altamente seguro, eficaz e também com uma boa infraestrutura na fazenda. A lida do gado obrigatoriamente termina no tronco de contenção ou brete, local onde passa cada arroba do capital do produtor. Por isso, um equipamento inadequado, mal construído, sem manutenção ou utilizado de forma incorreta, pode impactar diretamente no resultado da produção, tanto no que se refere à lucratividade quanto na produtividade.
Segundo o levantamento do Grupo de Estudos em Etologia e Ecologia Animal (ETCO), da UNESP-Jaboticabal/SP, o Brasil perde por ano, cerca de 12 milhões de quilos de carne em função de contusões nas carcaças decorrente principalmente do mau manejo da fazenda. Parte disso poderia ser minimizado com uma boa escolha de tronco. O equipamento é um dos mais importantes na propriedade e o que mais necessita de cuidados. “Ao comprar um tronco, o produtor precisa analisar se ele atende as suas necessidades e se possui qualidade, segurança e também se é um produto de fácil manuseio”, diz, Ailton Baraviera, diretor geral da ACB Baltec Troncos & Balanças de Araçatuba/SP.
O tronco foi desenvolvido e projetado especialmente para conter e imobilizar bovinos de forma individual e assim facilitar os diversos tratos zootécnicos e veterinários. Entre eles: marcação, castração, coleta de sangue, vacinação, aplicação de medicamentos, inseminação artificial, verificação de prenhez, transferências de embriões, tratamento de cascos, exames clínicos, medição de circunferência escrotal, aplicação de brincos, entre outros serviços.
A ACB Baltec, por exemplo, que está no mercado há mais de 25 anos, oferece aos produtores diversas opções de modelos de troncos que são fabricados sob medida a pedido de cada cliente com foco em tecnologia e eficiência. Entre os produtos que a empresa disponibiliza, destaque para o tronco convencional. O equipamento foi desenvolvido com materiais de alta qualidade e resistência, ideal para pecuaristas que buscam facilidade e segurança para executar todos os procedimentos da fazenda com agilidade. “Para facilitar o procedimento de pesagem, o tronco é montado sobre o chassi metálico apto para receber balança eletrônica com barras e indicadores de qualquer marca ou modelo”, diz Baraviera.
A empresa também coloca à disposição dos clientes o tronco no modelo americano. O equipamento contém uma pescoceira com parede móvel que é fundamental para a contenção do animal em trabalhos na região da cabeça e ainda facilita a vacinação, prevenindo assim sangrias e abcessos. Isso resulta em menor sofrimento do animal, economia em vacina e medicamentos e ainda diminui o número de traumas na carcaça. “É importante também que o equipamento possua sistema de cambão permitindo imobilização total e segura do animal para os serviços e procedimentos. Evitando que ele se machuque e possibilitando que o operador trabalhe de forma eficiente e segura”, finaliza o diretor.
Fonte: Ass. Imprensa

Empresas Visão de longo prazo
Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026
Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM
De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.
Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.
Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.
Soluções Responsáveis e o futuro do agro
A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil
Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.
IPPE 2026
A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.
Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
