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Escolha + Carne Suína” ganha as lojas Extra e Pão de Açúcar

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A proposta do “Escolha + Carne Suína” tem ganhado o mercado consumidor e se tornado mais presente na vida dos brasileiros. Desde o dia 29 de setembro, data em que foi lançada a 3ª Semana Nacional da Carne Suína, o conceito é destaque nas lojas do Extra e Pão de Açúcar de todo o país e tem conquistado novos clientes.
Por meio da parceria entre a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e o Grupo Pão de Açúcar (GPA), as bandeiras desenvolveram suas campanhas de marketing baseadas nos princípios de mais sabor, saúde e qualidade, propostos pelo “Escolha +”.
Assim, até o dia 14 de outubro, as lojas do maior grupo varejista do Brasil estarão repletas de ofertas, informações educativas e atividades voltadas ao incentivo do consumo de carne suína.
Intituladas “Festival dos Suínos” e “Especial Suínos”, as campanhas do Extra e do Pão de Açúcar, respectivamente, contam com cartazes, testeiras, woblers, folhetos, folders de receitas, chamadas nas rádios internas, com foco em esclarecer e informar o cliente sobre os benefícios da carne suína. 
No Pão de Açúcar os clientes têm ainda acesso a matérias na revista “Pitadas etc”, principal comunicação da rede para promover produtos e qualidade, que destacam as vantagens e cortes atrativos da carne suína. Além disso, os clientes dos programas de relacionamento Pão de Açúcar Mais e Clube Extra estão recebendo e-mails marketing e sendo convidados a participar de eventos exclusivos em restaurantes regionais do Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. 
O diretor comercial de aves e suínos do GPA, David Buarque, conta que somente nos dois primeiros dias de campanha deste ano o aumento nas vendas de carne suína foi 75% maior que os dois primeiros dias da edição de 2014. “A 3ª SNCS está disparada em termos de venda. Nosso time está bastante motivado e tenho certeza que vamos colher bons frutos”.
Cliente do Pão de Açúcar Washington Luiz, em São Paulo, Vitória Cerboncini gostou da proposta de divulgação. “A campanha é visualmente muito atrativa. Já havia acompanhado as edições anteriores e, esse ano, pude notar uma evolução. A loja está bem decorada e com informações interessantes sobre o produto. Para mim, o grande diferencial está sendo a variedade de cortes e os preços. Já minha filha de 17 anos, ficou empolgada com as informações que recebeu sobre a saudabilidade da carne suína e de como essa proteína pode ser forte aliada na dieta e na prática de esportes”, disse.
Para Lívia Machado, coordenadora do Projeto de Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura, a inserção do “Escolha + Carne Suína” na 3ª SNCS representa uma grande conquista do setor. “Cada vez mais a suinocultura tem ganhado espaço no mercado consumidor brasileiro, reforçando seu conceito de sabor, saúde e qualidade. E a adesão do GPA à proposta do “Escolha +” é um exemplo desse sucesso. Estamos orgulhosos com essa parceria e seguiremos em busca de conquistar mais consumidores”, destaca. 

Compras Online

A 3ª edição da SNCS também é destaque nos sites de compra online do Pão de Açúcar e do Extra. Com isso, as redes pretendem alcançar o público que não abre mão de uma alimentação diversificada e saborosa, mas sem deixar o conforto de casa.
Na página do Pão de Açúcar, o banner “Especial Suínos” leva a uma seção repleta de cortes in natura e opções pré-preparadas de carne suína. Já no Extra Delivery, o conceito surge na seção de ofertas com a chamada “Festival dos Suínos”, onde também está disponibilizada grande variedade de peças.
“Estamos felizes com o espaço dedicado ao e-commerce neste ano. Acredito que o sucesso de vendas alcançado em 2014, com as ofertas na página do Pão de Açúcar Delivery, será atingido este ano nas duas bandeiras”, diz David Buarque.
Com a campanha, o GPA pretende ampliar em 15% as vendas de carne suína. Robson Parreira Matos, diretor Comercial de Perecíveis do GPA, explica que a meta foi traçada a partir dos resultados obtidos pela campanha nos dois últimos anos: 77% de aumento de vendas em 2013 e mais de um milhão de novos clientes em 2014. 

Fonte: ABCS

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Suínos

Dia do Suinocultor celebra protagonismo de quem impulsiona setor de R$ 63,1 bilhões

Com 5,6 milhões de toneladas produzidas e US$ 3,6 bilhões em exportações, cadeia reforça a importância dos produtores para a competitividade da proteína animal brasileira.

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Foto: Divulgação

Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Nacional do Suinocultor destaca o protagonismo dos produtores que, diariamente, sustentam a evolução de uma das cadeias mais competitivas do agronegócio brasileiro.

Em 2025, a produção brasileira de carne suína alcançou 5,592 milhões de toneladas, consolidando o país como o quarto maior produtor mundial. O Valor Bruto da Produção (VBP) do setor chegou a R$ 63,1 bilhões, movimentando economias regionais, gerando renda e impulsionando uma ampla cadeia formada por produtores de grãos, empresas de genética, nutrição e saúde animal, transportadores, cooperativas, agroindústrias e outros segmentos.

Foto: Shutterstock

A presença internacional também ganhou força. No ano passado, o Brasil exportou 1,510 milhão de toneladas de carne suína para 94 países, gerando receita cambial de US$ 3,6 bilhões. Com esse desempenho, o país manteve-se como o terceiro maior exportador mundial. Do total produzido, 27,01% foi destinado ao mercado externo.

Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro permaneceu como o principal destino da produção nacional. O consumo per capita atingiu 19,1 quilos por habitante em 2025, refletindo a crescente presença da carne suína na mesa dos brasileiros e a ampliação da variedade de cortes e produtos disponíveis no varejo e na alimentação fora do lar.

Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), esses resultados começam dentro das propriedades rurais. São os suinocultores que transformam avanços em genética, nutrição, manejo, sanidade, biosseguridade, bem-estar animal e sustentabilidade em ganhos efetivos de produtividade, qualidade e segurança dos alimentos. “Cada tonelada

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Cada tonelada produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor” – Foto: Mario Castello

produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor. É dentro das granjas que os compromissos do setor com a sanidade, a eficiência, a qualidade e a sustentabilidade se transformam em prática. O suinocultor é o grande protagonista de uma cadeia que gera desenvolvimento para o Brasil e ajuda a garantir segurança alimentar para consumidores brasileiros e de dezenas de países”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Presentes em diferentes modelos de produção, sejam integrados, cooperados ou independentes, os suinocultores também desempenham papel decisivo na geração de oportunidades no interior do país. A atividade fortalece municípios, mantém renda nas comunidades e estimula investimentos em tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional. “A competitividade da suinocultura brasileira não foi construída por acaso. Ela é resultado da capacidade de adaptação, do investimento e da dedicação de milhares de produtores. Celebrar o Dia do Suinocultor é reconhecer quem está na base de um setor que movimenta bilhões, abastece o mercado interno e leva a qualidade da proteína animal brasileira para o mundo”, conclui Santin.

Fonte: Assessoria ABPA
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Mercado integrado paga mais pelo suíno vivo que o independente em julho

Cepea registra movimento atípico em algumas regiões do Sul, onde a elevada oferta e a demanda enfraquecida pressionam as cotações do mercado spot.

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Os preços do suíno vivo no mercado integrado estão superiores aos praticados no mercado independente em algumas regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) neste mês de julho.

Segundo o Cepea, esse comportamento foge do padrão do setor, já que, normalmente, o mercado independente (spot) registra cotações mais elevadas devido aos maiores custos e riscos assumidos pelos produtores.

De acordo com os pesquisadores, essa inversão vem sendo observada ao longo de 2026 em algumas praças da Região Sul, com destaque para Braço do Norte (SC).

O Cepea atribui esse cenário às dificuldades enfrentadas pelo mercado independente, que segue pressionado pela elevada oferta de suínos e pela demanda enfraquecida. A combinação desses fatores tem mantido os preços em patamares baixos ao longo de todo o ano.

Fonte: O Presente Rural com Cepea
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Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso

Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.

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Foto: Divulgação/Acrismat

Apesar do crescimento da produção e dos recordes nas exportações brasileiras de carne suína, a rentabilidade dos produtores de Mato Grosso vive um dos momentos mais delicados dos últimos anos. A combinação entre preços em queda, custos de produção ainda elevados e dificuldades para ampliar o consumo interno foi um dos principais temas debatidos durante o 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat).

Durante o evento, o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer,

Superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer: “Mesmo com uma leve redução nos custos, principalmente do milho, esse alívio não chegou de forma suficiente ao produtor” – Foto: Divulgação/Acrismat

apresentou um panorama atualizado da cadeia produtiva e destacou que o Estado segue ampliando seu rebanho e sua produção. Entretanto, esse crescimento não tem se refletido na renda do produtor.

Segundo ele, após a virada do ano, os preços pagos pelo quilo do suíno apresentaram forte retração, reduzindo significativamente a margem da atividade. “Mesmo com uma leve redução nos custos, principalmente do milho, esse alívio não chegou de forma suficiente ao produtor. Hoje estamos observando alguns dos menores resultados econômicos da série histórica da suinocultura em Mato Grosso”, afirmou.

Gauer explicou que a situação é ainda mais preocupante para produtores que possuem financiamentos e investimentos em andamento, já que a redução da rentabilidade compromete a capacidade de cumprir esses compromissos. Outro ponto destacado foi o comportamento das exportações.

Embora o Brasil registre embarques recordes de carne suína, esse desempenho ainda não é suficiente para equilibrar

Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Franco Muller Martins: “O setor enfrenta hoje preços reduzidos em relação aos custos de produção” – Foto: Divulgação/Acrismat

o mercado interno. “Quando analisamos Mato Grosso, apenas cerca de 15% da produção é destinada à exportação. Ou seja, a maior parte permanece no mercado interno, o que limita o impacto positivo das vendas externas sobre os preços recebidos pelos produtores”, explicou.

Gestão eficiente será decisiva

O pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Franco Muller Martins, reforçou que o cenário exige dos produtores uma gestão ainda mais eficiente das granjas. Durante sua palestra sobre custos de produção e perspectivas para 2027, ele apresentou a metodologia utilizada pela Embrapa para calcular os custos de produção em seis estados brasileiros, entre eles Mato Grosso, disponibilizando informações que servem de referência para produtores.

Segundo o pesquisador, embora o Brasil viva um excelente momento nas exportações, esse avanço não foi suficiente para garantir margens satisfatórias aos produtores. “O setor enfrenta hoje preços reduzidos em relação aos custos de produção. Isso exige que o produtor olhe cada vez mais para dentro da propriedade, buscando eficiência, redução de desperdícios e melhoria da gestão”, destacou.

Presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho: “A suinocultura vive um momento de grande evolução tecnológica, mas também de margens cada vez mais apertadas” – Foto: Divulgação/Acrismat

Para Martins, além do trabalho realizado dentro das granjas, será fundamental que toda a cadeia continue investindo em ações de estímulo ao consumo da carne suína. “A ampliação da demanda é um caminho importante para que, no médio prazo, o setor consiga recuperar melhores níveis de rentabilidade”, afirmou.

Além da economia, o pesquisador também abordou a importância da biosseguridade como fator estratégico para manter a competitividade da suinocultura brasileira, tema que também ganhou destaque durante o simpósio.

Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a discussão sobre custos de produção, mercado e rentabilidade tornou-se indispensável diante do atual cenário da atividade. “A suinocultura vive um momento de grande evolução tecnológica, mas também de margens cada vez mais apertadas. Por isso, a Acrismat fez questão de reunir especialistas que apresentassem um diagnóstico econômico do setor e apontassem caminhos para que o produtor possa tomar decisões mais seguras. Conhecimento é uma ferramenta essencial para manter a atividade competitiva”, afirmou.

Segundo ele, um dos principais objetivos do 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso foi aproximar os produtores das informações técnicas e econômicas que impactam diretamente a rentabilidade das granjas, fortalecendo o setor para enfrentar os desafios dos próximos anos.

Fonte: Assessoria Acrismat
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