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Escola de Pecuária Intensiva da Assocon leva treinamento para produtores rurais de Goiás

Serão dois dias de palestras abordando diversos assuntos de suma importância para o avanço das atividades relacionadas a pecuária intensiva nacional

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Iaciara é um município brasileiro do Estado de Goiás e sua economia baseia-se na agricultura e pecuária, onde acontece a 3ª etapa da Escola de Pecuária Intensiva 2018, iniciativa da Associação Nacional da Pecuária Intensiva (Assocon). O curso acontece nos dias 28 e 29 de maio de 2018, na Câmara Municipal de Iaciara. A cidade está localizada no nordeste goiano e apresenta aptidão agropecuária, sendo que suas terras são consideradas entre as melhores do país. A cidade surgiu em decorrência da busca por pastagens durante o ciclo da pecuária, tendo sido emancipada em 14 de novembro de 1958, desmembrando-se do município de Posse, Goiás. Passou pelo período de extrativismo vegetal, e hoje consolida-se como grande produtora de gado bovino de corte, suprindo a demanda regional e exportando o excedente para os estados da Região Nordeste do Brasil.

De acordo com o gerente executivo da Assocon, Bruno Andrade, serão dois dias de palestras abordando diversos assuntos de suma importância para o avanço das atividades relacionadas a pecuária intensiva nacional, como: nutrição animal, sanidade, seleção de animais, cerca elétrica, manejo racional e identificação animal. “Preparamos os conteúdos com muito cuidado para atender às necessidades dos colaboradores das fazendas de Iaciara e região, de maneira prática, direta e aplicável no dia a dia desses profissionais. O intuito é levar novos conhecimentos sobre a produção intensiva de bovinos de corte, incentivar a troca de informações entre os participantes e aumentar a interação na pecuária, bem como apresentar conceitos, tecnologias e inovações para a melhoria da produtividade”, destaca Andrade.

As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas pelo site da Assocon ou  pelo telefone (11) 5041-5548. Em caso de dúvidas entre em contato pelo e-mail  faleconosco@assocon.com.br ou telefone (14) 99688-2032. O valor é de R$ 50 por participante. Os associados e colaboradores de confinamentos filiados à Assocon são isentos da taxa de inscrição.

Confira a programação em Iaciara (GO)

Dia 28 de maio

8h – 12h 

– Instalação de cerca elétrica

– Manejo e identificação animal

– Qualidade de mistura da dieta: o boi come o que deveria?

12h – 13h30 | Almoço

13h30 – 17h
– Técnicas e manejo nutricional para confinamento 
– Vantagens e utilização do semi-confinamento 

Dia 29 de maio

8h – 12h
– Seleção de animais para engorda
– Aditivos para suplementação na produção a pasto

12h – 13h30 | Almoço

13h – 17h
– Manejo sanitário em bovinos de corte (cria, recria e engorda)
– Reprodução animal

Fonte: Assessoria

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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