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Esalq promove simpósio para fortalecer protagonismo feminino na pecuária

Evento Vozes do Campo reúne especialistas e profissionais em Piracicaba (SP) no dia 13 de março, com 10 horas de programação técnica, mesas-redondas e certificação.

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Fotos: Shutterstock

O Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, realiza no dia 13 de março, em Piracicaba (SP), o Simpósio Vozes do Campo – Protagonismo Feminino na Pecuária 2026. O encontro acontece no Instituto Pecege, das 07h45 às 20 horas, com expectativa de reunir cerca de 300 participantes entre estudantes e profissionais do setor.

Com carga horária de 10 horas e certificação emitida pela Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz, o simpósio tem como foco a valorização e o fortalecimento da atuação feminina nas diferentes cadeias da pecuária brasileira. A proposta inclui ampliar a difusão de conhecimento técnico, estimular a troca de experiências e consolidar redes profissionais no agronegócio. “O fortalecimento do protagonismo feminino na pecuária é estratégico para o desenvolvimento sustentável do agronegócio. O Vozes do Campo nasce para dar visibilidade, gerar conexão e impulsionar carreiras por meio de conhecimento técnico de excelência”, afirma o professor Diogo Fleury Azevedo Costa, do Departamento de Zootecnia da Esalq.

A abertura será conduzida por Thais Vieira, diretora da Esalq. Ao longo do dia, a programação contempla palestras técnicas, mesas-redondas e momentos de integração. Entre os temas estão mercado da proteína animal, criação e manejo de bezerras, posicionamento estratégico no agro, gestão de pastagens, qualidade da carne, avanços na avicultura, cadeia do pescado e reprodução equina com a técnica ICSI.

Participam especialistas da Esalq/USP e da Universidade Federal de Lavras, além de representantes do setor produtivo, consultorias e empresas privadas. Duas mesas-redondas integram a agenda: uma dedicada à projeção de carreira da mulher no agro e outra voltada à diversidade de atuações femininas além da bovinocultura.

A programação inclui coffee breaks, brunch e o encerramento “Do Campo ao Copo: Um brinde às Vozes que ecoam”, espaço destinado ao networking entre participantes.

As inscrições estão abertas e devem ser feitas exclusivamente pela internet, clicando aqui. O investimento é de R$ 100 para estudantes de graduação e pós-graduação e R$ 300 para profissionais. O pagamento pode ser realizado via pix, boleto bancário, disponível até quatro dias antes do evento ou cartão de crédito, com opção de parcelamento.

Programação Vozes do Campo: Protagonismo Feminino na Pecuária 2026

  • 07h às 07h45 | Credenciamento
  • 07h45 às 08h | Palestra: Abertura com a diretora Esalq, Thais Vieira.
  • 08h às 08h30 | Palestra: Mercado da proteína animal, com representante da Scot Consultoria.
  • 08h30 às 08h40 | Perguntas e Respostas
  • 08h40 às 09h10 | Palestra: A bezerra de hoje é a vaca do amanhã, com a professora Carla Bittar do Departamento de Zootecnia da Esalq.
  • 09h10 às 09h20 | Perguntas e Respostas
  • 09h20 às 09h50 | Coffee break
  • 09h50 às 10h20 | Palestra: Da faculdade à autoridade no mercado: o caminho do posicionamento estratégico no agro, com Josiane Lage da Pecuária Roxa.
  • 10h20 às 10h30 | Perguntas e Respostas
  • 10h30 às 11h | Palestra: Os 25 anos da Fazenda Figueira com a coordenadora de Pesquisas da Estação Experimental Hildegard Georgina Von Pritzelwitz, Laísse Lima.
  • 11h às 11h10 | Perguntas e Respostas
  • 11h10 às 11h40 | Palestra: Conhecimento em prática: o que o mercado espera de você, com Ana Paula Silva da Fazenda Cigana.
  • 11h40 às 11h50 | Perguntas e Respostas
  • 11h50 às 12h10 | Mesa Redonda tema Projeção na Carreira da Mulher – Palestrantes da manhã + Moderadoras
  • 12h10 às 13h10 | Brunch
  • 13h10 às 13h40 | Palestra: Atendendo as exigências da vaca de alta performance, com a professora Marina Arruda Danés da UFLA.
  • 13h40 às 13h50 | Perguntas e Respostas
  • 13h50 às 14h20 | Palestra: Mergulhando fundo: avanços na cadeia do pescado, com a coordenadora do Grupo de Estudos e Extensão em Inovação Tecnológica e Qualidade do Pescado da Getep/LCA/Esalq, Juliana Galvão.
  • 14h20 às 14h30 | Perguntas e Respostas
  • 14h30 às 15h | Palestra: Revolução da reprodução equina com a técnica ICSI, com a diretora In Vitro Equinos, Perla Fleury.
  • 15h às 15h10 | Perguntas e Respostas
  • 15h10 às 15h40 | Coffee break
  • 15h40 às 16h10 | Pasto é patrimônio: como multiplicar valor com boa gestão, com Janaína Martuscello da Forragicultura e Pastagens.
  • 16h10 às 16h20 | Perguntas e Respostas
  • 16h20 às 16h50 | Voando alto: avanços na avicultura brasileira, com Diana Suckeveris da Novonesis.
  • 16h50 às 17h | Perguntas e Respostas
  • 17h às 17h30 | Qualidade de carne com Andreia Mesquita da Território da Carne.
  • 17h30 às 17h40 | Perguntas e Respostas
  • 17h40 às 18h10 | Mesa Redonda Tema: Diversidade de atuações femininas nas cadeias produtivas além do gado bovino – Palestrantes da tarde + Moderadoras
  • 18h10 às 20h10 | Do Campo ao copo: um brinde às Vozes que ecoam com drinks, petiscos e muito networking.

Fonte: Assessoria Instituto Pecege

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Financiamentos para pecuária leiteira ultrapassam R$ 164 milhões em um ano no Paraná

Recursos liberados pelo BRDE superam média histórica e reforçam modernização e expansão da cadeia leiteira no Estado.

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Foto: Arquivo pessoal

Com linhas específicas e condições diferenciadas para o segmento, incluindo operações com juro subsidiado, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) direcionou R$ 164,5 milhões a 1.627 contratos de financiamento para a pecuária leiteira paranaense nos últimos 12 meses. O volume representa um patamar 84% superior à média anual registrada nos últimos cinco anos e reforça uma aceleração dos investimentos em criação e beneficiamento do leite no Estado. Desde 2021, as operações de crédito do BRDE para essa cadeia produtiva somam R$ 471,3 milhões.

O movimento acompanha a fase de expansão do setor no país. Em 2025, a produção brasileira registrou crescimento estimado de 7,2% em relação ao ano anterior, com impactos diretos sobre a oferta e sobre o ambiente de mercado para 2026, de acordo com análise da Embrapa. No recorte estadual, o Paraná detém a segunda posição no ranking nacional e responde por quase 13% do total produzido, conforme dados oficiais organizados a partir de estatísticas do IBGE.

Foto: Fernando Dias

Além das linhas tradicionais de financiamento, produtores e agroindústrias do setor também podem acessar operações por meio do Banco do Agricultor Paranaense, programa do Governo do Estado lançado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em abril de 2021, com juros subsidiados para incentivar investimentos, modernização e ganho de competitividade no campo.

Para o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Júnior, o avanço do crédito reflete uma mudança de perfil na atividade. Segundo ele, a pecuária leiteira do Paraná busca cada vez mais qualidade de gestão e de produto, mais tecnologia e uma preocupação crescente com eficiência e previsibilidade. “O papel do BRDE é dar escala a esse salto, com financiamento de longo prazo e foco em produtividade, sustentabilidade e renda no campo. Esses ganhos de produtividade ajudam a reduzir custos e ampliam a capacidade de competir, inclusive no mercado externo”, afirma.

Entre os produtores atendidos pelo BRDE está Marius Bronkhorst, de Arapoti, nos Campos Gerais. Ele iniciou a atividade leiteira em 1982 com 20 vacas e, ao longo de quatro décadas, ampliou a estrutura até alcançar 600 vacas em lactação e uma produção diária de 18 mil litros. Há cerca de 15 anos, acessou uma linha de crédito do BRDE, com juros de 2,5% ao ano, que possibilitou modernizar a propriedade, investir em confinamento total do rebanho e em tecnologias de ordenha e monitoramento. A produção saltou de 6 mil para 18 mil litros por dia, com expectativa de atingir 7 milhões de litros no ano.

“Antes do apoio do BRDE conseguíamos viver bem, mas era sem estrutura e perspectiva de crescimento. Com o crédito, passamos a crescer de forma gradativa e sustentável, com ganhos na produção e na satisfação dos funcionários”, diz Bronkhorst.

Além das operações voltadas à produção primária, o banco também fechou 25 contratos direcionados ao beneficiamento e à industrialização do leite nos últimos cinco anos, com R$ 59 milhões em recursos. A avaliação do BRDE é que essa segunda frente — agregação de valor, qualidade industrial e logística — é decisiva para sustentar o ciclo de investimentos na fazenda e melhorar a resiliência do setor em momentos de oscilação de preços.

Regiões

Foto: Shutterstock

Dentro do Estado, as mesorregiões Centro-Sul Paranaense e Sudoeste Paranaense concentram mais de 50% dos contratos firmados pela Agência Paraná do BRDE. A maior parte das operações é voltada à criação de bovinos para produção de leite, e 99,44% dos financiamentos têm como beneficiários produtores rurais.

O diretor-administrativo do BRDE, Heraldo Neves, observa que a capilaridade do crédito ajuda a explicar a consistência do avanço. “Não se trata apenas de financiar uma compra pontual. O que vemos é um ciclo de modernização. Quando o investimento chega na ponta com condições adequadas, ele vira produtividade e estabilidade para a propriedade”, afirma.

A série histórica recente indica dois momentos de maior aceleração no crédito para o setor leiteiro. O primeiro ocorreu entre 2022 e 2023, quando o volume contratado passou de R$ 51,8 milhões para R$ 94,9 milhões. Um novo avanço foi registrado entre 2024 e 2025, com alta de R$ 100 milhões para R$ 150,7 milhões, o maior valor anual do período de cinco anos. Em 2026, apenas nos dois primeiros meses, já foram formalizados 246 contratos, que somam R$ 24,8 milhões.

Foto: Pablo Aqsenen/Adapar

O superintendente da Agência do BRDE no Paraná, Paulo Starke, avalia que os números traduzem uma mudança de patamar. “O que observamos é um movimento consistente de profissionalização da atividade leiteira. O produtor está investindo em tecnologia, eficiência e escala”, disse Starke. “E o crédito é um instrumento para viabilizar essa transição, especialmente quando combinado a mecanismos de juro subsidiado, que reduzem o custo financeiro do investimento e aceleram a adoção de tecnologia, permitindo ganho de produtividade e maior estabilidade econômica para as propriedades”, afirma.

Produtores interessados em acessar os recursos do Banco do Agricultor Paranaense devem procurar uma das cooperativas de crédito conveniadas ao BRDE. A lista completa de instituições está disponível no site do BRDE:

Projetos com valor acima de R$ 800 mil podem ser submetidos diretamente pelo internet banking do BRDE.

Confira as linhas de financiamento:

– Pronaf Mulher: juro zero

– Cooperativas da agricultura familiar: juro zero

– Agroindústria familiar: juro zero

– Produção, captação e armazenamento de água: juro zero

– Erva-mate, pinhão, seda, café, orgânicos, apicultura e horticultura: juro zero

– Turismo rural: juro zero

– Pecuária de corte e leite: juros de 1% a 4%

– Piscicultura: juros de 1% a 4%

– Projetos de energia renovável: juro zero para projetos de até R$ 500 mil. Acima desse valor, juros variam de 2% a 5,5%

– Biogás: juro zero para projetos de até R$ 2 milhões para pessoas físicas e de até R$ 20 milhões para CNPJs. Acima desses valores, juros de 5%

– Projetos de irrigação: juro zero para projetos de até R$ 1 milhão para pessoa física e de até R$ 4,5 milhões para pessoa jurídica. Acima desses valores, os juros variam de 3% a 5,5%

– Demais linhas do Pronaf: redução de cinco pontos percentuais nos financiamentos, cujas taxas variam de 8,5% e 10,5%, devendo ficar entre 3,5% e 5,5%.

Fonte: AEN-PR
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Mulheres fortalecem a pecuária com gestão, técnica e inovação

Participação feminina amplia influência nas decisões das propriedades e em entidades ligadas ao setor.

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Foto: Shutterstock

A presença feminina na pecuária de Mato Grosso tem se ampliado nos últimos anos, com mulheres assumindo funções de gestão, decisões técnicas e posições estratégicas dentro das propriedades rurais e das entidades do setor. Além de atuar na administração das fazendas, elas também estão presentes em áreas como medicina veterinária, zootecnia, agronomia, comercialização e gestão financeira.

Na propriedade onde atua em Diamantino, a cerca de 208 quilômetros de Cuiabá, a pecuarista e médica veterinária Mara Ferreira divide o tempo entre a rotina no campo e atividades técnicas ligadas à produção. O trabalho envolve manejo reprodutivo, inseminação artificial, atendimentos clínicos, cirurgias, além de orientação sobre sanidade, nutrição e questões ambientais do rebanho.

Pecuarista e médica veterinária, Mara Ferreira: “A mulher sempre esteve à frente dos negócios, sempre esteve ali no campo trabalhando. Eu acredito que ela só ficava ali de uma forma silenciosa” – Foto: Divulgação/Imac

Segundo Mara, o interesse pela atividade começou ainda na infância, quando acompanhava o trabalho da família no campo. “Eu atuo nessa parte reprodutiva, inseminação artificial, faço a parte clínica também, algumas cirurgias, trabalho muito na questão de orientação de sanidade, a parte nutricional também, a parte ambiental. Foi um sonho de infância que se concretizou”, relata.

A influência da atividade no campo também chega à nova geração da família. De acordo com ela, a filha se prepara para prestar vestibular para medicina veterinária.

Para a pecuarista, as mulheres sempre estiveram presentes na rotina das propriedades rurais, mas atualmente participam de forma mais ativa das decisões. “A mulher sempre esteve à frente dos negócios, sempre esteve ali no campo trabalhando. Eu acredito que ela só ficava ali de uma forma silenciosa”, afirma.

Ela também destaca que a participação feminina contribui com diferentes habilidades na condução das atividades no campo. “A gente tem muito a contribuir. Às vezes não tem aquela força física do homem, mas a gente entra com o lado delicado, social, de inovação, de uma opinião, com tarefas multidisciplinares que a gente encaixa perfeitamente bem. Então, com certeza a mulher é bem-vinda no meio rural e ela pode estar onde ela quiser”, enfatiza.

Na avaliação da diretora executiva do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Paula Sodré Queiroz, a presença feminina na pecuária do estado se tornou cada vez mais comum e passou a ocupar também espaços de liderança e decisão dentro da cadeia produtiva.

“A mulher sempre esteve na pecuária mato-grossense. O que mudou é que agora ela está sendo ouvida. Estamos ocupando espaços de decisão, de técnica, de liderança. É uma tendência clara e consistente, que tem trazido importantes transformações no campo”, destaca Paula.

Fonte: Assessoria Imac
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Prazo para vacinação contra raiva termina em 24 de março no Oeste do Paraná

Produtores de 30 municípios devem imunizar animais a partir de três meses, conforme determinação da Adapar.

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Foto: Pablo Aqsenen/Adapar

O prazo para a regularização vacinal contra a raiva para animais de produção para 30 municípios do Oeste do Estado chega ao final em 24 de março. A decisão foi comunicada na portaria 368/2025 da Adapar, em setembro e previu um prazo de seis meses para os produtores vacinarem seus herbívoros domésticos com idade a partir de três meses.

O grupo de animais que deve ser imunizado inclui búfalos, bois, cavalos, asnos, mulas, ovelhas e cabras, com idade igual ou superior aos três meses. Animais que receberem forem vacinados pela primeira vez, devem tomar uma dose de reforço entre 21 e 30 dias e, posteriormente, de forma anual.

Foto: Shutterstock

Estão inclusos na obrigatoriedade os municípios de  Boa Vista da Aparecida, Braganey, Campo Bonito, Capanema, Capitão Leônidas Marques, Cascavel, Catanduvas, Céu Azul, Diamante D’Oeste, Foz do Iguaçu, Guaraniaçu, Ibema, Itaipulândia, Lindoeste, Matelândia, Medianeira, Missal, Planalto, Pérola D’Oeste, Quedas do Iguaçu, Ramilândia, Realeza, Rio Bonito do Iguaçu, Santa Lúcia, Santa Tereza do Oeste, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Iguaçu, Serranópolis do Iguaçu, Três Barras do Paraná e Vera Cruz do Oeste.

A medida leva em conta a quantidade de focos registrados nos últimos anos, a proximidade com o Parque Nacional do Iguaçu, a ocorrência de áreas compartilhadas de transmissão e o número de pessoas que precisaram de tratamento após contato com animais suspeitos. A obrigatoriedade abrange apenas 30 municípios, mas a vacinação é aconselhada em todo o território paranaense.

A Raiva é considerada uma das doenças de maior importância em Saúde Pública, sendo uma das zoonoses mais letais, com grandes impactos econômicos, sociais e sanitários. Quando abordada à ótica da Saúde Única, que engloba a saúde humana, a saúde animal e o meio ambiente, o controle depende de uma atuação integrada entre diversos setores públicos. As ações constantes são uma forma importante de controle do vírus.

Segundo dados do Departamento de Saúde Animal (Desa) da Adapar, 218 casos de raiva foram confirmados no ano de 2025 até novembro. A doença circula tanto em territórios urbanos, onde cães e gatos são os principais transmissores, quanto no em ambientes rurais, territórios em que os morcegos hematófagos são os principais reservatórios e responsáveis pela transmissão aos animais de produção. O vírus é letal para animais e para humanos, caso não seja identificada a contaminação em tempo hábil para o tratamento.

Prevenção

A autarquia realiza o cadastramento e o monitoramento dos abrigos de morcegos hematófagos – controle da espécie Desmodus rotundus –, investiga casos suspeitos em herbívoros com coleta de material e executa ações em focos de raiva. Atividades de educação sanitária relacionadas à identificação dos morcegos hematófagos, ao reconhecimento dos sinais clínicos da doença nos animais e sobre como realizar uma notificação são ações desenvolvidas rotineiramente pelos servidores.

Praticidade

A vacina contra a raiva tem baixo custo, pode ser aplicada pelo próprio produtor e deve ser dada anualmente. A vacinação preventiva é a melhor forma de combate direto. Uma vez que o animal apresente sinais clínicos, não há tratamento.

Fonte: Assessoria Adapar
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