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Equipe de qualidade da Cobb-Vantress realiza visita técnica à Agrogen, em Montenegro (RS)

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Nos dias 07 e 08 de outubro, a Cobb-Vantress Brasil, líder mundial no fornecimento de aves de produção para frangos de corte e em especialização técnica no setor avícola, realizou visita técnica às instalações da Agrogen, em Montenegro, no Rio Grande do Sul. Participaram da visita os profissionais responsáveis pelas áreas de qualidade da empresa no Brasil e nos Estados Unidos. 
O objetivo da visita foi a revisão das instalações e a verificação dos padrões de biosseguridade implementados, além da análise de indicadores zootécnicos como viabilidade, eclosão, quantidade de ovos incubáveis por fêmea e padrões de qualidade para incubação de pintos de um dia. A Agrogen é parceira da Cobb-Vantress no Brasil na área de genética avícola.
No dia 07 de outubro, a equipe visitou o incubatório e a granja da empresa em Montenegro. Já no dia 08, as empresas se reuniram para discutir os padrões registrados nas instalações, além de técnicas e novidades do setor estudadas pela Cobb nos Estados Unidos.
“A equipe americana pode conhecer os resultados bastante expressivos da unidade da Agrogen, nossa parceira, e entender que são números muito sólidos e uniformes, pois atendem a todos os padrões de biossegurança praticados pela companhia internacionalmente. Foi importante a presença do Dr. Aldo Rossi, recém-empossado diretor mundial de qualidade e serviços veterinários, para, além de analisar os números, ter suas próprias impressões sobre as operações no Brasil”, afirma Gustavo Santos, coordenador de controle de qualidade da Cobb-Vantress. 
A equipe da Cobb-Vantress Incorporation, nos Estados Unidos, foi formada por Aldo Rossi, diretor mundial de qualidade e serviços veterinários, Kyle Traeger, gerente mundial de qualidade, Bret Rings, veterinário sênior responsável por serviços veterinários do grupo, e Mary Booth, coordenadora de controle de qualidade. Pela equipe brasileira, participaram Jairo Arenázio, diretor-executivo da Cobb-Vantress para América do Sul, Paulo Raffi, gerente técnico, e Gustavo Santos, coordenador de controle de qualidade.
Pela Agrogen, estiveram presentes o diretor administrativo Gerson Muller, diretor de produção Irton José Boni, os médicos veterinários Raquel Ponsati, Fernanda Xavier Alves, Vinícius Queiroz Teixeira e Marciano André Vizzotto, e o coordenador de produção Fábio Bressolin. 
Sobre a Cobb-Vantress Brasil – Desde 1916 em atividade e com sede na cidade de Siloam Springs, Arkansas, Estados Unidos, a Cobb-Vantress está presente há 17 anos no Brasil. Mais antiga companhia de genética avícola do mundo, é líder mundial no fornecimento de aves de produção para frangos de corte e em especialização técnica no setor avícola. A sede brasileira esta localizada na cidade de Guapiaçu, no interior do estado de São Paulo, e conta com aproximadamente 620 colaboradores. 

Fonte: Ass. Imprensa da Cobb

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Notícias Agronegócio

Volume exportado cresce, mas faturamento se mantém estável no início de 2019

De janeiro a abril deste ano, as exportações dos produtos do agronegócio cresceram 8% frente às do mesmo período de 2018

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Ivan Bueno/APPA

Após atingirem volume recorde no ano passado, os embarques dos produtos do agronegócio brasileiro se mantêm firmes em 2019. De acordo com pesquisas realizadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, de janeiro a abril deste ano, as exportações (em quantidade) dos produtos do agronegócio brasileiro cresceram 8% frente às do mesmo período de 2018.

Já o faturamento em dólar se limitou a crescer apenas 0,3% no mesmo período. Neste caso, pesquisadores do Cepea destacam que foi a queda dos preços médios em dólar que não permitiu ao setor obter um faturamento maior no primeiro quadrimestre deste ano. Além disso, a valorização da moeda nacional reduziu a atratividade das vendas agrícolas brasileiras. Nesse sentido, foi o volume exportado que manteve o faturamento em dólar do setor no início de 2019 em patamar positivo.

Produtos exportados

Quando comparado o primeiro quadrimestre deste ano frente ao mesmo período de 2018, o algodão em pluma foi o produto que registrou o aumento mais significativo nos embarques, de 75%. As vendas externas de milho e café também apresentaram crescimentos expressivos, de 42% e 32%, respectivamente.

Pesquisadores do Cepea indicam que o ano tem se apresentado promissor para algodão, milho e carnes. Há expectativa de que as carnes continuem apresentado aumentos nas vendas externas, principalmente para os países asiáticos. No caso do algodão, exportadores brasileiros conquistaram a segunda posição no ranking de vendas internacionais do produto.

Destino

A China segue como principal parceira comercial do setor, mas tem uma pauta muito concentrada nos produtos do complexo da soja, com destaque para soja em grão. A Europa é o segundo maior destino dos produtos agrícolas e os Estados Unidos são o terceiro. Países que compõem o grupo “outros” também têm participação significativa de 30% nas exportações brasileiras totais, com destaque para os asiáticos.

2019

Este deve ser mais um ano de boa colheita de grãos, o que deve manter elevada a disponibilidade dos produtos, tanto para consumo doméstico quanto para exportação. O exportador deve se manter atento à disputa comercial entre China e Estados Unidos, tendo em vista que esse contexto favorece o Brasil, que pode manter fatia maior nas exportações de produtos agrícolas à China, inclusive para o mercado de carnes. Por outro lado, os preços no mercado internacional têm se reduzido.

Há que se considerar, também, o efeito do câmbio. O Real tem se desvalorizado com mais força nos últimos meses, o que ajuda a manter a atratividade dos produtos brasileiros no mercado externo, favorecendo o crescimento do volume exportado. Caso a moeda nacional se mantenha mais desvalorizada, o faturamento em Real do setor pode continuar crescendo em 2019.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Arc Mercosul

Adiantada, colheita de milho do Brasil atinge 12,5% da área

Após plantio antecipado, colheita da safra que promete ser recorde também está adiantada em relação à média de cinco anos

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Divulgação

O Brasil havia colhido até esta semana 12,5% de sua área de milho segunda safra, em ritmo acelerado que supera os 3,9% registrados na mesma época em 2018, informou na quarta-feira (19) a consultoria Arc Mercosul. Após um plantio antecipado, a colheita da safra que promete ser recorde também está adiantada em relação à média de cinco anos, de 4%, segundo dados da Arc Mercosul.

O Paraná é o Estado mais adiantado nos trabalhos, com 21% da área colhida, disse a consultoria, apontando o mesmo percentual divulgado na véspera pelo Departamento de Economia Rural (Deral), do governo paranaense.

Em Mato Grosso, maior produtor nacional, a colheita avançou para 16,9%, seguido por Goiás, com 7%, segundo a Arc Mercosul.

Com uma segunda safra favorecida por boas condições climáticas, o Brasil deverá colher mais de 100 milhões de toneladas de milho na temporada 2018/19, segundo algumas consultorias especializadas.

Fonte: Reuters
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Notícias Map autorizou

Produtor pode usar Virginiamicina como melhorador de desempenho

Virginiamicina é retirada da lista de antimicrobianos, que trata da intenção de proibição de comercialização

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Arquivo/OP Rural

A Virginiamicina é autorizada para uso como aditivo melhorador de desempenho na produção animal. A informação foi confirmada por parecer técnico da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/MAPA), divulgado no dia 7 de junho.

Ofício 309/2019 assinado pelo titular da SDA/MAPA, José Guilherme Tollstadius Leal, confirma parecer favorável da Secretária à “manutenção por 24 meses do uso da molécula (Virginiamicina) na finalidade do atual registro”.

Dessa forma, a Virginiamicina é retirada da lista de antimicrobianos da Portaria 171/2018, que trata da intenção de proibição de comercialização.

“A comunicação da SDA/MAPA reconhece o importante papel da Virginiamicina como melhorador de desempenho, possibilitando aos pecuaristas, produtores de leite, suinocultores e avicultores o uso dessa molécula para a melhoria de desempenho na produção animal, com consequente aumento da produtividade”, ressalta Mauricio Graziani, presidente da Phibro Animal Health.

Fonte: Assessoria
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