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Equipamento Yamasa foi adquirido pela Copacol em novo incubatório

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A Indústria de Máquinas Yamasa foi a empresa escolhida para atender o recém-inaugurado incubatório da Copacol no município de Goioerê (PR). E a opção da Copacol foi por uma máquina YHD que já está em funcionamento na moderna estrutura do novo incubatório, um dos cinco melhores do mundo. O equipamento, que integra a divisão de Ovos Férteis da Yamasa, com máquinas classificadoras e embandejadoras, foi adquirido pela Copacol para atender à alta demanda da nova unidade da empresa, inaugurada no último dia 3 de julho. O modelo da Yamasa adquirido pela cooperativa paranaense possibilita o processamento de 300 mil ovos incubáveis/dia e deve contar com apenas 17 pessoas na sala de ovos, devido à agilidade que a YHD dará ao trabalho. 
A linha YHD da Yamasa foi idealizada há cerca de uma década por Nelson Yamasaki, presidente da empresa, objetivando atender o importante mercado de ovos férteis, como as granjas matrizeiras de frango de corte e incubatórios. “É um orgulho ter a nossa marca presente nesse complexo da Copacol, que é de última geração e se iguala aos melhores do mundo”, declara, satisfeito, Nelson Yamasaki. Para adquirir a nova máquina, a diretoria da Copacol estudou seu funcionamento em outras empresas, ganhando confiança na tecnologia da Yamasa. “Já havíamos fechado um negócio importante com o Grupo Globoaves – também paranaense – no primeiro semestre deste ano, e agora estamos presentes na mais moderna unidade da Copacol. São conquistas muito importantes, que sinalizam estarmos no caminho certo”, entusiasma-se o empresário paulista.
Aprovada por um grande e respeitado complexo industrial como a Copacol, a YHD ganha ainda maior dimensão, pois a aquisição da máquina demonstra a confiança na tecnologia desenvolvida pela Yamasa. O presidente da Copacol, Valter Pitol, destacou que a nova unidade em Goioerê propiciará autossuficiência em incubação para os cooperados e, para isso, a cooperativa investiu no que havia de mais moderno em equipamentos, incluindo a YHD, a classificadora e embandejadora de ovos férteis da Yamasa. “Esse é um projeto grandioso, um projeto ímpar. Poucos incubatórios que estão sendo inaugurados no mundo têm um investimento do porte que fizemos em nossa unidade de Goioerê”, destacou Pitol, defendendo a ousadia da cooperativa na busca por maior rentabilidade para seus associados.
O encarregado do incubatório em Goioerê, o jovem Bruno Machado, ressaltou que a escolha da máquina Yamasa foi muito bem estudada. “A YHD tem uma tecnologia que atende as nossas necessidades, pois é totalmente automatizada”, aponta Bruno. 

Os investimentos

Potência do cooperativismo paranaense, a Copacol (Cooperativa Agroindustrial Consolata) tem sede em Cafelândia (PR) e conta com uma história de 51 anos de sucesso. O novo incubatório em Goioerê ganhou investimentos de R$50 milhões e tem capacidade para produzir 12 milhões de pintainhos por mês que, somados à produção de 6,5 milhões de pintainhos/mês do Incubatório de Nova Aurora – também no Paraná -, dará autossuficiência à Cooperativa, atendendo a cem por cento de sua demanda.
 

A indústria de máquinas Yamasa

Mais tradicional e reconhecida fábrica brasileira de equipamentos de seleção, classificação e processamento de ovos, a Yamasa nasceu em 1965, em Rinópólis, no Oeste Paulista. Ali, na região de maior produção de ovos do Brasil, a fábrica nasceu pelas mãos do pioneiro Yorio Yamazaki e iniciou sua linha de produção com máquinas que faziam a limpeza de ovos, uma inovação para a época. Hoje, a empresa conta com modernas máquinas que higienizam, classificam os ovos por peso, detectam fissuras e impurezas nas cascas, além de embalar o produto em estojos e bandejas. 
A marca Yamasa está presente em granjas de postura de todo o Brasil e em outros 25 países do mundo, como Estados Unidos, Canadá, México, Argentina, Uruguai, Peru, Bolívia, Honduras, Espanha, Turquia e Rússia. 
No amplo catálogo da empresa estão, entre outros, equipamentos como a máquina para classificação de ovos de codorna (exclusividade Yamasa), o detector de fissuras em ovos comerciais, as modernas classificadoras disponíveis para diversos portes e o equipamento especial para a seleção e classificação de ovos férteis, específico para incubatórios.

Fonte: Ass. Imprensa

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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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Produtores do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para declarar rebanhos

Atualização anual é considerada estratégica para o controle sanitário e permite resposta mais rápida das autoridades diante de eventuais emergências zoossanitárias.

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até o dia 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça o chamado para que criadores, pecuaristas e associados cumpram a obrigação dentro do prazo, destacando a importância das informações para a defesa sanitária animal no Estado.

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De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a atualização dos dados permite que o sistema de defesa agropecuária mantenha um retrato fiel dos rebanhos e das propriedades rurais gaúchas. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, afirma.

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Segundo Martins, a manutenção de um banco de dados atualizado é fundamental para que o poder público possa agir com rapidez diante de eventuais ocorrências sanitárias que afetem a pecuária. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, destaca.

Cadastro atualizado fortalece defesa agropecuária

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à entrega da declaração do Imposto de Renda, ressaltando que ambas exigem atualização periódica de informações essenciais para a gestão pública. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada

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localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser feita de forma eletrônica, por meio do sistema Produtor Online, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, ou presencialmente nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins orienta os produtores a não deixarem o procedimento para os últimos dias do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, menciona.

Fonte: Assessoria Febrac
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Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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