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Epagri completa 33 anos: sustentabilidade é o nosso presente

Profissionais da Epagri pautam rotina de trabalho na busca pela sustentabilidade.

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Fotos: Aires Mariga

“Atentos à realidade mundial, nossos profissionais pautam sua rotina de trabalho na busca de soluções capazes de garantir o desenvolvimento econômico dos meios rural e pesqueiro catarinenses, sem perder de vista a sustentabilidade ambiental e social”, sentencia o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Para comemorar essas mais de três décadas de história, o site inicia hoje uma série de reportagens que vão apresentar como pesquisa e extensão – as atividades fins da Epagri – atuam para ajudar famílias agricultoras e pescadoras a produzir alimentos de forma limpa, rentável e com baixo impacto ambiental. As matérias serão publicadas periodicamente, até novembro de 2025, quando a Epagri estará comemorando 34 anos e o Brasil sediará a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30).

Plano Estadual ABC+ 2020-2030

A série de reportagens vai apresentar projetos desenvolvidos pela Epagri que integram o Plano Estadual ABC+ 2020-2030, que mira na baixa emissão de carbono na agropecuária. O Plano pretende consolidar Santa Catarina no cenário mundial de produção limpa de alimentos.

O Plano Estadual ABC+ 2020-2030 dá continuidade a ações desenvolvidas pela Epagri no Plano ABC 2010-2020. A proposta é estimular a adoção e manutenção de tecnologias já consolidadas na fase anterior, como o Sistema Plantio Direto de Hortaliças (SPDH).

Santa Catarina conta com 183 mil estabelecimentos agropecuários. Destes, 78% são de agricultores familiares. A Epagri atende, em média, 130 mil famílias agricultoras por ano, que recebem orientação técnica para implantação de tecnologias capazes de produzir alimentos de qualidade, com baixa emissão de carbono.

Créditos de carbono

Entre 2022 e 2024, as tecnologias difundidas pela Epagri dentro do Plano Estadual ABC+ foram aplicadas em 76.686 hectares do território catarinense e responsáveis pela mitigação de 5.844.038 toneladas de carbono equivalente (CO2eq). Dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O) são os principais gases causadores do efeito estufa. Para efeito de cálculo, esses gases são transformados em carbono, o que os pesquisadores denominam carbono equivalente. Os agricultores que aplicam tecnologias sustentáveis poderão vender esses créditos de carbono quando seu comércio estiver regulamentado no Brasil.

Nesses dois anos, a Epagri capacitou 13.142 pessoas para aplicação das tecnologias sustentáveis. A meta é alcançar 70 mil capacitados até 2030.

Conheça a seguir as tecnologias difundidas pela Epagri dentro do Plano Estadual ABC+ 2020-2030, que serão tema das reportagens a serem publicadas nos próximos 12 meses. Os dados publicados são referentes ao período entre 2022 e outubro de 2024, com exceção dos bioinsumos, cujos dados referem-se a 2023. No caso dos bioinsumos e da terminação intensiva de bovinos à pasto (TIBP), os números são estimativas que levam em consideração o trabalho da Epagri em parceria com outras cerca de 20 instituições que integram o Plano Estadual.

Manejo e Recuperação de Pastagens Degradadas (RPD)

Aplicado em 23.008 hectares, mitigou 87.198,92 toneladas de CO2eq

Há muitos anos a Epagri difunde em Santa Catarina a produção de leite e carne bovina à base de pasto. Quando bem aplicado, o sistema apresenta inúmeras vantagens na comparação com a criação confinada. Entre os benefícios, estão o menor custo para o produtor e a maior sustentabilidade ambiental. Pastagens naturais têm a capacidade de transformar a pecuária em um sistema carbono zero ou até mesmo remover o gás carbônico (CO2) da atmosfera em grande escala. As raízes dessas plantas, que crescem em maior profundidade, permitem o acúmulo e armazenamento de carbono no solo. Também viabilizam mais infiltração e armazenamento de água, aumentando a quantidade, distribuição proporcional, profundidade e decomposição das raízes ao longo do perfil do solo. Pastagens também atuam na redução da erosão e aumentam a capacidade adaptativa para secas prolongadas.

Sistema Plantio Direto de Grãos (SPDG)

Aplicado em 48.909 hectares, mitigou 47.441,86 toneladas de CO2eq. Nesse sistema o solo permanece coberto e protegido durante o ano inteiro, seja por plantas vivas específicas ou pela palhada formada por elas quando mortas. Ao manter o solo permanentemente coberto, o SPDG permite a conservação dos recursos naturais, melhorando a qualidade química, física e biológica do solo. Promove maior disponibilidade de água, ao mesmo tempo em que torna o ambiente favorável ao crescimento das raízes das culturas, o que aumenta a eficiência no uso desse recurso natural. Reduz as perdas de produtividade e a vulnerabilidade dos grãos às pragas. Contribui ainda para reduzir os impactos negativos de eventos extremos de chuva.

Sistema Plantio Direto de Hortaliças (SPDH)

Aplicado em 1.277 hectares, mitigou 4.687,18 toneladas de CO2eq

Assim como o SPDG, o SPDH é baseado na cobertura permanente do solo por plantas vivas ou palhada. Desta forma, aumenta a eficiência no uso de insumos, reduz a perda de solo, de água e de nutrientes por erosão, e diminui também a amplitude térmica e a temperatura do solo. Promove menor dependência de insumos externos e menos uso de combustíveis fósseis. Torna possível melhorar o uso da água de irrigação. É uma tecnologia desenvolvida pela Epagri, em parceria com agricultores familiares catarinenses, que já vem sendo difundida para outros países. 

Sistemas Irrigados (SI)

Aplicados em 1.309 hectares, mitigaram 3.966,12 toneladas de CO2eq. A irrigação reduz a vulnerabilidade das lavouras a períodos de seca. Consequentemente, diminui o risco de perdas de colheita devido a eventos climáticos extremos. O resultado final mais visível para a sociedade é a maior estabilidade de produção, que permite oferta de alimentos durante todo o ano.

Integração lavoura-Pecuária-Florestas (iLPF)

Aplicada em 1.397 hectares, mitigou 47.206,66 toneladas de CO2eq

O princípio básico dessa tecnologia é manter o gado de leite em espaço compartilhado com florestas plantadas. O benefício mais visível e imediato é a garantia do bem-estar da vaca, que se abriga à sombra das árvores nos dias mais quentes, aumentando a produção de leite. O sistema ainda reduz efeitos do déficit hídrico na propriedade, ao mesmo tempo em que preserva solo e água. Minimiza perdas de pastagens em regiões sujeitas a inversão térmica, fenômeno natural caracterizado pela retenção temporária do ar frio próximo da superfície.

Manejo de Resíduos da Produção Animal (MRPA)

Total de metros cúbicos de resíduos manejados: 4.171.233. Mitigou 5.547.739,73 toneladas de CO2eq
A decomposição de resíduos e a estabilização adequada dos efluentes reduzem a emissão de gases do efeito estufa (GEE) resultantes do processo de fermentação. Também diminui a dependência de fertilizantes e de energia externos, pelo uso da fertirrigação.

Florestas plantadas

Aplicada em 1.397 hectares, mitigou 47.206,66 toneladas de CO2eq

Aplicada em 786 hectares, mitigou 100.250,70 toneladas de CO2eq.A indústria florestal é uma das atividades mais importantes para a economia catarinense, sendo que as florestas plantadas ocupam 11% do território do estado. Uma grande vantagem do sistema é que árvores plantadas podem remover gás carbônico da atmosfera mais rápido do que florestas que regeneram naturalmente, em taxas elevadas de acúmulo, particularmente nas fases iniciais de estabelecimento. As florestas plantadas também aumentam a captação de água em maior profundidade e simplificam os ciclos da água em seus arredores. Isso cria habitat para vários animais e espécies vegetais, resultando no aumento da biodiversidade. Têm alto potencial de gerar produtos e bioprodutos para diferentes usos.

Terminação Intensiva de Bovinos à Pasto (TIBP)

Total de Kg de carcaça de animais abatidos com menos de 24 meses: 33.771.983. Mitigou 385.000,61 toneladas de CO2eq
Intensifica o manejo alimentar na fase final de produção de bovinos para abate, adotando a suplementação ao pasto. Essa estratégia eleva o fornecimento de energia, principalmente por meio de grãos, farelos, aditivos e coprodutos. Uma das grande vantagens é que reduz as emissões de metano diretamente, ao diminuir a fermentação no rúmen, e indiretamente, ao encurtar o ciclo de produção e possibilitar o abate de animais mais jovens. Otimiza o uso dos recursos de forragem e aumenta a produtividade do sistema, permitindo maior flexibilidade e ajuste na estratégia de uso das pastagens.

Bioinsumos

Monitoramento de 2023 aponta aplicação em 649.623 hectares, mitigando 1.156.329 toneladas de CO2eq
Nessa tecnologia, microorganismos são inoculados nas sementes para otimizar a captação de nitrogênio da atmosfera, eliminando a necessidade de correção do solo com uréia, produzida a partir do petróleo. Estimula o crescimento das raízes, permitindo um maior aproveitamento da água disponível no solo. Melhora os atributos físicos e químicos do solo. Reduz o uso de fertilizantes químicos à base de nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K), tanto pelo fornecimento de nutrientes via microrganismos quanto pelo aumento da eficiência do uso de fertilizantes pelas plantas. Estimula o sistema de defesa das plantas.

Fonte: Assessoria Epagri

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Super El Niño tem formação captada por satélites espaciais; veja o vídeo

Vídeo divulgado pela Agência Espacial Europeia mostra as primeiras anomalias de temperatura no Oceano Pacífico e revela como pequenas mudanças podem desencadear impactos climáticos em escala global.

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Reprodução/ESA

Pela primeira vez, o surgimento de um novo episódio de Super El Niño pode ser acompanhado em detalhes a partir do espaço. Um vídeo divulgado pela Agência Espacial Europeia (ESA) revela as primeiras alterações na temperatura da superfície do Oceano Pacífico e mostra como um dos fenômenos climáticos mais influentes do planeta começa a se formar.

As imagens foram produzidas a partir de dados coletados por satélites entre os dias 1º e 07 de junho. O material destaca anomalias térmicas, diferenças entre as temperaturas registradas atualmente e a média observada entre 1991 e 2020, consideradas pelos cientistas um dos primeiros sinais do fenômeno.

Reprodução/Nasa

Embora as variações de temperatura pareçam discretas, elas têm grande relevância para o equilíbrio climático global. Isso porque os oceanos armazenam enormes quantidades de calor e pequenas mudanças podem alterar significativamente a troca de energia entre o mar e a atmosfera.

Segundo a ESA, o uso das anomalias permite identificar com maior precisão as fases iniciais do El Niño. “O fenômeno geralmente começa como uma mudança sutil em relação ao que é considerado normal”, explica a agência. Por isso, a comparação com uma média histórica ajuda a evidenciar transformações que, à primeira vista, passariam despercebidas.

O El Niño ocorre quando os ventos alísios, que normalmente empurram as águas superficiais do Pacífico para Oeste,  enfraquecem. Com isso, águas mais quentes se deslocam em direção à Costa Oeste da América do Sul, modificando a circulação atmosférica e alterando os padrões de chuva e temperatura em diversas regiões do planeta.

Os efeitos costumam ser sentidos em diferentes continentes. Dependendo da intensidade do fenômeno, podem ocorrer ondas de calor mais severas, secas prolongadas, chuvas excessivas e tempestades mais intensas, com impactos sobre a agricultura, a disponibilidade de água, a geração de energia e a economia.

Pesquisadores também alertam que o aquecimento global pode influenciar a frequência e a intensidade desses eventos, ampliando seus efeitos e tornando os extremos climáticos ainda mais pronunciados.

Fonte: O Presente Rural
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NOAA vê risco de Super El Niño e mercado acompanha impactos sobre as safras

Fenômeno climático pode elevar temperaturas e alterar o regime de chuvas em diversas regiões produtoras do mundo, com reflexos sobre culturas tropicais e preços das commodities agrícolas.

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Foto: Divulgação

A possibilidade de um Super El Niño voltou ao radar dos produtores rurais e dos mercados agrícolas internacionais. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) confirmou a formação do fenômeno e indicou que há 63% de probabilidade de ele atingir forte intensidade até 2027.

Foto: Divulgação

Caso a projeção se confirme, o fenômeno poderá alterar o regime de chuvas e elevar as temperaturas em importantes regiões produtoras do mundo, influenciando a oferta global de alimentos e o comportamento dos preços agrícolas.

O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial Oriental, provocado pelo enfraquecimento dos ventos alísios. O fenômeno ocorre naturalmente a cada dois a sete anos e costuma durar entre nove e 12 meses.

Mudanças no clima afetam produção agrícola

Os efeitos do El Niño não se distribuem de forma uniforme pelo planeta. Historicamente, o fenômeno está associado a períodos de seca em regiões do Sul e Sudeste da Ásia, Austrália e África Austral, ao mesmo tempo em que favorece chuvas acima da média em áreas do sul da América do Sul e dos Estados Unidos.

Essas alterações climáticas têm impacto direto sobre a agricultura, especialmente em culturas tropicais, conhecidas

Foto: Jose Fernando

no mercado internacional como “soft commodities”. Nesse grupo estão produtos como café, açúcar, cacau, algodão e suco de laranja, cujas produtividades são altamente sensíveis a mudanças de temperatura e disponibilidade de água.

Secas prolongadas, ondas de calor ou excesso de chuvas podem comprometer a produtividade, atrasar colheitas e alterar a qualidade dos produtos, reduzindo a oferta global.

Mercado acompanha riscos para as commodities

Além dos efeitos sobre a produção, episódios anteriores de El Niño costumam influenciar os preços agrícolas.

Foto: Divulgação

Historicamente, os mercados registraram valorização de diversas commodities em períodos marcados pelo fenômeno, especialmente quando eventos climáticos extremos afetaram grandes países produtores.

A preocupação atual é ampliada pelo ambiente já desafiador enfrentado pelos agricultores em várias regiões do mundo. Custos elevados de produção, oscilações nos preços dos fertilizantes e do diesel e as tensões geopolíticas recentes aumentam a sensibilidade do mercado a qualquer risco climático adicional.

Especialistas observam que ainda é cedo para estimar a intensidade dos impactos sobre cada cultura. No entanto, a confirmação do fenômeno pela NOAA e a possibilidade de um episódio mais intenso colocam novamente o clima entre os principais fatores de atenção para produtores, tradings e investidores.

Se o El Niño ganhar força nos próximos meses, as consequências poderão ir além das lavouras, influenciando preços de alimentos, fluxos de comércio internacional e a rentabilidade de diversas cadeias do agronegócio.

Fonte: O Presente Rural
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Cooperativas passam a ter acesso a fundos regionais e ganham reconhecimento como patrimônio cultural do Brasil

Novas leis ampliam as fontes de financiamento para projetos no Norte, Nordeste e Centro-Oeste e reconhecem oficialmente a contribuição histórica do cooperativismo para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

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O cooperativismo brasileiro ganhou duas novas legislações a partir desta quarta-feira (17). Publicadas no Diário Oficial da União, a Lei Complementar nº 231 e a Lei nº 15.433 ampliam o acesso das cooperativas a recursos de fundos regionais de desenvolvimento e reconhecem oficialmente o cooperativismo como manifestação da cultura nacional.

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A Lei Complementar nº 231 inclui as cooperativas entre os beneficiários do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). Já a Lei nº 15.433 estabelece que o cooperativismo integra o patrimônio cultural brasileiro e determina que o Estado garanta a livre atividade das cooperativas e apoie seu desenvolvimento, conforme previsto na Constituição Federal.

As duas medidas têm potencial para ampliar investimentos em setores estratégicos, especialmente no agronegócio, agroindústria e infraestrutura, além de reforçar o papel econômico e social desempenhado pelas cooperativas em diferentes regiões do país.

Acesso a recursos

A principal mudança econômica vem com a Lei Complementar nº 231. Com a nova regra, as cooperativas organizadas de acordo com a legislação específica do setor passam a poder acessar recursos dos fundos regionais para financiar projetos produtivos.

Na prática, a medida amplia as fontes de financiamento para investimentos em agroindústria, armazenagem,

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infraestrutura, logística e outras iniciativas com potencial de gerar emprego e renda.

Os fundos regionais têm justamente a função de estimular atividades produtivas e reduzir desigualdades econômicas, com foco nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Para o cooperativismo agropecuário, a mudança abre novas possibilidades de investimentos em cadeias produtivas que já têm forte presença nessas regiões.

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Reconhecimento cultural

A segunda medida publicada é a Lei nº 15.433, que reconhece oficialmente o cooperativismo como manifestação da cultura nacional.

O texto destaca a contribuição histórica do modelo para a formação econômica e social do país e associa o cooperativismo a valores como colaboração, ajuda mútua, participação democrática e gestão coletiva.

Além do reconhecimento simbólico, a lei determina que o Estado assegure a livre atuação das cooperativas e incentive seu desenvolvimento, em consonância com os princípios previstos na Constituição Federal.

Importância econômica

O reconhecimento institucional ocorre em um momento de expansão do cooperativismo brasileiro.

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No agronegócio, as cooperativas respondem por parcela expressiva da produção e exportação de grãos, carnes, leite e diversos outros produtos. Também desempenham papel relevante na assistência técnica aos produtores, no fornecimento de insumos e no acesso ao crédito.

Com maior acesso a recursos e respaldo legal ampliado, o setor ganha novos instrumentos para investir e ampliar sua participação no desenvolvimento econômico regional e nacional.

Fonte: O Presente Rural
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