Suínos
Entre os maiores produtores de pescado do País, Paraná incentiva a atividade
Nos quatro últimos anos, o Governo do Estado trabalha na atualização da legislação ambiental e de procedimentos que contribuem para o desenvolvimento da piscicultura. O objetivo é aumentar a produção de pescados no Estado nos próximos cinco anos, gerando mais empregos e renda.
Para ampliar a produção do setor e atender a demanda dos piscicultores, o IAP se tornou referência nacional no licenciamento ambiental da atividade. Desde 2011, o órgão já emitiu mais de 2 mil licenças ambientais para a atividade em todas as regiões do Estado.
A autorização compreende procedimentos diversos na emissão de dispensa de licenciamentos, licenciamento simplificado e licenciamento ambiental. Nós realizamos muitas vistorias in loco para verificar a capacidade de produção nos viveiros escavados em tanques de rede instalados nos principais reservatórios, tomando cuidado, principalmente, com as áreas de preservação permanente. Avaliamos também a capacidade de produção nestes ambientes, explica o engenheiro de pesca do IAP, Taciano Maranhão.
Também como forma de incentivo à atividade, o governador Beto Richa assinou em 2014 uma resolução da Secretaria de Estado do Meio Ambiente para dispensar do licenciamento ambiental espaços de criação de peixes com até 20 mil metros quadrados. Até então, eram liberados documentos de tanques escavados de até 10 mil metros quadrados.
Treinamento Para manter o incentivo à piscicultura, o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) participa de diversos eventos para orientar sobre o licenciamento ambiental voltado ao setor. O próximo será o I Treinamento sobre Licenciamento Ambiental de Projetos Aquícolas, nesta quarta e quinta-feira (24 e 25), em Foz do Iguaçu. O evento é promovido pela Itaipu Binacional, através do programa Cultivando Água Boa, e incluirá palestras de representantes dos órgãos participantes e visitas a alguns projetos da região.
O evento é voltado para os técnicos da Itaipu e das prefeituras dos municípios lindeiros ao lago da represa. O objetivo é levar aos participantes o conhecimento sobre o licenciamento ambiental de piscicultura para que eles possam orientar os interessados em implantar a atividade, explicou a chefe regional do IAP em Toledo, Maria Gloria Pozzobon.
Fonte: Ass. Imprensa

Suínos
Dia do Suinocultor celebra protagonismo de quem impulsiona setor de R$ 63,1 bilhões
Com 5,6 milhões de toneladas produzidas e US$ 3,6 bilhões em exportações, cadeia reforça a importância dos produtores para a competitividade da proteína animal brasileira.

Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Nacional do Suinocultor destaca o protagonismo dos produtores que, diariamente, sustentam a evolução de uma das cadeias mais competitivas do agronegócio brasileiro.
Em 2025, a produção brasileira de carne suína alcançou 5,592 milhões de toneladas, consolidando o país como o quarto maior produtor mundial. O Valor Bruto da Produção (VBP) do setor chegou a R$ 63,1 bilhões, movimentando economias regionais, gerando renda e impulsionando uma ampla cadeia formada por produtores de grãos, empresas de genética, nutrição e saúde animal, transportadores, cooperativas, agroindústrias e outros segmentos.

Foto: Shutterstock
A presença internacional também ganhou força. No ano passado, o Brasil exportou 1,510 milhão de toneladas de carne suína para 94 países, gerando receita cambial de US$ 3,6 bilhões. Com esse desempenho, o país manteve-se como o terceiro maior exportador mundial. Do total produzido, 27,01% foi destinado ao mercado externo.
Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro permaneceu como o principal destino da produção nacional. O consumo per capita atingiu 19,1 quilos por habitante em 2025, refletindo a crescente presença da carne suína na mesa dos brasileiros e a ampliação da variedade de cortes e produtos disponíveis no varejo e na alimentação fora do lar.
Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), esses resultados começam dentro das propriedades rurais. São os suinocultores que transformam avanços em genética, nutrição, manejo, sanidade, biosseguridade, bem-estar animal e sustentabilidade em ganhos efetivos de produtividade, qualidade e segurança dos alimentos. “Cada tonelada

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Cada tonelada produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor” – Foto: Mario Castello
produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor. É dentro das granjas que os compromissos do setor com a sanidade, a eficiência, a qualidade e a sustentabilidade se transformam em prática. O suinocultor é o grande protagonista de uma cadeia que gera desenvolvimento para o Brasil e ajuda a garantir segurança alimentar para consumidores brasileiros e de dezenas de países”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.
Presentes em diferentes modelos de produção, sejam integrados, cooperados ou independentes, os suinocultores também desempenham papel decisivo na geração de oportunidades no interior do país. A atividade fortalece municípios, mantém renda nas comunidades e estimula investimentos em tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional. “A competitividade da suinocultura brasileira não foi construída por acaso. Ela é resultado da capacidade de adaptação, do investimento e da dedicação de milhares de produtores. Celebrar o Dia do Suinocultor é reconhecer quem está na base de um setor que movimenta bilhões, abastece o mercado interno e leva a qualidade da proteína animal brasileira para o mundo”, conclui Santin.
Suínos
Mercado integrado paga mais pelo suíno vivo que o independente em julho
Cepea registra movimento atípico em algumas regiões do Sul, onde a elevada oferta e a demanda enfraquecida pressionam as cotações do mercado spot.
Suínos
Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso
Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.






