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Pet Dia das Crianças

Entenda por que não é recomendado dar um pet de presente para os pequenos

Na corrida pela escolha do presente, não é raro que um gato ou cão se torne uma opção irresistível. Mas é importante lembrar que ter um pet traz responsabilidades emocionais e financeiras, por isso, a tutela deve ser planejada

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Arquivo / OP Rural

O mês de outubro chegou e, com ele, o Dia das Crianças. Por conta disso, muitos adultos já ficam na expectativa para escolher o presente ideal e podem acabar utilizando a data para presentear os pequenos com um pet. Mas será que um gato ou cão seria a melhor escolha de presente para essa data?

De acordo com os dados coletados pela Comissão de Animais de Companhia (COMAC), a principal porta de entrada dos animais de estimação nas famílias brasileiras é por meio da adoção ou como um presente. É o que aponta a porcentagem de tutores que foram presenteados, sendo 44% com cães e 31% com gatos.

A intenção de quem presenteia é sempre a melhor, afinal ser tutor de um animal de estimação pode ser uma das experiências mais surpreendentes na vida de uma criança. Pesquisas feitas pela WALTHAM (Petcare Science Institute) mostram que a convivência com gatos e cães beneficia crianças e adultos de forma geral, reduzindo estresse, medo, fadiga e tristeza e também ajudando no desenvolvimento emocional e social. Sem contar que é gratificante para os animais também, porque muitos se encontram em situação de abandono ou maus tratos. No entanto, presentear a criança com um pet é mais do que um momento de alegria, trata-se de um compromisso de longa data, por toda uma vida.

Para especialistas da ROYAL CANIN, antes de se tornar tutor de um pet é necessário realizar uma pesquisa prévia para identificar as características e o perfil dele, incluindo dados de comportamento, personalidade e nível de energia, a fim de encontrar um pet que tenha sinergia com o cotidiano e perfil da família para uma adaptação positiva e posse responsável.

Ter um pet também significa cuidar dele durante toda a sua vida e, para isso, é importante manter hábitos saudáveis para que tenha uma vida promissora. Além disso, é fundamental criar condições ideais para que o gato ou cão se sinta feliz, seja sociável, bem-comportado e que enriqueça a vida da família e da sociedade, reduzindo riscos de abandono.

A ROYAL CANIN®, sempre comprometida com o bem-estar e posse responsável dos animais, mapeou 7 pontos essenciais que devem ser levados em consideração antes de adquirir um gato ou cão:

1. Qual perfil de pet é o mais recomendado?

Cada gato e cão é diferente. Seu tamanho, idade, níveis de energia e temperamentos podem afetar a dinâmica familiar. Consultar um Médico-Veterinário é um recurso-chave para a busca por informações confiáveis. Eles podem, até mesmo, recomendar criadores, ONGs e abrigos de animais abandonados que adotem diretrizes de bem-estar responsáveis.

2. Você tem condições financeiras para assumir as despesas?

Ter um pet em sua família gerará gastos extras. Lembre-se que o orçamento dedicado precisa atender as despesas de rotina como, por exemplo, alimentos, brinquedos, vacinas, visitas regulares ao Médico-Veterinário e cuidados necessários com a higiene.

3. Você já decidiu quem vai cuidar da saúde do seu pet seu animal de estimação?

Escolha um Médico-Veterinário antes do seu pet chegar e pesquise por potenciais cuidadores para cuidar dele na sua ausência. É importante apresentá-los ao pet antes de contratá-los.

4. Existem condições especiais de saúde ou necessidades alimentares que o seu futuro animal de estimação pode ter?

Saiba o que seu novo pet precisa para estar saudável e feliz em casa com você.

5. A agenda da sua família é agitada?

A guarda responsável também inclui o planejamento de cuidados do tutor. Todos podem ajudar a cuidar do pet – alimentação, exercícios, adestramento e brincadeiras – ou a responsabilidade estará só com você? Importante refletir.

6. Você pesquisou por locais de adestramento e /ou está disposto a dedicar tempo para isso?

Além de amor e atenção, os pets também devem passar por um processo de aprendizado. Ensinar seu cão, por exemplo, requer paciência, dedicação e persistência – e também tempo e recursos.

7. Sua casa está preparada para receber o pet?

Algumas raças precisam de mais estímulo mental e de um espaço maior, enquanto outras, são mais adequadas para ambientes menores. O espaço físico que será disponibilizado para do o seu animal de estimação é importante. Para receber um gato, por exemplo, é necessário telar todas as janelas para evitar fugas e acidentes.

Não dê um animal de estimação de presente, mas planeje para ter um. Contar com um gato ou um cão na família é uma das experiências mais gratificantes. Com o planejamento correto, ele terá um lar feliz e os cuidados necessários para a vida toda.

Fonte: Assessoria
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Pet Doença é mais comum no verão

Saiba como cuidar da Otite em pets

Férias e passeios com piscina, banhos frequentes e até parasitas podem ocasionar a inflamação no ouvido dos cães, relata veterinária, que explica como prevenir e tratar.

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Divulgação/Pexels

O mês de janeiro é sempre agitado, seja pelas férias ou pela maior frequência de passeios ao ar livre. Por esse motivo, é um período que demanda maior atenção aos problemas nos ouvidos dos pets, já que banhos e contato com a água de piscina e praia, além do contato com parasitas, são mais frequentes e podem ocasionar otite, inflamação no ouvido semelhante a humana e que causa dor e estresse no animal.

Segundo dados do Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária, essas infecções representam de 8 a 15% dos casos atendidos nas clínicas veterinárias no Brasil e a externa crônica (OEC) corresponde a até 76,7% dos casos de otopatias em cães e 50% em gatos. Por isso, Silvana Badra, médica-veterinária e gerente de produto pet da MSD Saúde Animal, explica como prevenir e tratar a infecção.

O que é?

A otite é uma inflamação no ouvido, mais especificamente uma infecção no canal da orelha, que acomete cães e gatos por diversos motivos, como a inserção de corpos estranhos como grama, pelos, dermatite atópica ou alergia alimentar, calor e umidade, informa Silvana Badra. “Independente da causa, o quadro de otite é sempre marcado por um profundo processo inflamatório e pode ser complicado por fatores perpetuantes, entre os quais destacamos os fungos e as bactérias, o que certamente causa dor, stress e desconforto ao pet”, explica.

De acordo com uma pesquisa norte-americana da Vet Clinics of North America: Small Animal Practice, essa é uma doença bastante comum, que afeta um em cada cinco cães.

Coçar os ouvidos, dor e a presença de secreção são alguns dos sintomas

A otite causa vermelhidão na orelha, desconforto por coceira persistente (muitas vezes o animal chega a chorar enquanto coça a orelha), odor desagradável e até secreção com cores diversas como amarelo e marrom. Esses são os principais sinais que mostram que o pet está com otite. Silvana alerta que, se houver algum sinal de inflamação, o tutor deve levar o animal ao veterinário, para que ele faça uma avaliação e oriente em relação ao tratamento.

Já dizia o ditado: prevenir é melhor que remediar

Para prevenir, a médica-veterinária afirma que é muito importante sempre manter os ouvidos do animal limpos e protegê-los antes de qualquer prática aquática. Após o banho e a realização da atividade, é preciso secar bem as orelhas do pet. E acrescenta que é importante seguir as orientações do veterinário para a limpeza e deve-se evitar o uso de hastes flexíveis para isso, que podem ferir o cão ou gato.

 Tratamento

A inflamação requer muita atenção e cuidado porque, se não tratada, pode avançar e se tornar uma otite crônica mais difícil de curar e ainda deixar sequelas no animal, como o estreitamento do canal auditivo.

“O tutor deverá administrar no pet medicamentos de uso tópico dentro do ouvido do pet, que serão prescritos pelo veterinário e receberá deste, as orientações para a aplicação correta. Esses produtos devem sempre ser utilizados sob a orientação do médico-veterinário”, finaliza Silvana.

Vale lembrar que um pet saudável é fundamental para uma família saudável! Quando cuidamos do animalzinho também estamos protegendo toda a família.

Fonte: Assessoria
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Pet Cuidados com os animais

Especialista tira dúvidas sobre tosa ideal, protetor solar e quantidade de água recomendada para os pets no verão

Muitas famílias que possuem pets os levam juntos para curtir as praias e outros destinos bastante populares durante esse período como sítios e pousadas, porém, são necessários certos cuidados com os mascotes para evitar acidentes ou mesmo lesões

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Divulgação/Botupharma

Janeiro é conhecido por ser o período em que as pessoas costumam viajar para aproveitar as férias de verão. Muitas famílias que possuem pets os levam juntos para curtir as praias e outros destinos bastante populares durante esse período como sítios e pousadas. Porém, é necessário ter certos cuidados com os mascotes para evitar acidentes ou mesmo lesões. “Assim como nós temos de ficar atentos e tomar algumas precauções durante o verão, os animais também necessitam de alguns cuidados”, explica a médica-veterinária da Botupharma, Bruna Fabro.

O primeiro tópico que surge em mente quando falamos sobre a estação mais quente do ano é a hidratação. Assim como os humanos, os pets também precisam ingerir uma quantidade significativa de água durante o verão. E quem pensa que colocar um pote com água em um local específico é o suficiente para mantê-los hidratados está enganado.

“O ideal é espalhar diversos potes com água pela casa, para facilitar o consumo e incentivá-los a tomar água com maior frequência para se manterem hidratados durante os dias quentes”, explica Bruna. Trocar a água, no mínimo, uma vez por dia e adicionar cubos de gelo no pote deixa a água mais fresca para eles.

Já a quantidade de água recomendada por dia pode variar de acordo com a espécie, idade e peso do animal. “Cães saudáveis devem beber em média 50 ml de água para cada kg de peso vivo ao longo do dia, o que seria em torno de 500 ml para um cão de 10 kg. Para os gatos, o ideal é ingerir cerca de 100 ml a cada 2,5 kg, diariamente”, ressalta a médica-veterinária.

Existem alguns produtos que são capazes de manter a água fresca durante todo o dia, como os bebedouros. Por mais que seja recomendado ingerir bastante água no verão para se manter hidratado, não é todo tipo de água que os pets podem tomar, como é o caso da água salgada do mar. “Os cuidados na praia incluem evitar a ingestão de água salgada, pois altas quantidades de cloreto de sódio – o sal de cozinha, presente na água do mar, podem causar episódios de diarreia e vômitos e até intoxicações, se ingerida em grande quantidade. No caso de viagens é indicado sempre levar um probiótico para auxiliar a regular a flora intestinal dos pets. Se o seu pet gosta de nadar, não se esqueça de dar um banho com água doce após os mergulhos para evitar que a água salgada resseque a pele e os pelos e cause coceiras ou alergias”, diz Bruna.

Mas não são só esses os únicos cuidados que se devem ter ao levá-los à praia. Apesar dos cães serem ótimos nadadores, o ideal é ficar sempre perto deles quando for entrar na água e usar uma coleira peitoral ou até mesmo um colete próprio para cães a fim de garantir o máximo de segurança. A regra de passar protetor solar também vale para os pets, porém, é preciso usar produtos produzidos especificamente para eles. “É preciso ficar atento também se a areia está muito quente para evitar queimaduras nas patas”, afirma a médica-veterinária.

No caso de cães braquicefálicos como o pug ou buldogue francês, o cuidado precisa ser redobrado, já que eles não conseguem fazer uma termorregulação efetiva, que é a capacidade de controlar a temperatura corporal média independentemente da temperatura ambiental. Se a ideia for passear com o animal no asfalto, é necessário se atentar à temperatura no momento do passeio, de preferência antes das nove da manhã ou após às 18h.

“A perda de calor ou refrigeração do animal acontece durante a respiração, por isso, os braquicefálicos por terem o focinho mais curto, têm maior dificuldade para eliminar o excesso de calor e demandam mais cuidados. Diferente de nós humanos, os cães não transpiram pela pele e perdem o calor principalmente pelos coxins- as almofadinhas das patas e pela língua. O ideal é levar os pets para caminhar em locais com árvores e gramas, para que eles possam fazer paradas e ficarem na sombra, bem como evitar passeios muito longos sem períodos de descanso”, pontua Bruna.

Outra dúvida comum nessa estação do ano é a questão da tosa. Muitos acreditam que durante esse período é importante cortar os pelos do cachorro com frequência para evitar que ele sinta muito calor. Porém, é importante se atentar ao tipo de tosa indicado para a raça ou tipo de pelo do seu pet, já que deixar a pelagem muito baixa na estação mais quente do ano pode trazer alguns riscos.

“A ausência de pelos faz com que a pele fique muito exposta ao sol e isso pode aumentar os riscos de queimaduras na pele, podendo favorecer o desenvolvimento de tumores. O ideal é aparar a pelagem, pois também é um cuidado que promove bem-estar aos pets, mas sempre respeitando as particularidades de cada cão ou raça. Cães como Chow Chow e Husky Siberiano podem aparentar que sofrem por conta da camada densa de pelos, mas eles lhes conferem proteção e a tosa pode causar a alopecia pós-tosa, que é uma falha no crescimento ou até mesmo a ausência do crescimento dos pelos, quando o folículo piloso é lesado”, acrescenta a médica-veterinária.

Vale ressaltar também o cuidado com pets caso precisem aguardar dentro do carro. “Nunca os deixe sozinhos com o vidro fechado e procure estacionar apenas em vagas cobertas e pelo menor tempo possível, para evitar acidentes”, finaliza Bruna.

Fonte: Assessoria
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Pet Formato híbrido

Congresso CBNA Pet acontece em maio simultaneamente à Feira Fenagra

Evento está marcado para os dias 11 e 12 de maio no Centro de Convenções Expo Dom Pedro, em Campinas (SP). 

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Divulgação/CBNA

O Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA) realiza entre os dias 11 e 12 de maio o 21º Congresso CBNA Pet, no formato híbrido (presencial e virtual). Um dia antes do início do evento, dia 10 de maio, será promovido o 5º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos e o 4º Workshop sobre Nutrição em Aquacultura. Os três eventos acontecem simultaneamente à Feira Fenagra, no Centro de Convenções Expo Dom Pedro, em Campinas (SP).

Conforme o coordenador do Congresso CBNA Pet, professor doutor Aulus Cavalieri Carciofi, todos os protocolos sanitários serão seguidos à risca a fim de garantir a segurança de todos os participantes. “Em razão do cenário de pandemia ainda existente, informamos que seguiremos as determinações ditadas pelos órgãos competentes para a realização de eventos presenciais. Se na data agendada para o Congresso Pet e os workshops houver qualquer impedimento de ordem sanitária para encontros presenciais, os eventos serão automaticamente migrados para o formato exclusivamente on-line”, afirmou Carciofi.

A agenda de trabalhos científicos, com as normas, datas e premiações, serão divulgadas pela organização em breve. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail cbna@cbna.com.br

 Quem faz acontecer

O Congresso CBNA Pet e os workshops contam com patrocínio das empresas Diana Pet Food, Ferraz Máquinas, Hill’s, Kemin Nutrisurance, PremieRpet, Royal Canin, Special Dog Company e Waltham.

Fonte: Assessoria CBNA
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