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Encontro reúne 800 educadores para debater a inovação no ambiente escolar
Tradicional encontro busca promover a integração e a formação dos educadores
Entre os dias 24 e 25 de outubro acontece o Encontro Interestadual dos Programas Cooperjovem, do Sescoop/PR, e A União Faz a Vida, do Sicredi. São esperadas mais de 800 pessoas para o evento, que reúne diversos agentes da área da educação, como assessores, professores, coordenadores pedagógicos, presidentes de cooperativas e representantes de Secretarias de Educação.
Os programas são as principais iniciativas de responsabilidade social das cooperativas do estado do Paraná, através do Sicredi e do Sescoop/PR contribuindo ativamente para a melhoria da qualidade de vida das comunidades locais. Apenas no caso do programa do Sicredi, “A União Faz a Vida”, mais de 65 mil alunos em 470 escolas de 120 municípios são diretamente impactados. Uma rede de aproximadamente 8 mil educadores atua como multiplicadora da metodologia inovadora de ensino. Uma das taxas de sucesso do programa é a melhoria no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) dos municípios participantes, com crescimento médio de 30% segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Legislação e Documentos).
O evento, que é realizado anualmente no auditório Mario de Mari do Cietep, em Curitiba, busca promover a integração entre os profissionais que trabalham com os dois programas. O objetivo é debater como a inovação e a criatividade podem contribuir para uma nova fórmula de aprendizado e, para isso, contará com a participação de nomes de peso no cenário da educação nacional, como Zeca de Mello, Fernanda Furia, Marcos Meier e Jean Sigel.
O presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, ressalta a importância de discutir o tema, em especial na educação brasileira: “a sociedade se reinventa a todo momento, cada vez que surge uma novidade tecnológica – e é preciso que a educação siga esse caminho, a fim de proporcionar uma experiência escolar mais rica para os estudantes da era digital. Estamos celebrando 10 anos do Programa A União Faz a Vida no Paraná e a atualização constante, em conjunto com os valores cooperativistas, podem ajudar nesse processo”, ressalta.
A palestra de abertura é protagonizada por Zeca de Mello, professor das Fundações Getúlio Vargas e Dom Cabral, com graduação em filosofia e doutorado em teologia pela Universidade Gregoriana de Roma. A partir do vasto conhecimento em liderança, engajamento corporativo e educação humanística, Zeca reflete sobre os valores da sociedade atual e a relação com a educação.
Em seguida, Fernanda Furia dá início à discussão com a palestra “Inovação na Educação”, dissertando sobre o abismo entre o modelo tradicional de ensino e o perfil das crianças e jovens digitais. Furia é mestre em Psicologia de Crianças e Adolescentes pela University College London e fundadora do Playground da Inovação, uma consultoria de inovação em psicologia e educação.
No início da tarde acontece um painel com o tema ‘Inovação’, que conta com a participação de Fernanda Furia, do mestre em Educação pela UFPR, Marcos Meier e do Relações Públicas Jean Sigel, que também é pós-graduado em Marketing Internacional pela University of Norht London, além de ser colunista, empresário e co-fundador da Escola de Criatividade, organização especializada em consultoria, projetos e educação corporativa em criatividade e inovação aplicada aos negócios e ao desenvolvimento pessoal.
O evento também marca o lançamento do portal “transformando.com.vc” uma rede de protagonismo educacional para os mais de 8 mil educadores engajados com o Programa A União Faz a Vida e Cooperjovem. O projeto é resultado de uma ideia que nasceu do encontro de 2016. Os educadores terão acesso a conteúdo exclusivo – artigos, matérias, pesquisas, vídeos – produzido por diversos parceiros, educadores, escritores de renome nacional, além de conteúdos disponíveis na internet, cuidadosamente selecionado. O descritivo dos 1.423 projetos desenvolvidos nesse ano pelas escolas também compõe o site, tornando a experiência de leitura mais completa.
Sobre o Cooperjovem
O Cooperjovem é um programa desenvolvido há 16 anos em todo o país pelo Sistema OCB, com objetivo de disseminar a cultura da cooperação. É desenvolvido em cooperativas educacionais e escolas de todo o Brasil, por meio de atividades educativas baseadas nos princípios, valores e virtudes cooperativistas, reforçando o quinto e o sétimo princípios do cooperativismo, respectivamente: Educação, Formação e Informação e Interesse pela Comunidade. No Paraná, o Cooperjovem é realizado pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), em parceria com mais de 20 cooperativas, abrangendo cerca de 30 mil alunos, 1.845 professores e aproximadamente 330 escolas, de quase 90 municípios.
A União Faz a Vida
O Programa A União Faz a Vida é a principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi, que tem como objetivo promover valores de cooperação e cidadania entre crianças e adolescentes, por meio de práticas de educação cooperativa. As ações têm como protagonistas os alunos, educadores, a família e toda a comunidade envolvida nas atividades. Ao todo, 17 mil educadores e mais de 215 mil alunos, de 1.368 escolas, participam do Programa atualmente em âmbito nacional. No Paraná, São Paulo e Santa Catarina, está presente em 120 municípios, contemplando 471 escolas, 7.902 educadores, 65.533 crianças e adolescentes e 24 cooperativas
Fonte: Ass. de Imprensa

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COOASGO acelera a transição para a suinocultura de baixo carbono com inovação, ciência e geração de valor no campo
Com apoio e patrocínio de players do agronegócio, como a Cargill Nutrição e Saúde Animal, a cooperativa lidera uma nova etapa da suinocultura sustentável.

A Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) está liderando um movimento inédito na suinocultura do Centro-Oeste ao implementar o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono, uma iniciativa estruturada em parceria com Cargill Nutrição e Saúde Animal, Instituto BioSistêmico (IBS) e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
O programa reúne ciência aplicada, gestão ambiental, tecnologia e capacitação para transformar a forma como os dejetos da suinocultura são manejados, abrindo caminho para um modelo produtivo mais eficiente, sustentável e economicamente vantajoso para os cooperados.
Segundo informações da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Mato Grosso do Sul (Semadesc), a cadeia suinícola do Estado ocupa a 6ª posição nacional no efetivo de rebanho e registra uma produção anual de 315 mil toneladas de carne suína.
Os dados demonstram que o Estado avança como polo estratégico do setor. Isso torna ainda mais urgente a adoção de práticas que reduzam impactos ambientais e permitam ganhos de produtividade, competitividade e reputação, exatamente o que o projeto tem objetivo de entregar.
Pilares do projeto “Suinocultura de baixo carbono”
A iniciativa é fundamentada em três pilares centrais que envolvem, inicialmente, o estudo e definição de rotas seguras para o tratamento de resíduos líquidos, com foco em conformidade ambiental, redução de custos, reaproveitamento de nutrientes e potencial de geração de biogás ou metano.
Considerada uma das iniciativas mais inovadoras da agenda ambiental do Centro-Oeste, o estudo foi liderado pelo IBS e investiga como a produção de biogás na suinocultura pode se transformar em créditos de carbono. A partir de critérios internacionais (como VCS e Gold Standard), a investigação identifica elegibilidade, riscos, volume potencial de créditos e estratégias de certificação, criando uma nova fronteira de oportunidades para produtores e para a cooperativa.
Na área de pesquisa científica, o projeto conta com a parceria de pesquisadores da UFGD. Este eixo estabelece diagnósticos, coletas periódicas, análises laboratoriais e diretrizes técnicas para aplicação correta dos dejetos como biofertilizantes.
É importante reforçar que o objetivo do projeto é reduzir riscos ambientais, ampliar produtividade, diminuir custos com insumos e baixar a pegada de carbono com segurança científica e adaptação à realidade local.
Na avaliação do gerente de produção da COOASGO, Marcos Piaia,”a Suinocultura de Baixo Carbono representa uma virada de chave para nossos cooperados. “Estamos unindo inovação, ciência e responsabilidade ambiental para construir um modelo produtivo mais eficiente, limpo e competitivo”, explica.
Sustentabilidade como impulsionador de produtividade
A proposta da Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico.
O reaproveitamento de nutrientes via fertirrigação, a produção de biogás e a possibilidade de créditos de carbono contribuem para a redução na emissão dos gases de efeito estufa. Além disso, há economia com energia e insumos, diminuição de passivos ambientais e maior competitividade e reputação da suinocultura sul-mato-grossense no mercado.
Para Flávia Tayama, diretora de Responsabilidade Corporativa Latam da Cargill, iniciativas como o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono demonstram como a sustentabilidade pode ser integrada de forma concreta aos modelos produtivos do agronegócio.
“Acreditamos que a sustentabilidade no campo precisa estar conectada à geração de valor real para produtores, cooperativas e para toda a cadeia. Ao apoiar projetos baseados em ciência, inovação e gestão ambiental, contribuímos para reduzir impactos, aumentar eficiência produtiva e fortalecer a competitividade do agro de forma responsável”, pontua.
Sobre o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono
O Projeto Suinocultura de Baixo Carbono é uma iniciativa inédita no Centro-Oeste brasileiro, desenvolvida pela Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) em parceria com a Cargill, o Instituto BioSistêmico (IBS) e a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
Com foco em inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva, o programa integra ações estratégicas em três pilares: manejo e valorização dos resíduos da suinocultura (Resíduos UPL), desenvolvimento de boas práticas de fertirrigação e estudo de viabilidade para geração de créditos de carbono por meio da produção de biogás.
Estruturado a partir de diagnóstico técnico realizado em 2024, o projeto iniciou sua implementação em 2025 em 62 propriedades cadastradas na região de São Gabriel do Oeste e entorno e mantém, com protocolos técnicos e governança estruturada, suas atividades ao longo de 2026, consolidando um modelo de suinocultura de baixo carbono ambientalmente responsável, produtivo e economicamente viável para os cooperados.
Sobre a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO)
Fundada em 1993, a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) é uma das mais representativas do agronegócio em Mato Grosso do Sul, reunindo atualmente mais de 1.000 cooperados e aproximadamente 460 colaboradores.
Com atuação diversificada nas áreas de suinocultura, industrialização, insumos agrícolas, cereais, varejo e serviços, a cooperativa possui uma das maiores estruturas produtivas do setor no Estado, com unidades próprias e volumes anuais que superam 800 mil suínos destinados ao abate, consolidando-se como referência regional em produção, gestão e desenvolvimento sustentável.
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Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026
Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM
De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.
Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.
Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.
Soluções Responsáveis e o futuro do agro
A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil
Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.
IPPE 2026
A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.
Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
