Avicultura
Encontro da Avicultura Capixaba 2025 reúne setor com palestras e Concurso de Ovos
Santa Maria de Jetibá recebe dia 13 de novembro o maior evento do setor no Espírito Santo, com palestras, premiação e debates sobre o futuro da produção avícola.

Santa Maria de Jetibá (ES) vai ser palco do Encontro da Avicultura Capixaba que acontece no dia 13 de novembro e vai reunir produtores, empresários e profissionais do setor para um dia de atualização técnica, networking e relacionamento institucional. O evento é uma realização da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (AVES) e será realizado no Centro de Eventos J&D Cavalo Bahio.
A programação terá início às 12 horas com a realização do Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba 2025, que se consolidou como uma importante vitrine para destacar a excelência dos produtores locais. Paralelamente, entre 14 e 22 horas, os participantes poderão visitar os espaços empresariais dos patrocinadores, ampliando oportunidades de negócios e parcerias.
À tarde, o público terá acesso a duas palestras de destaque: “Como construir um plano de Contingência para influenza aviária e doença de Newcastle”, com Bruno Pessamilio, consultor especialista em defesa sanitária animal, que atua há mais de 20 anos na área, com experiência em programas oficiais de defesa agropecuária, capacitação técnica e elaboração de planos de biosseguridade.
“Perspectivas para o Agro Brasileiro frente ao Cenário Político e Econômico do Brasil e do Mundol”, ministrada por Christian Lohbauer, cientista político, professor e consultor, Mestre e Doutor em Ciência Política pela USP, com extensa experiência em associações empresariais, cargos executivos no setor privado e atuação em conselhos estratégicos ligados ao agronegócio.
A noite será marcada pela premiação do Concurso de Qualidade de Ovos, momento institucional e, para encerrar com integração e celebração, um momento de confraternização entre produtores, parceiros e representantes do setor.
O Encontro da Avicultura Capixaba é uma iniciativa da AVES com o apoio da Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca – SEAG e reforça a importância da atividade para a economia e para a qualidade dos alimentos produzidos no Espírito Santo.
Concurso de qualidade de ovos Capixaba 2025
Realizado pela Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES), o Concurso de Qualidade de Ovos está aberto a todos os avicultores com granjas no Estado.
A edição de 2025 traz uma novidade: os avicultores inscritos deverão informar a genética e a nutrição utilizadas, dados que serão divulgados junto ao anúncio dos vencedores.
Para participar do concurso, o avicultor deverá enviar para a AVES a ficha de inscrição devidamente preenchida. No dia 12 de novembro, as amostras deverão ser entregues à comissão organizadora, que irá identificá-las por códigos para serem avaliadas às cegas por um júri composto por 10 profissionais de diferentes empresas e instituições, garantindo isenção e credibilidade ao processo.
Após três edições realizadas apenas em formato online, o Concurso volta a ter presença de público. Durante o Encontro da Avicultura Capixaba, os visitantes poderão acompanhar de perto todas as etapas de avaliação. Porém, quem não puder comparecer, pode conferir o concurso pelo canal do Youtube da AVES, pois será todo transmitido ao vivo.
Os vencedores receberão o Selo de Qualidade AVES, um reconhecimento oficial que valoriza e distingue os melhores ovos produzidos no Espírito Santo.

Avicultura
Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura
Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock
A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.
Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock
A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.
A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.
Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

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que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.
Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.
A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!
Avicultura No Noroeste do Estado
Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência
Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação
A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.
De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.
A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.
Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi
A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.
A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.
Avicultura
São Paulo confirma caso de gripe aviária em ave silvestre
Diagnóstico foi feito em ave resgatada em área urbana de Guaíra. Defesa Agropecuária iniciou investigação epidemiológica e reforçou medidas sanitárias.

O estado de São Paulo registrou o primeiro caso de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) de 2026. A confirmação foi feita pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA-SP) após análise de amostras coletadas de uma irerê (Dendrocygna viduata), ave silvestre resgatada em uma área urbana e encaminhada ao zoológico de Guaíra, no Departamento Regional de Barretos.
O material foi coletado pela Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), no dia 8 de julho. A IAAP é uma forma grave da gripe aviária, que pode provocar elevada mortalidade entre as aves.
Após a confirmação do diagnóstico, a Defesa Agropecuária adotou uma série de medidas sanitárias. O trânsito de animais no zoológico de Guaíra foi interditado, e teve início uma investigação epidemiológica para avaliar possíveis riscos de disseminação do vírus.
A vigilância também foi intensificada em três granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco. Segundo a Secretaria da Agricultura, duas dessas propriedades estão em período de vazio sanitário e não possuem aves alojadas. Além do monitoramento, equipes técnicas prestaram orientações aos responsáveis pelas granjas.
As autoridades reforçam que o consumo de carne de aves e ovos não transmite a gripe aviária. A recomendação é que a população não manipule aves doentes ou encontradas mortas e comunique imediatamente qualquer suspeita à Defesa Agropecuária. Caso seja necessário o contato com esses animais, o procedimento deve ser realizado apenas com o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs).
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que acompanha o caso em conjunto com a Secretaria da Agricultura e Abastecimento (SAA) e a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil). A pasta também monitora as pessoas envolvidas na ocorrência.
De acordo com a SES, São Paulo não registrou casos de gripe aviária em humanos até o momento. A secretaria destaca que a infecção em pessoas ocorre, principalmente, por meio do contato direto com aves infectadas.
Para orientar a resposta a esse tipo de ocorrência, o estado mantém um Plano de Contingência para Influenza Aviária em Humanos, elaborado em 2023 e atualizado em 2025 pela Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD).



