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Notícias Avaliação 2024

Encadeamento Produtivo amplia a visão do empreendedor para os negócios em Santa Catarina

Parceria de 25 anos entre Sebrae e Aurora Coop atendeu quase 60 mil pessoas.

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Evento de avaliação das ações realizadas em 2024 pelo programa Encadeamento Produtivo Aurora Coop e Sebrae - Fotos: Karina Ogliari

“O programa Encadeamento Produtivo Aurora Coop e Sebrae revolucionou a maneira como as propriedades rurais eram enxergadas na região”, enalteceu o gerente regional do Sebrae/SC no Oeste, Udo Martin Trennepohl, durante evento de avaliação das ações realizadas em 2024. O encontro reuniu na Associação dos Funcionários da Cooperativa Agroindustrial Alfa (AARA), em Chapecó, representantes do Sistema Aurora Coop, do Sebrae/SC e consultores que aplicam os cursos nos municípios. A programação consistiu de apresentação dos resultados obtidos, na evolução conquistada no campo, na projeção para 2025 e na palestra de mágica com Lucca Viery.

A programação consistiu de apresentação dos resultados obtidos, na evolução conquistada no campo e na projeção para 2025

Trennepohl fez um resgate do programa que busca oportunizar conhecimentos e técnicas para melhorar a organização do empreendimento, auxiliar na identificação de oportunidades, ampliar a competitividade, incentivar a cooperação e promover a competência tecnológica e de gestão das empresas rurais. Também são oferecidas informações necessárias para o produtor realizar as análises, avaliar os problemas e identificar as oportunidades de melhorias. A iniciativa é desenvolvida com produtores rurais vinculados à Aurora Coop e suas cooperativas filiadas.

“Por muito tempo, a imagem coletiva do campo que ficou enraizada na consciência do produtor foi de que seu papel era trabalhar com a terra. Mas, a partir de 1993, quando iniciamos as capacitações De Olho e Qualidade Total Rural, eles começaram a compreender que esse conceito não era verdadeiro, porque suas atividades iam além de produzir e contemplavam a gestão de sua propriedade, com isso, aos poucos foi incorporando uma nova denominação de empreendedor, mas esse processo foi silencioso e construído em quase três décadas”, analisou Trennepohl.

Gerente regional do Sebrae/SC no Oeste, Udo Martin Trennepohl, fez um resgate do programa que busca oportunizar conhecimentos e técnicas para melhorar a organização do empreendimento

Mais do que assistência técnica, o programa incentiva a ampliação da visão do empreendedor para a gestão dos negócios. “Essa diferença é fruto do trabalho desenvolvido pelo programa Encadeamento Produtivo. Uma metodologia que casou perfeitamente com a filosofia cooperativista”, enalteceu Trennepohl. Esta parceria de 25 anos entre Sebrae e Aurora Coop viabilizou o atendimento de quase 60 mil pessoas e mais de 35 mil empresas rurais, com a formação de 2.324 grupos de capacitação.

O diretor vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Antonio Zordan, fez uma alusão da contribuição do programa ao mencionar a transformação da economia rural. “Em algumas regiões saímos do zero e hoje visualizamos a mudança. Então, todos os dias preparamos os empreendedores para que possam aproveitar as oportunidades da vida”, apontou. Zordan também reconheceu o trabalho dos gestores e consultores ao comentar que “muitas famílias não tinham esperança em continuar no campo, mas se encorajaram a investir e hoje agradecem por isso”.

Resultados

Presidente da Sicredi Região da Produção, Saul Rovadoscki, parabenizou todas as cooperativas pelo trabalho realizado e também agradeceu por fazer parte do programa

Em 2024, foram realizados 37 grupos do De Olho na Qualidade, com 502 famílias e 646 participantes em quatro estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Paraná. “Isso ocorreu pela primeira vez na trajetória do programa, o que demonstra que estamos consolidando esse trabalho, com resultados bem expressivos e que esboçam um caminho próspero”, analisou o gerente de desenvolvimento rural cooperativo da Aurora Coop, Marcos Lopes.

Quanto ao Qualidade Total Rural, foram realizados 22 grupos, com 339 famílias e 409 participantes dos quatro estados. A Sustentabilidade Aplicada em Empresas Rurais formou 10 grupos, com o envolvimento de 155 famílias e de 177 participantes do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

Neste ano, na Capacitação Elétrica, ocorreram duas ações importantes e que se complementaram: a capacitação elétrica disponibilizada pelo Senar/SC (com 52 grupos e 240 participantes) e diagnóstico de eficiência energética realizado pelo Sebrae (com atendimento de 12 propriedades no Rio Grande do Sul e 90 em Santa Catarina). Também ocorreram três oficinas do Resgate de Olho em Santa Catarina, com 58 participantes.

Parceiros

Supervisor regional do Senar/SC, Helder Barbosa, avaliou positivamente os resultados obtidos com o programa

O presidente da Sicredi Região da Produção, Saul Rovadoscki, parabenizou todas as cooperativas pelo trabalho realizado e também agradeceu por fazer parte do programa. “Sabem por que nossa região é tão desenvolvida? É fácil de responder, por causa do cooperativismo”, argumentou. Rovadoscki relatou que acompanhou a execução de algumas atividades do programa e que se surpreendeu com a presença dos jovens. “Os resultados apresentados só foram possíveis porque os empreendedores passaram a olhar a propriedade a partir de uma gestão mais profissional. Podemos ir mais longe, por isso continuaremos juntos, porque onde uma cooperativa é atuante o desenvolvimento é maior”, expôs.

Olavo Lazarotto, diretor de negócios do Sicoob Central SC/RS, evidenciou o excelente trabalho realizado em prol dos empreendedores rurais e reforçou a importância de manter e ampliar as ações em todo o país. Ele também destacou a contribuição do cooperativismo na promoção do desenvolvimento. “As cooperativas de crédito foram criadas pelas cooperativas de produção, por isso nossa preocupação está em fazer o crédito consciente, ou seja, não se trata de emprestar dinheiro, mas que esse recurso traga resultado para o associado e sua cadeia produtiva”.

Diretor vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Antonio Zordan, fez uma alusão da contribuição do programa ao mencionar a transformação da economia rural. “Em algumas regiões saímos do zero e hoje visualizamos a mudança

De acordo com o supervisor regional do Senar/SC, Helder Barbosa, é muito positivo observar os resultados obtidos com o programa. “Quando iniciamos era nítido que o cuidado com a propriedade e a organização da atividade eram deixados de lado, porque a prioridade era produzir. Com o tempo os empreendedores rurais perceberam a importância de investirem no embelezamento dos espaços e estabelecer rotinas, processos e controles. Medidas simples, mas que resultam em qualidade de vida e otimização de tempo”, observou.

Programa 

A iniciativa é do Sebrae com o apoio de vários parceiros. Em Santa Catarina com a Aurora Coop, Senar, Sescoop, Sicoob, Cooperalfa, Cooperitaipu, Auriverde, Coolacer, Copérdia, Caslo, Cooper A1, Copercampos e Coopervil. No Rio Grande do Sul, conta com a parceria do Sebrae, Sicredi, Cooperalfa, Cooper A1, Copercampos e Copérdia. No Paraná participam o Sebrae, a Cooperalfa, a Copérdia e a Cocari e, no Mato Grosso do Sul, Sebrae, Cooasgo e Cooperalfa.

Fonte: Assessoria Sebrae e Aurora Coop

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Geopolítica, clima e logística entram no centro do debate da cadeia da soja

Seminário em Londrina (PR) vai reunir especialistas para discutir os desafios que podem definir a competitividade da soja brasileira nos próximos anos. As inscrições são gratuitas.

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Foto: R.R.Rufino/Embrapa Soja

A relação comercial entre Brasil e China, os impactos das mudanças climáticas, os gargalos logísticos e a descarbonização da produção estarão entre os principais temas do 8º Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial de Soja, que será realizado nos dias 04 e 05 de agosto, na Embrapa Soja, em Londrina (PR).

Foto: R.R.Rufino/Embrapa Soja

O evento vai reunir cerca de 150 participantes, entre pesquisadores, técnicos, representantes da indústria, produtores rurais e especialistas da cadeia da soja. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do seminário, enquanto houver vagas.

Segundo o pesquisador Marcelo Álvares de Oliveira, da Embrapa Soja, a programação foi estruturada para discutir fatores que influenciam diretamente a competitividade do setor. “Vamos debater a geopolítica e a relação comercial entre Brasil e China, além dos desafios e oportunidades da cadeia da soja brasileira. Também teremos discussões sobre cultivares adaptadas às mudanças climáticas, logística, descarbonização e o papel do biodiesel na sustentabilidade da produção”, afirma.

Para Daniel Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, manter a liderança brasileira no mercado internacional depende não apenas do volume produzido, mas também da qualidade do produto.”Preservar nossa liderança exige um debate técnico constante sobre a qualidade da soja brasileira. Garantir um produto de alto

Foto: Shutterstock

padrão para as indústrias nacional e internacional de óleos e farelos é o que realmente define a competitividade do setor”, destaca.

O seminário é promovido pela Embrapa Soja em parceria com entidades representativas da produção, da indústria e da exportação de grãos, entre elas Abiove, Anec, Aprosoja Brasil, CNA, Sistema OCB e Sindirações.

Brasil amplia liderança
O encontro ocorre em um momento de expansão da produção brasileira. Na safra 2025/26, o país colheu 180 milhões de toneladas de soja, em uma área próxima de 48 milhões de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No mesmo período, os Estados Unidos produziram 116 milhões de toneladas.

Além da produção recorde, o processamento industrial também segue em crescimento. A Abiove estima que o Brasil processe 63 milhões de toneladas de soja em 2026, com produção de 48,6 milhões de toneladas de farelo e 12,65 milhões de toneladas de óleo de soja.

Fonte: O Presente Rural
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El Niño pode encher os silos e esvaziar as margens

Pesquisa aponta que o clima deve favorecer a produção agrícola, enquanto a maior oferta tende a pressionar as cotações das commodities.

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Foto: Divulgação

O El Niño previsto para o ciclo 2026/2027 tem potencial para se tornar um dos eventos climáticos mais intensos da última década. Para a agricultura da América Latina, especialmente no Brasil e na Argentina, o fenômeno pode favorecer a produção de grãos e oleaginosas, mas também trazer um efeito colateral: mais oferta no mercado e menor rentabilidade para o produtor.

Foto: Fernando Dias

A avaliação é da Allianz Research, divisão de pesquisa macroeconômica da Allianz Trade, que analisou os impactos econômicos do fenômeno climático sobre diferentes regiões do mundo. Confira aqui o estudo completo.

Com base em episódios anteriores de El Niño, o estudo mostra que a produção agrícola brasileira tende a superar a média histórica. Em 2015, por exemplo, a safra de soja ficou cerca de 4% acima da tendência dos cinco anos anteriores, enquanto a produção de café arábica registrou desempenho aproximadamente 5% superior ao esperado.

Segundo os pesquisadores, o aumento das chuvas no Sul da América do Sul favorece o desenvolvimento das lavouras e amplia a oferta de alimentos. No entanto, esse crescimento da produção pode pressionar as cotações das commodities agrícolas, reduzindo a margem dos produtores.

Outro desafio apontado pelo levantamento é a capacidade de armazenagem. Em anos de safra cheia, a oferta elevada

Foto: Shutterstock

tende a ocupar rapidamente os silos, elevando os custos de estocagem tanto para produtores quanto para tradings.

Efeitos diferentes dentro do Brasil

Embora o El Niño favoreça boa parte das áreas agrícolas do Centro-Sul, seus efeitos não são uniformes. O estudo destaca que a Região Norte e a Amazônia podem enfrentar períodos de seca mais severos, com reflexos sobre a navegação fluvial, a geração de energia hidrelétrica e o abastecimento de alimentos.

Esse cenário também pode exercer pressão sobre a inflação em países como Brasil, Colômbia e Peru, principalmente por impactos na logística e nos custos de produção.

Oferta maior e preços menores

No mercado internacional, a expectativa é que o aumento da produção de soja e milho na América Latina contribua para ampliar a oferta global de alimentos e aliviar parte das pressões inflacionárias observadas em outras regiões.

Por outro lado, exportadores brasileiros podem se beneficiar do maior volume embarcado, enquanto indústrias processadoras e empresas expostas à volatilidade das commodities agrícolas tendem a enfrentar um ambiente mais desafiador diante da possibilidade de queda nos preços.

Fonte: O Presente Rural
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Frete rodoviário terá novas regras, mas sem piso nacional para caminhoneiros

Proposta amplia as penalidades para quem descumprir o piso do frete, altera as regras de fiscalização e prevê atualização semestral da tabela de preços.

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O piso salarial nacional de R$ 5 mil para caminhoneiros de longa distância ficou fora da versão final da Medida Provisória nº 1343/2026 que atualiza as regras do frete rodoviário. Aprovado pelo Senado, o texto segue para sanção presidencial com mudanças no cálculo do piso mínimo do frete, na fiscalização do transporte de cargas e nas penalidades aplicadas ao setor.

Foto: Geraldo Bubniak

A previsão de uma remuneração mínima mensal não fazia parte da proposta original do governo. O dispositivo foi incluído durante a tramitação na Câmara dos Deputados, mas acabou retirado pelo Senado sob o entendimento de que o tema não tinha relação direta com o conteúdo da medida provisória.

Com isso, a remuneração dos motoristas profissionais de longa distância continuará sendo definida por acordos e convenções coletivas de trabalho.

Anistia a multas

Além das mudanças nas regras do frete, a proposta concede anistia a caminhoneiros multados por bloqueios em rodovias durante as manifestações de 2022. O perdão das penalidades foi incluído durante a tramitação da medida provisória no Congresso.

O texto também transforma em advertência as multas aplicadas até a publicação da futura lei por descumprimento

Foto: Divulgação

das regras do piso mínimo do frete, como o pagamento abaixo dos valores previstos na Lei nº 13.703/2018. A medida vale para processos ainda em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas que ainda não foram quitadas.

A conversão não se aplica a casos de fraude, uso de documentos falsos ou omissão deliberada de informações. Também não haverá devolução de valores já pagos. O direito dos transportadores de cobrar diferenças de frete e indenizações previstas em lei permanece assegurado.

Além das anistias, a proposta promove uma ampla atualização da legislação do transporte rodoviário de cargas. Entre as principais mudanças estão novos critérios para o cálculo do piso mínimo do frete, atualização semestral da tabela de referência, reforço da fiscalização, endurecimento das penalidades para quem pagar abaixo do piso, novas regras para o cadastro de transportadores e alterações na fiscalização do peso dos caminhões.

Foto: Divulgação/Freepik

Frete mínimo  
O projeto altera as regras de cálculo dos pisos mínimos do transporte rodoviário de cargas. A tabela deverá considerar os custos operacionais da atividade, como os relacionados a combustível, manutenção, pneus, seguros, tributos, salários e tempo de carga e descarga.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) poderá firmar parceria com a Infra S.A. para elaborar os cálculos dos pisos. O texto também atualiza conceitos da legislação e cria a definição de veículo de carga de pequeno porte (com capacidade útil superior a 500 quilos e peso bruto total de até 3,5 toneladas) e a de carga a granel pressurizada (categoria utilizada para determinados tipos de transporte especializado).

A atualização da tabela de frete deverá ser semestral. Quando houver variação igual ou superior a 5% no preço dos combustíveis, a ANTT deverá publicar os novos valores em até três dias úteis.

Fiscalização
O texto aprovado também altera regras de fiscalização, cadastro e penalidades no transporte de cargas. Empresas que

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pagarem frete abaixo do piso mínimo poderão ter o registro suspenso em caso de descumprimento reiterado (com mais de quatro infrações em seis meses). As multas para reincidentes poderão variar de R$ 100 mil a R$ 1 milhão e, em caso de nova reincidência, poderão ser aplicadas em dobro. Nos casos mais graves, o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) poderá ser cancelado por até 24 meses.

A proposta mantém a obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), estabelece prazo de até 30 dias úteis para pagamento do frete e prevê adiantamento mínimo de 70% para transportadores autônomos. O texto também determina a revalidação anual do RNTRC e permite que inscrição, atualização e manutenção do cadastro sejam feitas gratuitamente por plataforma digital do governo federal.

Foto: Divulgação

A medida também altera as regras de fiscalização do peso dos veículos de carga. Para caminhões com peso bruto total regulamentar (definido pela regulamentação) de até 74 toneladas, a verificação deverá considerar inicialmente apenas o peso total do veículo. A medição por eixo será feita quando houver excesso acima da tolerância de 5% no peso bruto total ou em situações específicas definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O limite de tolerância para o peso por eixo permanece em 12,5% acima do permitido.

Segundo o texto, a regra busca adequar a verificação às características das operações de transporte, preservando a segurança nas rodovias e a conservação do pavimento. A proposta também prevê inspeções periódicas dos registradores de velocidade e tempo, e permite o uso dos dados do tacógrafo como prova de infrações por excesso de velocidade.

Além disso, o texto transforma em advertência as infrações administrativas relacionadas ao excesso de peso por eixo cometidas até a publicação da lei resultante da proposta. A medida alcança processos em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas aplicadas que ainda não tenham sido pagas. Valores já quitados não serão devolvidos.

Outros pontos
Na área previdenciária, o transportador autônomo poderá optar por recolher diretamente sua contribuição ao

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Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), desde que formalize a escolha. Com a adesão ao modelo, o próprio profissional passa a ser responsável pelo recolhimento, sem alteração das demais obrigações previdenciárias das empresas contratantes.

A MP amplia os objetivos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas), que poderá apoiar iniciativas de renovação de caminhões e implementos rodoviários, capacitação de motoristas, adoção de tecnologias e ações de saúde e segurança. O texto também cria uma Política Nacional Permanente de Renovação da Frota, com prioridade para transportadores autônomos e cooperativas.

As novas regras terão período de transição. Sistemas, registros e autorizações atuais continuarão válidos até a regulamentação das mudanças, que deverá ser feita em até 180 dias. Empresas e transportadores terão prazo mínimo de 60 dias para adaptação às novas obrigações.

Fonte: Agência Senado
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