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Empresas são premiadas por inovação durante EuroTier 2018

Foram 250 inscrições aprovadas, sendo que uma ganhou a medalha de ouro e 25 de prata no Prêmio de Inovação EuroTier

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Na noite de terça-feira (13) aconteceu a abertura oficial da EuroTier 2018. A feira, considerada a maior em produção animal, conta com a participação de mais de 160 mil visitantes de todo o mundo, além de 2,6 mil expositores de 57 países. O destaque da abertura foi a premiação das inovações apresentadas por empresas com medalhas de ouro e prata. O evento segue até sexta-feira (16) e acontece em Hannover, na Alemanha.

A feira é considerada uma ótima oportunidade para o lançamento e mostra de inovações para a agricultura e pecuária mundial. Um comitê de especialistas independente nomeado pela DLG (Sociedade Agrícola Alemã), organizadora do evento, determinou os vencedores do Prêmio de Inovação EuroTier entre 250 inscrições aprovadas para inovações de produtos, com base em critérios rigorosos.

O Prêmio Inovação EuroTier 2018 premiou um total de 26 inovações de produtos, sendo um de ouro e 25 de prata. As medalhas foram entregues aos vencedores durante a abertura. Um dos objetivos da premiação é, ainda, o incentivo de inovações nos países da Europa. Além do mais, foi entregue outras duas medalhas de ouro pela Energy Decentral para as inovações que são relacionados a utilização de energias limpas.

Mais incentivo

Outra pauta que foi bastante comentada durante a abertura da feira foi a importância de maiores incentivos aos produtores europeus, principalmente para aqueles que produzem energia na própria propriedade. Há alguns anos, os produtores da Europa recebiam incentivos do Governo, o que não acontece mais atualmente. A reivindicação é que isto volte a acontecer e o Governo volte a fomentar de uma forma mais ampla a produção de energias limpas ou, pelo menos, financie projetos que visam produzir esta energia, fornecendo maior facilidade e poder ao produtor, já que ele tem dificuldades de fazer isso sozinho.

Já a reposta do Governo alemão quanto a isso, foi que as autoridades entendem que devem ajudar os produtores, principalmente para que haja mais inovações no campo. O que foi destacado foi que talvez não subsídios, mas financiamentos facilitados seriam uma opção para os produtores.

Informações completas sobre estas e outras discussões que acontecem na feira você confere na próxima edição de O Presente Rural.

Fonte: O Presente Rural

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Notícias Mercado

Unidade de Concórdia da BRF é habilitada para exportar suínos ao Vietnã

Autorização foi publicada pelo Department of Animal Health, órgão das autoridades sanitárias do país do sudeste asiático

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Divulgação/Assessoria

A planta de Concórdia (SC) da BRF foi habilitada pelo Departamento de Saúde Animal do Vietnã (Department of Animal Health – DAH – em inglês) para exportar cortes de suínos para o país do sudeste asiático. A autorização foi publicada no site do DAH, órgão das autoridades sanitárias local. O adido agrícola da embaixada do Brasil em Hanoi, Tiago Charão de Oliveira, enviou o comunicado para o Ministério da Agricultura, que nos próximos dias deve publicar a habilitação da unidade catarinense nos sites oficiais do MAPA.

O vice-presidente de Relações Institucionais, Jurídico e Compliance da BRF, Bruno Ferla, afirma que essa habilitação tem importância estratégica por conta do mercado vietnamita, onde o consumo de proteína animal vem crescendo em maior ritmo entre os países da região. “O Vietnã é um país que tem atraído muitos investimentos de empresas, gerando aumento na renda per capita da população e, por consequência, maior consumo de produtos suínos”, destaca Ferla. “A BRF trabalha com prioridade nesse mercado, ampliando a presença da Companhia na Ásia e na preparação das plantas para futuras habilitações, a fim de atender às demandas crescentes.”

Com mais de seis mil colaboradores, a planta de Concórdia já exporta cortes de suínos para Hong Kong e Filipinas, no sudeste da Ásia, e para a África do Sul.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Preços médios de toda a cadeia renovam máximas reais em setembro

Demanda aquecida e baixa oferta de animais para abate seguem sustentando elevados patamares de toda cadeia pecuária

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Arquivo/OP Rural

Os valores médios de setembro do bezerro, do boi magro, do boi gordo e da carne renovaram os recordes reais das respectivas séries do Cepea. Segundo pesquisadores, a demanda aquecida, especialmente por parte do mercado externo, e a baixa oferta de animais para abate seguem sustentando os elevados patamares de toda a cadeia pecuária.

No geral, apesar de o preço médio do boi para abate ser recorde, o contexto atual não favorece quem faz a reposição, tendo em vista que o bezerro e o boi magro seguem igualmente negociados nos maiores patamares reais. No caso do pecuarista criador, a situação é semelhante, já que, mesmo com o animal desmamado em valor recorde, estes produtores estão tendo elevados desembolsos com a compra de insumos.

Além dos produtos importados encarecidos pelo dólar alto, os insumos de alimentação – como milho e farelo de soja – estão operando em preços patamares recordes nominais. Ressalta-se, neste caso, que o clima seco reforça a necessidade do uso de complementação, devido à piora nas condições das pastagens. Quanto à carne, o preço recorde da carcaça casada bovina alivia um pouco frigoríficos que trabalham apenas com o mercado interno.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Em setembro, preços do suíno vivo e da carne atingem recordes reais

Movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate

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Arquivo/OP Rural

Os preços do suíno vivo, da carcaça e dos cortes seguiram em alta no mercado brasileiro ao longo de setembro e, com isso, as médias mensais, em algumas regiões levantadas pelo Cepea, atingiram recordes reais.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que o movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e ao bom desempenho das exportações brasileiras da carne.

Fonte: Cepea
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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