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Empresas apresentam novidades durante SBSBL

Empresas aproveitaram evento de destaque do setor leiteiro para apresentar novidades em produtos e soluções para as fazendas e agroindústrias

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A 8ª edição do Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite, que começou na terça (06) e termina nesta quinta-feira (08), reuniu mais de 700 profissionais da cadeia leiteira em Cahpecó, SC. Com a participação deste público, muitas empresas do meio aproveitaram a oportunidade para lançar novidades no mercado.

Um exemplo é a Safeeds, que durante o evento lançaram dois produtos: o Ruminatus e o Ruminatus Start. “O Ruminatus é essencialmente para vacas em lactação, ou seja, animais adultos. Já o Ruminatus Start é para bezerras e terneiros da fase do nascimento até os quatro meses de idade”, explica o gerente de Desenvolvimento de Ruminantes da empresa, Osmair Stuani.

De acordo com Stuani, atualmente na área de bovinos de leite o mercado vive um momento importante que é a preocupação maior na saúde e longevidade do animal, além da retirada dos antibióticos. “E a Safeeds viu isso como uma oportunidade e no mercado de ruminantes viemos exatamente para substituir o uso de antibióticos nos animais. E o foco dos novos produtos, principalmente do Ruminatus, está justamente nesse ponto, em trazer para o animal mais saúde e um melhor desempenho”, afirma.

E a questão da melhora da qualidade na produção leiteira é o foco dos novos produtos que também foram apresentados durante o Simpósio pela Imeve. Segundo o gerente Regional de Vendas – Sudeste, Wagner Correa, a empresa vem fazendo um grande trabalho de divulgação da Linha DBR. “São produtos direcionados para melhorar a questão de qualidade do leite, produção, entre outros fatores”, conta. “Esta linha é mais uma ferramenta com a utilização de aditivos que tem a intenção de somar dentro na propriedade”, diz.

Além disso, a Imeve ainda levou até o Simpósio duas novidades: o Decamin e o Ivermeve Pour On. “O Decamin é um complexo com 10 aminoácidos essenciais para o animal. Ele possui um grande diferencial, que é o sorbitol, que funciona como um antitóxico e protetor hepático”, explica o gerente Regional – Centro Oeste da empresa, Fabrício Marcório. De acordo com ele, o custo benefício oferecido ao produtor pelos produtos é bastante interessante. “O Decamin é um produto que garante bom ganho de peso e no final das contas, o produtor tem um lucro interessante em cima do que está comprando”, afirma.

As entrevistas completas com os profissionais você pode assistir na página do YouTube do O Presente Rural, além da página do Facebook. Além disso, matérias completas sobre o Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite você encontra no site e redes sociais do jornal.

Fonte: O Presente Rural

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Notícias Sanidade

ABPA e DIPOA promovem encontro sobre inspeção

Será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos

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Divulgação/Agrostock

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura (DIPOA/MAPA) realizam ao longo desta semana um encontro conjunto para tratar sobre temas do sistema de inspeção do setor de proteína animal. A programação do evento, iniciada na segunda-feira (18), segue até sexta-feira (22), em São Paulo, SP.

Na ocasião, será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos. Além disso, também serão discutidas as ações e procedimentos de verificação oficial dos controles em estabelecimentos produtores de carne e suínos. Participam do encontro técnicos das agroindústrias produtoras e exportadoras e auditores fiscais do Ministério da Agricultura.

“Este é um trabalho que tem como princípio o fortalecimento do trabalho pela qualidade e a reconstrução da imagem do setor produtivo, seguindo todos os parâmetros legais em uma parceria do setor público e da iniciativa privada.  Esperamos realizar, em breve, novos eventos com o mesmo objetivo”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Leiteiro

Estoques reduzidos e menor produção elevam preço do UHT

Altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios

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O preço do leite UHT negociado no atacado do Estado de São Paulo subiu 0,24% entre as duas últimas semanas, fechando com média de R$ 2,4357/litro no período entre 11 e 15 de fevereiro. Conforme colaboradores do Cepea, as altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios.

Apesar da valorização, as negociações entre laticínios e atacados permaneceram baixas. Já o queijo muçarela se desvalorizou 0,83% na mesma comparação, fechando com média de R$ 17,2862/kg entre 11 e 15 de fevereiro. Quanto à liquidez no mercado deste derivado, permaneceu estável no período.

Fonte: Cepea
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Notícias No Paraná

Trigo pode ser boa alternativa ao produtor na 2ª safra

Como o clima está favorável, os preços e custos de produção irão balizar tomada de decisão dos agricultores

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Divulgação/SECS

Com o avanço da colheita dos grãos de verão no Paraná, triticultores do Estado já planejam a divisão das áreas de semeio na segunda safra. Como o clima está favorável ao desenvolvimento tanto do trigo quanto do milho, os preços e custos de produção é que irão balizar a tomada de decisão dos agricultores por um ou outro.

Segundo dados da equipe de custos agrícolas do Cepea, em Cascavel, PR, o custo operacional de produção do milho 2ª safra foi calculado em R$ 2.822,54/hectare, contra R$ 1.901,03/ha para o trigo. A produtividade média das últimas três safras foi de 93 sacas/ha para o milho e de 49 sc/ha para o trigo, de acordo com dados do Deral/Seab.

Considerando-se os valores médios de venda em janeiro/19, as receitas geradas seriam de R$ 2.724,08/ha para o milho e de R$ 2.343,38/ha para o trigo. Portanto, a receita obtida com a cultura do trigo foi suficiente para saldar os custos operacionais e gerar margem positiva ao produtor, de R$ 442,35/ha. Já a receita obtida com o milho 2ª safra não foi suficiente para cobrir o total de desembolsos, resultando em margem negativa ao produtor, de R$ 98,46/ha.

Fonte: Cepea
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