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Empresa engajada socialmente

A Vaccinar apóia 11 projetos, distribuídos entre hospitais, fundações e outras instituições reconhecidas e atuantes

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A Vaccinar, uma das líderes do mercado de saúde e nutrição animal do País, buscando fazer o melhor uso das leis de incentivo fiscal, seleciona projetos voltados para a qualidade de vida das pessoas e da comunidade em geral para prestar a sua colaboração e se posicionar como empresa socialmente responsável, contribuindo para a melhoria de vida de indivíduos em situação de vulnerabilidade. Este ano, a Companhia apoia 11 projetos, distribuídos entre hospitais, fundações, APAEs e outras instituições reconhecidas e atuantes.

Segundo a Gerente de Marketing da Vaccinar, Adriana Rocha, o Programa de Incentivo Fiscal da Companhia foi planejado para contemplar o máximo de projetos possíveis, em conformidade com a verba disponível. A ideia é privilegiar aqueles relacionados à saúde e à qualidade de vida das pessoas.

“A Vaccinar é uma das pouquíssimas empresas que conseguiram direcionar 100% de sua verba a todos os projetos elegíveis, incluindo os menos conhecidos, como oPrograma Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS) e o Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON). Para isso, a Companhia se organizou sistematicamente”, enfatizaa gestora.

Trabalho Profissional

Esses programas contemplam virtualmente todas as unidades da empresa. Priorizando as áreas de saúde, a Companhia investiu em instituições voltadas para pessoas carentes ou em situação de vulnerabilidade, tais como: o Hospital de Câncer de Barretos (SP); o Instituto Brasileiro de Excelência no Esporte e Cultura (MG); o Instituto HaHaHa(MG); o Complexo Pequeno Príncipe (PR) eas APAEs de Martinho Campos (MG) e Cambuquira (MG).

O Instituto HaHaHa, de Belo Horizonte (MG), é referência em entretenimento e intervenções de palhaços profissionais a crianças hospitalizadas, enquanto o Pipoca de Histórias (Paraná) oferece performances cênicas de contação de histórias aos pacientes, familiares e colaboradores do Hospital Pequeno Príncipe, instituição oncológica especializada em crianças, localizada em Curitiba (Paraná). 

O trabalho desenvolvido pelo Instituto HaHaHa não é voluntário. É um trabalho profissional e institucional baseado não apenas em formação técnica, mas em anos de experiência e pesquisa. Criado em 2012, a partir da ONG Doutores da Alegria, o Instituto HaHaHa tem o objetivo de expandir o que foi iniciado em 2007. Para isso, conta com o apoio de empresas e simpatizantes.

Para o Coordenador Técnico, palhaço profissional e um dos artistas fundadores do Instituto, Eliseu Custódio, a arte é um disparador de cura, que contribui para o restabelecimento da criança. Ela acende o estado de brincar e possibilita uma revolução no organismo para que ele possa fazer seu papel de cura. “Trata-se da arte engajada com resultados concretos para que a criança fique no seu lugar de criança”, argumenta.

Desse modo, as respostas por parte das crianças, pais e profissionais da saúde são animadoras. A criança entra na brincadeira e desperta para o “poder brincar”, os pais agradecem pela mudança de comportamento dos filhos, e os profissionais aprovam, pois as crianças, a partir da ação do grupo, aceitam melhor o tratamento, uma vez que na opinião da equipe de saúde quando os palhaços vão embora “a energia permanece”.

Já o projeto de amparo ao idoso, do Hospital de Câncer de Barretos (SP) objetiva obter recursos para o custeio das ações de Cuidados Paliativos do Hospital de Câncer de Barretos. O Hospital atua em parceria com a Fundação Pio XII (SP), cujos principais objetivos são:prestar assistência médico-hospitalar gratuita a pacientes que necessitem de tratamento oncológico; promover o desenvolvimento de estudos e pesquisas no campo oncológico; difundir o diagnóstico precoce e formas de prevenção e contribuir para a solução dos problemas medicossociais, estendendo seus fins beneficentes a outras entidades públicas e privadas.

Nesse contexto, as APAEs (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) se configuram como instituições consolidadas, cuja criação e atuação no Brasil data de mais de 60 anos. Sua missão é prestar serviços de assistência social visando à melhoria da qualidade de vida do portador de deficiência, conscientizando a sociedade sobre o significado desse atendimento. As APAEs também buscam articular ações de defesa aos direitos do deficiente e representar o movimento perante os organismos nacionais e internacionais, objetivando a melhoria da qualidade dos serviços prestados, na perspectiva da inclusão social de seus usuários.

Os projetos aprovados foram classificados em seis diferentes modalidades de incentivo fiscal, entre os quais, quatro foram enquadrados na lei de incentivo à cultura (Lei Rouanet) e três, no Fundo da Infância e Adolescência (FIA), enquanto o restante foi distribuído em diferentes leis de incentivo, como aLei do Idoso; o Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica e o Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiênciae Esportes, com a realização de duas olimpíadas nas cidades de Bom Despacho e Martinho Campos, interior de Minas, locais onde a empresa tem unidades.

“Em ano de Olimpíadas, nada como realizar uma nas escolas para estimular os pequenos anfitriões brasileiros”, defende Adriana. Como contrapartida, a Vaccinar obtém a aprovação da comunidade, além da satisfação de constatar que,com suas ações, contribui para a formação de uma sociedade mais justa, solidária e atuante.

Fonte: Ass. de Imprensa Vaccinar

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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