Empresas Agilidade no campo
Empresa de biológicos investe em tecnologia para digitalizar os dados gerados em ensaios
Em parceria com a startup Sima, a nova aposta da Biotrop visa facilitar e organizar em uma única plataforma todas as informações coletadas pelos agrônomos e equipe comercial, auxiliando no manejo assertivo de produtos naturais

Os profissionais de campo são fundamentais na estratégia de expansão e no relacionamento com o cliente para qualquer empresa, pois são eles que estão no dia a dia com os produtores reportando seus anseios, demandas e necessidades. Contudo, em muitas companhias a comunicação entre esses profissionais externos com a equipe interna para envio das informações coletadas no campo e o input de dados apurados ainda é realizada de forma bem manual, por meio de planilhas do Excel, ou apresentação de Powerpoint, tornando o processo moroso e burocrático.
Para deixar mais ágil essa comunicação, a Biotrop – que desenvolve soluções biológicas e naturais, e que nos últimos anos mais que triplicou o seu número de agrônomos a campo, iniciou um processo de digitalização de suas informações. Todos os dados gerados nos campos de pesquisas instalados nas áreas dos produtores parceiros que até então eram feitos em planilhas, agora são exportados por meio da plataforma da startup Sima – Sistema Integrado de Monitoramento Agrícola, que oferece uma solução completa e inteligente para monitoramento, controle e análise de dados das lavouras.
De acordo com o Engenheiro Agrônomo, Tedson Luis de Freitas Azevedo, responsável pela área de desenvolvimento de mercado da Biotrop, a empresa buscava uma ferramenta que pudesse ajudar na gestão dos ensaios e testes a campo. A solução precisaria ser de fácil preenchimento e utilização, para que a equipe lá no campo pudesse utilizar essa ferramenta. “Sentimos a necessidade de ter algo mais profissionalizado, que nos permitisse não só mais um acompanhamento, mas uma gestão das áreas, foi quando conhecemos a Sima que por meio de sua plataforma, tinha para oferecer aquilo que buscávamos”, lembra.
Então foi feito um projeto piloto de janeiro a março deste ano, onde foi testado pela equipe de DM (Desenvolvimento do Mercado) as funcionalidades da ferramenta. Cada DM teve acesso a plataforma, e passaram a utilizá-la, cadastrando os dados de campos e as avaliações. “Hoje eu consigo ver daqui do meu computador, onde nós temos os nossos campos instalados Brasil afora. Não preciso mais acessar uma planilha do Excel, basta dar um clique e consigo ter, de maneira remota, todas as informações que eu preciso saber sobre os ensaios”, destaca Azevedo.
Acesso facilitado
Uma das grandes facilidades disponibilizadas pela plataforma da Sima é o georreferenciamento. A cada visita feita pela equipe a campo, são sinalizadas as áreas e inseridas as informações no sistema. A partir daí, remotamente, clicando sobre os mapas, toda equipe tem acesso aos dados de cada área apontada. “Do escritório, eu consigo saber quais os produtos que estão sendo testados, qual cultura, se as avaliações programadas estão sendo feitas”, diz o Engenheiro Agrônomo. “Somado a isso, eu consigo ter uma gestão sobre esses ensaios que estão sendo distribuídos no Brasil nas mais variadas culturas como: soja, algodão, frutas, milho, cana-de-açúcar, entre outras. Todas cadastradas na plataforma”, acrescenta.
Outro diferencial da ferramenta, apontado por Azevedo, é a possibilidade de os profissionais conseguirem coletar as informações para abastecer o sistema de forma off-line. “A plataforma permite a coleta de dados dos ensaios sem precisar estar conectado à rede. Isso é uma grande vantagem, porque boa parte das nossas áreas não têm acesso à internet. Depois que esse colaborador chega em uma área que tem sinal, ele automaticamente envia esses dados e eles ficam disponíveis para nós”, explica o profissional.
Banco de dados
Agora, na nova fase de utilização da solução da Sima, a Biotrop começa a ter uma junção muito grande de dados que estão na plataforma para começar a trabalhá-los. De acordo com Azevedo, de posse desses dados, será possível fazer análise e extrair informação, possibilitando uma ação estratégica muito mais assertiva. “É nesse sentido que nós vemos uma grande vantagem. Uma informação sem ação não passa de uma informação. Por isso precisamos ter um banco de dados robusto, e a Sima vai nos possibilitar isso. Esses dados vão gerar ações, que possibilitarão fazer negócios e realizar vendas”, destaca.
Solução completa
A Sima oferece uma solução completa e inteligente para monitoramento, controle e análise de dados das lavouras, ideais para empresas do setor agropecuário. Entre os diferenciais está o input híbrido de dados coletados pelos profissionais de campo facilitando a comunicação de agroindústrias, revendas e redes de distribuição de insumos com seus RTVs e responsáveis pelas vendas. “Estamos propondo uma nova funcionalidade para tornar ágil a gestão de informação entre o time de campo e a equipe de vendas, o que hoje é o grande gargalo das empresas do agro e seus canais de distribuição”, diz Rafael Malacco, gerente de desenvolvimento de mercado da SIMA.
A estratégia é ir além do serviço oferecido pelos CRMs (Customer Relationship Management) ou Gerenciamento de Relacionamento com o cliente que hoje atua no mercado. Segundo Malacco, a AgTech se posiciona em um nicho de mercado no qual não se encaixa apenas como um CRM tradicional, e nem como apenas um software agronômico. “Nós estamos ali no meio, mas com foco mais no lado de acompanhamento de gestão de agendas nas fazendas, ou seja, é poder ter essa programação da agenda de visitas, fazer o planejamento delas de toda a safra e acompanhar o que seria o planejado versus o realizado. Com muitas informações agronômicas também”, relata.
Ganhos diretos
Para as agroindústrias, revendas e redes de distribuição de insumos os benefícios começam principalmente na padronização de relatórios recebidos do time de campo. Como o agro é dinâmico e as decisões precisam ser tomadas no dia, a ferramenta fornece dados precisos para tomada de decisão imediata. O time de campo monitora, coleta, carrega as informações e envia. É importante ressaltar que esse compartilhamento pode ser feito pelo WhatsApp logo após a realização da visita e quem recebe os dados pode analisar em tempo real e planejar os próximos passos. “Outra grande vantagem é que além de compartilhar os dados instantaneamente, todas essas informações também ficam salvas, criando um grande banco de dados de todos os históricos do local”, destaca o profissional da SIMA.

Empresas
Jefo impulsiona a produção animal após restrições a importantes APCs
Líder canadense em nutrição animal apresenta soluções inovadoras no SIAVS 2026

A Jefo Nutrition Inc., líder mundial em soluções de nutrição intestinal de precisão para animais estará presente no stand 54 do Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS 2026, de 4 a 6 de agosto em São Paulo. O maior evento do setor acontece pouco tempo após a recente proibição do uso de cinco importantes antibióticos promotores de crescimento (APCs) no Brasil, o que marca uma nova etapa na produção animal e acelera a busca por soluções naturais capazes de preservar a saúde e o desempenho animal, bem como a rentabilidade dos produtores. A medida segue uma tendência global de combate à resistência aos antimicrobianos, considerada uma das maiores ameaças à saúde pública e responsável, segundo a Organização Mundial da Saúde, por milhares de mortes a cada ano.
Os benefícios da nutrição de precisão
Esse cenário reforça a importância da abordagem One Health, na qual a saúde humana, animal e ambiental estão interligadas e devem ser tratadas de forma integrada. Assim, a nutrição intestinal de precisão ganha protagonismo como uma abordagem científica que atua diretamente no trato gastrointestinal dos animais, contribuindo para o melhor aproveitamento dos nutrientes, a maior estabilidade dos ingredientes ativos, a consistência dos resultados em campo e a redução dos custos de alimentação.
Jefo e a tecnologia de microencapsulação
Há mais de 40 anos, essa visão orienta as ações da Jefo, que investe continuamente no desenvolvimento de soluções capazes de melhorar a saúde intestinal, a eficiência produtiva e a rentabilidade da produção animal. Um dos grandes diferenciais da empresa canadense é a Jefo
Matrix, sua tecnologia original de microencapsulação reconhecida mundialmente por sua eficácia e por ser referência na proteção dos ingredientes ativos para alimentação animal. Ela permite proteger e liberar os compostos de maneira gradual e direcionada ao longo do trato intestinal.
Destaques no SIAVS 2026
Durante o evento a Jefo apresentará suas soluções inovadoras para avicultura, suinocultura, aquicultura e produção leiteira, com destaque para:
• Ácidos orgânicos e óleos essenciais microencapsulados, que auxiliam no controle de bactérias entéricas patogênicas, promovendo melhoria da saúde intestinal, redução de processos inflamatórios intestinais e otimização do desempenho zootécnico;
• Fórmulas de vitaminas do complexo B protegidas para vacas em período de transição e lactação, contribuindo para aumento da produção de leite e de seus componentes, além da modulação de distúrbios metabólicos;
• Metionina e lisina protegidas que, graças à Tecnologia Jefo Matrix, resistem às condições de peletização da ração, preservando sua eficácia e proporcionado resultados consistentes;
• Suplementos energéticos à base de óleo de palma, que fornecem energia de alta qualidade sem comprometer a palatabilidade do alimento;
• Soluções enzimáticas, como Protease Jefo e Xilanase Jefo, desenvolvidas para reduzir custos de formulação, maximizar o aproveitamento dos nutrientes e melhorar a conversão alimentar.
“A retirada gradual dos APCs está acelerando a busca por soluções nutricionais mais inteligentes e sustentáveis. A Jefo possui décadas de experiência em nutrição intestinal de precisão e tecnologias capazes de ajudar os produtores a manterem desempenho, saúde e rentabilidade sem comprometer a produtividade”, destaca Simone Cavalli, Diretora geral da Jefo do Brasil.
No evento, no qual estarão presentes executivos globais como Jean Fontaine, Presidente e Fundador do Grupo Jefo, e Emilie Fontaine, VP de Marca e Produtos, os visitantes poderão descobrir como a Jefo atua como parceira estratégica dos produtores em todas as etapas da produção, fornecendo não apenas produtos inovadores, mas soluções práticas, conhecimento técnico e suporte especializado para enfrentar os desafios atuais.
Empresas
Enfrentando o estresse térmico na suinocultura

Dias de calor intenso durante o verão ou em países tropicais podem representar um sério desafio para os animais de produção, causando estresse térmico, que compromete o crescimento e reduz o desempenho econômico das granjas. Na suinocultura, o estresse térmico afeta os animais em praticamente todas as fases de produção. Este artigo explora as principais alterações fisiológicas que os suínos apresentam nessa condição e apresenta soluções práticas para reduzir seus efeitos nocivos.
O estresse térmico começa no limite superior da zona de conforto térmico
O estresse térmico ocorre quando o animal está fora de sua zona de conforto térmico, a faixa de temperatura na qual o organismo se mantém em homeostase. Essa faixa é influenciada pela temperatura e pela umidade externas. O estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases do ciclo produtivo. Para um suíno em fase de engorda de 50 kg, o início do estresse térmico ocorre a partir de 25°C. Isso significa que qualquer temperatura acima desse ponto já começa a afetar negativamente o animal.
Consequências prejudiciais do estresse térmico sobre a fisiologia e o crescimento dos suínos
Entre os animais de produção, os suínos são particularmente sensíveis ao estresse térmico, pois possuem poucas glândulas sudoríparas e pulmões pequenos. Sua alta produtividade e seu rápido crescimento os tornam ainda mais suscetíveis a essa condição (figura 1). Quando a temperatura sobe, o suíno adapta seu comportamento: reduz a locomoção e a ingestão de ração, o que limita a termogênese (produção de calor pelo organismo). Além disso, sua frequência respiratória aumenta. O fluxo sanguíneo é redirecionado dos órgãos internos para a pele, a fim de eliminar o excesso de calor. Esse fenômeno é chamado de vasodilatação. Ele aumenta a termólise (dissipação de calor pelo organismo).
No trato intestinal, a falta de oxigênio causada pelo redirecionamento do fluxo sanguíneo prejudica as células epiteliais, que são muito sensíveis à hipóxia e à redução de nutrientes disponíveis, o que degrada o epitélio intestinal. Substâncias exógenas, como antígenos ou toxinas bacterianas, podem então ser transferidas do lúmen para a corrente sanguínea (leaky gut, ou aumento da permeabilidade intestinal), levando a uma resposta inflamatória e à produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Trata-se de um círculo vicioso, já que as próprias ROS podem ser prejudiciais às células epiteliais quando produzidas em excesso.
Se prolongado, o estresse térmico pode causar diversos problemas no crescimento e no desempenho reprodutivo. Em suínos em fase de engorda, o aumento da temperatura levou a uma redução na ingestão de ração e no ganho de peso (Lee et al., 2019), reduzindo assim o peso de carcaça no abate.
Figura 1. Mecanismos de adaptação em suínos em fase de engorda sob condições de estresse térmico
Diversas soluções para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico em suínos
Diversas estratégias nutricionais e de manejo podem ser implementadas para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico agudo. Com foco em aditivos alimentares, a Phodé lançou recentemente um novo aditivo alimentar desenvolvido para ajudar o suíno a vencer o calor! Esse aditivo é composto por extratos de especiarias picantes, incluindo capsicum, gengibre e pimenta. A forma galênica, desenvolvida pela equipe de pesquisa da Phodé, foi concebida para liberar os ingredientes ativos em locais-alvo específicos e garantir uma manipulação fácil do produto em escala industrial.
As especiarias picantes ajudam o suíno a lidar com o estresse térmico
Os ingredientes foram cuidadosamente selecionados pela equipe de pesquisa da Phodé para atuar em sinergia. As especiarias picantes podem ajudar a sustentar o metabolismo do suíno sob estresse térmico, limitando a inflamação intestinal e reduzindo o estresse oxidativo. Algumas são bastante conhecidas, como a capsaicina, um capsaicinoide da planta capsicum. Esse composto demonstrou se ligar ao receptor TRPV1 (Transient Receptor Potential Vanilloid 1) na boca e no intestino delgado dos suínos. O receptor TRPV1 é muito sensível a estímulos nocivos, como o aumento da temperatura, e está na origem da inflamação e da dor. Após exposição prolongada à capsaicina, a atividade do TRPV1 diminui, levando à redução dos efeitos pró-inflamatórios e ao alívio da dor. Diversos estudos demonstraram uma redução na produção de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β e IL-6) por inibição da via NF-κB. O capsicum também demonstrou aumentar as atividades de α-amilase, lipase e protease no intestino delgado. Esse efeito pode ajudar o suíno a digerir melhor a ração em condições de calor. O gingerol é o principal composto ativo do gengibre. Ele também ativa o TRPV1, levando à redução da inflamação. Esse ingrediente também apresenta atividades antioxidantes indiretas, promovendo a transcrição de genes que codificam enzimas antioxidantes (como a glutationa peroxidase e a superóxido dismutase) por meio da via NRF2. A piperina, extraída da pimenta, atua em sinergia com as demais especiarias, potencializando a biodisponibilidade delas. Ao neutralizar as espécies reativas de oxigênio (ROS), atua como um potente antioxidante direto. A combinação dessas especiarias permite um ajuste fino das doses de cada ingrediente ativo necessário para influenciar a fisiologia do suíno sob estresse térmico.
Atuando sobre a fisiologia do suíno para vencer o calor: um caso de sucesso!
Um estudo recente, conduzido em uma estação experimental de renome no Brasil, demonstrou com sucesso os efeitos benéficos do novo aditivo alimentar (Kalyci, Laboratoires Phodé, França) em suínos nas fases de crescimento e terminação, tanto no peso corporal final quanto na conversão alimentar (CA) na fase de terminação. Os suínos suplementados com o aditivo à base de “especiarias picantes” apresentaram um aumento significativo no peso corporal final de + 2,4 kg e uma redução significativa da conversão alimentar (CA) em -0,26 g/g na fase final de terminação (figuras 2 e 3). Além disso, a suplementação dos suínos com esse aditivo alimentar levou a uma redução da temperatura corporal e de alguns marcadores hematológicos de inflamação.
Figura 2. Peso corporal final de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.
Figura 3. Conversão alimentar (CA) de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.
Em conclusão, o estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases de produção, com efeitos de longo prazo que impactam o desempenho da granja. Suplementar os suínos com um aditivo alimentar à base de uma combinação de “especiarias picantes ” atuando em sinergia para atender às suas necessidades fisiológicas durante o estresse térmico é fundamental para o sucesso da produção. Por fim, mas não menos importante, a forma galênica desse aditivo, que protege os trabalhadores dos efeitos pungentes das especiarias, é igualmente fundamental para o sucesso na fábrica!
Autora: Dr. Elisa A. Arnaud1
1Laboratoires Phodé, Avenue Martelle, 81150 Terssac
Empresas
Importação contínua de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura brasileira
Animais do Canadá e da Noruega são trazidos ao país para acelerar o ganho de produtividade nas granjas nacionais

Para garantir que o Brasil opere com o mesmo nível de excelência genética dos principais polos globais, a importação frequente de reprodutores garante acesso imediato ao topo da ciência global. Nesse sentido, a Topigs Norsvin, empresa de genética suína, conduz a maior rota contínua de importação de suínos do país.
A companhia desembarcou a terceira remessa de reprodutores deste ano no mês de julho e já prepara ao menos outras duas operações para 2026, consolidando a liderança absoluta na introdução de genética de ponta no Brasil.
“Nós precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleos na Noruega e Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associados com alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, nós garantimos que o produtor brasileiro tenha acesso a tudo que há de mais moderno em genética suína via as linhagens genéticas da Topigs Norsvin, afirma o diretor Técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes.
Tecnologia global direto na fonte
O processo de importação foca em buscar os animais diretamente das estações Delta (centros mundiais de inovação, pesquisa e testagem de reprodutores) localizadas no Canadá e na Noruega. Nesses centros, que concentram o topo do melhoramento genético mundial da companhia e utilizam tecnologias avançadas de avaliação, os animais são avaliados por meio de tomografia computadorizada e tem seu consumo de ração individual mensurados por comedouros automáticos para medir a conversão alimentar de cada indivíduo. Além disso, todos esses reprodutores passam por uma minuciosa avaliação genômica para garantir o seu alto potencial genético.
“Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia nós utilizamos um material que vem direto da fonte primária e eliminamos qualquer tipo de defasagem genética, assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, detalha Lopes.
Distribuição estratégica pelo território nacional
A chegada contínua desses reprodutores ao país alimenta uma engrenagem de produtividade desenhada para beneficiar toda a cadeia. Os animais recém-chegados são direcionados para as centrais de inseminação próprias e parceiras espalhadas pelo Brasil.
“O nosso grande objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados fantásticos a campo. Existem várias estratégias no mercado para disseminação genética, mas nós comprovamos que esse fluxo robusto de importações é o caminho mais eficiente para a evolução e a rentabilidade do setor”, conclui o diretor.






