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Empreendedorismo feminino na Proteína Animal do Brasil é destaque na SIAL PARIS 2024

Levará 25 agroindústrias produtoras e exportadoras de aves, suínos e ovos do Brasil.

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Foto: Divulgação/ABPA

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), realizará uma grande ação de promoção de negócios e valorização da imagem da proteína animal do Brasil em meio à SIAL Paris, prevista entre os dias 19 e 23 de outubro, em Paris (França).

Em uma das maiores feiras de alimentos do mundo, a ABPA contará com um espaço exclusivo com três ilhas que, juntas, somam 550 metros quadrados. O espaço está organizado nos seguintes grandes pilares: comercial, gastronômico e institucional.

Para a frente de ação com foco comercial, a ABPA levará 25 agroindústrias produtoras e exportadoras de aves, suínos e ovos do Brasil.  São elas: SSA, Ecofrigo, Saudali, Villa Germania, Seara, C.Vale, Bello, Lar, Zanchetta, Rudolph, Coasul, Vossko, GTFoods, Copacol, Netto, Alibem, Frigoestrela, Dália, Jaguafrangos, Somave, Avenorte, Frimesa, Vibra, BMG e Rainha da Paz.

Já com foco gastronômico, a ABPA estruturará uma área exclusiva para a degustação de produtos Made in Brazil.  No cardápio estarão os tradicionais galeto com polenta, estrogonofe à brasileira de frango e carne de frango ao molho de laranja.  Empanados de frango, omeletes especiais e outros pratos também serão servidos ao longo da feira.

Por fim, no âmbito institucional, a ABPA apresentará, pela primeira vez, uma exposição que fará uma homenagem à liderança e ao empreendedorismo feminino na cadeia agroindustrial de proteína animal.  A exposição contará com fotos e depoimentos de mulheres que fazem a diferença no setor, contando as suas histórias e lições para o fortalecimento do Brasil como protagonista global.

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Nós voltaremos àquelas que fazem a nossa cadeia produtiva mais forte e competitiva, que são presidentes de empresas, gestoras de áreas, especialistas, enfim, lideranças femininas que transformam diariamente a avicultura e a suinocultura do Brasil” – Foto: Divulgação

Ainda durante a ação, a ABPA realizará a divulgação de materiais institucionais sobre o setor brasileiro, reunindo dados sobre empresas exportadoras e outras informações que abordam a diversificação, a qualidade dos produtos, o status sanitário do País e o perfil sustentável da produção.

“Faremos uma participação diferente na SIAL deste ano.  Nesta edição, nós voltaremos àquelas que fazem a nossa cadeia produtiva mais forte e competitiva, que são presidentes de empresas, gestoras de áreas, especialistas, enfim, lideranças femininas que transformam diariamente a avicultura e a suinocultura do Brasil”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Fonte: Assessoria ABPA

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Acordo Mercosul-UE impulsiona interesse de empresários alemães pelos portos do Paraná

Agenda reúne representantes de diferentes setores e reforça o papel logístico de Paranaguá e Antonina no fluxo bilateral Brasil-Alemanha.

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Uma comitiva de empresários ligados à Câmara Brasil-Alemanha no Paraná visitou nesta semana os portos de Paranaguá e Antonina para conhecer de perto a operação, a capacidade logística e os indicadores de produtividade dos terminais paranaenses. O grupo, formado por 16 representantes de nove empresas de diferentes setores, foi recebido pela Portos do Paraná e participou de agenda técnica no Porto de Paranaguá.

Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

A visita ocorre em um momento de mudança no ambiente de comércio exterior, com a entrada em vigor, a partir de 1º de maio, do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. O tratado amplia o acesso a um mercado estimado em 451 milhões de consumidores e tende a intensificar o fluxo bilateral de mercadorias, especialmente entre Brasil e Alemanha, um dos principais parceiros comerciais europeus do país.

Durante a agenda, o diretor empresarial da Portos do Paraná, Felipe Gama, destacou o interesse dos visitantes nas oportunidades geradas pelo novo acordo, sobretudo no que se refere à ampliação das exportações e à diversificação de destinos.

A programação integra o projeto Inspiration Tour, iniciativa da Câmara Brasil-Alemanha que prevê uma série de visitas

Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

técnicas a empresas estratégicas do estado. Segundo o gerente executivo da entidade, Augusto Michells, o objetivo é aproximar o setor empresarial das estruturas logísticas que sustentam o comércio internacional. Ele ressalta que os portos paranaenses têm papel relevante como pontos de entrada e saída de produtos nas relações comerciais entre Brasil e Alemanha.

A comitiva reuniu representantes de segmentos como indústria de papel, metalurgia e serviços, incluindo organização de feiras e assessoria jurídica, refletindo o interesse transversal de diferentes cadeias produtivas na infraestrutura portuária do estado.

Fonte: O Presente Rural com AEN-PR
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Cleber Soares é o novo secretário-executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária

Médico-veterinário com trajetória em inovação e pesquisa agropecuária, possui ampla experiência na administração pública.

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Médico-veterinário, mestre em Parasitologia Veterinária e doutor em Ciências Veterinárias, Cleber Oliveira Soares assume como secretário-executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) - Foto: Divulgação/Mapa

Cleber Oliveira Soares é o novo secretário-executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Ele passa a integrar a equipe do ministro André de Paula na coordenação e execução das políticas públicas voltadas ao setor agropecuário. Soares já atuava na estrutura do ministério como secretário-executivo adjunto desde 2023 e possui ampla experiência na administração pública e na área de inovação aplicada ao agro.

Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é mestre em Parasitologia Veterinária e doutor em Ciências Veterinárias pela mesma instituição, com trajetória acadêmica voltada à pesquisa e ao desenvolvimento científico.

Entre 2021 e 2023, ocupou o cargo de secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Irrigação do Mapa, onde contribuiu para a formulação e implementação de políticas públicas voltadas à modernização e sustentabilidade da produção agropecuária.

Também exerceu funções estratégicas na Embrapa, onde foi diretor executivo de Inovação e Tecnologia (2017–2020), chefe de Pesquisa e Desenvolvimento (2011–2017) e vice-chefe da mesma área (2005–2010), atuando no fortalecimento da pesquisa e da inovação no setor.

No Mapa, foi ainda diretor de Inovação Agropecuária, com atuação na Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação entre 2020 e 2021. O novo secretário-executivo também participa de conselhos, comitês e fóruns estratégicos nacionais e internacionais, como a Rede Global de Pesquisa e Inovação em Saúde Animal (Star-Idaz), o Conselho Superior de Agronegócios da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Cosag-Fiesp) e o Fórum do Instituto Futuro.

Com perfil técnico e experiência consolidada na gestão pública, Cleber Soares assume o cargo com a missão de dar continuidade ao fortalecimento da governança do ministério.

Fonte: Assessoria Mapa
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Produtor rural deve redobrar planejamento diante de risco no mercado de fertilizantes

Sistema Faep orienta compras escalonadas e gestão de custos para enfrentar incertezas na safra 2026/27.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

O cenário internacional recente acendeu um sinal de alerta para a agropecuária do Paraná. Isso porque Rússia e China, maiores fornecedores de fertilizantes do mundo, estão restringindo as exportações do produto. Diante deste fato, os produtores rurais podem encontrar dificuldade na compra do insumo para a safra 2026/27, que ocorre prioritariamente nos meses de abril, maio e junho.

Para contribuir com o planejamento do agricultor, o Sistema FAEP reforça orientações práticas que podem amenizar os efeitos desse cenário de incerteza. “É importante adotar uma postura preventiva, alinhando planejamento e gestão financeira”, afirma o presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette. “O atual cenário global exige uma mudança no ambiente do agronegócio. O produtor rural precisa fortalecer a gestão estratégica dos custos para minimizar os riscos”, complementa.

Atualmente, o Brasil importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome. Somente em 2025, foram 45,5 milhões de toneladas adquiridas no mercado internacional. Essa dependência torna a agricultura vulnerável a movimentos globais, como as restrições temporárias impostas por Rússia e China, além das incertezas geopolíticas com a guerra no Oriente Médio. Esse contexto pode resultar tanto no aumento dos preços quanto na redução da oferta, com impactos diretos dentro da porteira.

As recomendações do Sistema FAEP estão voltadas à gestão estratégica de compra e uso do insumo, como evitar aquisições concentradas em momentos de preços elevados ou instáveis; priorizar compras escalonadas, reduzindo riscos; monitorar a relação de troca (fertilizantes x produtos agrícolas) como fator decisivo; e garantir um volume mínimo para não comprometer a produção.

“O momento exige prudência e estratégia por parte do produtor. É fundamental evitar decisões impulsivas, planejar as compras, utilizar o fertilizante com máxima eficiência técnica e proteger a margem de lucro. A sustentabilidade econômica da safra dependerá da qualidade das decisões tomadas agora”, afirma Meneguette.

Outros impactos

A guerra no Oriente Médio também preocupa o produtor rural em relação a outro insumo fundamental no campo: combustível. No Paraná, o preço do diesel registrou aumento superior a 20% no valor de revenda, comparado a fevereiro.

Com a crescente mecanização no campo, a dependência do diesel se estende por toda a cadeia produtiva. Atualmente, 73% da energia utilizada na agropecuária brasileira são proveniente de combustíveis fósseis. Além disso, o diesel representa cerca de 40% do custo do frete, contribuindo para a elevação das despesas com o escoamento da produção.

No Paraná, culturas como soja, milho, trigo e cana-de-açúcar utilizam máquinas movidas a diesel em praticamente todas as etapas, do preparo do solo à colheita. Já cadeias como avicultura, suinocultura e produção de leite dependem de fluxos logísticos contínuos, que exigem abastecimento regular de combustível.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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