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Embrapa lança trilha gratuita para recuperação de áreas degradadas no Pampa

Capacitação on-line reúne três cursos e soma 52 horas, com foco em produtores, técnicos e consultores ambientais.

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Foto: Paulo Lanzetta

A Embrapa Clima Temperado possui quatro capacitações on-line, com oferta contínua, que estão à disposição do público em geral através da plataforma E-Campo da Empresa. Entre essas capacitações está disponível uma nova e importante temática, com crescente demanda, gratuita, chamada Trilha de Aprendizagem em Recomposição de Áreas Degradadas e/ou Alteradas para os Biomas Brasileiros – Pampa

Esta temática foi desenvolvida pela Unidade em parceria com a Embrapa Pecuária Sul (Bagé,RS) e a Secretaria de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul durante os anos de 2024 e 2025, e foi lançada no dia 02 de dezembro de 2025, no modo autoinstrucional.

Foto: Shutterstock

A capacitação faz parte de uma trilha de aprendizagem e tem como objetivo capacitar produtores rurais, agentes da assistência técnica rural, de órgãos ambientais estaduais, consultores ambientais, profissionais liberais, estudantes e demais interessados nas técnicas e estratégias de recomposição.

O treinamento se propõe capacitar os concluintes a diagnosticar e analisar a diversidade e a complexidade das paisagens agrárias, as legislações estaduais de proteção da vegetação nativa aplicáveis ao Bioma Pampa, reconhecer suas características abióticas/bióticas, diagnosticar a degradação de ambientes naturais, propor estratégias de recomposição ambiental e aplicar o Web Ambiente para o bioma Pampa para que seja possível propor um projeto ou ações de recomposição ambiental de uma área ou propriedade rural.

Novidade da Trilha de Aprendizagem

As trilhas de aprendizagem do e-Campo são diferentes do modelo das demais capacitações. O que a diferencia é que a trilha é composta por duas ou mais capacitações on-line de temas afins que, juntos, abordam diferentes dimensões de uma cadeia produtiva ou de temas transversais estratégicos para a agricultura brasileira e tem como objetivo o desenvolvimento de competências mais amplas e integradas.

Esta Trilha é composta pelo: Curso 1: Estratégias gerais de recomposição da vegetação nativa; Curso 2: Recomposição de áreas degradadas e/ou alteradas para o Bioma Pampa; e Curso 3:  Monitoramento da recomposição de áreas degradadas ou alteradas.

Embora seja uma capacitação de oferta contínua, é sugerido que o período de realização seja concluído em até 50 dias, para uma maior efetividade da aprendizagem.

Ao concluir cada capacitação, o participante receberá o certificado individual, com a carga horária correspondente. Além disso, ao finalizar todas as capacitações que compõem a Trilha, ainda receberá um certificado especial, que reconhece o percurso completo e soma a carga horária total (52 horas). Os interessados podem se inscrever e acessar o curso aqui.

Mais capacitações estão disponíveis

As demais capacitações que também estão disponíveis de forma gratuita são Ferramentas participativas e agroecológicas para conservação e multiplicação de sementes crioulas, Poda do Pessegueiro e Nectarineira e Práticas de Biosseguridade na Bovinocultura Leiteira.

Sementes Crioulas

Foto: Divulgação/Freepik

A capacitação online e-Campo Ferramentas participativas e agroecológicas para conservação e multiplicação de sementes crioulas  desenvolvida pela Embrapa Clima Temperado em parceria com a Embrapa Recursos Genético e Biotecnologia e o Ministério do Desenvolvimento Agrário em 2024, e lançada no dia 06 de dezembro de 2024,  é autoinstrucional, com foco em capacitar agricultores familiares, assentados da reforma agrária, guardiões e multiplicadores de sementes, comunidades tradicionais indígenas e quilombolas, técnicos e gestores. O curso adota uma metodologia participativa, com enfoque multidisciplinar, interdisciplinar e intercultural a desenvolverem ações voltadas ao uso, manejo, proteção, conservação e recuperação dos recursos naturais, dos agroecossistemas e da biodiversidade a partir do conhecimento científico, empírico e tradicional, reconhecendo a importância da agrobiodiversidade no manejo agroecológico dos sistemas de cultivo, bem como a utilização de ferramentas participativas para a conservação das sementes, seleção de plantas e manutenção das características genéticas das variedades crioulas e melhoradas. Possui 25 horas/aula.

Pessegueiro e Nectarineira

A capacitação online e-Campo Poda do Pessegueiro e Nectarina desenvolvida pela Embrapa Clima Temperado com a colaboração do INIA Uruguai, através do pesquisador Danilo Cabrera, foi lançada no dia 08 de novembro de 2021. É um curso autoinstrucional, com carga horária de 16 horas distribuída em três módulos, ofertado de forma contínua. A capacitação é destinada a proprietários de pomares domésticos, agentes de ATER, pequenos fruticultores e estudantes. Tem como objetivo capacitar os participantes para que os mesmos sejam capazes de: Identificar os conceitos, os princípios e os fundamentos da poda; reconhecer e identificar os objetivos e épocas de realização dos diferentes tipos de poda, bem como outras práticas associadas, como a adubação; reconhecer e identificar os diferentes tipos de ramos e estruturas onde ocorre a frutificação em pessegueiro e nectarineira; reconhecer e identificar as ferramentas e os cuidados necessários para a realização da poda; reconhecer e identificar o processo de execução dos diferentes tipos de poda em pomares domésticos ou comerciais de pessegueiro e nectarineira, de forma técnica e racional; reconhecer e identificar equipamentos que realizam poda mecânica; identificar exemplos de poda mecânica, suas vantagens e desvantagens; identificar as etapas necessárias de planejamento do pomar visando poda mecanizada.

Bovinos de Leite

Foto: Divulgação/Arquivo OP Rural

A capacitação online e-Campo Práticas de Biosseguridade na Bovinocultura Leiteira desenvolvida pela Embrapa Clima Temperado, lançada em 17 de agosto de 2021 e que tem como objetivo capacitar agentes da assistência técnica, estudantes da área e produtores de leite na adoção das práticas de biosseguridade nos distintos sistemas de produção leiteira. Espera-se que ao final do curso os participantes sejam capazes de identificar os fatores de risco no sistema de produção e adotar as medidas de biosseguridade necessárias para garantir a saúde animal, a integridade e qualidade do leite e derivados, promovendo a saúde única. O curso é autoinstrucional, ofertado de forma contínua, composto por seis módulos, com carga horária de 20 horas.

Fonte: Assessoria Embrapa Clima Temperado

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Déficit de 130 milhões de toneladas expõe gargalo da armazenagem de grãos no Brasil

Tema dominou a abertura do 11º Simpósio Sul de Pós-colheita, em Chapecó, que reúne mais de 500 profissionais para discutir tecnologia, conservação e qualidade dos grãos.

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Fotos: Keli Magri/MB Comunicação

A busca por maior eficiência na armazenagem de grãos, a adoção de novas tecnologias e a preservação da qualidade das matérias-primas que abastecem a cadeia de proteínas animais estão no centro dos debates do 11º Simpósio Sul de Pós-colheita de Grãos 2026, aberto na segunda-feira (1º), no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes, em Chapecó (SC).

Presidente da ABRAPOS, José Ronaldo Quirino, destacou que o Simpósio integra pesquisa, indústria e operadores de armazenagem

Promovido pela Associação Brasileira de Pós-colheita (ABRAPOS), em parceria com a Aurora Coop e a Cooperalfa, o encontro reúne mais de 500 participantes e registra número recorde de expositores, com 60 estandes de empresas ligadas ao segmento.

O Simpósio acontece a cada dois anos e é um dos principais fóruns técnicos do Sul do País para discutir armazenagem, conservação, classificação e gestão da qualidade dos grãos. A programação segue até quarta-feira (03), com palestras, painéis e exposição de tecnologias voltadas à redução de perdas e à preservação da qualidade dos produtos armazenados.

Na cerimônia de abertura, lideranças do cooperativismo e da cadeia agroindustrial destacaram a relevância estratégica da pós-colheita para a segurança alimentar e para a competitividade do agronegócio brasileiro.

O presidente da Aurora Coop, Neivor Canton, ressaltou que a qualidade dos grãos influencia diretamente a produção de proteínas animais, atividade que sustenta parte significativa da economia regional. “Estamos tratando das principais matérias-primas destinadas à produção de proteína animal. Os grãos produzidos em uma safra precisam manter suas características durante todo o período de armazenamento para garantir alimento de qualidade aos plantéis e, consequentemente, aos consumidores”, observou.

Diretores da ABRAPOS com os presidentes da Aurora Coop, Neivor Canton e da Cooperalfa, Romeu Bet, coordenadores do evento Luís dos Santos e Arielson de Lima e prefeito de Chapecó Valmor Scolari

Canton apontou a insuficiência da infraestrutura de armazenagem como um dos principais gargalos do setor. Segundo ele, o crescimento da produção agrícola ocorre em ritmo superior ao da expansão da capacidade de estocagem, cenário agravado pela limitação de linhas de financiamento adequadas para investimentos em novas estruturas. “O campo evolui continuamente em produtividade, mas a armazenagem não acompanha essa velocidade. É um desafio que exige planejamento, investimentos e políticas capazes de estimular a ampliação da capacidade instalada”, afirmou.

Para o presidente da Cooperalfa, Romeu Bet, o pós-colheita representa uma etapa decisiva para preservar o valor agregado obtido ao longo de todo o ciclo produtivo. “Existe um grande esforço para produzir cada vez melhor. Após a colheita, a responsabilidade passa a ser conservar essa qualidade. O armazenamento adequado e o manejo correto garantem matéria-prima de excelência para a indústria e refletem diretamente na qualidade dos alimentos destinados à população”, enfatizou.

Bet destacou que a tecnologia tornou-se indispensável para o setor. Equipamentos de monitoramento, sistemas de controle e ferramentas de gestão contribuem para manter padrões elevados de conservação e segurança dos grãos.

Mercado

A integração entre pesquisa, indústria e operadores de armazenagem foi apontada como um dos diferenciais do evento pelo presidente da ABRAPOS, José Ronaldo Quirino.

Presidente da Cooperalfa, Romeu Bet, representou as cooperativas na abertura do evento

Segundo ele, o simpósio funciona como um espaço de conexão entre universidades, centros de pesquisa, fabricantes de equipamentos e profissionais que atuam diariamente nas unidades armazenadoras. “O Sul já possui um elevado nível de tecnificação, mas as inovações surgem em ritmo acelerado. O objetivo do evento é aproximar os profissionais dessas soluções e estimular a adoção de tecnologias que elevem a qualidade da armazenagem”, destacou.

Quirino chamou atenção para o déficit estrutural de armazenagem no Brasil. Segundo levantamento da Conab, a produção nacional de grãos está projetada em 358 milhões de toneladas na atual safra, enquanto a capacidade estática de armazenamento gira em torno de 225 milhões de toneladas, o que representa um déficit superior a 130 milhões de toneladas.

Além da limitação física, o dirigente citou a qualificação profissional como outro desafio relevante. Em algumas regiões produtoras, há dificuldade para contratar trabalhadores especializados para atividades ligadas à recepção, secagem e conservação de grãos. A automação surge como uma alternativa para aumentar a eficiência operacional do setor.

Programação

Participam do evento mais de 500 profissionais de 60 empresas do sul do País

Um dos coordenadores do simpósio e supervisor de controle de qualidade das fábricas de ração da Aurora Coop, Arielson de Lima, ressaltou que a programação foi estruturada para apresentar soluções práticas aos profissionais do setor. “Reunimos especialistas e empresas que desenvolvem tecnologias para armazenagem, conservação e controle de qualidade. O objetivo é proporcionar atualização técnica e troca de experiências sobre temas que impactam diretamente o desempenho das unidades armazenadoras”, explicou.

Segundo Arielson, o pós-colheita exige atenção constante porque os desafios variam a cada safra, influenciados por fatores climáticos, condições de armazenamento e exigências de mercado. Ele destacou ainda o avanço dos métodos de análise rápida, que permitem decisões mais assertivas na recepção e armazenamento dos grãos.

Ao longo dos três dias, o simpósio abordará temas como infraestrutura de armazenagem, qualidade dos grãos, micotoxinas, segurança e legislação trabalhista, classificação comercial, automação, eficiência energética e novas tecnologias para conservação dos produtos agrícolas. O evento também conta com exposição de equipamentos, sistemas e soluções voltadas ao setor.

Fonte: Assessoria ABRAPOS
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Notícias

Livro detalha tecnologias usadas para detectar fraudes em alimentos

Obra apresenta 11 métodos analíticos aplicados pela indústria e fiscalização para identificar adulterações em produtos como café, leite, mel, carnes e azeite.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A adulteração de alimentos deixou de ser um problema pontual para se tornar uma preocupação global envolvendo saúde pública, perdas econômicas e riscos à credibilidade de empresas e cadeias produtivas inteiras. Produtos como café, azeite, leite, carnes, mel e sucos estão entre os mais suscetíveis a fraudes, em um cenário em que as técnicas de adulteração se tornaram mais complexas e difíceis de identificar.

É nesse contexto que a Editora Fealq lançou o livro “Detecção de Fraudes em Alimentos: Técnicas Analíticas e Aplicações”, obra voltada à apresentação de tecnologias e métodos laboratoriais utilizados para identificar irregularidades e contaminações em alimentos.

O conteúdo reúne aplicações práticas voltadas à indústria de alimentos, órgãos de fiscalização e laboratórios de análise, além de servir como material de apoio acadêmico para cursos ligados à Ciência e Tecnologia de Alimentos.

Tecnologias para identificar adulterações

O livro detalha 11 metodologias analíticas utilizadas no monitoramento e detecção de fraudes alimentares. Entre elas estão técnicas de biologia molecular, cromatografia, espectrometria de massa, ressonância magnética nuclear, análise isotópica e espectroscopia no infravermelho.

A publicação apresenta os fundamentos de cada método, suas vantagens, limitações e exemplos de aplicação em estudos de caso relacionados a diferentes tipos de alimentos e adulterações.

Segundo os organizadores, o objetivo é ampliar o acesso a ferramentas técnicas capazes de aumentar a segurança alimentar e fortalecer os sistemas de controle e rastreabilidade da indústria.

Especialistas da USP assinam obra

O livro foi organizado por pesquisadores ligados à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz e ao Centro de Energia Nuclear na Agricultura.

Entre os editores estão Aline Silva Mello Cesar, Fabio Rodrigo Piovezani Rocha, Severino Matias de Alencar, Tiago Bueno de Moraes e Wanessa Melchert Mattos.

Os pesquisadores atuam em áreas como química analítica, biologia molecular, espectroscopia, genômica funcional e análise da composição química de alimentos.

A publicação também discute os impactos econômicos e sanitários das fraudes alimentares e o papel da inovação tecnológica na prevenção e no combate às adulterações ao longo da cadeia produtiva.

Fonte: O Presente Rural
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Sindiveg completa 85 anos acompanhando transformação da agricultura brasileira

Entidade surgiu quando o Brasil ainda importava alimentos e hoje atua em um setor ligado à produção de mais de 300 milhões de toneladas de grãos.

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Foto: Sindiveg

Fundado em 1941, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) acompanha a evolução da agricultura brasileira desde o período em que o país ainda dependia da importação de alimentos até sua consolidação, atualmente, como uma das principais potências globais do agronegócio. Ao longo de oito décadas e meia, a entidade esteve presente nos principais ciclos de modernização do campo, acompanhando as transformações tecnológicas, regulatórias e produtivas que marcaram a história do setor agrícola nacional.

Criado originalmente como Sindicato da Indústria de Formicidas e Inseticidas no estado de São Paulo (Sindag), a instituição surgiu em um cenário em que a agricultura brasileira ainda possuía baixa mecanização, produção concentrada nas regiões Sul e Sudeste e limitada capacidade produtiva. Na década de 1940, o Brasil produzia cerca de 15 milhões de toneladas de grãos por ano, em uma realidade marcada pela forte dependência de importações de alimentos, fertilizantes e máquinas agrícolas.

Desde então, a trajetória do Sindicato acompanha a própria expansão da agricultura brasileira. Nas décadas de 1950 e 1960, o avanço da modernização agrícola e das políticas voltadas ao aumento da produtividade impulsionou a ampliação do uso de tecnologias no campo. Nos anos 1970, a expansão da fronteira agrícola, o fortalecimento da pesquisa agropecuária e a criação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) contribuíram para consolidar as bases do crescimento da produção nacional, cenário acompanhado de perto pelo setor de defensivos agrícolas.

Já nas décadas de 1980 e 1990, o país passou a estruturar seus primeiros marcos regulatórios para o segmento, com a criação de legislações específicas, órgãos de fiscalização e sistemas de avaliação técnica e ambiental. Nesse período, a entidade acompanhou a consolidação de um ambiente regulatório mais robusto, paralelo ao crescimento da agricultura brasileira e à expansão da produção de grãos.

Nos anos 2000, com o fortalecimento do agronegócio brasileiro no mercado internacional, o Sindicato ampliou sua atuação institucional, com o apoio à criação do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InpEV), iniciativa voltada à logística reversa de embalagens de defensivos agrícolas e considerada uma das principais referências do setor em sustentabilidade e destinação correta de resíduos.

A partir da década de 2010, o debate sobre agricultura passou a incorporar temas ligados à inovação, sustentabilidade, rastreabilidade e segurança alimentar. Em 2013, a instituição adotou o nome Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), reforçando uma atuação alinhada à evolução tecnológica e regulatória do setor.

Nesse contexto, projetos como o Programa Colmeia Viva passaram a integrar a agenda da entidade, promovendo iniciativas de educação, conscientização e boas práticas voltadas à convivência sustentável entre agricultura e polinizadores. Mais recentemente, o Sindiveg também ampliou investimentos em capacitação e disseminação de conhecimento técnico, com o lançamento de sua plataforma de treinamentos on-line e de materiais educativos voltados ao uso correto e seguro de defensivos agrícolas.

Para além dos 85 anos

Neste aniversário, o Sindiveg chega a um momento em que a agricultura brasileira ultrapassa a marca de 300 milhões de toneladas de grãos produzidas por ano, em um cenário caracterizado pela agricultura de precisão, digitalização do campo, expansão dos bioinsumos e novas demandas relacionadas à sustentabilidade e à segurança alimentar global.

Atualmente, a entidade reúne 22 empresas associadas responsáveis por um segmento estratégico para o desenvolvimento agrícola nacional.

Mais do que acompanhar as transformações da agricultura brasileira ao longo das últimas décadas, o Sindiveg consolida sua atuação como uma das principais referências técnicas e institucionais ligadas ao debate sobre inovação, produtividade, sustentabilidade e segurança alimentar no país.

Confira a linha do tempo do Sindiveg, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Sindiveg
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