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Embrapa lança novas tecnologias durante o 34º Show Rural Coopavel

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária participa ativamente do Show Rural e, a exemplo do que fez em edições anteriores, trará inúmeras novidades aos produtores rurais neste ano

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A Embrapa é uma das antigas parceiras do Show Rural Coopavel - Foto: Assessoria

A Embrapa é uma das mais antigas parceiras do Show Rural Coopavel, um dos precursores entre os eventos de transferência de tecnologias para o campo do Brasil e do mundo. Em sua 34ª edição, a mostra de inovação e conhecimentos será de 7 a 11 de fevereiro, em Cascavel, no Oeste do Paraná – km-577, da BR-277, na saída para Curitiba.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária participa ativamente do Show Rural e, a exemplo do que fez em edições anteriores, trará inúmeras novidades aos produtores rurais neste ano. Na presença de autoridades, a Embrapa fará o lançamento de duas cultivares de soja (BRS 546 e BRS 559RR) e duas de feijão (BRS FC310 e BRS FS311). Além disso, ela fará a apresentação oficial de um curso de educação a distância com foco em estratégias de produção de materiais de plantio de mandioca.

Onze unidades da Embrapa estarão presentes no 34º Show Rural. São elas: Embrapa Arroz e Feijão, Embrapa Cerrados, Embrapa Gado de Corte, Embrapa Mandioca e Fruticultura, Embrapa Milho e Sorgo, Embrapa Pantanal, Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Embrapa Clima Temperado, Embrapa Suínos e Aves, Embrapa Soja e Embrapa Trigo.

 

Os lançamentos

A BRS 546 é uma soja convencional altamente produtiva e que permite a semeadura antecipada, viabilizando sua inserção no sistema de sucessão e/ou rotação com outras culturas. Já a BRS 559RR é uma soja transgênica RR, com tolerância ao glifosato, portanto, pode ser usada como refúgio em áreas de soja Intacta. Associada a essa característica, apresenta excelente potencial produtivo e estabilidade de produção no Paraná.

A cultivar BRS FC310 de feijão tem grãos do tipo carioca, ciclo semiprecoce (75-84 dias), excelente arquitetura e resistência moderada às bacterioses importantes à cultura do feijoeiro. Por sua vez, a BRS FS311 é uma cultivar de feijoeiro-comum do grupo rajado com alto potencial produtivo e grãos graúdos. Apresenta ainda ciclo semiprecoce, moderada resistência à antracnose e ao fusarium oxysporum e arquitetura ereta, que confere possibilidade de colheita mecânica direta.

 

Biosseguridade

A Embrapa trará novidades também sobre biossegurança para granjas de suínos. Elas vão ser apresentadas na vitrine tecnológica mantida pela empresa. Quem visitar o estande dela também terá acesso a informações sobre milho, sorgo e fruticultura. Atento às medidas sanitárias recomendadas pelas autoridades, o evento acontecerá em uma área de 720 mil metros quadrados. “Praticamente a totalidade das atrações e atividades serão em espaços abertos e arejados”, diz o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli. Os visitantes terão que usar máscara no parque, que terá inúmeros pontos de distribuição de álcool em gel.

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Fonte: Ass. Coopavel

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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