Notícias "Elas no agro"
Embrapa destaca em evento protagonismo das mulheres na suinocultura e na avicultura
Evento foi pensado para ser um espaço de troca, de escuta e de inspiração, onde se discutiu temas essenciais como produção, gestão e pesquisa, sempre com o olhar atento para a contribuição das mulheres nestas áreas.

Um dia para ficar na memória e no coração. Assim muitas participantes do evento “Elas no agro: protagonismo feminino na suinocultura e na avicultura” descreveram na última sexta-feira (07). Com uma programação especial voltada para a discussão do papel e das conquistas das mulheres no agronegócio, o evento abriu as comemorações dos 50 anos da Embrapa Suínos e Aves e proporcionou uma troca de experiência intensa entre as mulheres que atuam na suinocultura e na avicultura. O evento foi pensado para ser um espaço de troca, de escuta e de inspiração, onde se discutiu temas essenciais como produção, gestão e pesquisa, sempre com o olhar atento para a contribuição das mulheres nestas áreas. A programação foi construída por meio de palestras e bate-papos com profissionais que construíram suas trajetórias de sucesso nas cadeias produtivas da suinocultura e da avicultura, e que, com sua experiência, são fontes de inspiração.
A abertura e condução do primeiro momento do evento foi realizado pela Diretora de Inovação da Embrapa, a pesquisadora Ana Euler, que falou especialmente do cenário e da importância da presença feminina no espaço de trabalho. Em sua apresentação, ela mostrou dados atualizados sobre a inserção da mulher no mercado de trabalho, além de falar sobre a mulher na agropecuária e como a agenda da Embrapa está atuando nesse contexto. Ana Euler enfatizou a importância das mulheres se empoderarem e lutarem por seus espaços de maneira a mostrar seu valor, sem competição, mas lutando pela sua força. “Que não nos esquivemos de fazer e participar quando temos a oportunidade de darmos nossa contribuição. Precisamos fazer nossa parte porque é importante a visão da mulher complementar a visão masculina”, comentou ela.
A Diretora moderou o painel “A mulher no cenário da suinocultura e avicultura”, que contou com a participação de profissionais que atuam em diversas áreas da agropecuária. A primeira palestra sobre o “Papel da mulher na agropecuária” foi apresentada por Teodora Lütkmemeyr, Presidente do Sindicato Rural de Não-Me-Toque/RS e Coordenadora da Comissão das Mulheres da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul – Farsul. Teodora, que também é produtora rural, dividiu o palco com a filha Anna Júlia que está atuando e conduzindo a Fazenda Santa Clara.
Em seguida, a pesquisadora da Embrapa Cristina Arzabe, que é coordenadora do Observatório das Mulheres Rurais do Brasil, falou sobre a “Visão da Embrapa sobre o papel da mulher na agropecuária”. Em sua apresentação falou sobre o trabalho que a Embrapa vem fazendo em prol da equidade de gênero e destacou a adesão ao programa Pró-Equidade de gênero e raça e ao Pacto pela Diversidade, Equidade e Inclusão, além de incentivo da incorporação da perspectiva de gênero em projetos e programas de C&T. Cristina destacou ainda o trabalho do Observatório das Mulheres Rurais do Brasil e mostrou projetos de pesquisa em execução que tem como temática a mulher rural.
Outra painelista da manhã foi Pauline Bellaver, consultora em Sustentabilidade, que atuou por 18 anos no setor do agronegócio, com foco na gestão ambiental de unidades operacionais e na gestão de pessoas relacionados ao negócio agropecuário e agroindustrial, com passagens por grandes multinacionais como Sadia, BRF e Seara/JBS. Sua participação foi para apresentar sobre “Mulher do Agro: perspectivas para uma nova forma de liderar”, onde trouxe a experiência do “Programa Mulheres Super Agro” da Seara, juntamente com parcerias do Sebrae e Ourofino, o qual foi idealizadora. Além de sua perspectiva, Pauline trouxe depoimentos de produtoras que participaram do programa. E todas estavam presentes no evento.
Fechando a manhã, Eliana Renúncio, Gerente de Apoio Agropecuário da Aurora, falou sobre “A presença da mulher na produção e industrialização de suínos e aves”. Em sua fala, Eliana mostrou dados e o contexto da participação feminina na produção agropecuária, que, de atividades secundárias na agricultura, hoje estão à frente da gestão de muitas propriedades rurais e na própria agroindústria e cooperativas, tomando decisões estratégicas e impulsionando a inovação no agro.
Trajetórias inspiradoras
O período da tarde foi dedicado a explorar depoimentos e vivências de mulheres da suinocultura e avicultura, além de trazer incentivo e empoderamento. Abrindo o trabalho, as participantes contaram com uma palestra motivacional da coach Andréa Silvestrim, que é médica veterinária e conhece o contexto da produção agropecuária, em especial da suinocultura. Com a palestra “Mulheres Extraordinárias”, Andréa trouxe uma abordagem de empoderamento e alegria.
Na sequência, a pesquisadora da Embrapa Mariana Groke Marques, coordenadora técnica do evento, conduziu o painel “Trajetórias inspiradoras”, que iniciou com um depoimento emocionante de Marisete Cerutti, Diretora de Assuntos Regulatórios da Seara Alimentos. Com o título “Do campo à indústria: a história de uma pioneira no setor agropecuário”, Marisete brindou e inspirou o público com sua trajetória, lembrando que ela tem uma história linda de amor com a Embrapa. “Sem a Embrapa não vamos à lugar nenhum. Ela é fundamental para a indústria”, enfatizou ela, que tem atuando desde o início de sua carreira com projetos e ações na Embrapa.
Em seguida, num painel especial “Produtoras, profissionais e empreendedoras: a força feminina na suinocultura e na avicultura” trouxe a história de três profissionais que são referências em suas áreas de atuação: Pauline Guidoni Verburg (responsável técnica da Granja Peru de Suínos); Milena Renostro (Consultora Técnica Comercial Suínos na Sistemilk); e Tatiane Uberti (sócia-administrativa da Granja Ovos Uberti).

Fotos: Divulgação/Embrapa
No encerramento, a pesquisadora Mariana aproveitou para enfatizar a importância de apoio que as mulheres precisam dar uma para as outras. “Que sejamos mulheres que elevam outras mulheres, que possamos estar juntas. O futuro da suinocultura e da avicultura, como de tantos outros setores, é ainda mais promissor quando as mulheres transforam, inovação e abrem caminhos para novas gerações”, reforçou.
O chefe-geral da Embrapa Suínos e Aves, Everton Krabbe, também aproveitou o momento para agradecer e enfatizar a força feminina na Embrapa. “É sempre muito bom contar, especialmente, com a sensibilidade e força das mulheres. O ambiente é transformado com a presença da mulher, pois ela faz a diferença”. Everton falou ainda que o evento foi importante espaço para troca de experiências e de conexão e que, com certeza, foi especial iniciar as comemorações dos 50 anos com esse evento. hoje,
A realização do evento Elas no Agro contou a parceria do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (Sinpaf – Seção Local), do Centro de Diagnóstico de Sanidade Animal – Cedisa e do Instituto Federal Catarinense – IFC Campus Concórdia. “Foi uma honra contar com esses parceiros, que são importantes e que nos apoiam rotineiramente, em muitas ações”, agradeceu o chefe-geral.
Presença de mulheres na Embrapa: Atualmente, a Embrapa Suínos e Aves conta com 51 mulheres em seu quadro de colaboradores, atuando em diversas áreas, como laboratório, pesquisa, gestão, administração e comunicação. Além disso, a Unidade conta também com a presença de 30 estudantes mulheres, entre bolsistas e estagiárias, e sete mulheres terceirizadas na limpeza. Há ainda a equipe do Laboratório Cedisa, com 32 mulheres, que estão em constante parceria com a Unidade.

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Alunos de curso técnico aprendem mais sobre força do cooperativismo
Grupo, formado por 33 alunos e dois professores do Colégio Coopermundi, de Dois Vizinhos, foi recebido pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e pelo coordenador do hub de inovação do agro (iniciativa conduzida pela Coopavel em parceria com o Itaipu Parquetec), Kleberson Angelossi.

Estudantes do Sudoeste do Paraná vivenciaram, recentemente, uma imersão prática no cooperativismo e na agroindústria durante visita técnica ao Espaço Impulso, estrutura instalada no parque onde anualmente é realizado o Show Rural Coopavel, um dos maiores eventos técnicos de difusão de inovações para o agronegócio no mundo.
O grupo, formado por 33 alunos e dois professores do Colégio Coopermundi, de Dois Vizinhos, foi recebido pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e pelo coordenador do hub de inovação do agro (iniciativa conduzida pela Coopavel em parceria com o Itaipu Parquetec), Kleberson Angelossi. Os visitantes são estudantes do curso Técnico em Cooperativismo e tiveram a oportunidade de aprofundar conhecimentos sobre o modelo que sustenta grande parte do desenvolvimento econômico regional.
Durante a recepção, Dilvo Grolli apresentou um panorama do cooperativismo, destacando sua relevância no Oeste do Paraná e no Brasil, além de compartilhar orientações e conselhos aos jovens, com idades entre 15 e 17 anos. Segundo Dilvo, a região Oeste concentra cinco das 20 maiores cooperativas agropecuárias do País. Juntas, essas organizações são responsáveis por cerca de cem mil empregos diretos e reúnem mais de 85 mil produtores rurais associados.
Visita técnica
A programação incluiu ainda visita à unidade industrial do moinho de trigo da cooperativa. No local, os alunos foram recebidos pelo gerente Cláudio Medes e puderam acompanhar de perto o funcionamento de uma agroindústria, observando desde processos produtivos até os rigorosos protocolos de segurança alimentar, como o uso obrigatório de equipamentos de proteção individual e o controle de acesso às áreas industriais.
A experiência também reforçou a conexão entre teoria e prática, permitindo aos estudantes compreenderem a complexidade e a responsabilidade envolvidas na produção de alimentos. “Todos apreciamos muito a visita e os conhecimentos compartilhados”, disse um dos professores que acompanhou a comitiva de Dois Vizinhos durante a visita técnica a Cascavel.
Referência
O Colégio Coopermundi, instituição onde os alunos estudam, tem trajetória marcada pela inovação no ensino e pelo cooperativismo. A instituição teve origem em 1982, quando as irmãs da Congregação de Nossa Senhora Imaculada Conceição iniciaram um trabalho educacional em Dois Vizinhos, com a fundação do Colégio Regina Mundi, sob coordenação da irmã Mectilde Maria Bonatti.
Ao longo dos anos, a escola passou por transformações importantes. Em 1992, a gestão foi assumida pelo Centro Pastoral, Educacional e Assistencial Dom Carlos (C.P.E.A.), de Palmas. Já em 1997, pais, professores e funcionários assumiram a condução da instituição, dando origem à Coopermundi (Cooperativa de Educação e Cultura Regina Mundi).
Atualmente, o Coopermundi é referência em educação na região Sudoeste do Paraná, atendendo alunos desde o pré-maternal até o pré-vestibular, com utilização do Sistema Positivo de Ensino. Em 2025, a instituição celebra 43 anos de história, 28 deles dedicados ao cooperativismo educacional, consolidando-se como uma das três cooperativas de ensino do Estado.
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Paraná define calendário do vazio sanitário da soja para a safra 2026/2027
Medida estabelece três períodos regionais e busca conter a ferrugem asiática nas lavouras do estado.

Os períodos do vazio sanitário da Soja no Paraná foram definidos, de acordo com a Portaria nº 1.579/2026 do Ministério da Agricultura e Pecuária, que estabelece o calendário nacional para a safra 2026/2027. Durante o vazio sanitário, é obrigatória a ausência total de plantas vivas de soja nas lavouras, incluindo plantas voluntárias (tigueras). A medida tem como principal objetivo interromper o ciclo do fungo causador da ferrugem asiática, considerada uma das doenças mais severas da cultura, capaz de provocar perdas significativas na produção.
O Paraná possui três janelas distintas de vazio sanitário, conforme a regionalização agrícola, divididas em três macrorregiões. A Região 1 engloba os municípios do Sul, Leste, Campos Gerais e Litoral paranaense, com vazio programado entre 21 de junho a 19 de setembro de 2026, ficando autorizada a semeadura entre 20 de setembro de 2026 e 20 de janeiro de 2027.

Foto: Gilson Abreu
A Região 2 engloba os municípios localizados no Norte, Noroeste, Centro-Oeste e Oeste, com período de vazio de 2 de junho a 31 de agosto, enquanto o plantio pode ser realizado de 1º de setembro a 31 de dezembro. A medida na Região 3, representada pelo Sudoeste paranaense, acontece entre 12 de junho e 10 de setembro deste ano e o período de semeadura permitida entre 11 de setembro de 2026 até 10 de janeiro de 2027.
O chefe do Departamento de Sanidade Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) reforça que o cumprimento dos prazos é essencial para garantir a sanidade das lavouras e evitar a disseminação da doença entre as regiões produtoras. “A prática do vazio sanitário da soja beneficia o agricultor, que terá maior controle da doença, utilizando menos aplicações de fungicidas”, afirma. “Além disso, a prática contribui na manutenção da eficácia desses produtos para o controle da ferrugem”, afirma o engenheiro agrônomo.

Foto: Camila Roberta Javorski Ueno/Adapar
A fiscalização é realizada em todo o Estado, e o descumprimento das normas pode acarretar em diversos sanções aos produtores. Além disso, o respeito ao calendário de semeadura contribui para o melhor planejamento da safra, favorecendo o manejo fitossanitário e a eficiência produtiva. A colaboração dos produtores é indispensável para o sucesso das estratégias de defesa agropecuária.
Para maiores informações, os produtores podem entrar em contato com escritórios locais da agência ou pelos canais oficiais da instituição.
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Produção de grãos atinge maior nível da série histórica do IBGE em 2026
Soja lidera crescimento e reforça tendência de recorde na safra nacional.

A estimativa de março de 2026 para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas atingiu 348,4 milhões de toneladas, 0,7% maior que a obtida em 2025 quando atingiu 346,1 milhões de toneladas, um crescimento de 2,3 milhões de toneladas. Em relação ao mês anterior, houve aumento de 4,3 milhões de toneladas (1,2%). Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado na última teça-feira (14) pelo IBGE.
O arroz, o milho e a soja, que são os três principais produtos deste grupo, representaram 92,9% da estimativa da produção e respondem por 87,6% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior, houve crescimentos de 1,0% na área a ser colhida da soja; de 3,3% na do milho; e de 7,0% na do sorgo, ocorrendo declínios de 6,9% na do algodão herbáceo (em caroço); de 10,1% na do arroz em casca; e de 3,3% na do feijão.

Foto: Shutterstock
Já na área a ser colhida, ocorreu o aumento de 1,6 milhão de hectares frente a área colhida em 2025, crescimento anual de 2,0%, correspondendo a 83,2 milhões de hectares. Em relação ao mês anterior, a área a ser colhida apresentou aumento de 265 837 hectares (0,3%). A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas de março de 2026 é recorde da série histórica do IBGE.
“A estimativa de março é recorde da série histórica do IBGE. Com o aumento mensal de produção em todos os estados da região Centro-Oeste. Porém, chama atenção a queda na safra do Rio Grande do Sul, que sofreu com falta de chuvas e altas temperaturas nos meses de janeiro e fevereiro. Apesar da queda, comparado com 2025, a safra gaúcha é 34,6% superior”, Carlos Barradas, apontou o gerente do LSPA.
Mato Grosso mantém liderança na produção de grãos
A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou variação anual positiva para as Regiões Sul (7,1%) e a Nordeste (5,6%); e negativas para a Centro-Oeste (-2,3%), a Sudeste (-1,9%) e a Norte (-3,2%). Quanto à variação mensal, apresentaram crescimentos na produção: a Norte (0,3%), a Centro-Oeste (3,9%) e a Nordeste (1,3%). Na Sudeste houve estabilidade (0,0%), enquanto a Sul apresentou declínio (-2,9%).
Na distribuição da produção pelas Unidades da Federação, o Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com participação de 31,0%, seguido pelo Paraná (13,7%), Rio Grande do Sul (10,8%), Goiás (10,7%), Mato Grosso do Sul (8,2%) e Minas Gerais (5,4%), que, somados, representaram 79,8% do total.
Soja tem previsão de novo recorde na série histórica em 2026

Foto: Divulgação/Aprosoja MT
A estimativa da produção de soja alcançou novo recorde na série histórica em 2026, totalizando 173,7 milhões de toneladas, aumento de 0,3% em relação ao mês anterior e de 4,6% maior em comparação à quantidade obtida no ano anterior. A área cultivada deve crescer 1,0% e alcançar 48,3 milhões de hectares, enquanto o rendimento médio, de 3 603 kg/ha, deve crescer 3,6% em relação ao ano anterior.
“As projeções indicam uma safra histórica, impulsionada por condições climáticas favoráveis na maior parte das Unidades da Federação produtoras e pela recuperação parcial da safra gaúcha”, destaca o gerente do LSPA, Carlos Barradas.
O Mato Grosso, maior produtor nacional da oleaginosa, estimou uma produção de 50,5 milhões de toneladas, aumentos de 4,1% em relação ao estimado em fevereiro e de 0,7% em relação ao volume colhido no ano anterior. O Mato Grosso do Sul aguarda uma produção de 15,6 milhões de toneladas, crescimentos de 4,5% em relação a fevereiro. O Paraná, com uma produção de 22,1 milhões de toneladas, deve ter o segundo maior volume colhido do País, com declínio de 0,9% em relação ao mês anterior. O Rio Grande do Sul estimou uma produção de 18,4 milhões de toneladas, declínio de 11,5% em relação ao mês anterior. Em Santa Catarina, a produção deve alcançar 3,1 milhões de toneladas, aumento de 1,0% em relação ao mês anterior.



