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Embrapa destaca diversificação de culturas como estratégia para solos arenosos

Pesquisas apontam amendoim, sorgo e milheto como alternativas para reduzir riscos e melhorar a produtividade.

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Fotos: SAA SP

A Embrapa fez parte, mais uma vez, da Expocanas 2026, em Nova Alvorada do Sul, MS, com estande e quatro estações demonstrativas com cana-de-açúcar, amendoim, milheto, milho safrinha e sorgo granífero nos dias 25, 26 e 27 de março com atendimento ao público. No último dia, também foi realizada a abertura da Jornada Técnica “Diversificação de Culturas em Solos Arenosos”. A abertura foi realizada pelo chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia, Auro Akio Otsubo, em nome do chefe-geral da Embrapa Agropecuária Oeste, Harley Nonato de Oliveira, e pelo presidente do Sindicato Rural de Nova Alvorada do Sul, Leandro Lyrio.

A primeira palestra foi proferida por Rogério Hidalgo Barbosa, consultor da Plantec/Amendoglória, sobre o tema “Potencialidades do amendoim como cultura de verão para ambientes restritivos à soja”. Ele fez o relato do projeto piloto da instituição com amendoim na Safra 2021/2022, 21 hectares. Segundo ele, os experimentos têm sido desenvolvidos com objetivo de elucidar dúvidas entre os próprios pesquisadores da empresa. Apesar de os dados não serem resultados científicos, eles conseguiram resultados promissores no campo, que mostram que o amendoim têm resultados muito bons em locais que a soja não vai tão bem devido a limitações físicas, biológicas, químicas e/ou climáticas, em solos com baixa retenção de água e baixa fertilidade. “É melhor abrir com amendoim do que em soja. E o amendoim é uma alternativa boa para a trabalhar a rotação de cultura”, afirmou.

Barbosa ainda ressaltou que o manejo básico em solos arenosos, com correção bem feita das áreas, rotação de culturas, já contribui para o aumento do teor de matéria orgânica. O consultor disse que tem observado que a cultura do amendoim pode proporcionar mais estabilidade de produção do que a cultura da soja, com vários benefícios como a quebra do ciclo de pragas e doenças e fixação de nitrogênio.

Em experimentos em áreas de solos arenosos de soja em Nova Alvorada do Sul, MS, o plantio da soja precisa ser realizado em novembro e dezembro para ter menor risco de perda da cultura, o que inviabiliza o plantio de segunda safra. “Existe maior risco de perda de soja do que de amendoim. A soja tem plantio tardio, o que faz ser perdida a janela de segunda safra tanto do milho quanto do sorgo. Já com amendoim não se perde a janela do plantio de segunda safra”.  Segundo o consultor, a empresa ainda não teve a oportunidade de realizar experimentos em usinas em áreas de renovação do canavial. “Mas podem confiar. Conseguimos, com certeza, entrar sem prejudicar a cana”, garante Barbosa.

A segunda apresentação foi da MS Grãos Nuts, com o sócio diretor José Antônio Cogo Junior, e o técnico agrícola Diego da Cunha Almeida, sobre “Programa de fomento e aquisição de amendoim para fins industriais”. Cogo Junior afirmou que a empresa beneficia e comercializa o amendoim em Mato Grosso do Sul e conseguem “absorver toda a cadeia do amendoim do estado”.

Em seguida, Almeida contou que trabalha há 24 anos no setor de cana e, atualmente, trabalha com amendoim na região de Rio Brilhante. De acordo com ele, a perspectiva é de realizar reforma dos canaviais e colocar 100% de amendoim no sistema. “A Embrapa contribui muito com os nossos trabalhos, interpretando os dados, para ter o máximo de informação possível pra gente fazer e falar a coisa certa. Neste ano, já colhemos praticamente 60% da safra”.

O técnico agrícola disse que a cultura exige cuidado, porém é fácil de ser manejada, desde que o manejo seja feito preventivamente. “Se esperar a doença aparecer para fazer aplicação, vai perder a cultura. O produtor tem mania de trabalhar corretivamente em tudo. Tudo tem que ser trabalhado preventivamente. E tem que haver planejamento. A ideia é ajudar o produtor a saber produzir, e a gente faz o beneficiamento”, concluiu.

Soja em solos arenosos

Para falar sobre “Sistemas de produção de soja em solos arenosos e de baixa altitude”, o pesquisador Rodrigo Arroyo Garcia, da Embrapa Agropecuária Oeste, começou a palestra fazendo uma retrospectiva do sistema de produção soja/milho, sucessão de culturas consolidadas no Brasil. “Esse modelo não é o ideal para todos os ambientes de produção no País, como é o caso de áreas predominantemente de solos arenosos”.

Em Mato Grosso do Sul, o pesquisador disse que a soja continua com cenário de crescimento contínuo e que o milho está estabilizado. A sucessão veio diminuindo, em áreas mais fracas e áreas mais favoráveis está aumentando a diversificação.

Garcia afirmou que é possível ter um bom sistema de produção por meio de um manejo bem realizado com a construção de solo, resultando em maior capacidade de produção de raízes mais profundas, melhorando a condição de armazenamento de água no solo. “O Centro-Sul de MS possui um cenário desafiador na distribuição de chuvas, com instabilidade da precipitação, o que acarreta também a oscilação da produtividade da soja”, explicou o pesquisador.

O pesquisador lembrou que o produtor rural busca como resultado final o potencial produtivo da cultura, mas ele ressaltou também que uma planta sob estresse hídrico e/ou térmico acaba tendo redução na taxa fotossintética e a planta diminui a atividade com maior dificuldade em acumular carbono e produção de massa. “Por isso, a construção do ambiente de produção é muito importante”.

O objetivo maior é sempre potencializar a soja. A safrinha foi pensada para melhorar o sistema de produção e refletir diretamente no desempenho da cultura principal. Segundo Garcia, o aumento da matéria orgânica do solo é fundamental nesse processo, especialmente em solos arenosos, que naturalmente armazenam menos água. “Quando se eleva a matéria orgânica, é possível aumentar a retenção de água e criar um ambiente mais favorável ao desenvolvimento das plantas, inclusive em condições de estresse climático”, destaca.

O pesquisador também ressalta a importância do manejo adequado diante de desafios como altas temperaturas e ondas de calor, comuns no período de plantio na região. A adoção de plantas de cobertura e a formação de palhada contribuem para reduzir a temperatura do solo, melhorar a fixação biológica de nitrogênio (FBN) e auxiliar no controle de nematoides. Resultados de campo em municípios como Naviraí e Nova Alvorada do Sul demonstram ganhos expressivos de produtividade e aumento da matéria orgânica ao longo das safras, reforçando que sistemas bem manejados são mais resilientes, produtivos e até mais eficientes na geração de créditos de carbono.

Sorgo e Milheto na Safrinha

O uso de sorgo e milheto graníferos tem ganhado espaço como alternativa estratégica para a segunda safra, especialmente em áreas de solos arenosos e de menor altitude. Segundo o pesquisador Cícero Beserra Menezes, da Embrapa Milho e Sorgo, em sua palestra intitulada “Sorgo e milheto graníferos como culturas de segunda safra em solos arenosos e de baixa altitude”, a expansão dessas culturas nos últimos anos está diretamente ligada ao aumento da demanda de mercado e à maior segurança produtiva em condições climáticas adversas. O sorgo granífero, por exemplo, apresenta produtividade média nacional de cerca de 3.600 kg/ha, com destaque para estados como Goiás e Minas Gerais, enquanto Mato Grosso do Sul ainda apresenta variações de área plantada.

Foto: Divulgação/Arquivo OP Rural

Além da adaptação a cenários de risco climático, sorgo e milheto se destacam pelo desempenho agronômico e nutricional. Ambos possuem maior teor de proteína que o milho e valor energético próximo, sendo amplamente utilizados na alimentação animal. “O milheto é campeão em resiliência, o sorgo é especialista em eficiência hídrica e o milho se destaca em produtividade em condições ideais”, resume o pesquisador. Com sistemas radiculares mais profundos, especialmente no caso do milheto, essas culturas conseguem explorar melhor água e nutrientes no solo, contribuindo também para a reciclagem de nutrientes e a melhoria do sistema produtivo.

O manejo adequado, no entanto, é fundamental para garantir bons resultados e evitar impactos na cultura seguinte, como a soja. A adubação, especialmente com nitrogênio, é indispensável, assim como o monitoramento de pragas, com destaque para o pulgão do sorgo, e a adoção de práticas preventivas no controle de doenças. “Doença e pragas são questões preventivas. Não pode esperar aparecer”, enfatizou Menezes.  Apesar de possuir efeito alelopático, o sorgo não prejudica a soja quando manejado corretamente. O pesquisador reforçou que o sorgo representa uma opção de segurança produtiva, enquanto o milheto se destaca como importante ferramenta na recuperação e construção da qualidade do solo.

Expansão do Etanol de Cereais

Na palestra “Programa de fomento de cereais para a produção de etanol”, José Fabiano, da Inpasa, falou sobre que o avanço da produção de etanol a partir de grãos tem aberto novas oportunidades para os produtores rurais, especialmente para o cultivo de sorgo na segunda safra. De acordo com ele, a empresa desenvolve um programa de fomento voltado à produção de cereais, ampliando as possibilidades de comercialização para os agricultores. “É uma oportunidade para o produtor, principalmente para o sorgo, que ainda conta com poucos armazéns de recebimento. No nosso caso, há flexibilidade nesse processo”, destacou.

Com atuação nacional, a Inpasa possui números expressivos que reforçam a demanda crescente por matéria-prima. A empresa tem capacidade de produzir cerca de 5,8 bilhões de litros de etanol por ano, volume equivalente ao abastecimento de aproximadamente 116 milhões de veículos, além de uma estrutura que movimenta milhares de caminhões diariamente e processa grandes volumes de milho e sorgo. Em Mato Grosso do Sul, a produção anual gira em torno de 4 milhões de toneladas, mas ainda há espaço para expansão: a capacidade de compra da indústria supera a atual produção estadual, “sinalizando um cenário promissor para o aumento da área cultivada, especialmente com sorgo”, garantiu Fabiano.

Demonstrações a campo

Durante os três dias de evento, a Embrapa demonstrou tecnologias para melhoria do ambiente com diversificação de culturas em solos arenosos. As pessoas que visitaram o estande puderam ver e ser atendidos pela equipe técnica da Embrapa que mostraram no campo áreas com cana-de-açúcar, milheto, milho safrinha, sorgo granífero, amendoim e explicaram a importância dessas culturas como diversificação e melhoria no ambiente de produção e da produtividade de canaviais e lavouras de soja.

Estavam presentes, da Embrapa Agropecuária Oeste, os pesquisadores Cesar José da Silva, Rodrigo Arroyo Garcia, Carlos Hissao Kurihara, Adriana Marlene Moreno Pires e o analista Gessí Ceccon; e da Embrapa Algodão o pesquisador Jair Heuert.

Instituições

Otsubo falou sobre a importância de se utilizar tecnologias apropriadas para a regiões, principalmente em áreas de solos arenosos. Ele destacou a presença dos pesquisadores da Embrapa Algodão, inclusive do chefe-adjunto de TT Daniel Ferreira, responsáveis em nível nacional no desenvolvimento de trabalhos com amendoim e gergelim como culturas para integrar sistemas de produção sustentáveis. “A sustentabilidade e o sucesso de cultivos em áreas em solos arenosos ocorrem e se consolidam a partir de dados da ciência e com a utilização das tecnologias e das informações geradas por parte de técnicos e produtores rurais”, disse.

O presidente do Sindicato Rural Lyrio também agradeceu por mais um ano de parceria. “É sempre muito importante para o município e produtores a parceria de peso com as instituições, como a Embrapa. Temos que aproveitar a oportunidade de conhecimento”, afirmou.

Realização

A realização do evento foi da Embrapa, Biosul, Sulcanas, Sindicato Rural de Nova Alvorada do Sul, Prefeitura Municipal de Nova Alvorada do Sul e Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) do governo de MS.

Fonte: Assessoria Embrapa Agropecuária Oeste

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Variantes silenciosas do Gumboro desafiam controle sanitário nas granjas

Pesquisador mostrou durante 26º SBSA que formas subclínicas do vírus se espalham sem sinais aparentes e exigem diagnóstico mais sensível, monitoramento constante e estratégias regionais de controle.

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Pesquisador Gonzalo Tomás: "Observamos diferentes variantes com características genéticas, antigenicidade e patogenia distintas, o que desafia as estratégias tradicionais de controle" - Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

Os desafios sanitários e as novas estratégias de controle do vírus de Gumboro estiveram no centro das discussões que encerraram a programação científica do 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), na quinta-feira (09), no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó. Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), a palestra “Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle do vírus” foi conduzida pelo pesquisador Gonzalo Tomás, que destacou a complexidade crescente no enfrentamento da enfermidade.

Professor da Secção de Genética Evolutiva da Universidade da República (Uruguai), Gonzalo trouxe uma análise atualizada sobre os genótipos do vírus que circulam no Brasil e em diferentes regiões do mundo, ressaltando que a diversidade genética tem sido um dos principais entraves para o controle eficaz da doença.

Segundo ele, o vírus de Gumboro segue como um problema global e passa por uma mudança epidemiológica importante. “Observamos diferentes variantes com características genéticas, antigenicidade e patogenia distintas, o que desafia as estratégias tradicionais de controle”, explicou.

De acordo com o pesquisador, há uma redução nos casos clínicos evidentes, mas um aumento significativo das formas subclínicas da doença. “Muitas dessas variantes não causam infecção com sinais clínicos evidentes, mas continuam se replicando e causando prejuízos produtivos. Isso faz com que o problema passe despercebido, enquanto o vírus segue circulando”, alertou.

Gonzalo destacou que, diante desse cenário, os métodos convencionais têm se mostrado insuficientes para o controle de algumas variantes. “As evidências indicam que os esforços atuais não estão sendo suficientes para determinados genótipos, e precisamos entender melhor as razões para isso”, pontuou.

Como caminho para avançar no controle da doença, o pesquisador reforçou a necessidade de intensificar o monitoramento sanitário e aprimorar as ferramentas de diagnóstico. “É fundamental ampliar a coleta sistemática de amostras nas granjas, investir em técnicas mais sensíveis e rápidas de diagnóstico e avançar na caracterização genética dos vírus, inclusive em aves aparentemente saudáveis. Precisamos procurar ativamente, porque muitas vezes não sabemos que o vírus está presente”, destacou.

Ele também enfatizou a importância de desenvolver estratégias de controle mais adaptadas à realidade local. “Precisamos de ferramentas alinhadas às variantes que estão circulando em cada região. Esse é um passo essencial para aumentar a eficiência das medidas sanitárias e reduzir os impactos da doença na produção”, concluiu.

Influenza aviária

Na sequência, a auditora fiscal federal agropecuária, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Taís Barnasque, apresentou um panorama prático sobre o Plano de Contingência para Influenza aviária, com base em um caso real no Brasil.

A palestra demonstrou a importância de respostas rápidas, treinamento contínuo dos profissionais para o enfrentamento de emergências sanitárias, integração entre órgãos e execução rigorosa de medidas como vigilância epidemiológica, interdição de áreas, eliminação de focos e desinfecção, fundamentais para conter a disseminação da doença e restabelecer o status sanitário.

Fonte: Assessoria Nucleovet
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Pamplona leva novos produtos e amplia estratégia comercial na ExpoApras 2026

Participação na feira busca fortalecer parcerias e gerar negócios com o setor supermercadista.

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Pamplona Alimentos participa da ExpoApras 2026 - Foto: Divulgação

A Pamplona Alimentos, especialista em carne suína há 77 anos, acaba de anunciar a participação na ExpoApras 2026, feira de negócios supermercadistas que será realizada entre os dias 14 e 16 de abril, no Expo Trade, localizado em Pinhais, no Paraná. O evento é reconhecido como um dos principais encontros do setor no país, reunindo grandes players do mercado.

Com 450 marcas expositoras, a ExpoApras 2026 espera movimentar R$ 1.1 bilhão em negócios. Em sua quinta participação na feira, a Pamplona Alimentos apresentará o portfólio amplo e os últimos lançamentos em estande exclusivo. Na ocasião, o objetivo da fabricante é fortalecer o relacionamento com clientes e parceiros do varejo, ampliar sua presença no mercado supermercadista e gerar novos negócios.

O evento também funciona como uma plataforma estratégica para a empresa apresentar inovações do portfólio, reforçar o posicionamento de marca junto aos principais players do setor e mostrar a oferta de opções alinhadas à qualidade e ao sabor. Por isso, a fabricante apresentará os últimos lançamentos, com degustações durante a feira.

Nesse contexto, a Pamplona destaca o kit carreteiro suíno (600g), inédito no segmento, que surge como uma alternativa prática, com rendimento estimado entre quatro e seis porções. Integrante da Linha Sabores Pamplona, o produto reúne carnes suínas defumadas, como bacon, linguiça e carne suína picada, já temperadas, oferecendo conveniência no preparo, já que basta adicionar arroz e complementos de preferência para finalizar a receita.

O estande também contará com o bacon paleta em cubos (500g), com defumação natural, pronto para consumo e indicado para coberturas e preparações como refogados, feijoadas, massas e escondidinhos. Produzido a partir da paleta suína, o produto apresenta textura firme e teor de gordura equilibrado, com cubos prontos para uso que contribuem para a padronização e otimização do preparo. Está disponível nos pontos de venda em ambientes secos e frescos.

“A ExpoApras é um dos principais pontos de encontro do setor supermercadista no estado, e estar presente com nosso portfólio é essencial para fortalecer parcerias. Neste ano, além de produtos já reconhecidos, trazemos novidades, como o kit carreteiro suíno e o bacon paleta em cubos, que refletem nossa busca constante por inovação e praticidade. É uma oportunidade de apresentar essas opções diretamente ao varejo, com degustações que comprovam nossa qualidade”, destaca Irani Pamplona Peters, diretora-presidente da empresa.

Todos os produtos já podem ser adquiridos por consumidores nos principais pontos de vendas de todo Brasil.

Fonte: Assessoria Pamplona Alimentos
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Acordo com Etiópia libera exportações de carnes, lácteos e animais vivos

Pacote também contempla ovos férteis, pintos de um dia e material genético para reprodução.

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Foto: Shutterstock

O governo brasileiro concluiu negociações com a Etiópia que permitirão a exportação de diversos produtos do segmento de proteína animal.

Os novos mercados abrangem carne bovina, suína e de aves e respectivos produtos cárneos e miúdos; alimentos para animais de companhia; produtos lácteos; pescado extrativo e de cultivo; produtos para alimentação animal de origem não animal; palatabilizantes (aditivos que melhoram aroma, sabor, textura e atratividade de rações animais); alevinos; ovos férteis; bovinos vivos para abate, engorda e reprodução; sêmen e embriões de caprinos e ovinos; e pintos de um dia.

A abertura amplia a presença do agronegócio brasileiro em mercado estratégico no Chifre da África e reforça as relações no campo da agropecuária com a Etiópia, onde foi estabelecida adidância agrícola em 2025.

Com este resultado, o agronegócio brasileiro alcança 574 aberturas de mercado desde o início de 2023.

O avanço é fruto da atuação coordenada do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Fonte: Assessoria Mapa
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