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Embrapa comemora recorde de participações no e-Campo

O aplicativo tem apenas cinco anos, mas seu portfólio de cursos chegou em mais de 94% dos municípios brasileiros e em outros países.

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Foto: Patrícia Schulz/OP Rural

Mais de um milhão de participantes, 133 capacitações ativas, 41 novos cursos sendo construídos, 15 mil inscrições/mês. Resultados de um dos mais bem sucedidos programas de capacitação da Embrapa, o e-Campo, que está em busca de parceiros públicos e privados para possibilitar que as tecnologias geradas pela Embrapa cheguem a um número maior de técnicos e produtores brasileiros e de outros países.

Esse é o resultado do esforço conjunto entre a equipe da Supervisão de Inserção de Ativos, da Gerência Geral de Negócios, da Diretoria de Negócios (Dene) e as equipes (pontos focais) das 43 Unidades Descentralizadas da Embrapa, enfatiza Joyce dos Santos, gerente-geral da área.

Segundo ela, o e-Campo tem apenas cinco anos, mas seu portfólio de cursos chegou em mais de 94% dos municípios brasileiros e em outros países. A fórmula desse sucesso: oferta ininterrupta de novos cursos e em uma plataforma que permite ao participante aprender a qualquer hora e de qualquer lugar.

Além disso, a maioria das capacitações é gratuita e de oferta contínua, isto é, o interessado pode se inscrever a qualquer momento, diz Aline Branquinho Silva, que coordena a vitrine de capacitações da Embrapa.

A plataforma e-Campo, também conhecida como Vitrine de Capacitações On-line da Embrapa, foi aperfeiçoada e traz mais funcionalidade e rapidez para os usuários internos e também uma navegação mais intuitiva e prática para os usuários externos. Na sexta-feira, dia 1º de dezembro, a Dene realizou uma live voltada para o público externo, apresentando as mudanças para o público-alvo da plataforma.

“Para além de celebrar os 50 anos da Embrapa e os cinco anos de sucesso do e-Campo, este é o momento ideal para ressaltar o compromisso da nossa Empresa com todos os atores da cadeia agroalimentar do país. O e-Campo é uma ferramenta importante de democratização do conhecimento gerado pela Embrapa não só para os brasileiros, mas para técnicos e produtores rurais de 84 países pelo mundo”, anunciou Ana Euler, diretora de Negócios, em videoconferência realizada na última sexta-feira e que reuniu dezenas de técnicos, estudantes e produtores.

O e-Campo foi lançado pela Embrapa em 2018, quando foram disponibilizadas nove capacitações. Hoje, elas totalizam 133, das quais 102 são gratuitas. Nesses cinco anos, foram emitidos 284 mil certificados. “São capacitações estruturadas e desenvolvidas por equipes multidisciplinares, baseadas em metodologias e estratégias adequadas a cada tipo de público, respeitando a experiência do participante e priorizando a aplicação prática dos conteúdos”, explica Aline Branquinho.

As mudanças realizadas na plataforma seguiram uma estratégia para capturar mais usuários, a partir do alinhamento com o novo modelo de negócios da Embrapa. “Este alinhamento gerou uma nova proposta de valor para o e-Campo, baseada em uma plataforma unificada, de fácil navegação, estruturada com linguagem didática, com estratégias adequadas para cada público e com possibilidade de interação e certificação”, explica Joyce dos Santos.

Além do novo design e layout modernos e intuitivos, que agora se alinham ao novo padrão visual do Portal Embrapa, foram aprimoradas as ferramentas de busca (normal e avançada, com o uso de filtros para tornar a procura mais adequada aos interesses de cada usuário), a integração da plataforma com o Portal Gov.br e criado um ambiente virtual de aprendizagem multilíngue (em inglês e espanhol).

Fonte: Assessoria Embrapa

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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