Conectado com
OP INSTAGRAM

Empresas Prevenção à previsão

Em um mundo cada vez mais orientado por dados, Boehringer Ingelheim Saúde Animal vai da prevenção à previsão

Com tecnologia de ponta e análise de dados, a área de suínos da empresa permite aos produtores serviços integrados de gestão de saúde com acesso a informações detalhadas de todos os movimentos dos animais.

Publicado em

em

Foto: O Presente Rural

Para a Boehringer Ingelheim Saúde Animal, a suinocultura do futuro já chegou ao presente. Com os serviços integrados de gestão de saúde da companhia, já é possível aos produtores ter acesso a informações detalhadas de todos os movimentos dos animais, desde o consumo de ração e água, níveis de atividades incomuns ao aumento de tosse que gera uma coleta automática de amostras e gera resultados. Tudo isso com apoio de tecnologia de ponta e dispositivos inteligentes que permitem aos produtores terem acesso a essas e outras informações relevantes do mercado instantaneamente.

Além de ter um portfólio versátil de soluções, a empresa se move para oferecer aos seus clientes sistemas integrados de gestão da saúde que possibilitam aos produtores extrair o máximo de seus animais, ao mesmo tempo que preservam os mais altos padrões de saúde e bem-estar. Em um mundo cada vez mais orientado por dados, a equipe da companhia focada no mercado suinícola está atenta para oferecer “previsão”, adicionalmente à prevenção de doenças.

“Em todo o mundo, os clientes estão começando a adotar a digitalização das granjas em um conjunto mais amplo de parâmetros de produção com base em informações e dados. Mais do que consolidar a nossa liderança no segmento de suínos, estamos prontos para moldar a indústria e impulsioná-la. Não estamos apenas prevenindo doenças, mas desenvolvendo as capacidades para prever e prevenir doenças com precisão”, explica o head global de suínos da Boehringer Ingelheim Saúde Animal, Stephan Lange.

 

Momento certo para um projeto de análise de dados no setor de suínos

Nesse contexto, o avanço chega em um momento em que a indústria de suínos, que tem sido fortemente afetada pela Peste Suína Africana (PSA), tem mostrado fortes sinais de recuperação. Adicionalmente, o setor é favorecido pelas projeções globais que indicam crescimento da classe média, com necessidade de mais alimentos saudáveis, nutritivos e produzidos de forma sustentável.

Em 2019, a equipe de suínos da empresa conduziu uma avaliação detalhada das condições que afetaram as receitas de vendas globais no mercado internacional. Apesar de a PSA ter sido responsável por 70% das perdas, os outros 30% poderiam ter sido creditados a quedas de preços decorrente do ambiente muito competitivo e ao número reduzido de rebanhos em todo o mundo. “Olhando para o futuro, acreditamos que a tecnologia de previsão é o próximo passo para fornecer um amplo suporte aos produtores de suínos. É por isso que estamos desenvolvendo projetos como Farmera, uma plataforma digital onde os produtores podem capturar vários tipos de informações da granja em um único local, ou estamos trabalhando com parceiros que têm experiência confiável em sistemas de saúde integrados, como SoundTalks, empresa que a Boehringer Ingelheim tem participação e é especializada no desenvolvimento de ferramentas automatizadas para detecção precoce de disfuncionalidades nos animais a partir da captação de sons”, conta Minerva Vazquez, gerente de marketing de suínos da companhia.

 

Pesquisa para vacinas cada vez mais inovadoras

A revisão de marcado pela empresa foi seguida por um amplo workshop global para abordar os desafios futuros, de modo a manter a liderança da companhia no setor. Nesse contexto, diversas equipes de 15 países analisaram e dissecaram os principais desafios enfrentados pelo mercado e organizaram uma estratégia comum que conduz a avanços relevantes.

Teresa Coll, head de pesquisa e desenvolvimento em clínica de vacinas, conta que foi criado um grupo de trabalho especificamente dedicado a discutir abordagens alternativas de vacinas e novas tecnologias para responder a doenças emergentes. “A inovação é um motivador comum para todos nós. Conseguimos trabalhar juntos e definir como as vacinas do futuro precisarão se encaixar rem um ambiente totalmente novo”, comenta a pesquisadora. E Stephan Lange completa: “Este é um esforço global pelo qual não apenas imaginamos como será a produção de suínos e a gestão da saúde animal no futuro. Definimos nossos papéis na construção desse futuro! Então, agora é a hora de trabalharmos juntos para dar vida a essa visão, em que passamos da simples prevenção para algo muito maior, que é a previsão e muito mais. Temos a equipe, a expertise e a motivação”.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

5 × quatro =

Empresas

Qualidade e periodicidade de amostras laboratoriais são essenciais para identificação dos problemas sanitários de suínos e tilápia, aponta especialista

Publicado em

em

Divulgação

O tratamento e a prevenção de enfermidades em propriedades de animais são processos cada vez mais importantes tanto em termos de produtividade quanto de bem-estar, biosseguridade e resultado econômico do negócio. Entretanto, para que tais processos sanitários sejam bem sucedidos é necessário se atentar primeiramente, ao diagnóstico e à sua qualidade, explica Talita Resende, coordenadora de diagnósticos do IPEVE, uma empresa SANPHAR Saúde Animal. “A confiabilidade e a precisão do diagnóstico laboratorial se dão a partir da qualidade das amostras e das informações epidemiológicas submetidas”, reforça a especialista.

Para a coordenadora de diagnósticos da SANPHAR/IPEVE, para que as amostras submetidas sejam de qualidade é preciso seguir alguns passos. Primeiro é necessário que, com a identificação de um problema sanitário na propriedade, o médico veterinário responsável faça o levantamento epidemiológico, pontuando sinais clínicos, faixa etária de animais afetados, protocolos de vacinação adotados, medicações anteriores, taxa de mortalidade e outras informações relevantes. Levantadas tais informações, o profissional seleciona exemplares de animais para a coleta de amostras.

Em casos de rebanhos suínos, por exemplo, Talita Resende explica que a coleta de amostras biológicas pode diferir de acordo com os exames desejados, como fezes, fragmentos de órgãos com lesões, swabs de amostras nasais e fecais e amostras de sangue. Por isso, a coleta deve ser supervisionada por veterinários. Já para criações de tilápia, exemplares inteiros de tilápia são frequentemente enviados ao laboratório para coleta destinada a exames bacteriológicos, parasitológicos, toxicológicos e de PCR. Porém, pelo fato de os peixes entrarem mais rápido em processo autolítico, os exemplares devem ser armazenados em grandes quantidades de gelo imediatamente após a despesca, com envio urgente ao laboratório, de modo que o processamento ocorra em no máximo 48 horas. “Além da qualidade das amostras, é necessário também ter atenção às condições de armazenagem, pois a questão central é que se os animais são selecionados sem critério e as amostras são incorretamente armazenadas até a chegada ao laboratório, há grandes chances de obtermos resultado diagnóstico incoerente, comprometendo todo o controle sanitário do rebanho/plantel”, ressalta a especialista da SANPHAR/IPEVE.

Outro fator importante é a periodicidade dos exames, enquadrando-se nas medidas de monitoria sanitária. “Quando pensamos em coleta de amostras para vacinas autógenas, devemos lembrar que este tipo de vacina é desenvolvido para controlar doenças específicas de cada rebanho e, neste mesmo rebanho, de animais de faixas etárias específicas. Por isso, a coleta de amostras deve ser frequente, de modo que os produtores tenham à disposição as cepas a serem utilizadas na composição das vacinas autógenas que melhor representem os agentes em circulação no rebanho naquele momento”.

Em seu portfólio, a SANPHAR/IPEVE oferece uma ampla gama de testes diagnósticos para suínos e tilápia, como exames anatomopatológicos, histopatológicos, bacteriológicos, parasitológicos, sorologia por diversos métodos e detecção de agentes por PCR, além de contar com um time especializado de técnicos para visitas a clientes e auxílio em coletas de amostras e monitoria sanitária para fabricação de vacinas autógenas que controlam, com eficiência, doenças bacterianas nas criações animais.

Fonte: Ass. de Imprensa
Continue Lendo

Empresas

Devido ao aumento dos preços de milho e soja, pecuaristas precisam buscar alternativas nas dietas de alto grão para bovinos de corte em confinamento

Publicado em

em

Divulgação

A adoção de dietas de alto grão é uma opção importante nos projetos de pecuária de corte intensiva, visando resultados mais rápidos na terminação. O objetivo central é acelerar o ganho de peso e obter melhor acabamento de carcaça, atendendo às demandas do mercado. “Milho e farelo de soja são base para qualquer concentrado. Porém, com o aumento dos custos, os confinadores devem buscar matérias-primas alternativas disponíveis em sua região e adaptar o manejo nutricional com cautela, medindo a relação custos benefício. Entre as opções surgem sorgo, caroço de algodão, DDG, WDG, torta de algodão, entre outros, que podem ajudar a reduzir os custos de produção e manter o ganho dos bovinos em confinamento”, afirma o médico veterinário Bruno Pascoal, consultor técnico comercial da Auster Nutrição Animal.

“O mesmo vale para o volumoso. A silagem de milho ou de sorgo entram como primeira opção devido à sua bromatologia, mas alternativas com boas fontes de fibra efetiva podem ser usadas para esse fim, desde que o profissional tenha uma visão macro da dieta total. É o caso, por exemplo, do capim Napier e do bagaço de cana, proveniente de usinas de álcool e açúcar”, complementa o especialista da Auster.

Entre as condições para a introdução da dieta de alto grão, Bruno Pascoal destaca que os bovinos devem passar por período de adaptação e transição do pasto para o confinamento, preparando e adaptando sua microbiota ruminal para receber dieta mais densa. Já a idade e o peso de entrada dos animais, assim como a duração do confinamento e peso de abate, dependem de diversos fatores como genética dos animais, sexo e destino da carne. “No confinamento convencional, os animais entram com estrutura corporal pronta, mas com muito espaço para ganho de peso até o abate, exigindo atenção especial na nutrição para que consigam o maior ganho de peso possível. Já animais precoces e super precoces entram no confinamento mais jovens e consequentemente mais leves, mas recebem bonificação por qualidade de carcaça no abate.”, explica o veterinário.

Com o objetivo de contribuir para a necessária nutrição do gado, de maneira a alcançar o ganho de peso e a terminação desejada, a Auster Nutrição Animal oferece Númia BC Confinamento, núcleo que conta com minerais e aditivos, como leveduras e flavomicina, que modulam o ambiente ruminal e auxiliam no melhor aproveitamento da dieta, fornecendo as condições ideais para os animais apresentarem o melhor desempenho, estando prontos para o abate mais cedo, mais pesados e com melhor rendimento carcaça.

Fonte: Ass. de Imprensa
Continue Lendo

Empresas

Kemin anuncia novo gerente de Serviços Técnicos Júnior

Com mestrado em zootecnia, José Luiz Schneiders, será responsável pela difusão de informações e orientação técnica para formulação de dietas de monogástricos a clientes e equipe da empresa

Publicado em

em

Zootecnista José Luiz Schneiders - Foto: divulgação

A Kemin anuncia a contratação do zootecnista José Luiz Schneiders como gerente de Serviços Técnicos Júnior. Com graduação e mestrado em zootecnia pela Unioeste, ele desenvolve pesquisas em nutrição e alimentação animal e tem mais de 10 anos de experiência em empresas do setor.

Schneiders chega a empresa em momento de ampliação da estrutura do departamento técnico e será responsável por gerar conhecimento e orientar tecnicamente clientes e profissionais da equipe da Kemin com relação ao uso e formulação de dietas mais eficientes em performance ou redução de custos, afirmou a médica veterinária e gerente de Serviços Técnicos Sênior da Kemin, Elisa François.

“Visando uma ampliação de portfólio de produtos, a chegada do José Luiz Schneiders tem o objetivo de estrear uma nova plataforma de produtos da Kemin no país. Ele possui uma sólida experiência em nutrição de monogástricos e vem somar ao nosso time de serviços, mantendo sempre o melhor atendimento para os nossos clientes e parceiros”, destaca.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
CONBRASUL/ASGAV

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.