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Em três meses, JBS investe mais de R$ 100 milhões em saúde e segurança do colaborador no Brasil

Investimentos incluem ampliação das frotas de ônibus, fornecimento de EPIs, instalação de estruturas ambulatoriais, vacinação contra a H1N1 para 100% dos colaboradores, contratação de mão de obra, entre outras ações 

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A JBS S.A. comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral, nos termos da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 358, de 3 de janeiro de 2002, que, com o propósito inabalável de garantir a saúde e a segurança de seus colaboradores, entre os meses de março e junho, a JBS investiu mais de R$ 100 milhões em medidas, sistemas e processos de contingência em saúde e segurança para todas as suas unidades no Brasil. Os recursos foram aplicados em dezenas de ações e fazem parte do protocolo de prevenção e proteção da Companhia para os mais de 130 mil colaboradores das unidades de produção, centros de distribuição, escritórios e demais instalações da empresa no país. Neste período, para garantir a implementação e eficácia dessas medidas, a JBS tem feito auditorias periódicas em suas 135 unidades produtivas, verificando item a item de cada ação do seu rígido protocolo de segurança.

Para definir seu protocolo, a JBS contratou a consultoria médica de infectologistas especializados, como Dr. Adauto Castelo Filho, e instituições de referência, como o Hospital Albert Einstein que validaram cada etapa do protocolo de acordo com as recomendações médicas e de saúde e as determinações da Portaria Interministerial nº 19 (Ministérios da Saúde, Agricultura e Economia), de 18 de junho de 2020.

Adicionalmente, a JBS contratou – somente entre os meses de março e junho – mais de 10 mil profissionais em todo o país para reposição das posições dos colaboradores que foram preventivamente mantidos em casa por fazerem parte do grupo de risco, incluindo as gestantes e pessoas com mais de 60 anos. Também fazem parte desse grupo, os colaboradores em condições de maior vulnerabilidade, incluindo indígenas, e os que tenham indicação médica. Todos os colaboradores que tenham diagnóstico positivo para Covid-19 também são prontamente afastados e permanecem ausentes das suas atividades até o seu pronto restabelecimento – a equipe de saúde da empresa presta atendimento integral a todos e também realiza a busca ativa entre os colaboradores, contactantes e familiares.

Vale destacar que a empresa já realiza o monitoramento diário de 100% dos colaboradores desde o início da sua jornada – do transporte ao acesso às unidades, incluindo mudanças de turno, intervalos, refeições e até o retorno à sua casa, cada colaborador é monitorado – seja por anamnese, medição de temperatura ou por consulta laboratorial.

“Com isso, os procedimentos e cuidados adotados pela JBS nas suas plantas são capazes de oferecer a máxima proteção aos seus colaboradores e podem ser comparados aos aplicados em instituições de referência na área hospitalar”, destaca Dr. Adauto Castelo.

Como exemplo das medidas adotadas, estão:  

– Ampliação das frotas de ônibus em 49%. Para viabilizar as normas de distanciamento no transporte de colaboradores, a JBS ampliou o número de ônibus que atendem o trajeto de ida e volta das unidades em todo o país – agora são mais de 1.800 veículos que fazem o transporte dos colaboradores. Os assentos são demarcados, fixos e com distanciamento a cada dois bancos. Além disso, foram comprados mais de 2 mil termômetros digitais para medição da temperatura dos colaboradores na entrada do ônibus e da fábrica, além de questionário (anamnese) de todos antes do acesso aos veículos.

– Novos EPIs (equipamentos de proteção individual). Além dos uniformes utilizados seguindo os protocolos sanitários e de operação da indústria, em todas as plantas da JBS foram adicionados novos equipamentos de proteção, como máscara “face shield” (acrílico), máscaras descartáveis e de tecido. O uso de máscaras é 100% obrigatório em todas as áreas da Companhia.  Só no modelo “face shield”, são mais de 180 mil unidades adquiridas nos últimos três meses. Ao todo, a empresa já adquiriu mais de 1,2 milhão de EPI´s nesse período. Os equipamentos são usados durante todo o turno dos colaboradores que, na linha de produção ainda contam com barreiras físicas de proteção e que garantem o isolamento físico e social.

– Detergentes e sanitizantes. Para garantir a higienização correta das mãos, foram adquiridos cerca de 150 mil litros de álcool em gel e que são amplamente oferecidos em recipientes instalados em locais de fácil acesso aos colaboradores e com acesso via pedal. A desinfecção das instalações e dos ônibus também foi intensificada – com mais de 200 mil litros de produtos desinfetantes utilizados mensalmente.

– Vacinação gratuita para gripe H1N1 para 100% dos colaboradores. Em todas as suas unidades no Brasil, os departamentos de saúde e segurança da JBS estão promovendo a vacinação contra a gripe H1N1 para todos os colaboradores.

– Contratação de profissionais de saúde. A equipe de saúde das unidades soma mais de 630 profissionais, número 40% superior ao verificado antes do início da pandemia. Foram adicionados mais 192 profissionais de saúde, incluindo médicos, enfermeiros e auxiliares e que estão à disposição para atendimento permanente dos colaboradores.

Além dessas medidas, também foram realizadas mudanças na estrutura e nas áreas internas e externas das unidades. Entre os investimentos em equipamentos e novas instalações, estão:

  • Criação de refeitórios de campanha ampliando a capacidade de atendimento com amplo distanciamento entre os colaboradores, sem aglomerações.
  • Ambulatórios adicionais nas áreas externas e anexos às plantas, com funcionamento permanente;
  • Ampliação das áreas de descanso cobertas, com novos espaços em tendas e/ou contêineres com mais distanciamento entre os assentos.

A comunicação sobre os protocolos de segurança e saúde adotados nas unidades e informações gerais sobre a Covid-19 para os colaboradores também foram intensificadas. Em cada planta, nos diversos pontos de passagem e de permanência, estão instalados materiais de comunicação sobre as medidas e atitudes necessárias à prevenção da doença no trabalho e esclarecimentos sobre proteção e cuidados em família, em casa e nos momentos de descanso. Entre as ferramentas usadas estão: veiculação das mensagens em rádio e TVs internas, comunicação visual, sinalizações e alertas de distanciamento, jornal mural, intranet, entre outros.

Além dos investimentos realizados internamente, no valor de R$ 100 milhões em todas as suas unidades no Brasil, a JBS anunciou a doação de R$ 400 milhões para o enfrentamento à Covid-19 no Brasil. Os valores estão sendo dedicados a três frentes – saúde, social e ciência.

A empresa está confiante que todas essas medidas são eficazes para proteger os colaboradores da Covid-19 nas suas unidades e garantir o abastecimento e a oferta de produtos da mais alta qualidade a seus clientes e consumidores no país e no mundo. Essa é uma missão que não pode parar, já que a produção de alimentos integra o rol de atividades essenciais para a população no contexto atual de pandemia.

Fonte: Assessoria
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Qualidade e periodicidade de amostras laboratoriais são essenciais para identificação dos problemas sanitários de suínos e tilápia, aponta especialista

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O tratamento e a prevenção de enfermidades em propriedades de animais são processos cada vez mais importantes tanto em termos de produtividade quanto de bem-estar, biosseguridade e resultado econômico do negócio. Entretanto, para que tais processos sanitários sejam bem sucedidos é necessário se atentar primeiramente, ao diagnóstico e à sua qualidade, explica Talita Resende, coordenadora de diagnósticos do IPEVE, uma empresa SANPHAR Saúde Animal. “A confiabilidade e a precisão do diagnóstico laboratorial se dão a partir da qualidade das amostras e das informações epidemiológicas submetidas”, reforça a especialista.

Para a coordenadora de diagnósticos da SANPHAR/IPEVE, para que as amostras submetidas sejam de qualidade é preciso seguir alguns passos. Primeiro é necessário que, com a identificação de um problema sanitário na propriedade, o médico veterinário responsável faça o levantamento epidemiológico, pontuando sinais clínicos, faixa etária de animais afetados, protocolos de vacinação adotados, medicações anteriores, taxa de mortalidade e outras informações relevantes. Levantadas tais informações, o profissional seleciona exemplares de animais para a coleta de amostras.

Em casos de rebanhos suínos, por exemplo, Talita Resende explica que a coleta de amostras biológicas pode diferir de acordo com os exames desejados, como fezes, fragmentos de órgãos com lesões, swabs de amostras nasais e fecais e amostras de sangue. Por isso, a coleta deve ser supervisionada por veterinários. Já para criações de tilápia, exemplares inteiros de tilápia são frequentemente enviados ao laboratório para coleta destinada a exames bacteriológicos, parasitológicos, toxicológicos e de PCR. Porém, pelo fato de os peixes entrarem mais rápido em processo autolítico, os exemplares devem ser armazenados em grandes quantidades de gelo imediatamente após a despesca, com envio urgente ao laboratório, de modo que o processamento ocorra em no máximo 48 horas. “Além da qualidade das amostras, é necessário também ter atenção às condições de armazenagem, pois a questão central é que se os animais são selecionados sem critério e as amostras são incorretamente armazenadas até a chegada ao laboratório, há grandes chances de obtermos resultado diagnóstico incoerente, comprometendo todo o controle sanitário do rebanho/plantel”, ressalta a especialista da SANPHAR/IPEVE.

Outro fator importante é a periodicidade dos exames, enquadrando-se nas medidas de monitoria sanitária. “Quando pensamos em coleta de amostras para vacinas autógenas, devemos lembrar que este tipo de vacina é desenvolvido para controlar doenças específicas de cada rebanho e, neste mesmo rebanho, de animais de faixas etárias específicas. Por isso, a coleta de amostras deve ser frequente, de modo que os produtores tenham à disposição as cepas a serem utilizadas na composição das vacinas autógenas que melhor representem os agentes em circulação no rebanho naquele momento”.

Em seu portfólio, a SANPHAR/IPEVE oferece uma ampla gama de testes diagnósticos para suínos e tilápia, como exames anatomopatológicos, histopatológicos, bacteriológicos, parasitológicos, sorologia por diversos métodos e detecção de agentes por PCR, além de contar com um time especializado de técnicos para visitas a clientes e auxílio em coletas de amostras e monitoria sanitária para fabricação de vacinas autógenas que controlam, com eficiência, doenças bacterianas nas criações animais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Devido ao aumento dos preços de milho e soja, pecuaristas precisam buscar alternativas nas dietas de alto grão para bovinos de corte em confinamento

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A adoção de dietas de alto grão é uma opção importante nos projetos de pecuária de corte intensiva, visando resultados mais rápidos na terminação. O objetivo central é acelerar o ganho de peso e obter melhor acabamento de carcaça, atendendo às demandas do mercado. “Milho e farelo de soja são base para qualquer concentrado. Porém, com o aumento dos custos, os confinadores devem buscar matérias-primas alternativas disponíveis em sua região e adaptar o manejo nutricional com cautela, medindo a relação custos benefício. Entre as opções surgem sorgo, caroço de algodão, DDG, WDG, torta de algodão, entre outros, que podem ajudar a reduzir os custos de produção e manter o ganho dos bovinos em confinamento”, afirma o médico veterinário Bruno Pascoal, consultor técnico comercial da Auster Nutrição Animal.

“O mesmo vale para o volumoso. A silagem de milho ou de sorgo entram como primeira opção devido à sua bromatologia, mas alternativas com boas fontes de fibra efetiva podem ser usadas para esse fim, desde que o profissional tenha uma visão macro da dieta total. É o caso, por exemplo, do capim Napier e do bagaço de cana, proveniente de usinas de álcool e açúcar”, complementa o especialista da Auster.

Entre as condições para a introdução da dieta de alto grão, Bruno Pascoal destaca que os bovinos devem passar por período de adaptação e transição do pasto para o confinamento, preparando e adaptando sua microbiota ruminal para receber dieta mais densa. Já a idade e o peso de entrada dos animais, assim como a duração do confinamento e peso de abate, dependem de diversos fatores como genética dos animais, sexo e destino da carne. “No confinamento convencional, os animais entram com estrutura corporal pronta, mas com muito espaço para ganho de peso até o abate, exigindo atenção especial na nutrição para que consigam o maior ganho de peso possível. Já animais precoces e super precoces entram no confinamento mais jovens e consequentemente mais leves, mas recebem bonificação por qualidade de carcaça no abate.”, explica o veterinário.

Com o objetivo de contribuir para a necessária nutrição do gado, de maneira a alcançar o ganho de peso e a terminação desejada, a Auster Nutrição Animal oferece Númia BC Confinamento, núcleo que conta com minerais e aditivos, como leveduras e flavomicina, que modulam o ambiente ruminal e auxiliam no melhor aproveitamento da dieta, fornecendo as condições ideais para os animais apresentarem o melhor desempenho, estando prontos para o abate mais cedo, mais pesados e com melhor rendimento carcaça.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Kemin anuncia novo gerente de Serviços Técnicos Júnior

Com mestrado em zootecnia, José Luiz Schneiders, será responsável pela difusão de informações e orientação técnica para formulação de dietas de monogástricos a clientes e equipe da empresa

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Zootecnista José Luiz Schneiders - Foto: divulgação

A Kemin anuncia a contratação do zootecnista José Luiz Schneiders como gerente de Serviços Técnicos Júnior. Com graduação e mestrado em zootecnia pela Unioeste, ele desenvolve pesquisas em nutrição e alimentação animal e tem mais de 10 anos de experiência em empresas do setor.

Schneiders chega a empresa em momento de ampliação da estrutura do departamento técnico e será responsável por gerar conhecimento e orientar tecnicamente clientes e profissionais da equipe da Kemin com relação ao uso e formulação de dietas mais eficientes em performance ou redução de custos, afirmou a médica veterinária e gerente de Serviços Técnicos Sênior da Kemin, Elisa François.

“Visando uma ampliação de portfólio de produtos, a chegada do José Luiz Schneiders tem o objetivo de estrear uma nova plataforma de produtos da Kemin no país. Ele possui uma sólida experiência em nutrição de monogástricos e vem somar ao nosso time de serviços, mantendo sempre o melhor atendimento para os nossos clientes e parceiros”, destaca.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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