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Notícias Avicultura

Em setembro, Florianópolis sediará 13ª edição do Simpósio da ACAV

Simpósio é considerado um dos maiores eventos científicos da avicultura industrial brasileira

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A Associação Catarinense de Avicultura (ACAV) – entidade de representação e defesa da indústria avícola barriga-verde – realizará neste ano, na cidade de Florianópolis, a 13ª edição do Simpósio Técnico da ACAV. O evento será desenvolvido no Centro Sul, no período de 15 a 17 de setembro, reunindo pesquisadores, técnicos, gestores, industriais e profissionais de todas as áreas da avicultura industrial.

O coordenador geral do evento, Bento Zanoni, ressalta que o simpósio é reconhecido pelo alto nível técnico e científico, focalizando os temas de maior relevância na atualidade para a vasta cadeia da avicultura industrial e ao mesmo tempo, as inovações que surgiram no Brasil e no mundo.

A programação oficial será anunciada no próximo mês. As principais linhas de abordagem serão incubação, matrizes de corte e nutrição. Informações podem ser obtidas pelo e-mail simposioacav@gmail.com e pelo telefone (48) 9-9673-6155, além do site do Simpósio e nas redes sociais.

Fonte: Assessoria
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Notícias Rio Grande do Sul

Agricultura prorroga prazo para entrega da declaração anual de rebanho

A prorrogação é necessária por causa da pandemia de Covid-19

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Foto: Fernando Dias

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural publicou instrução normativa no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (13) estabelecendo novo prazo para a entrega da declaração anual de rebanho: 31 de outubro. O formulário a ser preenchido e entregue está disponível neste link.

A prorrogação é necessária por causa da pandemia de Covid-19. Para o ano que vem, a Secretaria terá uma estratégia estruturada e outros prazos, de forma a manter o cadastro dentro das necessidades. 

As inspetorias de defesa agropecuária vêm trabalhando para restringir o contato pessoal, com escalonamento de servidores e atendimento remoto por e-mail ou WhatsApp. A orientação é que os produtores dêem preferência a entregar as declarações de rebanho às suas inspetorias locais por estes meios eletrônicos. Os e-mails das IDAs podem ser consultados aqui. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Pesquisa registra aumento expressivo no preço do quilo do suíno no RS

Em comparação a última semana, a cotação teve uma alta de R$ 0,67

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Na primeira semana do mês de julho, o preço pago pelo quilo do suíno vivo no Rio Grande do Sul já havia demostrado sinais de recuperação, tendo um aumento de R$ 0,20 se comparado com a semana anterior.

Nesta segunda-feira (13), a Pesquisa Semanal da Cotação do Suíno, milho e farelo de soja no Rio Grande do Sul realizada pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), com o apoio da MSD Saúde Animal, Minitube e Choice Genetics, apontou um aumento ainda mais expressivo. Em comparação a última semana, a cotação teve uma alta de R$ 0,67, o que elevou o preço médio pago pelo quilo do suíno vivo para R$ 5,31.

A cotação desta semana se aproxima dos valores registados nas primeiras semanas de março, antes das quedas e quando os preços ainda estavam em alta no Estado gaúcho.

O primeiro vice-presidente da ACSURS, Mauro Antonio Gobbi, explica que a retomada dos preços após as baixas registradas por conta da pandemia do novo coronavírus vem de diversos fatores, entre eles a baixa oferta de suínos no mercado interno, o aumento das exportações e os custos elevados na produção. “Os preços mais elevados são uma forma de recompensar as perdas que os suinocultores tiveram no início da pandemia. Isso vem em uma boa hora e traz novamente rentabilidade para o suinocultor”, frisa.

A pesquisa também apontou o preço da saca de 60 quilos do milho que está custando em média R$ 47. Já o preço da tonelada do farelo de soja (preço da indústria – FOB) é de R$ 1.785 para compras à vista e no prazo (30 dias) é de R$ 1.800.

Agroindústrias e cooperativas

O preço médio na integração apontado pela pesquisa é de R$ 4,18. As cooperativas e agroindústrias apresentaram as seguintes cotações: Cooperalfa/Aurora: R$ 4,20 (base suíno gordo) e R$ 4,20 (base leitão de 6 a 23 quilos); Cosuel/Dália Alimentos R$4,15; Cooperativa Languiru R$ 4,12; Ouro do Sul R$ 4,41; Alibem R$ 4,10; Adelle Foods R$ 4,20 e Pamplona R$ 4,20.

Fonte: Assessoria ACSURS
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Notícias Sanidade

Frigoríficos avícolas gaúchos investem no combate a pandemia

Ações de combate a pandemia no setor também merecem destaque

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Arquivo/OP Rural

Mesmo com a notoriedade que os frigoríficos vêm tendo em relação aos casos de contaminações por covid-19, é de extrema importância que também seja de total conhecimento os investimentos para combater a pandemia que o setor avícola vem destinando nestes últimos três meses e meio.

Estes investimentos atingiram neste período a faixa de R$ 28 milhões voltados a aquisições de EPI’s (luvas, máscaras, faces hields, botas, aventais de proteção, suprimentos como álcool gel e líquido que já ultrapassam a quantidade de 25 mil litros), adequações físicas (anteparos refeitórios, vestiários), milhares de testes de covid-19, consultorias para validação de protocolos de saúde e outros serviços, vacinas contra gripe e adequação e contratação de transportes.

“Estamos dedicando todos os esforços para combater a pandemia em nossas indústrias e, certamente, os reflexos destes investimentos  evitaram uma maior propagação do vírus e propiciaram maior segurança dentro dos estabelecimentos industriais”, comenta Eduardo Santos, executivo da Asgav/Sipargs.

A ASGAV, também por meio de comunicação externa, procura alertar as pessoas quanto aos cuidados e procedimentos nos horários extra jornada.

Para Santos, os frigoríficos avícolas geram atividades em larga escala e produzem alimentos em larga escala, não podendo ser considerados como disseminadores da covid-19. A responsabilidade que vem sendo combatida a pandemia no setor, certamente está evitando um crescimento ainda maior de contaminações. Segundo o executivo, as indústrias avícolas priorizam a vida e a segurança das pessoas e daqueles que estão juntos no desenvolvimento do setor, ajudando na produção de alimentos para milhares de famílias no Brasil e no exterior.

Fonte: Assessoria
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